quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Escuridão: A Doença Espiritual do Cristão (Parte 1)

Na regeneração, o homem é atraído das trevas para a  maravilhosa luz do Evangelho. Ele recebe os olhos iluminados do entendimento e percebe realidades invisíveis. Essas questões, ocultas para o homem natural e vistas de uma perspectiva natural, são vistas agora de maneira totalmente diferente pela pessoa que foi iluminada. Aquele que estava na mais densa escuridão torna-se iluminado no Senhor, e o Espírito Santo brilha em seu coração, para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. Esta luz alegra o coração, aquece a alma, faz com que ela queime em amor, converte e santifica todo o homem. Portanto, aqueles que começam a ver esta luz ficam tão encantados com que desejam ser levados mais profundamente a esta luz.

Com efeito, ao acontecer, eles não se atentam para a distinção entre a luz da contemplação (que pode e deve ser desejada, mas é reservada para o céu), e a luz da fé, concedida àqueles que andam sobre a terra, permitindo-lhes atravessar a escuridão com alegria. Por não considerar essa distinção, eles não ficam satisfeitos em andar na luz da fé, mas desejam viver aqui à luz da contemplação. Eles, contudo, trazem problemas à sua alma e começam a pensar que ainda estão inteiramente nas trevas e não convertidos. Sim, isso pode causar grandes trevas sobre eles, de modo que até a luz da fé se torna tão fraca que eles não conseguem perceber nenhuma luz.

Essa escuridão espiritual não é a mesma que os não-convertidos estão, uma vez que ainda são inteiramente cegos. Isso também não se compara ao que os iniciantes na experiência da graça, em quem há um vislumbre de luz. Nós também não entendemos que essa trevas espirituais sejam ondas que ocasionalmente surgem na vida de um crente e prontamente se dissipam.

Uma Doença Espiritual 

Esta escuridão é uma doença espiritual de alguém que fez algum progresso na vida cristã. Na ausência das influências iluminadoras normais do Espírito Santo, e devido à escuridão residual de sua antiga natureza, a luz que está nele torna-se tão obscura que ele agora contempla os assuntos espirituais, que anteriormente percebeu com clareza, como um brilho distante, e apenas retrata o que aconteceu no passado por meio da memória. Isso faz com que o crente fique sem alegria, calor e direção, e viva com medo e ansiedade, fazendo-o vagar sem rumo, como em um deserto.

A experiência não apenas ensina que o crente entra em tais trevas (de modo que muitos não precisam de nenhuma outra prova exceto o seu próprio caso), mas a Palavra de Deus nos mostra abundantemente que isso é assim.

Aqueles que estão em tal condição precisam tomar conhecimento disso, visto que eles geralmente chegam à conclusão de que estão sem a graça, sendo da opinião que os piedosos não entram em tal condição. Aquilo que se abateu sobre Abraão, o pai dos fiéis, também recai sobre seus filhos. “Ao pôr do sol, um profundo sono caiu sobre Abrão, e grande pavor e densas trevas tomaram conta dele” (Gênesis 15:12). Jó testifica isso a respeito de si mesmo: “Se me adianto, Deus não está ali; se volto para trás, não o percebo. Se ele age à minha esquerda, não o vejo; se ele se esconde à minha direita, não o enxergo” (Jó 23:8-9). A igreja reclama disso: “Ele me levou e me fez andar nas trevas e não na luz”. (Lamentações 3:2). O Senhor ameaça o seu povo com a escuridão espiritual: “Deem glória ao SENHOR, seu Deus, antes que ele faça vir as trevas, antes que os pés de vocês tropecem nos montes tenebrosos e antes que, esperando vocês a luz, ele a mude em sombra de morte e a reduza à escuridão” (Jeremias 13:16). O profeta aconselha aqueles que estão em tal estado: “Quem de vocês teme o SENHOR e ouve a voz do seu Servo? Aquele que anda em trevas, sem nenhuma luz, confie no nome do SENHOR e se firme sobre o seu Deus” (Isaías 50:10).

Há temporadas de escuridão como resultado da perseguição e da ausência de conforto, bem como devido à cegueira. Todavia, essas coisas geralmente coexistem nos filhos de Deus, pois a escuridão externa traz escuridão interna.

As Causas da Escuridão Espiritual

A visão natural pode ser obstruída por várias causas: o desaparecimento do sol, o espessamento das nuvens, a interferência de objetos opacos, doença nos olhos ou o brilho do sol. As trevas espirituais também possuem várias causas.

(1) O desaparecimento do Sol da Justiça, o Senhor Jesus Cristo, e a retenção da influência iluminadora do Espírito Santo.

(2) O diabo, obscurecendo essa luz, ofuscando o entendimento, gerando a fumaça do erro e da heresia, gerando uma falsa luz, obscurecendo a verdade e seduzindo uma pessoa por meio de enganadores.

(3) A pessoa que não dá ouvidos à luz da fé, considerando que isso é insignificante demais; um enfraquecimento do amor pela verdade, um esforço por algo mais elevado, insistindo em ser iluminado pela luz da contemplação, e por estar desejoso de receber luz diferente da luz pela qual o Senhor geralmente conduz o seu povo.

(4) O afastamento dos nossos olhos da luz, cedendo aos nossos desejos, fechando nossos olhos e espalhando areia neles – por meio dos quais a verdade, em sua eficácia e preciosidade, não é percebida.

(5) Exercendo nossa visão espiritual em demasia para compreender as perfeições e os caminhos incompreensíveis de Deus. Isso, em vez de nos proporcionar mais luz, nos levará a mais escuridão. Pois, quando nos afastamos da luz da Palavra de Deus e não podemos alcançar uma imediata contemplação, nosso intelecto corrupto e nossa razão irracional voltarão ao primeiro plano, enganando a alma com falsas contemplações, pelas quais a luz verdadeira é cada vez mais obscurecida.

