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terça-feira, 30 de setembro de 2008

A História do Mormonismo

O Mormonismo teve início com Joseph Smith Jr.que nasceu em 25 de Dezembro de 1805, em Vermont. Ele era o quarto filho de Lucy e Joseph Smith. O pai de Joseph era conhecido como caçador de tesouros enterrados, particularmente o do Capitão Kidd. Sua mãe era extremamente supersticiosa.
Joseph Smith Jr. afirmou que estava perturbado pelas diferenças entre as denominações do Cristianismo e perguntava-se qual seria a verdadeira. Em 1820, quando ele tinha 14 anos, ele foi para a mata para orar a respeito disto e alegou que Deus, o Pai, e Jesus apareceram a ele e lhe disseram para não unir-se a qualquer daquelas igrejas denominacionais.
Três anos depois, em 21 de setembro de 1823, quando tinha 17 anos, um anjo chamado Moroni, que supostamente era filho de Mórmon, o líder de um povo chamado Nefitas, que tinha vivido na América, apareceu a ele e lhe disse que fora escolhido para traduzir o Livro de Mórmon que fora compilado pelo pai de Moroni perto do quarto século. O livro fora escrito em placas de ouro e escondido próximo de onde Joseph vivia em Palmyra, Nova York. Joseph Smith disse que em 22 de setembro de 1827 ele recebeu as placas e que o anjo Moroni o instruiu a iniciar o processo de tradução. A tradução foi finalmente publicada 1830 como o Livro de Mórmon. Joseph afirmou que durante este processo de tradução, João Batista apareceu-lhe e ordenou-lhe que completasse o trabalho divino de restaurar a verdadeira igreja pela pregação do verdadeiro evangelho que, alegadamente, havia se perdido da Terra.
O Livro de Mórmon é, supostamente, a história de um povo que veio viver no Meio-Leste da América do Norte. Ele cobre o período de 600 a.C. a 400 d.C. Fala acerca dos Jareditas, povo que originou-se na Torre de Babel e que veio para o centro da América, mas que pereceu por causa da sua própria imoralidade. Ele descreve, também, alguns judeus que fugiram da perseguição em Jerusalém e vieram para a América liderados por um homem chamado Nefi. Os judeus eram divididos em dois grupos conhecidos como Nefitas e Lamanitas, que lutavam entre si. Os Nefitas foram eliminados em 428 d.C. Os Lamanitas continuaram e são conhecidos como os Índios Americanos. O Livro de Mórmon é o registro do líder Nefita, Mórmon, acerca da sua cultura, civilização e da aparição de Jesus aos americanos.
Depois da publicação do Livro de Mórmon, o mormonismo começou a crescer. Devido ao fato da sua religião aceitar desvios do Cristianismo, como por exemplo, pluralidade de deuses, poligamia (dizem que Joseph teve 27 esposas), etc., a perseguição forçou-os a mudarem-se de Nova York para Ohio, depois para o Missouri, e finalmente para Nauvoo, Illinois. Depois de ser acusado de quebrar algumas leis em Nauvoo (por destruir uma gráfica que estava imprimindo uma publicação que alertava contra o mormonismo), Joseph e seu irmão Hyrum terminaram na cadeia. Depois, uma multidão invadiu a cadeia e matou Joseph e seu irmão.
Depois da sua morte, a igreja dividiu-se em dois grupos: um liderado pela sua viúva, que voltou para Independence, Missouri. Eles eram conhecidos como Reorganized Church of Jesus Christ of Latter-day Saints (A Igreja Reorganizada dos Santos dos Últimos Dias). Eles afirmavam ser a igreja verdadeira e permaneceram afirmando ter a sucessão legal da presidência da igreja que fora passada para o filho de Joseph Smith por ele mesmo. O outro grupo, liderado por Brigham Young, foi para Utah onde, em 1847, chegaram ao Lago Salgado e fundaram a cidade de Salt Lake City. Brigham teve 25 esposas e acumulou muita fortuna.

domingo, 28 de setembro de 2008

As Doutrinas Estranhas do Mormonismo

As doutrinas do Mormonismo ficaram mais estranhas à medida que a seita se desenvolveu. Atualmente, as doutrinas mórmons são as seguintes:
(Observação: Estas doutrinas são documentadas por escritores mórmons, não por opositores do mormonismo.)

1. O verdadeiro evangelho foi perdido na terra. O Mormonismo é a sua restauração, Mormon Doctrine, by Bruce R. McConkie, p. 635. Eles ensinam que existiu uma apostasia e que a verdadeira igreja deixou de existir na terra.
2. Nós precisamos de profetas hoje, da mesma maneira que no Antigo Testamento, Mormon Doctrine, p. 606.
3. O Livro de Mórmon é mais correto que a Bíblia, History of the Church, 4:461.
4. Não existe salvação fora da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Mormon Doctrine, p. 670.
5. Existem muitos deuses, Mormon Doctrine, p. 163.
6. Existe uma deusa mãe, Articles of Faith, by James Talmage, p. 443.
7. Deus foi um homem em um outro planeta, Mormon Doctrine, p. 321.
8. Depois de você tornar-se um bom mórmon, você tem potencial para tornar-se um outro deus, Teachings of the Prophet Joseph Smith, pages 345-347, 354.
9. Deus, o Pai, tem um pai (Orson Pratt in The Seer, page 132; Um dos propósitos do The Seer era "elucidar" a doutrina mórmon, The Seer, page 1, 1854.
10. Deus, o Pai, tem um corpo de carne e ossos, Doctrine and Covenants, 130:22.
11. Deus tem a forma de um homem, Joseph Smith, Journal of Discourses, Vol. 6, page 3.
12. Deus é casado com a sua esposa-deusa e tem filhos espirituais, Mormon Doctrine p. 516.
13. Nós fomos gerados primeiro como bebês espirituais no céu e então nascemos naturalmente na terra, Journal of Discourse, Vol. 4, p. 218.
14. O primeiro espírito que nasceu no céu foi Jesus, Mormon Doctrine, page 129.
15. O Diabo nasceu como um espírito depois de Jesus "na manhã da pré-existência" Mormon Doctrine, page 192.
16. Jesus e Satanás são espíritos irmãos, Mormon Doctrine, p. 163.
17. Um plano de salvação era necessário para as pessoas na terra. Então, Jesus e Satanás apresentaram cada um o seu plano, e o plano de Jesus foi aceito. O Diabo quiz ser o salvador da humanidade para "anular a identidade dos homens e destronar a deus." Mormon Doctrine, page 193; Journal of Discourses, vol. 6, page 8.
18. Deus teve relações sexuais com Maria para produzir o corpo de Jesus, Journal of Discourses, Vol. 4, p. 218, 1857.
19. O sacrifício de Jesus não é suficiente para limpar-nos de todos os nossos pecados, Journal of Discourses, Vol. 3, p. 247, 1856.
20. As boas obras são necessárias para a salvação, Articles of Faith, p. 92.
21. Não existe salvação sem aceitar Joseph Smith como um profeta de Deus, Doctrines of Salvation, Vol. 1, p. 188.
22. Batismo pelos mortos, Doctrines of Salvation, Vol. II, p. 141. Esta é a prática de alguém batizar-se em lugar de alguém, não-mórmon, que já tenha morrido. Eles crêem que, no após vida, a pessoa "nova batizada" esteja habilitada a entrar em um céu mórmon de maior nível.
23. Existem três níveis de céu: Telestial, Terrestrial e Celestial, Mormon Doctrine, p. 348.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sobre o "Deus" das Testemunhas de Jeová

A Bíblia nos fala de pessoas que negam a Deus (1Jo 2.22). E, infelizmente, os líderes dos testemunhas-de-jeová (TJ) pertencem a esse grupo. O “deus” deles não é o Deus da Bíblia. Senão, veja as demonstrações abaixo:

I. NEGAM A ONISCIÊNCIA DE DEUS: No livro Raciocínios à Base das Escrituras, página 117, há, como cabeçalho de um subtópico, a seguinte pergunta: “Quando Deus criou Adão, será que sabia que Adão ia pecar?” Respondendo negativamente a esta pergunta, os líderes dos TJ argumentam dizendo que “Se Deus predestinou e previu o pecado de Adão e tudo o que resultaria disso, significa que, ao criar Adão, Deus deliberadamente desencadeou toda a iniqüidade cometida na história humana.” Concordamos que realmente Deus não predestinou o pecado de Adão, mas discordamos da afirmação de que Ele não sabia que Adão ia pecar, pois a Bíblia é categórica ao afirmar que Deus é presciente. Veja algumas das muitas passagens bíblicas que asseguram isso com muita clareza, comparando a previsão, com o cumprimento da predição: Sl 22.18 com Jo 19.23,24; Mt 26.34 com os versículos 69 a 75 deste mesmo capítulo. Outra prova de que Deus sabia que Adão ia pecar, é o fato de a Bíblia afirmar que Deus nos elegeu em Cristo antes da fundação do mundo (Ef 1.4; 1Pe 1.18-20; 2Tm 1.9). Não provam estes versículos que Deus anteviu a redenção pelo sangue de Cristo antes da criação do mundo? E se Deus providenciou o nosso resgate pelo sangue de Jesus antes dos tempos dos séculos (2Tm 1.9), não está provado que ele previu a nossa queda e preparou o remédio de antemão? Sim, naturalmente. E isso prova que Ele é onisciente, isto é, sabedor de todas as coisas.
Segundo os líderes espirituais dos TJ, “... Jeová tem a capacidade de predizer eventos, mas [...] ele faz uso seletivo [...] dessa capacidade que tem” [...] ” (Ibidem, páginas 116 e 117). Querem dizer com isso que Deus tem poder para ignorar o que Ele não quer saber. É como se Deus possuísse em seu próprio ser duas teclas seletivas: a da onisciência e a da ignorância. Dependendo da que teclar, Ele saberá ou não, do assunto em pauta.
Há muitos anos ouvi um Ancião (chefe dos TJ) dizer que Deus, ao criar Adão, não sabia que este ia pecar. Pensei que ele estivesse falando isso de si mesmo, e por isso me limitei a mostrar-lhe, à luz da Bíblia, que ele estava equivocado. Ele demonstrou concordar comigo, ao ficar cabisbaixo e pensativo. Mais tarde, porém, ao consultar os livros editados pela liderança dos TJ, é que fui saber que o referido Ancião falara em nome da sua religião. Se é que podemos chamar isso de religião.
Realmente, há textos bíblicos que parecem dizer que Deus não é onisciente. Por exemplo, em Gn 22.12 encontramos Deus dizendo a Abraão: “... agora sei que temes a Deus... ”. Porém, os TJ não podem se servir disso para “provarem” que Deus não sabia de antemão até aonde ia o temor de Abraão para com Deus, até que ele (Abraão) o demonstrou por dispor-se a sacrificar o seu filho ao Senhor. A Bíblia está cheia de exemplos onde Deus, para se fazer entender por nós, usa termos humanos que, se forem mal interpretados, nos levarão a uma falsa idéia de Deus.
“Agora sei que temes a Deus” significa: A verdadeira fé não é apenas estática e contemplativa; antes, produz fidelidade, sem a qual não será reconhecida por Deus como tal.
Se os TJ não aceitarem a explicação acima, acabarão por dizerem que Deus não consegue saber lá do Céu o que está acontecendo no mundo, até que venha à Terra e veja de perto se determinada coisa está ou não ocorrendo realmente, visto que em Gn 18.20,21, encontramos Deus dizendo: “Disse mais Jeová: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito, descerei agora, e verei se com efeito têm praticado segundo este clamor, que é vindo até mim; e se não, sabê-lo-ei” (Grifo nosso). Será que Deus tem que vir do Céu à Terra para saber do que está acontecendo no mundo? Obviamente que não; todavia, é a essa conclusão descabida que chegaremos, se estudarmos a Bíblia à parte dos princípios da Hermenêutica e sobretudo, alienados do Espírito Santo. Até mesmo a onipresença de Deus poderia ser negada à “luz” de Gn 18.20,21, visto que estes versículos nos dariam então duas “provas” contra esta doutrina.