Autor: Wilhelmus à Brakel
Trecho extraído de The Christian’s Reasonable Service, volume 4.
Tradução: Leonardo Dâmaso

Fonte: defesaapologetica.blogspot.com

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A santificação da igreja

A santificação é uma característica fundamental da igreja, “sem a qual ninguém verá o Senhor”(Hebreus 12.14). Contudo, nem sempre é bem compreendida e muitas vezes negligenciada. Muitas vezes é reduzida ao aspecto exterior, como se pudesse ser forçada de fora para dentro, através de regras que proíbem certos alimentos e prescrevem em detalhes o modo de se vestir. Mas isso produz mais sepulcros caiados que santos.

Outra confusão comum é não distinguir os conceitos de justificação e santificação. A igreja romana é culpada disso e essa confusão estava no centro da controvérsia nos dias da Reforma. A justificação é um ato exclusivo de Deus pelo qual Ele declara que aquele que crê em Cristo é justo diante dele. A justificação é objetiva. A santificação, por sua vez, é uma obra que Deus realiza no crente, transformando-o contínua e progressivamente à imagem de Jesus Cristo. A santificação é, pois, subjetiva. A justificação marca o início do processo de santificação, o qual somente será concluída ao final da jornada cristã na terra.

Biblicamente, santificação significa separação e consagração de pessoas ou coisas para um propósito definido. No caso do povo de Deus, santificação é a separação do mundo para consagração ao serviço de Deus. “Ser-me-eis santos, porque eu, o SENHOR, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Levítico 20.26). Porque Deus é santo, isto é, infinitamente separado e exaltado de Sua criação, o caráter divino requer santidade daqueles que pertencem a Ele. “Pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1Pedro 1.15–16)

Dissemos que a justificação é um ato exclusivo de Deus, para diferenciá-la da santificação, que embora seja uma obra divina, é realizada em cooperação com o homem. “Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus. Guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o SENHOR, que vos santifico” (Levítico 20.7–8). Deus assegura a santificação final, mas o crente é responsável por buscar a santidade, “advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim” (Colossenses 1.28–29).

A citação bíblica em epígrafe afirma que Cristo santifica e purifica a sua igreja, “para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Efésios 5.27), enfatizando o aspecto divino da santificação. “Sendo este mesmo o salvador do corpo” (Efésios 5:23), Ele santifica a igreja livrando-a do pecado. Na justificação, salva da culpa do pecado, na santificação, do domínio do pecado e na glorificação final, da presença do pecado. Dentre os meios que o Senhor usa para santificar a igreja, está a Palavra de Deus, “tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra” (Efésios 5.26). Em Sua oração sacerdotal pela igreja Ele pedia ao Pai: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (João 17.17).

Mas do lado humano da santificação também há o que ser feito para que haja crescimento em santidade. Começa com uma aceitação do senhorio de Jesus Cristo, “a igreja está sujeita a Cristo” (Efésios 5:24). Isso leva, por consequência, à obediência dos mandamentos: “Guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o SENHOR, que vos santifico” (Levítico 20.8). E quando falhar na observância dos mandamentos divinos, confessar e pedir perdão a Deus, pois “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1.9).

Na santificação, vemos expressas tanto a soberania de Deus como a responsabilidade do homem. Deus é soberano para santificar e é Ele quem, finalmente, produz santidade no crente. Porém este é responsável diante Dele pela obediência ao comando “Sede santos, porque eu sou santo”(1Pedro 1.16). Sendo Deus três vezes santo, justificada está a declaração inicial de que sem santidade, ninguém verá o Senhor.

Soli Deo Gloria

Fonte: napec.org

sábado, 15 de setembro de 2018

Esvazie-se

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, existindo em forma de Deus, não considerou o fato de ser igual a Deus algo a que se devesse apegar, mas, pelo contrário, esvaziou a si mesmo, assumindo a forma de servo e fazendo-se semelhante aos homens. Filipenses 2:5-7

Não existem duvidas de que esta passagem é uma das mais emocionantes das escrituras, isto porque o apostolo elabora, com muita maestria, um pensamento progressivo acerca do que foi revelado pelo Cristo no Evangelho.

O contexto imediato destes versos explica o porquê de Paulo resumir a obra de Cristo, ele incentiva os filipenses a viverem em unidade e harmonia, também incita a que confessem suas desavenças e discórdias, para isto era necessário que deixassem de lado toda ambição pessoal, orgulho e status para abrigarem em seus corações o desejo humilde de servir.

Esta foi à essência da vida de Cristo, por isto seu apelo final é o exemplo que Jesus deixou.

O apóstolo escolhe meticulosamente cada uma de suas palavras para mostrar a realidade tanto da divindade como da humanidade de Jesus Cristo.

Ele diz que Jesus era inalteravelmente Deus, mas que não usou de sua divindade como algo a que devesse se apegar, mas ao contrario, esvaziou-se para se tornar homem.

A tradução mais próxima do que Paulo quer dizer é “fez a si mesmo sem reputação”, ou seja, mesmo sendo notoriamente Deus, encarnou-se de tal maneira que viveu plenamente como homem.

Paulo apela para que os filipenses não considerem seus interesses próprios como maiores do que os interesses dos outros, mas que entendam que os problemas de um são problemas de todos e faz isto baseado no mistério da encarnação.

Não podemos entender completamente como o Deus eterno assumiu um corpo temporal, como o ilimitado decidiu limitar-se, enfim, só nos resta prestar reverencia Aquele que mesmo na fome, no cansaço e nas lágrimas é Deus todo-poderoso.

O maior exemplo de altruísmo dado à igreja foi do seu fundador. Jesus mostrou que a melhor maneira de ensinar algo é mostrando como se faz e para isto decidiu, em sua soberana vontade, abrir mão de muitos privilégios de sua divindade para viver limitado a tudo aquilo que nos limita.

Preocupou-se com tudo o que preocupava os homens e até com aquilo que não os preocupava devido aos olhos estarem cegados pelo pecado. Tendo os amado, amou-os ate o fim.

Pense nisto!

Abra mão de suas prerrogativas e assuma as necessidades de outros, não como demonstração de obras, mas tendo como decisão para tal serviço apenas o amor com que Cristo abriu mão de si mesmo para servir os seus, inclusive você.

Viver apenas Evangelho é buscar incessantemente viver apenas Cristo e sua vida altruísta.

Fonte: napec.org

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Venha e veja

Texto base: João 1.43-51

“Siga-me” foi uma expressão corriqueira no ministério de Jesus. Ele a usava para chamar pessoas para se tornarem seus discípulos. Isso é visto no chamado dos discípulos. Após chamar André e Pedro, Jesus decidiu ir para a Galileia. No caminho, encontrou Filipe e o chamou para segui-lo. Filipe recebeu essas palavras e tornou-se seguidor de Jesus. E, como discípulo, encontrou Natanael e o convidou para ir e ver quem era Jesus de Nazaré. Natanael reconhece quem é Jesus e se torna seu discípulo.

Essa corrente do discipulado começou com Jesus, estendeu-se aos seus discípulos pessoais e chegou a todos quantos foram chamados a entrar no processo. Todos os chamados para segui-Lo incluirão outros discípulos na corrente do discipulado. É isso que faz com o que o evangelho seja pregado e ensinado, e todos os dias novas pessoas sejam salvas e convidadas para andar com Jesus.

Que todos os discípulos de Jesus, como você e eu, continuem mantendo a corrente do discipulado sempre forte e ativa. Que os discípulos de Jesus sejam encontrados e chamados por Ele, e encontrem outros e os chamem, e esses encontrem outros e os chamem, até que Jesus seja conhecido por todos.

É uma honra participar do movimento missional que Jesus iniciou ao encarnar-se e anunciar que o Reino de Deus havia chegado, e que aqueles que se arrependessem entrariam nele e cumpririam a missão de propagá-lo a todas as pessoas. Estamos no Reino e, em estando nele, o movimento missional será natural. Muitas pessoas virão, verão e entrarão no Reino de Deus.

Encontrou

O evangelho de João é conhecido como o evangelho do encontro. Alguns encontros são emblemáticos, como os encontros de Jesus com Nicodemus e com a Mulher Samaritana. Tenney diz que “a relação pessoal de Jesus com o homem é posta em relevo em João. Vinte e sete entrevistas são anotadas, umas extensas e outras breves”[1] . Dois desses breves encontros foram com Filipe e Natanael. Dois homens que experimentaram o encontro pessoal com Jesus, a revelação de sua pessoa, a salvação e o chamado ao discipulado.

É interessante observar que a palavra “encontrou” repete- -se no chamado de Filipe e Natanael. Primeiro Jesus encontrou Filipe e, depois, Filipe encontrou Natanael. Nada é casual quando o Verbo Encarnado está envolvido. Estava escrito na agenda de Deus que Jesus encontraria Filipe e o chamaria para segui-lo. Isso é tão poderoso que o evangelista João faz questão de dizer que Filipe atendeu ao chamado, porque quem o havia chamado era o divino Filho de Deus. Quando o Filho chama alguém, o atendimento é imediato. Quem é chamado “encontra” outro e o chama para conhecer Jesus. É o que Godet diz: “Uma tocha acesa serve para acender outra”. Filipe sabia bem quem o havia encontrado: “Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas escreveram” (João 1.45). Quando alguém é encontrado e chamado por Jesus, este revela-se a Si mesmo. Filipe procurava Aquele para o qual a Lei e os profetas apontavam. E na procura, foi encontrado! Quando a busca e a revelação acontecem, o resultado é o chamado para viver com Jesus e O proclamar àqueles que querem achá-lo e, também, àqueles que nunca quiseram.

Quando Filipe encontrou Natanael, disse que havia encontrado o Salvador. O problema é que o fato de Jesus ser de Nazaré colocou em descrédito as palavras de Filipe. Natanael não esperava alguma coisa boa de Nazaré. Por isso Filipe diz: “Venha e veja”. O próprio Filipe não tinha ido, mas tinha visto. O outro poderia ir e ver o que ele viu, o Mestre. Não importa se vão acreditar ou não, ir ou não, seguir ou não, o importante é encontrar pessoas e chamá-las para que venham e vejam. O restante é com Jesus.

Filipe continuou vivendo a revelação de Jesus e chamando pessoas durante toda a sua vida e ministério. Observamos Filipe, agora como diácono, explicando as Escrituras ao Etíope que não conseguia entendê-las. Jesus foi apresentado na Palavra àquele homem e ele foi batizado. Filipe continuou dizendo às pessoas: “Venham às Escrituras e vejam Jesus, o Salvador” (At 8.32-35).

Jesus quer ser achado, conhecido, vivido e anunciado. Tudo é propósito de Deus, cujo desejo é fazer Jesus e a sua salvação conhecidos. Deus deu o seu Filho em doação de graça para que encontre pessoas e seja encontrado por elas. Deus ama o mundo e quer que o mundo conheça esse amor, que está em Cristo Jesus.

É muito peculiar como o termo “achar” perpassa os versículos 41-45. Constantemente algo está sendo “achado”. Como são preciosos aqueles tempos! Por trás do “achar” de Jesus encontra-se, assim como por trás do “achar” das pessoas, o “dar” de Deus. Por isso, em seu último diálogo com o Pai, Jesus agradece pelas pessoas que o Pai lhe deu no mundo (Jo 17.6).[2]

Ao encontrarmos ou sermos encontrados por Jesus, entendemos que esse encontro tem um propósito: fazer Jesus conhecido a todas as pessoas; ser um instrumento para que novas pessoas encontrem o Nazareno e entreguem a vida a Ele. Esse encontro com Jesus é o encontro com a missão de Deus em dar Jesus como Salvador ao mundo e a missão de Jesus em ir por todo o mundo, pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações.

Ver

Outra palavra que observamos repetindo-se no chamado de Filipe e Natanael é o verbo “ver”. “Veja”, “ver”, “vi”, duas vezes, “verá”, “verão”. Ao olharmos para o que está no entorno dessas palavras que se repetem ao longo da narrativa, muitas lições são aprendidas. Então, analisemos o verbo “ver” e a suas implicações.