II. NEGAM A ONIPRESENÇA DE DEUS: Passagens bíblicas como a de Gn 18.20,21 acima considerada, levaram os líderes dos TJ a fazerem a seguinte declaração: “O verdadeiro Deus não é onipresente...” (Estudo Perspicaz das Escrituras, volume I, página 690).
O ex-Ancião (chefe) dos TJ, Hélio Eduardo de Souza, que foi TJ durante 20 anos, hoje Pastor evangélico, à página 24 de seu livro Fatos Curiosos Sobre as Testemunhas de Jeová, 1ª edição de 2007, denunciou: “[...] entre os anos de 1891 e 1953, Russell e Rutherford escreveram que Deus habitava na estrela Alcíone, na constelação das Plêiades.” E, como prova disso, cita os livros Thy Kingdom Come (Venha o Teu Reino), páginas 327 e 342, edições de 1891 e 1903; e também o livro Reconciliação, edição de 1928. Deste último ele transcreve este texto: “A constelação das sete estrelas que formam as Plêiades... tem sido sugerida, e com muito peso, que uma das estrelas daquele grupo é o local de morada de Jeová” (página 14. O grifo não é meu). Quão pequeno e finito era o deus de Russell e Rutherford, respectivamente, primeiro e segundo presidentes dos TJ! Basta-nos examinarmos trechos bíblicos como Sl 139.7-10; Mt 18.20; 28.20; At 7.59 etc., para vermos quão grande é essa blasfêmia! Deus é onipresente sim, isto é, Ele pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Ele enche o Céu e a Terra, bem como os corações dos que Lhe servem, e, portanto, não está radicado nessa nem naquela outra estrela.

III. NEGAM A ONIPOTÊNCIA DE DEUS: Do apresentado nos tópicos acima, se pode perceber que os chefes dos TJ dizem com um canto da boca que Deus é Todo-poderoso, mas com o outro canto da mesma boca negam esta verdade. O Todo-poderoso deles não é tão poderoso, já que não é onipresente, nem onisciente. Ele não é, pois, o Deus da Bíblia.

IV. NEGAM OS NOMES DE DEUS: O “nome” de Deus, na Bíblia, não significa uma combinação de sons; antes representa o seu caráter revelado. Por não saberem disso, muitos aceitaram como verdade, a heresia de que Deus só tem um nome, que é Jeová. Isso não é verdade, mas, por ora, queremos fazer constar apenas que a Bíblia dá a Deus vários nomes, além do de Jeová. Vejamos estes três casos: Zeloso (Êx 34.14 [Ciumento na bíblia dos TJ]); Redentor (Is 63.16 [Resgatador na bíblia dos TJ]); e Elohim (Gn 1.1, no original, e significa Deuses). Neste caso, Deuses é um substantivo próprio, e não plural de Deus.
Os nomes de Deus, na Bíblia, são adjetivos substantivados; logo, Deus não tem nome algum. Seus nomes apenas indicam que Ele é tudo aquilo que os mesmos designam. Neste caso, conhecer mais e mais o nome de Deus, como Jesus o refere em Jo 17.26, significa ampliar nossa intimidade com o Senhor (Os 6.3).

V. NEGAM A SANTÍSSIMA TRINDADE: Sim, os guias espirituais dos TJ negam o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Segundo eles, o Pai, o Filho e o Espírito Santo não são três Pessoas distintas, igualmente Divinas, constituindo uma só Divindade. Negam que o único Deus verdadeiro seja uma unidade composta. Segundo eles, Jesus não é Deus (na verdadeira concepção do termo), mas apenas um anjo, o arcanjo Miguel, a primeira, bem como a maior, de todas as outras criaturas. Quanto ao Espírito Santo, negam-lhe não só a Divindade, mas também a personalidade. O desdém dessa seita para com a Pessoa do Espírito Santo é tão acentuado, que, em suas bíblias, o nome Espírito Santo aparece escrito com iniciais minúsculas: espírito santo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Ninfa e Calita

Ninfa e Calita - Deus não abre mão de você

Ninfa e Calita - Escravo Resgatado

Ninfa e Calita - Filadelfia

Ninfa e Calita - Marcas de Sangue

Ninfa e Calita - Meu Escudo

Ninfa e Calita - Paraíso de Deus

Ninfa e Calita - Peregrino

Ninfa e Cálita - Sócio de Deus

Ninfa e Calita - Tempo de Missoes

Testemunhas: o que eu quero dizer por Trindade

Por: Josh McDowell e Bart Larson

Definições dos termos
Definições adequadas da natureza de Deus, a natureza da Trindade, e a pessoa e natureza de Jesus Cristo são pré-requisitos para entender as muitas Escrituras relativas à divindade de Cristo.

1. Deus: As Escrituras ensinam que Deus é pessoal, inteligente, amoroso, justo, fiel, eterno, criativo, e em interação dinâmica com Sua criação. Os atributos de Deus podem ser resumidos em dois grupos: atributos gerais e atributos morais. Robert Passantino declara "Deus [de acordo com seus atributos gerais] é sem igual, eterno, immutable, onipotente, onisciente, onipresente, triúno, espiritual e pessoal". Ele continua "os atributos morais de Deus incluem sua santidade, retidão, amor e verdade". O cristianismo ensina que Deus sustenta e rege o Universo no presente, e, como nós tentaremos mostrar, foi encarnado em Jesus de Nazaré.

2. Trindade: Fora de toda a realidade ou existência, só Deus é tripessoal ou triúno. Quando dizemos que Deus é triúno, estamos nomeando a visão de Deus derivada de um panorama de passagens das Escritura que descrevem a natureza pessoal de Deus. Por triúno, do qual vem a palavra "Trindade", queremos dizer que Deus é constantemente revelado eternamente como três pessoas (Pai, Filho, e Espírito Santo). Estas três pessoas compõem a Divindade, mas só há um Deus.

Nós não queremos dizer que:

(1) há um Deus e três deuses.

(2) há um Deus e uma pessoa com três nomes, modos ou manifestações.

(3) há um Deus e uma pessoa que se tornou três pessoas separadas e sucessivas.

(4) há três deuses que estão em uma "família".

(5) Deus é esquizofrênico.


A doutrina bíblica da Trindade pode ser resumida dessa forma:

O verdadeiro Deus, como já estabelecido (Is. 43:10; Dt. 6:4), é composto do Pai, Filho, e Espírito Santo. Cada membro da divindade é chamado "Deus" na Bíblia. O Pai recebe o nome de Deus (Gl. 1:1; Ti. 1:4; etc.). O Filho, ou Palavra (logos), é chamado repetidamente de Deus em versículos como Jo. 1:1,14; At. 20:28; Jo. 20:28; Ti. 2:13; Hb. 1:8, etc. O Espírito Santo é identificado como Deus em várias Escrituras (At. 5:3-4; 1 Jo. 4:2,3; Hb. 10:15,16). O conceito da unidade dentro da Trindade é visto em um versículo como Mt. 28:19, onde o Pai, Filho, e Espírito Santo incluem um "nome" (singular em grego).

Neste livro nós não estamos tentando defender a doutrina da Trindade. Uma vez que uma pessoa acredita na divindade de Cristo, crê na existência de Deus como Pai, Filho, e Espírito Santo normalmente não é um problema. Para a pessoa que quiser pesquisar o que a Bíblia diz sobre a Trindade, estude os seguintes versículos (Mt. 3:16,17; Mc. 1:9-11; Lc. 1:35; 3:21,22; Jo. 3:34-36; 14:26; 16:13-15; At. 2:32,33; 38,39; Rm. 15:16,30; ICo. 12:4-6; IICo. 3:4-6; 13: 14; Ef. 1 :3-14; 2:18-22; 3:14-17; 4:4-6; 2 Ts. 2:13,14; ITm. 3:15,16; Hb. 9:14; 10:7; 10-15; IPd. 1:2; para dizer alguns).

3. Jesus Cristo: "Jesus Cristo" é um nome e um título. O nome Jesus é derivado da forma grega do nome Jeshua ou Joshua que significam "Jeová-salvador" ou "o Senhor salva ". O título Cristo é derivado da palavra grega para Messias (ou o Mashiach hebraico - Daniel 9:26) e significa "ungido ". Dois ofícios, o rei e sacerdote, são envolvidos no uso do título Cristo. Aquele título aponta a Jesus como o sacerdote e rei prometido das profecias do Velho Testamento.

Além isso, acreditamos que Jesus possui duas naturezas, a humano e a divino; assim cremos na idéia de que Jesus é completamente Deus (em natureza) e ainda completamente humano - Deus revelado na forma humana.

A Bíblia descreve a natureza dupla de Jesus como Deus e homem assim:

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus [sua natureza divina], não julgou como usurpação o ser igual a Deus [o Pai]; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo [forma número dois, sua natureza humana], tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus [o Pai] o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre [adore] todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor [Deus Filho] , para glória de Deus Pai" (Fl. 2. 5-11. ARA)


- Extraído de "Jesus: uma defesa bíblica de Sua divindade", de Josh McDowell e Bart Larson.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Qual a Influência de Satanás, na Tentação?

Ele Conhece o Pensamento das Pessoas?
por

Solano Portela

1. A Bíblia explica pouco sobre a mecânica da tentação, no que diz respeito ao papel de Satanás. Ela fala da realidade da tentação e sobre a influência maligna de Satanás, mas não entra em detalhes do processo, especialmente no que diz respeito ao crente. Os textos de Tiago (1.13-270, que são os que mais detalhadamente apresentam o modus operandi da tentação, parecem ter sido destinados a reafirmar categoricamente (1) que a origem do Mal não pode ser atribuída a Deus, (2) que existe pecaminosidade e concupiscência nata e latente em cada pessoa e (3) que não existe desculpa às pessoas quando elas caem em tentações, pois, seguindo a própria inclinação da carne, permitem a transformação da tentação em pecado. Quer me parecer que se a intenção da doutrina fosse estabelecer o papel de Satanás e sua penetração no íntimo do pensamento humano, este seria o local para detalhar a sua atuação -- mas ela silencia e não deixa nem o próprio Satanás ser mencionado e responsabilizado pela transformação da tentação em pecado, lançando um chamado à nossa responsabilidade individual.

2. Na realidade, a Bíblia, fala pouquíssimo sobre a origem de Satanás. Ela nem tenta prová-la. Sua existência e personalidade é presumida e apresentada ao longo de toda a narrativa e dos textos tanto históricos como doutrinários. Essas são as coisas que nos foram reveladas. Obviamente muitas permanecem ocultas e, nesse sentido, no âmbito do conhecimento divino, não o nosso.

3. Podemos procurar escritos de reformadores e de teólogos de maior expressão e importância em nossa doutrina reformada, que escreveram no transcurso da história da Igreja, algum posicionamento sobre a questão, mas vamos encontrar quase nada desenvolvido ou apresentado. Esse fato, em paralelo aos pontos 1 e 2, acima, deveria nos levar ao caminho da prudência, no que diz respeito a afirmações mais ousadas e diretas sobre os poderes de Satanás, que é anjo caído.

4. Um dos tratamentos mais extensos que encontraremos, é o do grande teólogo Charles Hodge. Uma das suas colocações é: “... no que diz respeito ao conhecimento dos anjos, ao modo como operam, ou quanto aos objetos desse conhecimento, nada em especial é revelado ...” (Systhematic Theology, pg. 638 do Vol. I). Ele continua indicando que ".... o seu poder tem grande extensão sobre mentes e matéria. Eles se comunicam uns com os outros e com outras mentes". Note, porém, que ele não vai além da admissão de comunicação. Continua, em outro ponto: eles "... possuem as limitações de criaturas. Não podem mudar substâncias, alterar leis da natureza, realizar milagres, agir sem os devidos meios, pesquisar os corações - todas essas prerrogativas de Deus". De acordo com Hodge, os poderes dos anjos são, portanto:

a. Dependentes e derivados.
b. Exercidos de conformidade com as leis do mundo material e espiritual.
c. Não de intervenção aleatória, mas permitida ou coordenada por Deus.