O primeiro “ver” está no convite que Filipe fez a Natanael. “Venha e veja” foi o que Filipe disse. O convite surgiu quando Natanael não acreditou que o Messias havia sido “achado” em Nazaré. Afinal, poderia vir alguma coisa boa de uma cidade desprezada pelos Galileus? Para o evangelista João, era muito mais do que apenas um desprezo, havia outras implicações. Segundo D. A. Carson, da perspectiva de João, o fato de que Jesus foi criado em Nazaré não só obscurecia sua origem, Belém, para aqueles que não pesquisavam a fundo (7.41,42,52), mas também refletia a auto-humilhação do homem vindo do céu. Ele era conhecido como ‘Jesus de Nazaré’ ou ‘Jesus, o Nazareno’ (cf. Mt 2.23), não ‘Jesus Belemita’, com toda as implicações reais e davídicas que isso teria provido. Alguns anos mais tarde, os cristãos seriam desdenhosamente desprezados como a ‘seita do Nazareno’ (At 24.5).[3]

“Venha e veja” é um convite feito por alguém que reconheceu Jesus como o Messias. “Venha e veja” é um convite feito por alguém que não criou ou idealizou um Jesus à sua imagem e semelhança, mas por alguém que o encontrou na Escritura. “Venha e veja” é um convite feito a alguém que, ainda que tenha preconceitos, pode entender quem verdadeiramente é Jesus de Nazaré. “Venha e veja” é um convite para ser discípulo de Jesus.

O segundo e o terceiro “ver” aparecem no encontro de Natanael com Jesus. O Mestre o viu pessoalmente e disse que já o tinha visto antes do encontro. Quando Jesus viu Natanael, revelou que o conhecia muito bem. O Senhor sabia que aquele era um homem da aliança – um verdadeiro israelita em quem não havia dolo. As palavras de Jesus fizeram com que Natanael reconhecesse que o Nazareno era o Messias prometido a Israel.

Jesus disse que havia visto Natanael debaixo da figueira, antes mesmo do encontro entre os dois. O Mestre conhece os seus, aqueles a quem vai se revelar e chamar para o discipulado. Quando o discípulo é visto por Jesus, no dia do chamado ao discipulado descobre que foi visto por Ele a vida inteira e que foi escolhido nessa visão. Quando isso acontece, o resultado é reconhecer quem Ele é e segui-lo para onde Ele for.

O quarto e o quinto “ver” são uma promessa a Natanael, Filipe e todos os discípulos de Jesus. O Nazareno disse a Natanael que ele veria coisas maiores do que aquela, maiores do que saber que Jesus o tinha visto. Natanael veria a grandeza e os feitos do divino Filho de Deus.
O Nazareno também disse que todos veriam o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem. Os céus falam da visão de coisas divinas. Os anjos falam da proteção e providência de Deus. O Filho do homem fala da visão verdadeira de Jesus e a certeza de que, estando Nele, tudo pode ser experimentado.

Decidiu

Jesus decidiu ir à Galileia encontrar e ser encontrado; chamar discípulos para o seguir. Foi uma decisão que tinha como objetivo revelar a si mesmo e ser achado. Isso é graça! A comida que Jesus comia era fazer a vontade de Deus e concluir a sua obra (Jo 5.34). E a vontade de Deus era que pessoas cressem em Jesus. Para que isso acontecesse, Jesus decidiu encarnar-se e revelar-se às pessoas, a fim de que a fé no seu nome gerasse salvação.

A decisão que Jesus tomou e a decisão que todos os seus discípulos precisam tomar é a decisão de segui-lo e entrar para o processo de discipulado. Cada discípulo deve comer a comida que Jesus comia: fazer a vontade de Deus. Os campos estão brancos, e nós devemos tomar a decisão de colher o fruto da semeadura de Jesus.

Eu e você devemos decidir hoje pregar o nome de Jesus para que Ele seja conhecido e achado pelas pessoas. Não podemos mais protelar. Deixar para amanhã. Arrumar desculpas. Transferir a responsabilidade da evangelização e discipulado para outras pessoas. Chamar pessoas para se tornarem discípulas de Jesus é urgente. A decisão Jesus já tomou. Precisamos tomar a nossa! Todo discípulo de Jesus decidiu-se pelo discipulado. Ser discipulado por Jesus é chamar pessoas para serem discipuladas. É urgente! Decida-se!

Notas: 


[1] TENNEY, Merril C. O Novo Testamento: sua origem e análise. Tradução: Antonio Fernandes. São Paulo: Shedd Publicações, 2008, p. 209. 30 MATHETES
[2] BOOR, Werner de. O evangelho de João II: Comentário Esperança/ Werner de Boor. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2002.
[3] CARSON, D.A. O comentário de João / D.A. Carson. Tradução: Daniel de Oliveira & Vivian Nunes do Amaral. São Paulo: Shedd Publicações, 2007, p. 160.

Fonte: napec.org

terça-feira, 11 de setembro de 2018

O mundo contra a Igreja

Texto base: Ap 11.1-13

Introdução

No dia 1º de Julho de 1523, dois jovens agostinianos, Henrique e João, foram queimados em fogueira na praça do mercado em Bruxelas por haverem professado crer nos ensinamentos de Lutero. No mesmo ano, Lutero compõe o hino “Castelo Forte”, mostrando que, quando estamos do lado do Senhor defendendo a Sua causa o inimigo se levanta querendo nos atacar para nos destruir, mas, como diz o Hino: “mui forte é o Deus fiel”. Claro que o hino não diz respeito a esses jovens somente – que foram mortos em praça pública, pois desde abril de 1521 Lutero já se opunha publicamente diante de tribunais por não concordar com tudo aquilo que a Igreja Católica vinha ensinando. Todas as vezes que eu vejo a Igreja sendo perseguida em alguns países, eu me lembro desse hino, o qual mostra com toda certeza que mesmo que o mal nos derrote isso não será o nosso fim, porque “com Ele reinaremos”, pois o inimigo “já condenado está”.

E é isso que João quer transmitir à Igreja daquela época, e para a nossa também. Durante o período da ascensão de Cristo até a sua volta a Igreja será perseguida, mas não será derrotada. Mas, quando estiver próximo do fim, aparentemente o mal derrotará a Igreja, no entanto, quem realmente será derrotado é a Besta e seus seguidores.