Os Anjos não mediam e não devemos atribuir efeitos a eles que a Bíblia atribui à agência e à providência de Deus. Em um ponto, Hodge diz que “... eles possuem acesso às nossas mentes e podem influenciá-las para o bem de acordo com a lei de suas naturezas, pelo uso de meios apropriados. Podem sugerir verdades e direcionar nossos pensamentos e sentimentos. Se os anjos se comunicam entre si, não existe razão porque não podem, de forma semelhante, se comunicar com outros espíritos. Um anjo fortaleceu o nosso Senhor Jesus Cristo, no jardim... Sl 91.11, 12; 34.7; Mt 18.10; Lc 16.22”. Mas ele alerta para o fato de que “... grandes problemas e males tem surgido pelo exagero dos poderes e agências dos espíritos malignos. Criou-se a noção de que eles podem estabelecer pactos e concertos com pessoas - esse entendimento resultou nas perseguições por feitiçaria e encantamento que escreveram páginas negras nos anais das nações e da igreja”. Hodge conclui alertando que é suficiente se aderir ao ensino claro das Escrituras e chama atenção para a visão mística de Lutero, que possuía o ensinamento errôneo de que todos os males físicos observáveis, procedem da agência do Diabo, como por exemplo, um incêndio em uma residência, atribuindo poderes a Satanás muito superiores aos que a Bíblia considera, e confundindo até a providência divina em paridade com os atos do maligno (quando, na realidade, até o maligno está englobado no governo soberano de Deus - sem que Deus seja o autor do pecado).

5. Devemos reconhecer que existe a necessidade real das pessoas se conscientizarem de que Satanás não é uma proposição acadêmica, mas um personagem real que ameaça a todos e que se compraz em nos derrubar, mas deveríamos caminhar até onde a Palavra nos leva.

6. As afirmações categóricas da Fé Reformada são encontradas exatamente na riqueza de detalhes do trabalho de Cristo e na declaração de sua vitória sobre Satanás, que abriga todos os salvos sob essa gloriosa liberdade da escravidão. Veja, por exemplo, o Catecismo de Heildeberg, em sua pergunta -- “Qual o seu único conforto na vida e na morte?” e trecho de sua respectiva resposta: “... Ele plenamente pagou por todos os meus pecados com o Seu precioso sangue e me libertou de todo o poder do Diabo”. Nesse sentido, Satanás não tem poder sobre os que foram lavados pelo sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo (1 Jo 3.8; 4.4; 5.18). Os crentes fazem parte de um povo vencedor, escolhidos por Cristo para a vitória -- nossos irmãos devem ser relembrados disso, ao mesmo tempo em que se conscientizem da realidade de Satanás e de sua permanente luta contra Cristo e contra os Seus.

7. Alguns pontos que são afirmados por muitos irmãos carecem de um embasamento maior. Por exemplo:

a. A divisão da psyche humana em “consciente”, “subconsciente” e “inconsciente” - fórmula em que muitos se baseiam para desenvolver uma explicação da mecânica da tentação - não é uma verdade tão universalmente aceita, assim. Isso pode até parecer um esquema didaticamente interessante, mas não é derivado de nenhuma passagem bíblica (e ela disseca bem o homem interior, em Romanos 1 e 2) e tal divisão tem sido habilmente contestada por muitos.

b. Muito indicam que o diabo pode exercer “irresistível influência em nós”, mas a Palavra afirma exatamente o contrário - mandando-nos resistir (Tg 4.7) e indicando que não existe provação acima de nossas forças (1 Co 10.13). Além disso, temos muitos trechos das Escrituras que nos falam da vitória de Cristo e dos Seus sobre Satanás.

c. Outros afirmam que o Diabo pode “habitar nos seres humanos, desde que lhe dê espaço”. Essa afirmação genérica deixa margem para inclusão até dos escolhidos, o que seria uma contradição bíblica com passagens que afirmam o trabalho completo de redenção da Igreja de Cristo. A expressão “desde que lhe dê espaço” não se harmoniza, tão pouco com os relatos de possessão demoníaca de descrentes encontrados na Bíblia, pois, nos casos registrados não há qualquer indicação de que “foi dado espaço”, ou seja, de que a possessão era voluntária e optativa pelo possuído.

d. Às vezes faz-se objeção à utilização da palavra “onisciência”, como exclusiva da divindade, dizendo-se que esse termo não ocorre na Bíblia. Entretanto, da mesma forma, “trindade” também não aparece. A ausência de ocorrência não torna a doutrina da onisciência menos bíblica do que a da trindade, sendo que ela é sempre apresentada como prerrogativa de Deus.

e. Às vezes crentes colocam considerável poder na pessoa de Satanás, mas procuram limitar e diferenciar esse poder do poder divino dizendo que o poder de conhecimento de Satanás se limita Satanás à ciência do presente. Entretanto, todos esses reconhecem que estão a serviço do Diabo agoureiros, cartomantes e outros que se propõem exatamente a ler e revelar o futuro.

f. Muitos acreditam que o Diabo pode exercer influência em nossas pessoas “por habitação”. Essa afirmação, realmente, entra em terreno bem perigoso e confuso, abrindo a porta para o ensinamento não bíblico de possessão demoníaca na vida dos crentes.

g. Algumas pessoas falam da influência de Satanás “por habitação”. Uma exposição desse ponto chegou a a utilizar, como prova, Lc 4.13. Acontece que este verso fala da tentação de Cristo e diz “e, acabando o DIABO toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo”. A Palavra de Deus descreve a tentação de Cristo como sendo uma intensa interação de comunicação na forma de diálogo e, presença real dos dois no deserto. Fisicamente Cristo é trasladado de um ponto para outro e assim por diante. Não existe qualquer indicação que o Diabo estivesse tentando a Cristo “por habitação”. O retirar-se de Satanás foi da presença de Cristo, não do INTERIOR de sua pessoa, como infere o desenrolar dessa argumentação.

8. A Palavra de Deus contém o registro de vários casos de possessão demoníaca sofridas por descrentes, mas não detalham (exceto o texto já referido de Tg 1.13) a mecânica da tentação. Outros (como no caso de Paulo) falam da realidade e da presença do pecado até na vida do crente - ensinamento contra o qual não temos qualquer objeção e que é assim entendido por nossos símbolos de Fé. Por fim, neste ponto, uma exegese correta de Ap. 2.13, mostrará que a expressão “trono de Satanás” tem um significado histórico bem palpável e real e não se refere a Satanás fazer morada no meio daqueles que constituem a igreja resgatada por Cristo -- prerrogativa essa do próprio Espírito Santo.

9. Algumas vezes, na tentativa de esclarecer os fiéis, muitos irmãos geram, na realidade, confusão com um som de trombeta dissonante. Será difícil achar um cristão que não afirme que o Diabo não tem poder sobre Jesus. Muitos também concordarão que ele não tem poder sobre os amados do Senhor (ótimo!). Mas um grande segmento afirma – “...nas horas que estamos fracos, isso pode acontecer”. Afinal, pensa o nosso irmãozinho que ouve o ensinamento, “tem poder ou não tem?”

Com freqüência somos atraídos por pontos especulativos e às vezes passamos à frente idéias não solidificadas, do ponto de vista teológico. Encontramos controvérsia e dificuldades e enfrentamos problemas. É bem possível que Deus queira nos levar a verificar a importância de nos limitarmos ao claro ensinamento das escrituras ou à simples pregação expositiva. Afinal, temos tanto que caminhar, e as coisas óbvias são tão desrespeitadas em nosso meio, porque especular no ensino?

domingo, 21 de setembro de 2008

A História das Testemunhas de Jeová

por
Mathew Slick


A seita das Testemunhas de Jeová foi fundada por Charles Taze Russell, em 1872. Ele nasceu em 15 de Fevereiro de 1852, e era filho de Joseph L. e Anna Eliza Russell. Ele tinha grande dificuldade de aceitar a doutrina da condenação eterna ao inferno e, em seus estudos, veio a anular não apenas a punição eterna, mas também a Trindade, a deidade de Cristo e o Espírito Santo. Em 1870, com a idade de 18 anos, Russell organizou uma classe bíblica em Pittsburgh. Em 1879, ele procurou popularizar as suas idéias e doutrinas aberrantes. Ele co-publicou a revista "The Herald of the Morning" com seu fundador, N. H. Barbour e, em 1884, Russell tomou o controle da publicação dando-lhe o novo nome de "The Watchtower Announcing Jehovah's Kingdom" (A Sentinela Anuncia o Reino de Jeová), e fundou a "Zion's Watch Tower Tract Society", agora conhecida como "Watch Tower Bible and Tract Society", Sociedade Bíblica Torre de Vigia. A primeira edição da revista Sentinela tinha somente 6.000 cópias por mês. Hoje o complexo publicitário das Testemunhas, no Brooklyn, Nova York, imprime mais 100.000 livros e 800.000 cópias de duas revistas -- diariamente!

Russell alegava que a Bíblia só seria corretamente entendida de acordo com as suas interpretações. Era um perigoso arranjo, já que era ele quem controlava o que era escrito na revista Sentinela.

Depois da morte de Russel, em 31 Outubro de 1916, um advogado do Missouri chamado Joseph Franklin Rutherford recebeu o controle da Sociedade Torre de Vigia que era conhecida, então, como Associação Bíblica Dawn. Em 1931, ele mudou o nome da organização para "As Testemunhas de Jeová."

Depois da morte de Rutherford controlaram a Sociedade Nathan Knorr e Frederick William Frank, como presidentes.

Hoje, a Sociedade é liderada por Mr. Henschel. O grupo tem mais de 4 milhões de membros em todo o mundo. As estatísticas da Sociedade Torres de Vigia indicam que 740 casas são solicitadas para recrutar cada um dos quase 200.000 novos membros que se juntam cada ano.

As TJ´s tem diversos 'livros de estudos' semanais. Os membros não são obrigados a participar, mas existe um nível de expectativa que suavemente leva os convertidos a participarem. É durante estes 'livros de estudos' que a TJ é constantemente exposta aos ensinos anti-cristãos. Uma TJ mediana, com a sua constante doutrinação pela Torre de Vigia, pode, facilmente 'surrar' um cristão mediano quando estes vêm defender suas crenças.

As TJ´s afirmam veementemente que a doutrina da Trindade é de origem pagã e que a cristandade, com um todo, está envolvida na mentira do diabo. Concomitantemente, com a anulação da Trindade é, da mesma maneira, ferrenhamente combatida a deidade de Cristo, a deidade do Espírito Santo, a realidade do inferno e a punição eterna.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O que as Testemunhas de Jeová Ensinam?

por
Mathew Slick

1. Há um Deus, em uma pessoa, Make Sure of All Things, p 188.

2. Não há Trindade, Let God be True, p. 100-101; Make Sure of All Things, p.386.

3. O Espírito Santo é uma força, não viva, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 406-407.

4. O Espírito Santo é a força impessoal ativa de Deus, The Watchtower, June 1, 1952, p. 24.

5. A primaira criação de Jeová foi seu 'Filho primogênito'...[ele] foi usado por Jeová na criação de todas as outras coisas, Aid to Bible Understanding, pp. 390-391.

6. Jesus era o arcanjo Miguel que se tornou um homem, The Watchtower, May 15, 1963, p. 307; The New World, 284.

7. Jesus foi somente um homem perfeito, não Deus em carne, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 306.

8. Jesus não ressuscitou dos mortos em seu corpo físico, Awake! July 22, 1973, p. 4.

9. Jesus foi ressuscito "não como uma criatura humana, mas como um espírito", Let God be True, p. 276.

10. Jesus não morreu numa cruz, mas num poste, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 89-90.

11. Jesus retonou à terra, invisivelmente, em 1914, The Truth Shall Make You Free, p. 300.

12. O resgate sacrificial de Jesus não incluiu Adão, Let God be True, p. 119.

13. Sua igreja é auto-proclamada profeta de Deus, The Watchtower, April 1, 1972, p. 197.

14. Eles alegam serem o único canal para a verdade de Deus, The Watchtower, Feb. 15, 1981, p. 19.

15. Somente os membros de sua igreja serão salvos, The Watchtower, Feb, 15, 1979, p. 30.

16. As boas obras são necessárias para a salvação, Studies in the Scriptures, Vol. 1, pp. 150, 152.

17. A alma cessa de existir após a morte, Let God be True, p. 59, 60, 67.

18. Não há um inferno de fogo onde os ímpios serão punidos, Let God be True, p. 79, 80.

19. Somentey 144.000 Testemunhas de Jeová irão para o céu, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 166-167, 361; Let God be True, p. 121.

20. Somente 144.000 Testemunhas de Jeová nasceram de novo. Reasoning from the Scriptures, 1985, p. 76.; Watchtower 11/15/54, p. 681.

21. Somente 144.000 Testemunhas de Jeová podem tomar comunhão.

22. A transfussão de sangue é pecado, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 72-73.

23. A Cruz é um símbolo pagão e não deve ser usado, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 90-92.

24. A salvação é pela fé e pelo que você faz, Studies in the Scriptures, Vol. 1, pp. 150,152.

25. É possível perder a salvação, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 358-359.

26. O universo tem bilhões de anos de idade, Your will Be Done on Earth, p. 43.

27. Cada um dos seis dias criativos de Deus em Gênesis 1, duraram 7.000 anos. Portanto, o homem foi criado quando a terra tinha aproximadamente 42.000 anos , Let God be True, p. 168.

28. Eles também rejeitam o voto, o saudar à bandeira, cantar hinos nacionais ou celebrar o Natal e aniversários. Também recusam-se a servir nas forças armadas.

29. Foi confiado a Satanás a obrigação e o dever de fiscalizar a criação da terra, Children, p 55.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

10 Marcas de uma Seita

por
Missão KwaSizabantu

1. Uma seita vê a si própria como a “verdadeira igreja” e exclui as outras denominações e igrejas de serem parte da igreja autêntica de Cristo. Em outras palavras, ela é exclusivista em seu ensinamento. O resultado disto é a insistência para que os convertidos deixem suas igrejas e se unam a eles. Todas as outras igrejas são declaradas serem desonestas, enganosas e ilusórias. Há variedades suaves desta heresia incluindo o ensino de que a igreja não deve ter um nome e deve ser a igreja “local” de todos os crentes daquela área.

2. Uma seita tem uma visão errônea da Trindade na maioria dos casos. A doutrina clássica da Igreja de “Deus em Três pessoas” é freqüentemente modificada de alguma forma. A maioria das seitas não considera Jesus como sendo igual ao pai e ao Espírito Santo. Tal grupo rejeitaria o Credo Apostólico.

3. Uma seita tem um “Jesus mais alguma outra coisa” como o fundamento de sua teologia. Seja com o guardar do Sábado, com regras de vestimenta, ou com algum rito especial, uma seita deixa o “Cristo somente” e cai num ensino herético.

4. Uma seita freqüentemente coloca fé e confiança exagerada em seu líder. Para uma personalidade semelhante a um “guru” (que geralmente ganha um título muito dignificante) é dado algum status de semi-deus pelos devotos. Isto resulta na crença de que tudo o que ele ou ela diz, ou faz, deve ser infalível.

5. As seitas freqüentemente reivindicam a Bíblia como autoritativa, todavia, elas sempre dão autoridade igual ou maior a outros escritos ou a revelações de outras pessoas.

6. Uma seita nega a salvação como sendo dependente da graça somente. Eles rejeitam o fundamento do Evangelho Cristão — a expiação —de que Cristo pagou o preço total do pecado do Seu povo e que o homem não pode contribuir em nada para a sua salvação.

7. As seitas são extremamente dogmáticas em suas visões escatológicas (crenças com respeito ao final dos tempos) e freqüentemente incluem seus próprios grupos como o cumprimento de profecias com respeito ao final dos tempos.

8. Uma seita freqüentemente urge os membros a deixar suas famílias, abusando de versos tais como “se alguém vier a mim e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:26)...Algumas seitas insistem para que seus aderentes quebrem todos os laços com membros da família e com amigos.

9. Uma seita freqüentemente reivindica as posses financeiras de um membro para o seu grupo. Alguns líderes de seita demandam que todas as posses sejam transferidas para o nome do líder ou do grupo. Entregar dinheiro, casas e propriedades é considerado como obediência ao mandamento “vai e vende tudo”. A manipulação mental, principalmente controlada através da culpa, é usada para ganhar vantagens financeiras dos membros.

10. As seitas tomam todas as decisões mais importantes, da vida pessoal e profissional, por seus membros. Não há liberdade para os seus seguidores buscarem a Deus por si mesmos.

Traduzido e ligeiramente modificado por: Felipe Sabino de Araújo NetoCuiabá-MT, 23 de Maio de 2005.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Perguntas aos Testemunhas de Jeová

Martyn McGeown
Tradução: Daniel Leite Guanaes de Miranda

1. Em Jo 20.28, Tomé se refere a Jesus (em grego) como ho kurios moi kai ho theos moi. Essa tradução é, literalmente, “o Senhor meu e o Deus meu”. Por que Jesus, em Jo 20.29, afirma Tomé ter chegado a essa compreensão (por que me viste, creste?)? Se Jesus, de fato, não fosse o Senhor e Deus de Tomé, porque ele não o corrigiu, por ter feito uma suposição falsa ou uma afirmação blasfema?

2. Jeová diz, em Is 44.24: “Eu sou o Senhor que faço sozinho todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra.” Como você concilia esse texto com o ensino de que Jeová criou primeiro a Cristo e, depois, Cristo criou todas as demais coisas?

3. Se, como os Atalaias ensinam, o título do Senhor Jesus como o “primogênito” em Colossenses 1 refere-se ao “primeiro ser criado”, e não a um termo de preeminência, como você explica Jr 31.9, no qual Deus declara que Efraim é seu primogênito? É claro, nas Escrituras, que Manassés, e não Efraim, foi o primogênito no tempo. Não seria Jesus, portanto, como Criador, supremo sobre a criação, e não apenas o primeiro ser criado por Jeová?

4. Se somente Deus pode salvar e se não há outro Salvador além do Senhor (Is 43.11), não estariam as referências neotestamentárias que falam de Jesus como Salvador apontando sua
divindade? Se não, então como você pode conciliar a declaração de Jesus como Salvador com Is 43.11 e Oséias 13.4?

5. Se Jesus se colocou em igualdade com o Pai como o próprio objeto da fé do homem (como ele fez em Jo 14.1), não teria sido isso uma blasfêmia, a menos que Jesus, de fato, fosse verdadeiramente Deus e Salvador? Similarmente, como pode ser a vontade do Pai “que todos honrem o Filho, como honram o Pai” (Jo 5.23), se Deus afirma em Isaías 48.11 que “Ele não dará sua glória a ninguém”? De igual forma, como você interpreta as palavras de Jesus em Jo 17.5, à luz de tudo o que foi acima considerado?

6. Como você concilia o discurso de Jeová em Dt 32.39, “e mais nenhum Deus há além de mim” e o discurso em Is 45.5, “Eu sou o Senhor, e não há outro”, com o ensino dos Atalaias de que Jeová é Deus e Jesus é um Deus além dele (veja Jo 1.1 na Bíblia Tradução do Novo Mundo).

7. Em Lc 20.38 nós lemos que “Deus não é Deus dos mortos e sim de vivos”. A palavra grega theos (Deus) é usada sem o artigo definido ho (o). Já que a divindade de Jeová não é diminuída pela construção grega em Lc 20.38, por que seria diminuída em Jo 1.1, se a mesma construção grega é utilizada?

8. Se Jesus é apenas “um deus”, como ensina a versão Tradução do Novo Mundo, ele é um Deus bom ou mau?

9. Considerando que todos os “Eu sou” de Jesus no evangelho segundo João (Eu sou o pão da vida, eu sou o bom pastor, etc.) estão claramente relacionados uns com os outros, por que a TNM traduz corretamente ego eimi como “Eu sou” em todo o evangelho segundo João, a não ser na passagem de Jo 8.58, na qual ego eimi é traduzido como “eu tenho sido”?
Por que os judeus quiseram apedrejar Jesus em Jo 8, se tudo o que ele disse foi “Antes de
Abraão, eu tenho sido”, e não usou o nome divino “Eu Sou”, de Ex 3.14?

10. Considerando que Jeová é chamado de “Deus Forte” em Is 10.21, assim como Jesus é chamado de “Deus Forte” em Is 9.6, isso não significa que os Atalaias estão errados quando alegam que “Deus forte” é uma referência a uma divindade menor (Jr 32.18)?

11. Considerando que Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13.8), como podem os Testemunhas de Jeová afirmar que ele foi um anjo, se tornou um homem, e voltou a ser um anjo novamente?

12. Considerando que Miguel, o arcanjo, não pôde reprovar Satanás por sua própria autoridade (Jd 9), mas Jesus pôde e fez (Mt 4.10), isso não prova que Jesus e o arcanjo Miguel não podem ser a mesma pessoa?

13. Jesus disse em Lc 24.39 que ele não era um espírito e provou isso ao mostrar que tinha um corpo de carne e osso. Como isso se relaciona com o ensino dos Atalaias de que Jesus ressuscitou como uma criatura espiritual, sem corpo físico?

14. Considerando que Jesus disse que reconstruiria o santuário (Jo 2.19) e, por “santuário”, ele se referia ao seu corpo, como Jo 2.21 nos mostra (“Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo”), não estaria Jesus ensinando a ressurreição do seu corpo, nessa passagem?

15. Como Jeová pode ser o Senhor dos senhores (Sl 136.3, Dt 10.17) e dividir esse título com Jesus em Apocalipse 17.14?

16. Como Jeová pode ser o primeiro e o último (Is 44.6), se Jesus recebeu esse título em Apocalipse 1.17?

17. Como Jeová pode ser o único diante de quem todo joelho se dobrará (Is 45.22-23) e Jesus receber a mesma honra (Fl 2.10-11)?

18. Se em Isaías 40.3 o caminho está sendo preparado para o Senhor, por que Marcos aplica essa passagem a Jesus? João Batista não estava preparando o caminho para Jesus? Como podemos então escapar da tese de que Jesus é o Senhor?

19. Em Apocalipse 22.12-13, o único que está voltando é Jesus, identificado como o Alfa e o Ômega. Como, então, escapar da conclusão que Apocalipse 1.8 também se refere a Jesus (Alfa e Ômega) e o chama de “Todo-Poderoso”?

20. Se em 1Co 8.6 existe um só Senhor, chamado Jesus Cristo, isso significa que o Pai não é Senhor? Como, então, os Atalaias podem dizer que o título de Jeová como único Deus exclui a possibilidade da divindade de Cristo?

21. Se o nome de Jeová é o único nome para a salvação (Is 43.11), por que Atos 4.12 diz sobre Jesus: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”? Não é verdade que Jesus é a salvação de Jeová, “Deus conosco” (Mt 1.23) como nosso Salvador?

22. Na tradução Novo Mundo, a palavra grega proskuneo usada em referência a Deus é sempre traduzida por adoração (Ex: Ap 5.14; 7.11; 11.16; 19.4; Jo 4.20, etc.). Todavia, toda vez que proskuneo é usada em referência a Jesus, é traduzida por obediência (Mt 14.33; 28.9,17; Lc 24.52, Hb 1.6; etc.), mesmo sendo a mesma expressão grega. Qual a razão para essa inconsistência?

23. Colossenses 1.16, discorrendo sobre Jesus, ensina: “Tudo foi criado por meio dele e para ele”. Os Atalaias sustentam que Jesus foi o arcanjo Miguel, na criação. Pode um anjo criar todas as coisas para si mesmo? Como explicar isso, já que o Deus Todo-Poderoso criou todas as coisas para seu próprio prazer, conforme Apocalipse 4.11?

24. Se os salvos que já estão mortos não têm consciência, como Apocalipse 14.13 os descreve como “abençoados” e como seres que estão “desfrutando o descanso”? Similarmente, como os ímpios mortos podem “não descansar de dia nem de noite… para sempre”, se eles foram aniquilados e não existem mais?

25. Se o Espírito Santo é uma força impessoal, como Ananias pode ter mentido para Ele e como Ele pode ter sido chamado de Deus, em At 5.3,4? Como uma força impessoal pode ser blasfemada (Mt 12.31)? Como uma força impessoal pode ser entristecida (Ef 4.30)?
Como uma força impessoal pode ter vontade (1Co 12.11)? Como uma força impessoal pode ter “mente”, já que ele sonda (a mesma palavra usada em Jo 5.39) as profundezas de Deus e conhece a mente de Deus? Como uma força impessoal pode ensinar (Jo 14.26), ordenar (At 8.29; 13.2) e orar (Rm 8.26)?