Contexto

Nós entendemos que a melhor visão para interpretar Apocalipse – além de fazer conexões com o Antigo Testamento – não é vê-lo em ordem cronológica, pois isso seria meio difícil visto que no final de cada seção ou cena a humanidade morre. E se a humanidade morre em cada encerramento da cena, quem é que surge nos capítulos posteriores? Portanto, Apocalipse 11 faz parte da terceira cena a qual retrata as Sete Trombetas. A primeira cena, que são as sete igrejas, pode ser entendida como A Igreja no mundo; a segunda cena, que são os Sete Selos, pode ser entendida como O sofrimento da Igreja; e aqui a terceira cena, que são as Sete Trombetas, pode ser entendida como uma advertência para o mundo.

Em cada cena a História do mundo e da Igreja é contada de forma diferente, mas sempre visando a volta de Cristo. Por exemplo, os Selos e as Trombetas possuem aspectos diferentes e ao mesmo tempo similares. A diferença pode ser vista no 5º Selo e na 5ª Trombeta. Em cada uma é retratada o sofrimento, só que, em uma o sofrimento é para a igreja e em outra é para os ímpios. E a similaridade é vista em ambas por retratarem o sofrimento. Em resumo, tanto os Selos como as Trombetas mostram o que acontecerá na História até o retorno de Cristo.

O ministério das testemunhas – 11.1-6

A) Resumo 11.1,2

Após João ter um olhar daquilo que ocorre no céu, agora ele se volta para a terra para ver o acontece aqui. Como se fosse um resumo, os versos 1 e 2 mostram o que acontecerá com a Igreja. E por que eu acredito que é a respeito da Igreja o que os versos 1 e 2 nos mostram? Porque são simbólicos. Se entendermos que esse “santuário” se refere ao Templo, podemos cair em algum erro de cronologia. Pois, como sabemos pela grande maioria, Apocalipse foi escrito perto do fim do primeiro século e o Templo foi destruído na década de 70 d.C. Quando João escreve isso o Templo já não existia. Portanto, esse Templo ou santuário que é medido somos nós, a Igreja. O termo “medir”, se olharmos para Ez 40-43 e Zc 2.15, refere-se ao conhecimento de Deus e sua preservação. Ou seja, a parte que é medida é onde Deus é adorado. A verdadeira Igreja que adora ao Deus santo é conhecida e preservada.

Mas, existe uma parte que não é para ser medida, que é o átrio exterior “porque ele foi dado aos gentios” para calcarem os pés a cidade santa por 42 meses, o qual também é descrito adiante como 1260 dias. Como vimos anteriormente, devemos olhar para o Apocalipse com olhos no AT. E aqui parece que João se vale do AT para simbolizar a perseguição do anticristo na Igreja. Dn 8.13 e Is 63.18 nos mostram que os adversários de Deus pisariam o santuário d’Ele, o qual seria zombado. E esses 42 meses não são literais, mas simbolizam o período de tribulação que a Igreja passará até a volta de Jesus, assim como Daniel 9 nos mostra nas famosas 70 semanas. Portanto, João quer nos mostrar que “haverá momentos terríveis” (2Tm 3.1) e que a Igreja deve estar preparada para enfrentar grandes problemas nessa última semana que se consuma com a volta do nosso Senhor.

B) Quem é e o que fazem as duas testemunhas 11.3,4 

Como afirmei anteriormente, essas duas testemunhas representam a Igreja. E digo isso porque a palavra “oliveiras” e “candelabros” se referem à Igreja. O termo “oliveiras” e “candelabros” provém de Zacarias 4. Na visão de Zacarias, o candelabro representa o segundo Templo onde as duas oliveiras forneciam azeite para acender as lâmpadas. No contexto de Zacarias as duas oliveiras são retratadas como “dois ungidos que servem o Senhor de toda a terra” (v.14), que são Josué, o sumo sacerdote, e Zorobabel, o rei. No entanto, por que eu afirmo que são as igrejas? Porque desde o primeiro capítulo do livro, Jesus está no meio dos sete castiçais ou sete candeeiros que são a Igreja de Deus (1.13,20). Mas, por que dois candeeiros e não sete? O tema aqui é outro. A Lei no AT exigia no mínimo duas testemunhas para que houvesse um julgamento justo (Nm 35.30), assim, as duas testemunhas não são profetas literais, mas a Igreja de Deus simbolizando o seu testemunho profético por onde quer que esteja.
Esse testemunho é tanto de lamento como de arrependimento. A frase “vestida de pano de saco” servia tanto para lamento como resultado de uma situação lastimosa, mas também envolvia arrependimento.

O fato de Apocalipse, assim como Jesus, chamar a Igreja de luz do mundo não é à toa. Mas, é para afirmar que a função da Igreja é mostrar o pecado e o caminho, e que o livrinho pode ser doce para aqueles que aceitam o Evangelho, porém amargo para os que recusam o chamado de Deus ao arrependimento. Fazer com que outras pessoas sejam acrescentadas no santuário e vivam o evangelho.

No entanto, a mensagem de juízo (vv. 5,6) não falta à boca das testemunhas. Vemos no AT o juízo de Deus sendo retratado como um “fogo devorador” que sai da sua boca (2Sm 22.9). Por exemplo, Elias fez descer fogo do céu sobre os soldados de Acazias e levou à morte do rei (2Rs 1.10-17), pois houvera consultado deuses pagãos ao invés de consultar o Deus verdadeiro. Portanto, a palavra das duas testemunhas torna-se juízo contra aqueles que rejeitam o Evangelho da salvação.

O texto prossegue (v.6) mostrando outro exemplo. Enquanto João diz que as testemunhas têm poder para que desça fogo do céu, agora essas duas testemunhas têm poder para que pare de chover e que haja pragas sobre a terra. Uma clara alusão à Elias e Moisés. E como Moisés e Elias são mencionados nos dois testamentos? Homens de oração, intercessores. Como foi que Elias fechou o céu? Orando (1Rs 17.1; cf. Tg 5.17).