26. A Bíblia usa coisas impessoais para descrever o Espírito, tais como água e fogo. Os Atalaias argumentam, por isso, que Ele não é uma pessoa. Devemos dizer, então, que Deus, chamado de “Fogo Consumidor”, é uma força impessoal?

27. Considerando que Efésios 2.8-9 ensina que a salvação é pela graça, mediante a fé, e que a fé não é fruto de obras, mas é um dom de Deus (Tt 3.5; Rm 3.20; Gl 2.16), porque os Atalaias ensinam salvação pelas obras?

28. Paulo afirma: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. (Gl 6.14)” Em que você se gloria? Será que você pode verdadeiramente fazer a confissão de Paulo e sustentar a doutrina da salvação das Testemunhas de Jeová?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Problemas com Nárnia: O Lado Ocultista de C. S. Lewis

Autora: Mary Ann Collins, fevereiro de 2006
Há certo tempo venho me sentido incomodada com todo esse entusiasmo com Nárnia. Então, em certa manhã, acordei lembrando vividamente de algumas coisas no terceiro livro de As Crônicas de Nárnia. E, agora, reconheço a raiz que tem me perturbado.

Li todos os livros de C. S. Lewis, incluindo seus ensaios, suas coleções de cartas, sua ficção científica e As Crônicas de Nárnia. Li a maioria desses livros mais de uma vez, e li As Crônicas de Nárnia várias vezes. Li também todos os livros de Charles Williams porque ele era um amigo íntimo de Lewis, e Lewis elogiava muito os livros dele. Também li todos os livros de George MacDonald, porque Lewis o admirava e elogiava seus livros.

A Viagem do Peregrino da Alvorada é o terceiro livro na série Nárnia. Ele promove diretamente os encantamentos e a magia.

Uma parte da viagem é sobre uma ilha habitada por criaturas invisíveis chamadas Dufflepods. Lúcia usa um encantamento para tornar os Dufflepods visíveis. Ela examina um livro de encantamentos, que é bonito e fascinante. Ela então encontra o encantamento certo, profere as palavras e segue as instruções. Os Dufflepods (e Aslan) então tornam-se visíveis. O encantamento torna Aslan visível e ele fica satisfeito com o que Lúcia fez.

O livro de encantamentos é bonito e fascinante. Um encantamento é ilustrado com gravuras de abelhas; as gravuras tomam vida e as abelhas voam, saindo da página. No mundo de C. S. Lewis, isso não teria causado problemas práticos. Hoje, entretanto, as crianças podem ir a uma livraria e comprar livros de encantamentos escritos por bruxos modernos.

Muitos cristãos estão tratando os livros de Nárnia como se fossem uma alegoria, em que Aslan representa Jesus Cristo e as crianças representam os cristãos. Se você fizer isso com A Viagem do Peregrino da Alvorada, então estará retratando que Jesus Cristo fica satisfeito quando os cristãos recorrem à magia e aos encantamentos. E você estará apoiando a idéia que existe a magia e o encantamento do bem. Entretanto, a Bíblia proíbe claramente qualquer forma de feitiçaria:

"Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus." [Deuteronômio 18:9-13]

No livro, os Dufflepods são governados por um mago. Ele usa a magia para reinar sobre os Dufflepods porque eles ainda não são maduros o suficiente para serem governados diretamente por Aslan. Assim, existe uma magia boa e um mago bom. Esse mago prepara as pessoas para terem um relacionamento com Aslan. Novamente, se Aslan for considerado um símbolo para Jesus Cristo, então a magia prepara as pessoas para serem cristãs. Na nossa cultura moderna, isso significaria que a Wicca é um modo para alguém vir a conhecer Jesus Cristo e se tornar um discípulo de Cristo.

Quando C. S. Lewis escreveu As Crônicas de Nárnia, a Wicca ainda não existia. As crianças que liam os livros não podiam experimentar com os encantamentos. No mundo de hoje, porém, as coisas são diferentes. Agora, as crianças estão cercadas por filmes e programas de televisão que promovem a feitiçaria e elas podem conhecer outras crianças na escola que já estão envolvidas com a feitiçaria.

O que acontecerá quando os Estúdios Disney lançarem um filme baseado em A Viagem do Peregrino da Alvorada? As crianças cristãs poderão se sentir livres para praticar a magia. E isso poderá derrubar a barreira entre o cristianismo e a Wicca. Isso poderá "cristianizar" a feitiçaria aos olhos de algumas crianças cristãs.

Existem alguns outros problemas com C. S. Lewis. Ele ensinou muitas coisas boas, mas misturadas com elas estão ensinos que lançam a base para a apostasia.

Para os principiantes na compreensão do homem, há uma citação de uma carta que ele escreveu descrevendo uma viagem que ele e sua mulher Joy fizeram à Grécia, em 1960. Ele escreveu:

"Em Ática, tive certa dificuldade para evitar que Joy e eu recaíssemos no paganismo! Em Dafni, foi difícil não orar a Apolo, o curador. Mas, de alguma forma, talvez você não achasse que teria sido errado."

Lewis disse também que "o cristianismo cumpriu o paganismo" e "o paganismo prefigurava o cristianismo" [Roger Lancelyn Green, C. S. Lewis: A Biography, Harcourt Inc., 1974, pg 274 e 30.]

Em sua autobiograria (Surprised by Joy), Lewis conta como, aos 13 anos, ele abandonou sua fé anglicana devido à influência de uma supervisora na escola que estava envolvida com 'teosofia, rosa-cruz, espiritismo, e toda a tradição ocultista ango-americana". E Lewis desenvolveu um "desejo forte" pelo ocultismo que permaneceu com ele mesmo após retornar para o anglicanismo. Ele disse:

"E isso iniciou em mim algo com o que, desde então, de tempos em tempos, tenho tido muita dificuldade - o desejo pelo preternatural, ou simplesmente, a paixão pelo ocultismo. Nem todos têm essa doença; aqueles que a têm saberão o que quero dizer. Eu uma vez tentei descrevê-la em um livro. É uma lascívia espiritual; e, como a lascívia carnal, tem o poder de tornar tudo o mais no mundo parecer desinteressante enquanto ela dura." [Surprised by Joy, Harcourt Brace, 1955, pg 58-60] [tradução nossa]

Lewis disse que descreveu essa lascívia pelo oculto em um livro. Ela aparece no terceiro livro de sua trilogia de ficção científica. Um personagem citado está no processo de ser iniciado em um círculo mais interno de cientistas que são ocultistas. Eles adoram os demônios, a quem chamam de "macróbios" (imensas e poderosas coisas invisíveis, ao contrário dos micróbios, que são coisas invisíveis e minúsculas).

"Aqui, aqui certamente afinal (assim seu desejo sussurou para ele) estava o verdadeiro círculo mais interno de todos, o círculo cujo centro estava fora do gênero humano - o segredo máximo, o supremo poder, a última iniciação. O fato que ele era quase completamente horrível não diminuia nem um pouquinho sua atração." [C. S. Lewis, That Hideous Strength: A Modern Fairy Tale For Grown Ups, Collier Books, Macmillan Publishing Company, 1946, pg 259-260]

"Estas criaturas [demônios] ... arfavam a morte sobre o gênero humano e sobre toda a alegria. Não a despeito disso, mas por causa disso, a terrível gravitação o sugava, arrastava e fascinava em relação a eles. Nunca antes tinha ele conhecido a força frutífera dos movimentos opostos na natureza, que agora o tinha em seu poder; o impulso de reverter todas as relutâncias e desenhar todos os círculos no sentido anti-horário." [That Hideous Strength, pg 269] [tradução nossa]

Observe que Lewis dizia que tinha problemas com aquele forte desejo pelo ocultismo desde que conheceu a supervisora na escola. Ele escreveu essa afirmação em 1955. Naquele tempo, ele já tinha escrito todos seus livros, exceto três (The Four Loves, Reflections on the Psalms, e A Grief Observed).

Lewis dedicou sua autobiografia a Bede Griffiths, um ex-aluno que se tornou um velho amigo. Griffiths fundou um "ashram cristão" na Índia. Ele dizia que os templos hindus são um "sacramento". E ele dizia: "Ninguém pode dizer no senso correto que os hindus, os budistas ou os muçulmanos são 'incrédulos'. Eu diria que temos de reconhecê-los como nossos irmãos em Cristo." [Randy England, The Unicorn in the Sanctuary: The Impact of the New Age on The Catholic Church, TAN Books and Publishers, 1991, pg 70-72]

O que Bede Griffiths fez e disse é a conclusão lógica de uma frase que C. S. Lewis escreveu em Cristianismo Puro e Simples:

"Existem pessoas em outras religiões que estão sendo levados pela influência secreta de Deus para se concentrar naquelas partes de sua religião que estão em concordância com o cristianismo e que, portanto, pertencem a Cristo sem saber. Por exemplo, um budista de boa vontade poderá ser levado a se concentrar mais e mais no ensino budista sobre a misericórdia e a deixar em segundo plano (embora ele ainda possa dizer que acredita) no ensino budista sobre outros pontos. Muitos dos bons pagãos muito antes do nascimento de Cristo podem ter estado nessa situação." [Existem muitas edições do livro, e a numeração das páginas varia. Essa citação é do Livro IV, Cap. 10, quarto parágrafo.] [tradução nossa]

Lewis dizia que foi fortemente influenciado por George MacDonald, que era um universalista. O livro de MacDonald, Lilith, está baseado no ensino ocultista que Adão esteve casado com um demônio feminino chamado Lilith antes de se casar com Eva. No fim do livro de MacDonald, Lilith é redimida, e Adão diz que até mesmo o Diabo será eventualmente redimido.

O universalismo aparece em alguns dos livros de ficção de Lewis. Em O Grande Divórcio, Lewis está no céu. Ele fala com George MacDonald e pergunta sobre o universalismo, e MacDonald responde que Lewis não pode compreender isso agora. No último livro de As Crônicas de Nárnia (A Última Batalha), um pagão chega ao céu. (o "País de Aslan") por causa de suas boas obras e de seus bons motivos, a despeito do fato que ele não cria em Aslan e adorava o inimigo de Aslan, um falso deus chamado Tash.

Lilith aparece em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. O Castor diz às crianças que a Feiticeira Branca é uma descendente de Lilith, que foi a "primeira mulher" de Adão. Isso pode causar confusão, especialmente na mente das crianças. Embora o Castor seja um personagem fictício, ele está falando com autoridade sobre o mundo real - os reais Adão e Eva da Bíblia.

Lewis elogiava Charles Williams e seus livros, de modo que li todos eles. São livros que misturam as trevas e o ocultismo com algumas compreensões sobre o cristianismo. Em The Greater Trumps, o herói é uma mulher santa que passa o tempo fazendo magias com as cartas do tarô.

Williams era tão confuso quanto são seus livros. Ele começou como um sério ocultista. Ele acreditava na teosofia e em outros ensinos ocultistas, e ingressou na Alvorada Dourada, um grupo que pratica a "magia sexual", que é sexo ritual realizado com o propósito de obter poder ocultista. (O notório satanista Aleister Crowley foi membro da Alvorada Dourada.) Williams abandonou a Alvorada Dourada e ingressou na Igreja Anglicana, mas manteve algumas de suas crenças teosóficas.

Lewis também tinha um amigo íntimo chamado Owen Barfield. Ele dedicou os livros de Nárnia a ele e deu o nome de Lúcia a um dos personagens para homenagear a filha de seu amigo. Barfield era um filósofo que se iniciou na teosofia e que criou sua própria versão da teosofia.

De acordo com a teosofia, o Deus da Bíblia é um tirano, e Lúcifer (o Diabo) veio para resgatar a humanidade. Até mesmo essa visão tenebrosa de Deus aparece nos escritos de C. S. Lewis.

Após a morte de Joy, Lewis escreveu A Grief Observed, um livro que descreve seus pensamentos e lutas emocionais em decorrência da morte de sua mulher. A obscura visão teosófica acerca de Deus aparece nesse livro, como mostrado nas seguintes citações:

"Supor que a verdade seja 'Deus sempre faz vivissecção'? [C. S. Lewis, A Grief Observed, Bantam Books, The Seabury Press, 1963, pg 33]

'É racional crer em um Deus mau? Em um Deus tão mau assim? O Sadista Cósmico, o Imbecil Odioso? [A Grief Observed, pg 35]

Lewis não ficou aí. Ele vacilou entre o desespero e a esperança. Mas em seus momentos de agonia e de desespero, a visão teosófica de Deus voltava para aterrorizá-lo.

Há outro problema com C. S. Lewis. Li todos os livros dele e não me lembro de uma passagem em que ele trata as Escrituras como tendo autoridade. Pode ser que ele tenha feito isso, mas se fez, não foi com freqüência suficiente, ou de forma suficientemente clara e enfática para ficar na minha memória. A teologia de Lewis parece estar baseada principalmente no raciocínio humano (incluindo a Teoria da Evolução e a Psicologia Freudiana). Algumas pessoas o chamam de "humanista cristão".



Autora: Mary Ann Collins (artigo extraído de Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to/articles2/006/narnia-trouble.htm)
Data da publicação: 25/2/2006
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/narnia.asp

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Dos que Julgam que para Ninguém Haverá Penas de Duração Eterna

por
Santo Agostinho

E agora reparo que devo ocupar-me dos nossos misericordiosos e pacatamente discutir com aqueles que não querem crer que venha a haver uma pena eterna nem para todos os homens que o mais justo dos juízes julgar merecedores do suplício da Geena nem mesmo, para alguns deles. Julgam que, decorridos certos períodos de tempo, mais longos ou mais breves, conforme a importância do pecado de cada um, serão todos libertados. Nesta questão o mais misericordioso foi com certeza Orígenes, que acreditou que o próprio Diabo e os seus anjos, após suplícios mais graves e mais prolongados, conforme as suas culpas, devem ser tirados dos seus tormentos e associados aos santos anjos. Mas, não sem razão, a Igreja condenou-o por causa disso e por causa de outros casos, principalmente por causa daqueles períodos de felicidade e de desgraça, que se alternam sem cessar, e daquele vaivém sem fim, desta para aquela e daquela para esta, em períodos fixos de séculos. De resto, ele perdeu aquilo que o fazia parecer misericordioso, criando para os santos verdadeiros misérias pelas quais eles sofreriam penas e falsas beatitudes nas quais já não teriam o gozo do bom sempiterno, verdadeiro e seguro, isto é, certo e sem receios. Mas quão diversamente, devido ao sentimento humano, se desencaminha a misericórdia dos que consideram temporais os sofrimentos dos homens condenados por tal juízo, mas eterna a felicidade de todos os que, mais cedo ou mais tarde, foram libertados! Se esta opinião é boa e verdadeira porque é misericordiosa, será tanto melhor e mais verdadeira quanto mais misericordiosa for. Alargue-se, portanto, e torne-se mais funda a fonte dessa misericórdia até aos anjos condenados e que sejam libertados das suas penas, pelo menos depois de muitos e larguíssimos séculos, tanto quantos quisermos! Porque é que ela se derrama por toda a natureza humana e, quando chegar à natureza angélica, logo se estanca? Não ousam, porém, estender a sua compaixão até chegarem à libertação do próprio Diabo. Na verdade, se alguém o ousasse, venceria, sem dúvida, os outros. Todavia, cairia num erro tanto mais exagerado e contrário ao reto sentido da palavra de Deus, quanto maior sentimento de clemência julga ter.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

LBV uma seita que adora Satanás

Dentre muitas heresias, a LBV afirma que Satanás deve ser amado

Poucas são as pessoas que ainda não receberam um telefonema da "Legião da Boa Vontade" pedindo contribuição para ajudar obras assistenciais da entidade. Com esta abordagem, a LBV que é uma mistura de religião e instituição filantrópica, tem conseguido arrebanhar milhares de contribuintes e adeptos em todo o Brasil, além de propagar sua ideologia ecumênica, que é declaradamente Kardecista.

O presidente da LBV, José Paiva Neto, prega a paz, amor e fraternidade citando sempre o nome de Jesus. No entanto, o seu discurso é uma apologia das ideologias da nova era, que busca criar um modelo dominador para o mundo, prometendo a tanto sonhada paz mundial.

A LBV com a intenção de divulgar a "religião de Deus", que foi um idealismo de Alziro Zarur para a instituição, organiza e realiza concentrações onde reúne seus simpatizantes, onde Paiva Neto dissemina suas filosofias religiosas misturadas com suas propostas de assistencialismo.

Dentre os muitos ensinos blasfemos ensinados pela LBV, se destaca o poema ao irmao satanas. Para Paiva Neto Satanás é um irmão que precisa de perdão e Jesus é um ser evoluído pelo resultado de diversas encarnações até que chegasse à unidade com o Pai. Estas blasfêmias estão registradas em "A Bíblia para o povo" de Paiva Neto e "Livro de Deus" de Alziro Zarur.

Este poema de Satanás consegue deixar qualquer cristão indignado, veja um trecho dele escrito na Pagina 288 do "Livro de Deus" de Alziro Zarur.

"Se Deus é perfeito no que faz,
E nada do que fez ao mal destina,
Porque odiarmos nós a Satanás,
Se ele, também, é criação divina?
E se Jesus nos veio esclarecer
Que amássemos até o inimigo,
Por que não transformar num bom amigo
A satanás, em vez de o combater?
Amigos meus, oremos por satã,
Amemo-lo de todo o coração,
E respondamos sempre com perdão
Aos males que nos faça, hoje e amanhã.
E, um dia, todos nós iremos ver,
Satanás redimido a trabalhar
Por aqueles que veio tresmalhar
Dos rebanhos de Cristo, e reviver!
Porque se assim, amigos, não quiserem

Aqueles que se chamam cristãos,
Lavemos, desde já nossas mãos,.Por mim com honra, eu amo a Satanás,
Meu pobre irmão perdido nos infernos,
Com este amor dos sentimentos ternos,
Para que ele também receba a paz ".

Nossa intenção em escrever este artigo é mostrar aos amados as filosofias religiosas da LBV. E quero dizer que o Jesus que a bíblia revela não evoluiu por diversas vezes até se unir com o Pai. A bíblia nos ensina que ele é Deus, preexistente, eterno e criador de todas as coisas, ele estava no princípio com Deus.( João 1.1 Hebreus 1.8 Cl 2.16). O fato deles ensinarem que Jesus evoluiu vem da crença de que os homens por meio de reencarnações posteriores poderão chegar a ser um Deus. Se esta fosse uma possibilidade não havia necessidade de ser anunciada por Deus uma salvação, uma redenção. Ou o homem é salvo por meio de Cristo ou ele terá seu destino eterno bem amargoso e aflitivo com Satanás no inferno.

E nos parece que Jesus, aquele que a LBV tem como um iluminado, não é a favor dos ensinos da LBV sobre satanás, aliás, ele nos iluminou acerca do destino de Satanás quando diz que o inferno está preparado para satanás e seus anjos(Mt 25.41) e ainda afirmou isto na revelação do Apocalipse dizendo que o diabo será lançado no lago de fogo e enxofre para serem atormentados para sempre( Ap 20.10).

Não! Diria os universalistas LBV, Deus é amor. Sim, Deus é amor, mas este não é o único atributo que permeia sua natureza, Ele é também justiça, ele faz também juízo, ele é soberano para dar o destino que merecer as suas criaturas e seu amor, quando deliberadamente rejeitado como o fez satanás, dá ocasião à sua justiça.

Ora, Jesus disse que satanás nunca se firmou na verdade e ele é o pai da mentira ( João 8.44) e a Escritura nos afirmam que quem pensa igual a Alziro Zarur foi cegado pelo diabo(2 Co 4.4) que trabalha para arregimentar a humanidade contra Deus.

Se você for um contribuinte da LBV eu o convido a pensar sobre este teu seu investimento. Você esta ajudando, esta entre outras blasfêmias a serem propagadas, enquanto poderias estar trabalhando pelo reino de Deus. Pense nisto.

*
Wemerson Marinho
Membro da Igreja Presbiteriana do Cariru Ipatinga,
Bacharelando em Teologia e diretor da Revista de Estudos Renascer.


Amigo!

Alguém postou esse comentário:

Realmente a LBV se diz Doutrina, e ensina uma forma religiosa, como também pede dinheiro, não só para as "criancinhas", para construir prédios, pagar a todos que são como funcionários registrados, etc., mas Amigo isso acontece em tantas religiões, inclusive em algumas religiões evangélicas.
O que o religioso precisa aprender, é tentar fazer a parte que lhe cabe com desprendimento das visões antigas, que o mal está em tudo, que vai tomar conta do mundo, etc. É preciso parar e ver o verdadeiro Deus, porque esse tal de diabo, em relação a grandiosidade de Deus e daquilo que é bem, é apenas uma figurinha de album feito para crianças.
Que Deus lhe abençoe!

Eis minha opinião:

Ela se diz doutrina mas fora da Palavra de Deus, pois sua doutrina é herética.
A Bíblia condena a prática do espiritismo, uma vez que a Bíblia condena, já deve ser repudiada tais doutrinas.
Essa artimanha de pedir dinheiro para "ajudar as criançinhas" é um engodo de satanás.
Se você leu todo o artigo sobre a LBV (Legião da Boa Vida) deve ao menos acordar quanto as questões no que tange o verdadeiro evangelho de Cristo no qual esta entidade está ao contrário com relação ao que diz Jesus.
Não sou religioso, mas sim um salvo, no qual repudio todo o tipo de religião que não se enquadra no evangelho de Jesus.
Existem 3 pontos fundamentais em que o verdadeiro cristão deve crer, e isso não devemos de forma alguma mudar que é: 1- A Deidade de Cristo; 2- Sua ressurreição e por ultimo, a Salvação somente pela fé como está registrado em Efésio 2:8-10.
O fato de uma pessoa ser religiosa não quer dizer que seja uma salva, pois a salvação só se adquire mediante a fé em Jesus e no seu sacrificio por nós, e a doutrina espírita anula este sacrificio, sendo assim que seja anátema.

Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.
Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.
Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras. II João 1-9-11

Respeitar as diferenças não significa concordar com elas!!!

No amor de Cristo!

sábado, 6 de setembro de 2008

GUIA RÁPIDO SOBRE AS SEITAS

ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA:

Teve início com o pregador batista, William Miller, que pensou ter calculado a vinda de Jesus Cristo para o dia 22 de outubro de 1844, nos EUA. Como nada aconteceu naquela data, ele se decepcionou e voltou para a sua igreja. Contudo, seus seguidores prosseguiram sob a direção de Hiran Edson e Joseph Bates e Helen Harmon White. Hiran ensinou que Jesus tinha voltado realmente no ano de 1844, no tabernáculo celestial, invisivelmente, para começar um “processo investigativo” de nossos pecados. Joseph Bates alegava que era necessário guardar o sábado, em vez do domingo, para alcançar a salvação e Helen White dizia ter o “dom da profecia”. Assim surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia. O ano de 1844 ficou conhecido como o “grande desapontamento”. Na verdade, a guarda do sábado entre eles só se tornou forte quando a “profetiza” Helen White alegou ter tido uma visão dos Dez Mandamentos com uma auréola de luz ao redor do mandamento sobre o sábado! Eis alguns ensinos conflitantes dos Adventistas:

a) Cálculo da volta de Cristo: William Miller voltou atrás do seu erro, mas Hiran Edson inventou uma “volta invisível ao tabernáculo celestial”, desobedecendo radicalmente às palavras de Jesus: “porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai” (Mateus 24:36). Veja também Atos 1:7 “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder”.

b) Satanás participa da redenção com Cristo: Esta é uma das doutrinas mais estranha dos adventistas. No livro “O Grande Conflito”, nas páginas 421 e 489 diz-se que “os pecados dos verdadeiros penitentes serão colocados sobre Satanás que os levará com ele para o deserto (da destruição total). Diz, ainda, que um “anjo relator” revelará a Jesus todos os pecados ocultos da humanidade! Refutação: O profeta Isaías já profetizara a respeito de Jesus dizendo: “Ele levou sobre si todas as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si..... Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades...” (Isaías 53). Veja também Efésios 1:7 e I João 1:7. Também o livro de Hebreus nos revela que Jesus entrou no lugar santíssimo celestial logo após a sua ressurreição (Heb. 6:19-20; 7:23-28; 8:1-2; 9:1-14, 24-26 e 10:19-20).

c) Sono da Alma: Os adventistas do Sétimo Dia ensinaram também isso às Testemunhas de Jeová, ou seja, que a “alma morre”, ou adormece (Vide o “Grande Conflito”). Mas o texto sagrado traz várias passagens que desmentem seus ensinos “conflitantes”! Ex.: Mt. 10:28; Lc. 20:37-38, 23:43; At.7:59; Ap. 6:9-11 etc.

d) Única Igreja Verdadeira: O “Grande Conflito” (livro de Ellen White) diz que devido à transferência da guarda do sábado para o domingo, todas as igrejas da Cristandade se apostataram e receberam a marca da besta: 666! Assim, Deus levantou uma única Igreja que seria representante dEle nos últimos dias: a Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Refutação: Nada abalaria a Igreja de Cristo (Mt. 16:16-18; 13:24-30; Ef. 3:20-21). Interessante é que todas as seitas exclusivistas sempre reclamam para si o título de “única verdadeira”!

e) Literaturas “sagradas”: A Bíblia e os escritos de Ellen White, que chamam de “Espírito de Profecia”.