Qual a função da Igreja enquanto Cristo não volta? Pregar e orar. Não há outro meio para que a Igreja possa suportar as investidas de Satanás, se não pregarmos e orarmos. Temos que anunciar a necessidade de arrependimento e o juízo de Deus sobre aqueles que rejeitam o Evangelho. Ao mesmo tempo, temos que orar rogando a Deus sua graça sobre a Igreja, para que acrescente os eleitos e que Ele faça a sua vontade.

A morte das duas testemunhas – 11.7-10

Enquanto os versos anteriores nos mostram o ministério da Igreja desde a ascensão de Cristo aos céus, do verso 7 ao 10, João nos leva para o futuro mostrando o que acontecerá com ela.

O verso 7 abre essa parte mostrando que, quando a Igreja tiver cumprido com seu ofício, de pregar o Evangelho do Reino a toda criatura, então virá o fim (Mt 24.14). Contudo, quando a Igreja cumprir com aquilo que está determinado, a besta se levantará contra ela e a matará fazendo uma clara alusão ao que disse Daniel: “Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles” (Dn 7.21). A Igreja será tratada com desprezo (v.8), isso é descrito pelo não sepultamento (v.9) na grande cidade retratada como Sodoma, por causa de sua imoralidade, e Egito, pelo fato de perseguir o povo de Deus. No entanto, essa morte não é literal tampouco significa morte espiritual da Igreja. Não é literal, pois Paulo diz que nem todos morrerão (1Co 15.51), nos diz que na volta de Cristo haverá crentes vivos. E não é uma morte espiritual, pois a Bíblia é clara em mostrar que não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo. Essa morte significa que a Igreja estará inativa.

E o que o mundo vai fazer quando a Igreja se calar, antes da volta de Cristo? Regozijar, celebrar e trocar presentes. Eles regozijam por uma satisfação perversa. Eles celebram crendo ser uma grande vitória. E trocam presentes por tamanha alegria, pois aqueles que estavam “atormentando os que moram sobre a terra” estavam mortos.

Mas como diz o ditado, alegria de pobre dura pouco. Aqui, alegria da besta e de seus seguidores dura pouco.

A ressurreição das duas testemunhas – 11.11-13

A Igreja será ressuscitada do seu estado de morte, mostrando que o próprio Deus fará isso, provando que essas testemunhas eram o verdadeiro povo de Deus. E agora a Igreja vai se encontrar com o Senhor nas nuvens, após ouvir a voz do bom pastor dizendo: Subi para aqui.

No mesmo instante, Deus descerá juízo sobre os moradores da terra que deram ouvidos à voz da besta, fazendo com que a décima parte do mundo seja destruída junto com sete mil homens. Enquanto outros glorificarão a Deus, mas já será tarde.

Conclusão

Deus sempre guiou a História do mundo para a Sua própria glória, e todas as investidas que a Igreja recebe no presente momento não nos calarão até que se cumpra o que Deus determinou.

Assim como Cristo teve seu ministério terreno, morte e ressurreição, a Igreja passará por isso também, fazendo aquilo que Deus determinou. Quando se cumprir esse tempo, Deus permitirá que a Besta vença a Igreja. Mas Deus, com o Seu poder, ressuscitará o seu povo.

Aplicação

Para a Igreja: Não devemos temer o inimigo, pois a promessa que Cristo fez é que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja. Enquanto Cristo protege a Sua noiva, devemos cumprir com o mandamento de pregar o Evangelho e orar. E o método de pregação que esse capítulo de Apocalipse nos mostra é diferente daquilo que vemos por aí. O texto diz que o ministério das testemunhas fazia com que o mundo fosse atormentado. Esse tormento não era de uma conduta má que resultava em uma vida de corrupção. Mas, de falar as verdades de Deus anunciando o juízo que se aproxima. Como nós temos atormentado o mundo? Com nosso mau procedimento ou pelo testemunho que damos de Cristo, expondo os erros e mostrando o caminho a ser tomado?

Para os descrentes: Se arrependam, o juízo de Deus se aproxima. E saibam de uma coisa, não haverá chance de arrependimento quando a Igreja for tirada da terra, pois após o arrebatamento Deus trará juízo e condenação. O apóstolo Paulo diz: “Com efeito, o ministério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhe manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.” (2Ts 2.7-12). Quem crê em Cristo, tem a vida eterna. Aquele que não crê já está condenado.

Fonte: napec.org

domingo, 9 de setembro de 2018

AS 70 DOUTRINAS HERÉTICOS DA CCB.

1ª heresia: Ocultismo – Decidem todas as suas heresias a portas fechadas e divulgam-nas por meio de LISTAS SECRETAS DE ENSINAMENTOS dirigidas exclusivamente aos membros do ministério, sem a competente informação da base bíblica. Leia João 18:20-21; Mt 5:14-15; At 15; At 20:20 e 20:27.

2ª heresia: A Bíblia - “CONTÉM” - a Palavra de Deus. Isto torna a Bíblia um livro comum. Mudaram isso no estatuto de 1995 e fazem segredo até a presente data, enganando a irmandade pois até hoje distribuem hinários com o 1º Ponto conforme convenção de 1927.

3ª heresia: Negação da divindade absoluta de Jesus Cristo. Ensinam que Jesus Cristo nasceu um homem como você e como eu. Negam a encarnação do Verbo Divino. Declaram nas LISTAS SECRETAS "que Jesus Cristo foi feito Senhor e Cristo depois da ressurreição"

4ª heresia: "A Bíblia é letra morta." O 1º Ponto de Doutrina declara "“Nós cremos na inteira Bíblia e aceitamo-la como infalível Palavra de Deus inspirada pelo E. Santo”. “A Palavra de Deus é VIVA e eficaz...” (He 4:12) ““Anulastes a Palavra de Deus pela tradição” (Mc 7:13.)