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ:

Fundada pelo jovem presbiteriano, Charles Taze Russell, que se envolveu com os recém-formados Adventistas por volta de 1870, nos EUA. Suas idéias chegaram ao Brasil através de oito marinheiros que visitaram Nova Iorque em 1922. Seu nome jurídico é Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. O nome “Testemunhas de Jeová” foi adotado em 1935, pelo então presidente e diretor J.F. Rutherford, para diferenciar de um grupo dissidente seguidor das idéias de Russell que tinha rompido com Rutherdord. Eram os conhecidos “estudantes internacionais da Bíblia”, ou russelitas.

a)Literaturas “sagradas”: A Bíblia traduzida pela Torre de Vigia e chamada de “Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas”, ou TNM, que ficou pronta entre os anos de 1950 e 1961. Esta bíblia não traz as referências de seus tradutores, nem tampouco seus nomes. Foi totalmente adulterada para concordar com seus ensinos estranhos! Faltam muitos textos e outros foram colocados “entre parênteses” para ‘dar um sentido melhor’ (rsrsrs). As revistas “A Sentinela” e “Despertai” e centenas de livros, brochuras e folhetos. Obs.: A revista A Sentinela afirmou que “só a leitura da Bíblia, sem a Sentinela, levará o seu leitor à escuridão espiritual”! (1º/12/1991. p. 19)

b)Suas Crenças: Jesus foi o primeiro anjo criado por Jeová e se chama Miguel, o arcanjo. Lúcifer era seu irmão que se desviou e se tornou o Diabo. Na terra, Miguel recebeu o nome de Jesus, ou a Palavra. O Espírito Santo é só uma força ativa de Deus. O homem é uma “alma mortal”, e na morte fica inerte até a sua recriação. Dizem que o Inferno é a própria sepultura. Acreditam que a terra será transformada num Paraíso onde só habitarão Testemunhas de Jeová, e que estas não envelhecerão nem morrerão enquanto obedecerem às ordens de Jeová. Pregam o fim de todas as religiões da Cristandade (que chamam de babilônia, a grande). Não aceitam transfusões de sangue, mas apenas certas “frações” do sangue (??). Não comemoram nenhuma festa cívica ou religiosa. Não cantam o hino nacional nem saúdam a bandeira. Não servem ao Exército nem se envolvem em política. Não trabalham como policiais civis ou militares. Não ouvem músicas evangélicas nem podem ler qualquer outra literatura religiosa fora de sua sociedade (a Torre de Vigia). Não podem orar por doentes ou com pessoas de outras denominações religiosas. Acreditam que a diretoria da Torre de Vigia é o “Escravo Fiel e Discreto”, ou o “Corpo Governante”, que Jeová usa para informá-los da “Verdade”. Ensinam que só 144.000 testemunhas de Jeová irão para o céu, para compor um governo com Cristo (arcanjo Miguel), e as demais testemunhas viverão para sempre na terra; e que esta chamada celestial foi encerrada em 1935, num congresso em Cedar Point, Ohio, EUA!!

c)Crenças Antigas (ou “velha Luz”): Já ensinaram, como “luz de Jeová”, que a pirâmide do Egito (Quéops) era uma ‘verdadeira bíblia de pedra', com profecias para a humanidade. Ensinaram também que Jeová morava numa estrela (Alcione). Também proibiram a vacinação e os transplantes de órgãos entre seus seguidores, alegando o mesmo que canibalismo. Incentivaram o celibato até que a terra fosse transformada num paraíso. Previram o fim do mundo (do sistema político e religioso) para várias datas diferentes, porém todas falharam (1874, 1888, 1914, 1918, 1925, 1942, 1975, 2000 e, recentemente, deixaram “no ar” o ano de 2034!). Arrecadaram dinheiro entre seu fiéis para construírem uma “mansão” onde o rei Davi moraria e governaria toda a terra, na sua suposta ressurreição no ano de 1925! Construíram também um abrigo anti-atômico chamado de “Beth-Shan”, na Califórnia, para se prevenirem contra o Armagedom! Ensinaram que o falecido pastor Russell “orientava os diretores da Torre de Vigia diretamente do céu”! (Veja: “Clímax de Revelação”, p.125, parágrafo 17).

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Os Mórmons):

Surgiram no ano de 1830, em Vermont, EUA, com o jovem Joseph Smith Jr. que disse ter sido visitado pelo “anjo Moroni” em seu quarto. Segundo Smith, este ‘anjo’ lhe indicara um monte (Cumorrah) onde estaria enterrado um “outro Evangelho de Jesus Cristo!". E este livro fictício, feito de placas de ouro, depois de ‘traduzido’ pelo próprio Smith, foi levado de volta pelo tal anjo! É o que chamam hoje de “Bíblia dos Mórmons”.

a)Doutrinas: Ensinam que Deus já foi um homem imperfeito que foi exaltado; mas existem outros “deuses” semelhantes a ele. Jesus é o irmão mais velho de Lúcifer. O ‘espírito santo’ é uma força fluídica de Deus. Os homens são pré-existentes e vieram de outros planetas para pagarem seus pecados. O negro recebeu esta ‘cor’ como castigo de sua rebelião no outro mundo! Batizam os ‘mortos’ através de parentes vivos que se convertem à seita. Dizem o mesmo que as demais seitas, ou seja, que “ela é a única verdadeira”. Dizem que o reino celestial é dividido em três graus, e mais um inferno para Satanás e os mórmons infiéis!

G12, ou Igreja em Células na Visão dos Doze:

Movimento contemporâneo de crescimento de igrejas. Idealizado por César Castellanos, da Colômbia, através de seu livro “Sonha e Ganharás o Mundo”, em 1991. Neste livro, seu autor declara: “A colheita só poderá ser alcançada por aquelas igrejas que tenham entrado na visão celular. Não há alternativa: a igreja celular é a igreja do século XXI”. Apesar de ser um método de crescimento de igrejas, não havendo daí nenhuma objeção; contudo, segundo o pr. Paulo Romeiro, um dos problemas em relação ao G-12 é a “inserção de práticas, conceitos e ensinos antibíblicos, tais como mapeamento espiritual, regressão psicológica, cura interior, quebra de maldição, escrever os pecados em pedaços de papel e queimá-los na fogueira, revelações extrabíblicas e outros”. Segundo o Conselho de Doutrinas das Assembléias de Deus, o movimento G12 visa arrebanhar membros de igrejas já constituídas com fins declaradamente financeiros! Os adeptos do G12 se auto-intitulam de “Canaã aqui na terra”. O chamado “Encontro” leva os seus encontristas a renunciarem a todo o seu passado de pecados e confessarem os seus erros, mesmo já sendo crentes de outras igrejas evangélicas! As esposas dos pastores também são pastoras e exercem influência sobre os seus seguidores. Pregam a mentoria ministerial, ou seja, seus líderes teriam influências espirituais sobre suas vidas! Assim, todos estariam submissos a eles.


MAÇONARIA E SEUS RITOS:

Muitos pastores se esquivam de falar sobre este tema polêmico. Uns alegam que não conhecem o suficiente sobre o tema para que possam entabular um diálogo ou estudo sobre o mesmo. Outros afirmam que a Bíblia não interfere nas questões pessoais que levam um indivíduo a optar por pertencer a esta ou aquela agremiação. Ainda outros afirmam que muitos dos primeiros missionários cristãos eram maçons, desta forma não devendo ser mal interpretados aqueles que hoje também o são. Finalmente, há muitos que afirmam que a Maçonaria não é religião; logo não haveria nenhum problema o crente de qualquer corrente religiosa pertencer a tal agremiação, ou sociedade. Mas, o que é Maçonaria? Qual o seu perigo, se é que há? Qual o seu verdadeiro objetivo? De que proveito é para o crente cristão? Bem, vamos fazer uma análise crítica do tema usando seus próprios ‘manuais secretos de iniciação’ à Ordem. Tais ‘manuais’ foram doados por membros que se afastaram da Maçonaria e não entregaram seus compêndios à Ordem. São originais selados pela “Grande Loja Maçônica”, ou pelo “Grande Oriente do Brasil”, com o devido respeito e sem o desejo de expor a Ordem ao ridículo. Veja o que eles ensinam:
Grau de Aprendiz, ou 1º grau (rito escocês antigo e aceito):
O iniciante, já apresentado à Ordem por um padrinho, entra numa sala secreta onde há uma ossada humana sobre uma mesinha e alguns desenhos de galo, foice e uma ampulheta nas paredes escuras da sala, e ali faz uma espécie de “testamento” renunciando toda a sua vida anterior. Depois é levado por seu padrinho à porta de entrada da loja maçônica onde dá três pancadas. Ao ser perguntado pelo guarda do templo o que quer, o seu ‘padrinho’ se adianta e diz: “é um profano em estado de cegueira, que deseja ser iniciado nos augustos mistérios da Maçonaria”. Na “câmara de reflexão”, sala secreta onde o iniciado faz o seu ‘testamento filosófico’, também está escrito na parede: “Se perseveras, serás purificado pelos Elementos; sairás do abismo das trevas e verás a Luz”. O padrinho que conduz o iniciado à sala de reflexão, tira-lhe a venda dos olhos e diz: “Breve passareis para uma nova vida....Respondei por escrito as questões que vos são apresentadas e fazei o vosso testamento”. Mais tarde, o iniciado presta um longo juramento de fidelidade à Ordem e seus conselheiros e delegados, e promete jamais revelar qualquer segredo ou ensino sobre a Ordem.

Obs.: Um crente que se submete ser chamado de ‘profano em estado de cegueira e que espera passar para uma nova vida’, mostra que realmente ainda não conhece seu salvador: Jesus Cristo!

GRAU de COMPANHEIRO, ou 2º GRAU (rito escocês antigo e aceito do Grande Oriente do Brasil):
Nesta segunda fase o iniciado se aprofunda na linguagem mística e simbólica da Maçonaria. Recebe outras ‘palavras de passe’ que lhe permite identificar-se entre os membros deste grau. Também aprende outros apertos de mão como meio de reconhecimento. Para a elevação ao 2º grau são feitas várias perguntas ensaiadas, em forma de códigos de linguagem. Algumas são: _ “Em que estado fostes apresentado em Loja?” Resp.: “Vendado... Nem nu, nem vestido”. Perg.: “Por que, meu irmão?” Resp.: “Para ensinarem-me que o luxo é um vício que deslumbra o vulgo e que o homem livre e puro de sentimento não deve ser vaidoso, nem orgulhoso”. Perg.: “Por que vos vendaram?” Resp.: “Para que eu soubesse o quanto as trevas da ignorância e as paixões que alucinam são prejudiciais ao homem”. E assim as perguntas vão levando o Aprendiz a reconhecer que só com a Iluminação das Luzes Maçônicas ele poderá alcançar o aprimoramento do caráter que não conseguiu em outro lugar até aquele dia. Ao receber sua elevação ao 2º grau, o Aprendiz, agora Companheiro, ouve o ‘orador’ da loja: “..........o Grau de Companheiro, simboliza um passo a mais na conquista do desejado aperfeiçoamento interno, tendo em vista a preparação realizada no 1º grau, quando desbastamos a Pedra Bruta, símbolo do primeiro estágio do homem.Criados à imagem do Supremo Arquiteto, não poderíamos permanecer passivos, presos a um condicionamento só admissível aos seres inferiores, cujos instintos naturais e o desenvolvimento mental não permitem uma evolução como a nossa. E assim quebramos os elos que nos mantinham separados do-PAI-, pelo nosso esforço, pelo nosso trabalho......O 2º grau da Maçonaria Universal, através dos seus símbolos e alegorias, é o primeiro passo real para o desenvolvimento das faculdades intelectuais e psíquicas, representadas aqui pelo Esquadro formado pelo Nível e o Prumo juntos..........Em nome do Grande Arquiteto do Universo e de São João (da Escócia), nosso padroeiro, está fechada a Loja de Companheiro.....”

Obs.: Novamente, que aperfeiçoamento interno a Maçonaria pode dar que a Palavra de Deus não consegue? Ou, por que os demais são chamados de seres inferiores? Por que, também, a aproximação a Deus só pode ser feita pelo esforço e trabalho maçônico? Não é Jesus que une todos ao Pai (João 14:6)?

MESTRE MAÇOM, ou 3º GRAU (rito escocês antigo e aceito, Grande Loja): O Painel que adorna a loja de mestres maçons se compõe de um caixão, uma caveira (ou esqueleto humano), ramos de acácia, entre outros símbolos. Neste grau, o Companheiro aprende que a missão do mestre maçom é “encontrar a Palavra Perdida que opera o Milagre da Ressurreição”. As Lojas de Mestres são chamadas de Câmara do Meio. Suas paredes são completamente pretas, semeadas de espaço de lágrimas prateadas, agrupadas em 3, 5 e sete; e de tíbias cruzadas encimadas por uma caveira humana.....é iluminada por nove velas de cera amarela; três no trono do Venerável Mestre e três em cada um dos altares dos Vigilantes. Uma lâmpada fosca tênue penderá do centro do teto da Loja, por sobre o caixão. No Altar dos Juramentos estará o Livro da Lei (que poderá ser a Bíblia ou O Corão, ou outro livro sagrado), sobre o qual descansarão o Compasso e o Esquadro.......No centro do Templo, um esquife (caixão) com pano preto e por sobre este um ramo de acácia (Ritual do Mestre Maçom, da Grande Loja do Estado do Rio de Janeiro, ed. 1988- Loja nº. 6678). A preparação do candidato ao terceiro grau é feita com o candidato de braço e pé esquerdo nus. Na mão direita um Esquadro e em torno da cintura uma corda branca dando três voltas e o avental de Companheiro-Maçom. Então ouvirá este discurso: “Ao serdes recebido Maçom, fostes encerrado em uma Câmara, onde o símbolo da Morte se vos manifestou por várias formas como que a vos dizer que era morrendo para os vícios, preconceitos e o obscurantismo, que poderíeis alcançar a iniciação maçônica. Hoje,........permitem-nos que vos iniciemos no grau de Mestre, talvez entre todos, o que representa com mais propriedade e perfeição os antigos Mistérios do Egito. Outrora, os iniciados nos Mistérios de Osíris aprendia que além da existência das forças misteriosas que vos foram reveladas no grau de Companheiro, havia para o homem a possibilidade de viver uma vida diferente da vida física......(idem). Agora meus irmãos, compreendereis a razão de ser dos Mistérios de que ides participar, e sabereis por que a Maçonaria deve respeitar a tradição e os símbolos que foram confiados aos Mestres Iniciadores (idem)”.

OBS.: Até aqui, podemos ver que os rituais dos três primeiros graus obrigatórios a todo maçom, tanto do ‘Grande Oriente’ quanto das ‘Grandes Lojas’ , seguem ritos das religiões de mistério do antigo Egito que simbolizavam o renascimento cíclico do sol e da própria natureza. O simbolismo dos esqueletos e caixões, nos graus de Mestre Maçom, representa o renascimento cíclico da alma, ou seja, sucessivas encarnações que elevariam à perfeição final do homem. Isto não é ensinado diretamente aos membros, pois toda sociedade hermética ensina através de símbolos e da percepção individual, mas a cada elevação de grau o candidato perde a sua capacidade arbitrária e passa a receber passivamente tudo o que lhe é transmitido.

Voltando ao “Ritual do Mestre Maçom”, vemos a pergunta que o Venerável Mestre faz ao ‘Guarda do Templo’: “(Com voz forte) _ Por que o Venerável irmão Mestre de Cerimônia vem perturbar a nossa dor? Ela deveria induzi-lo a afastar daqui qualquer irmão, principalmente um Companheiro (2º grau). Meus Veneráveis Irmãos, talvez esse Companheiro seja um dos que causaram nossa dor! Armemo-nos! (todos empunham as espadas).....etc., etc.,”

Obs.: A dor que se refere o Venerável é simbólica. Ela representa a condição sofrida pelos antigos mestres pelo assassinato de seu mestre maior: Hirão Abif, (pela lenda maçônica judaica), ou Osíris (pela lenda egípcia) morto por um companheiro de obra para descobrir a Palavra de Passe que levaria a um salário, ou pagamento, melhor. No caso de Osíris, segundo a lenda, ele foi morto pelo próprio filho que desejava conhecer o segredo da imortalidade que repousava no falo (órgão genital masculino), representado entre os maçons pelo ramo de Acácia, símbolo de vitalidade e eternidade devido as suas folhas se manterem sempre verdes, mesmo numa região árida do deserto. É por isso que os mestres maçons dizem procurar a Palavra que se perdeu, ou seja: a genitália de Osíris e/ou a palavra passe que só Hirão Abif conhecia!
Para nós cristãos, a Palavra é Jesus. Nós é que estávamos perdidos no pecado e Jesus veio nos resgatar! Mesmo que se diga ser tudo isso um simbolismo da busca pelo conhecimento, contudo detrai a pessoa de Jesus Cristo como Único Mestre e Senhor.

Ainda com relação à exaltação ao grau de mestre maçom, pergunta o Venerável ao 2º Vigilante: “_Qual é a V(iúva) de que os MM(açons) se dizem F(ilhos)? Resposta do 2° Vigilante: “_É Ísis, personificação da Natureza, a Mãe Universal, V(iúva) de Osíris, o deus invisível, que ilumina as inteligências”.

OBS.: Note que ao ser perguntado sobre sua filiação espiritual simbólica, o 2º Vigilante, também Mestre Maçom, se diz filho de Ísis, viúva de Osíris. Assim, seguindo a lenda, o Mestre Maçom seria uma personificação de Hórus, o filho de Ísis e Osíris que luta com o irmão Seth, assassino de seu próprio pai! Na luta, Hórus tem seu olho arrancado por seu irmão Seth mas é curado por seu pai, Osíris. Então Hórus passa a ser o “Olho que tudo Vê”.
Contudo, sabemos que nos tornamos filhos de Deus através de nossa fé em Jesus Cristo (João 1: 9-14) e somos iluminados pelo Espírito Santo (João 16:7,13) e não pela sabedoria de Hórus, Ísis, Osíris ou outros deuses falsos do antigo Egito. Deste modo:

a)O pastor que alega não ‘conhecer a matéria’, ou não está sendo sincero ou estudou num Seminário ou Faculdade Teológica muito precária. Ou, ainda, não gosta de ler e se informar, dado o vasto universo de livros sobre o assunto;

b)Quanto a dizer que a Bíblia nada diz sobre o assunto também é outra falácia, pois o Velho Testamento é rico em conselhos quanto ao envolvimento com povos pagãos. O SENHOR manda que Moisés e os demais profetas se livrem de toda forma de ocultismo e envolvimento com a magia dos egípcios e demais povos idólatras (Veja o exemplo de Ezequiel, entre inúmeros outros, no capítulo 8. Um verdadeiro ritual de maçonaria!);

c)Pelo fato da Maçonaria prestar-se à filantropia não justificaria o ingresso de crentes cristãos nela, pois outras fraternidades místicas também praticam a filantropia. Por exemplo: a espírita agremiação da LBV, de Alziro Zarur e Paiva Neto. As demais agremiações espíritas Kardecistas, etc. e nem por isso diz-se que é própria ao cristão;

d)Se há perigo para o crente? Sim, há. O perigo do crente não mais ver em Jesus o “Único Caminho que leva à Salvação” (João 14: 6). O perigo de associar-se a jugos desiguais com incrédulos (II Cor. 6: 14-18), já que os próprios maçons chamam os demais crentes, que não pertencem aos quadros da Maçonaria, de ‘profanos’! O perigo da terceirização da salvação, já que para os maçons isso se dará com o ‘progresso na escalada do conhecimento’, simbolizado pela escada de 14 degraus de Jacó. O perigo de ter que dividir o próprio salvador de nossas almas (Jesus Cristo) com outros sábios antigos e ter como padroeiro um “São João da Escócia”!

e)Objetivo para os crentes? Nenhum; já que a Igreja de Jesus é completa em todos os sentidos em que a Maçonaria possa alegar deficiência: inclusive a filantropia! Com os dízimos e ofertas que são depositados nas igrejas locais pode-se fazer muito mais que qualquer “tronco de solidariedade”; bastando que seus crentes sejam fiéis. Quanto à ajuda entre si, isto a Igreja do Senhor sempre fez e ainda faz, independente da corrente denominacional. Já os maçons auxiliam primeiramente seus pares!

f)Proveito? Também nenhum, já que terão que sentar à mesma mesa crentes e incrédulos e todos terão que se conhecerem como “irmãos unidos pela Acácia”, e não por Jesus Cristo. Não poderão discutir sobre religião alheia e terão que considerar todas as demais religiões, inclusive as esotéricas, como meios de se atingir a divindade maior: “G.A.D.U.” (ou, Grande Arquiteto do Universo) que poderá ser qualquer uma espécie de deus, segundo a crença individual;

g)Embora alguns afirmem que a Maçonaria não é Religião, ainda assim podemos perceber inúmeros elementos religiosos nela, inclusive seus ritos e juramentos;

h)Finalmente, quanto aos primeiros missionários que, para fugirem das perseguições católicas dos séculos passados, também se tornaram maçons (que também eram perseguidos pelo catolicismo romano), não justifica, como também não justificou na época, o ingresso numa sociedade hermética de cunho esotérico apenas para se protegerem, ‘sob o manto da invisibilidade’, das perseguições inimigas. Com toda a vênia aos nossos pioneiros missionários, mas o “nosso socorro vem do Senhor” (Salmos 121 e 125) e não dos ‘toques, palavras de passe ou sinais de socorro em nome da Viúva de Osíris’ (ou da mãe de Hiram Abib)!
Aos colegas pastores que só sabem fazer filantropia nos “troncos da solidariedade”, ou que se socorrem de seus ‘irmãos esotéricos’ nos momentos de necessidade, ou que só obtêm iluminação ‘viajando do ocidente ao oriente maçônico’ em busca de Luz (ou Lucis), ou que precisam de um padroeiro São João e um outro supremo Mestre (Hirão Abib, ou Hórus, ou Osíris), ou que são como Tomé que ‘têm que ver (ingressar na Ordem) para crer’, deixo uma pergunta:
“Em quê, e em quem, vocês realmente crêem?”

Obs.: As pesquisas para o preparo deste “Guia Rápido sobre Seitas” foram feitas em literaturas originais das mesmas. Para o tema “Maçonaria” foram usados os ‘Manuais do 1º grau ao 3º grau’ da “Grande Loja do Rio de Janeiro” e também do “Grande Oriente do Rio de Janeiro”. Também não intencionamos revelar as palavras de passe ou toques secretos ou quaisquer outros sinais de identificação maçônica por questões de ética e por não servirem ao propósito deste folheto.