5ª heresia: "A Bíblia só tem vida na boca do servo da CCB. ““Deus amou o mundo... João 3:16” o evangelho é para ser pregado a toda raça, tribo, nação e a CCB não saiu do Brasil. No mundo há 450 países, protetorados, possessões, domínios, milhares de tribos, à espera do evangelho.

6ª heresia: "Salvação só na CCB. Este grupo só começou a reunir em 1910 e em 100 anos ainda não saiu do Brasil. No mundo há 450 países, protetorados, domínios, possessões. Milhares de nações indígenas e milhares de línguas e dialetos aguardando a tradução da Bíblia.

7ª heresia: "A CCB é a verdadeira igreja que Deus deixou na terra, “a moeda verdadeira” e todas as demais são falsas. Esta relação de heresias que somam 70 pontos, é um documento fiel, prova que o ministério tornou a CCB uma igreja falsa e mentirosa.

8ª heresia: "Falsa profecia no púlpito. Veja que todos os profetas de Deus profetizaram de maneira inconfundível. Suas profecias não eram jogadas no ar e ... “caia na cabeça de quem cair”. Eram direcionadas corretamente. Veja, como exemplo, Ágabo amarrou Paulo com o cinto do mesmo e fez a profecia. Na sala havia outras pessoas, mas ninguém saiu dali com dúvidas. Todos entenderam que era com Paulo. At 21:10-11.

9ª heresia: "Púlpito de outras igrejas é ocupado por demônios. Notou que em caso de possessão demoníaca, não há um servo capaz de expulsar o demônio? Porque será? Pastor dá show na TV, mas o Ancião dá desculpa. Incrédulo não expulsa demônio. Mt 12:26; Mc 16:17. Quando temos manifestação demoníaca nos nossos cultos, a pessoa é retirada pela pessoa da portaria e levado para o “quartinho”, ficando isolada. No final do culto volta para casa, carregando consigo o seu demônio. Não há ninguém capaz de resolver esse problema espiritual.

10ª heresia: "Dom para expulsar demônios. É preciso ter o dom da vida eterna, ser salvo. Anciães da CCB não estão salvos, os mesmos não possuem o Espírito de Deus para expulsar demônios. Pastores dão show na TV enquanto os Anciães dão desculpas. Mt 12:26; Mc 16:17.

11ª heresia: "Salvação por meio de obras. Salvação é pela graça e não por obras. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé. E isto não vem de vós, é dom de Deus. NÃO VEM DAS OBRAS para que ninguém se glorie” (Ef 2:8-10) Leia também Rm 11:6 “Se é por graça JÁ NÃO É POR OBRAS”” e Rm 4:1-25.

12ª heresia: "Disseminação de doutrinas heréticas em LISTAS SECRETAS DE ENSINAMENTOS. O Senhor Jesus não praticou isso. Veja João 18:20-21; Mateus 5:14-15; Atos 15; Atos 20:20 e 20:27. Na obra de Deus nada deve ser secreto. As decisões em Atos 15 foram divulgadas a todos. Nada escondido. Leia 2º Pe 2:1.

13ª heresia: "CCB é a graça de Deus - Grande mentira! A graça de Deus é o sacrifício de Jesus na cruz do Calvário para salvar nossas almas e seu sangue para perdoar os nossos pecados. (1ª Jo 2:1-2). Toda obra diabólica vem para aniquilar esta verdade expressa na Bíblia.

14ª heresia: "Negam o estudo bíblico – O Senhor ordenou: “Ide, ensinai”; “ensinai a guardar tudo que vos tenho mandado” (Mt 28:19-20). Paulo ensinou Timóteo e mandou que ensinasse a outros homens também idôneos. (2º Tm 2:1-2). O N.T. todo manda ensinar.

15ª heresia: "Não existe o ministério de pastor. A palavra para Pastor, Bispo, Ancião é a mesma: "“presbítero”. A Bíblia ensina: “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para ... e outros para ... e outros para pastores e doutores” (Ef 4:11 e 1º Pe 5:4 ).

16ª heresia: "Negam a existência de mestres e doutores. Nas Escrituras aprendemos que “E Ele mesmo deu uns para...pastores e doutores” (Ef 4:11). Na igreja primitiva houve muitos doutores e mestres (Irineu, Justino, Taciano, Teófilo, Orígenes, Agostinho).

17ª heresia: "O uso do véu e do cabelo: Usos e costumes orientais. Paulo manteve para não dificultar a pregação do evangelho. Não dá para dogmatizar isto. Além das instruções do Apóstolo ensinando que “o cabelo foi dado no lugar do véu.” Sociedades há no mundo onde a mulher rapa a cabeça. Como pregar isso para eles?

18ª heresia: "Não ao sustento do obreiro: Desobedientes! Em seis lugares a Bíblia manda sustentar o obreiro. O Senhor ordenou isso. Paulo recebeu salário. (2ª Co 11:8). Veja em 1º Tm 5:18 “digno é o obreiro do seu salário”. O ancião recebe muito mais que um salário em negociatas com a CCB, ou no meio da irmandade, ou outros benefícios mais.

19ª heresia: "Não ao dízimo: Contudo, é ordem do Senhor: “[...] deveis, pois, fazer estas coisas sem omitir aquelas”. (Mt 23:23) Condenam o dízimo, mas têm cinco coletas diferentes que são cobradas todos os cultos. Viagens, construções, piedade, manutenção, fora pedidos de ofertas voluntárias e coletas extras que os diáconos fazem.

20ª heresia: "A prática do alcoolismo. É elevado o teor alcoólico dos "“velhinhos” da CCB. E só whisky importado. Muitos viciados no ANCIANATO. Há ministros donos de botequins e ganhando o seu pão de cada dia vendendo a pinga, o conhaque e o cigarro. Alguns destes botecos tem também jogos a disposição dos viciados no fumo e na cachaça. Assista a um casamento de membros da CCB. Vai verificar que são de membros da “Congregação Cristã do Barril”, não "do Brasil". Não têm poder para controlar a carne, não possuem o Espírito Santo e por isso são escravos do vício.

21ª heresia: "O templo é um lugar sagrado. O templo não é a igreja. É uma construção de alvenaria. Igreja é o corpo espiritual de Cristo, formado pelos servos de Deus que viveram em todas as épocas. “Habitaria Eu em casas feitas por mãos de homens”?

22ª heresia: "Obrigar mediante coerção irresistível os membros do ministério a não viverem de acordo com os seus pensamentos e a sua consciência. Os ministros que se opõem a ensinamentos vindos da liderança são expulsos, desprezados e considerados ímpios, almas perdidas por todo o povo, já que toda a irmandade foi ensinada assim pelo método de "linguagem subliminar"

23ª heresia: "Adultério é pecado de morte. Jesus ensinou que “todo pecado e blasfêmia cometido pelos homens tem perdão, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não tem perdão...” (Mt 12:24-32). Mas a CCB lança no inferno e despreza quem caiu nessa situação. Diz que o pecado destas pessoas não tem perdão. Davi adulterou e foi perdoado. O filho pródigo fez pior, foi e gastou tudo com as prostitutas e, quando voltou arrependido, foi beijado, abraçado e festejado. (Lc 15).

24ª heresia: "A migração do crente para outra igreja evangélica é apostasia. Ora, Francescon saiu da Igreja Presbiteriana, fundou a Congregação e depois migrou para a CCA, que não mantém nenhum vínculo com a CCB. O Irmão. Beretta, seu batizador, foi o campeão da apostasia pois abandonou os Metodistas Livres indo para o meio dos presbiterianos italianos, batizou novamente na Igreja dos Irmãos, depois migrou para o grupo do Ir. Francescon. E não sabemos se parou por ai...

25ª heresia: "Participar do culto em outras denominações evangélicas é adulterar espiritualmente. Ora, adultério é a relação sexual entre um homem e uma mulher e um deles pelo menos com o vínculo do matrimônio. “Torcem” os textos como em Mc 10, para dar base bíblica às suas heresias. Veja 2ª Pe 3:16

26ª heresia: "Visitar outra igreja evangélica é pecado de morte. Forçam o sentido de textos como em Mc 10 para dar base bíblica às suas heresias mentirosas. Esta heresia é uma violência à nossa liberdade de escolha. “...não vos façais escravos de homens”.

27ª heresia: "O Espírito de Deus só opera na CCB. Com estas heresias, com certeza o Espírito não opera é na CCB. Leia Mt 24:24: “...falsos profetas farão... sinais e prodígios que se possível enganariam até os escolhidos”. Ap. 16:14 e 19:20; 2º Co 11:13-15.

28ª heresia: "As outras igrejas são operadas por espíritos mundanos ou demoníacos. A CCB em 100 anos não saiu do Brasil. As demais denominações estão espalhadas pelo mundo. Será que as denominações governadas por homens endemoniados resolveram fazer o que a CCB se nega fazer, o “ide por todo o mundo"?

29ª heresia: "É pecado de morte se opor a CCB. O diabo domina pessoas com medo e terror. MENSAGENS SUBLIMINARES e lavagem cerebral, anularam a capacidade de análise e o senso crítico das pessoas. Sem conhecimento bíblico as pessoas foram escravizadas.

30ª heresia: "A doutrina da ICAR, a transubstanciação na santa ceia. Esta heresia está apenas no começo. Estão "“sepultando” os restos da ceia. Daqui a pouco estarão se reunindo, cantando hinos e exortando como fazem nos funerais. Os restos, ou se consome ou se joga fora.

31ª heresia: "O batismo em nome de uma quaternidade. A Bíblia cita batismos “em nome de Jesus Cristo” (At 2:38, At 10:48), “em o nome do Senhor Jesus” (At 8:16, At 19:5), mas o Senhor ensina “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O que a CCB faz é uma excrescência tolerável, uma inserção indevida. O erro é fazer dogma. E não dá para ficar "apontando o dedo" para condenar o batismo dos outros.

32ª heresia: "A controvérsia inventada pela CCB na fórmula batismal: “te batizo” e “eu te batizo”. Esta é de uma pobreza intelectual formidável. Dá para andar por ai com vergonha de dizer-se crente da CCB. Vamos ser heréticos mas não analfabetos.

33ª heresia: "Só o batismo da CCB é válido. Só o ancião da CCB tem o “copyright” (direitos autorais) para batizar. Só ele tem as chaves do reino dos céus, não importa se o tal é homossexual, ou adúltero, ou ladrão de coletas, estelionatário, maçom ou incrédulo.

34ª heresia: "O batismo salva. Os judeus batizavam. João Batista batizava. É fácil entender que Jesus não precisaria morrer para nos salvar, se o batismo salva. Cristo poderia morrer de velhice. Este é um ataque diabólico ao sacrifício de Cristo.

35ª heresia: "O batismo regenera. Quem regenera é o Espírito Santo no momento em que a alma acredita no sacrifício de Cristo para a sua salvação. Ocorre quando o crente recebe o Espírito Santo. É a habitação do Espírito Santo no coração do Crente. Pode ser antes ou depois do batismo. Veja At 10:47 e 9:1-18.

36ª heresia: "A salvação por meio das obras. A salvação é pela graça (graça significa: favor que não merecemos). “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras para que ninguém se glorie” (Ef. 2:8-10);” E se é por graça, JÁ NÃO É POR OBRAS, do contrário graça já não é graça” (Rm 11:6); Rm 4:2.

37ª heresia: "A purificação dos pecados pelas águas do batismo. O que nos limpa dos pecados é a fé no sangue do Senhor Jesus. Este é outro ataque diabólico à obra de redenção do Senhor “...o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado” (1º Jo 1:7.)

38ª heresia: "O sono após a morte. A Bíblia ensina que há vida consciente após a morte. Ap 6:9-10; Ap 7:9-10; Ap 7:15-17; Mt 17:3; Lc 16:20-31;

39ª heresia: "Rejeição da certeza da salvação. Só pode duvidar quem não possuem salvação. “Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho: quem a Deus não crê, mentiroso o fez; porquanto não creu no testemunho que Deus de seu filho deu” (1º Jo 5:10.)

40ª heresia: "Só é válida a oração de joelhos. A Bíblia mostra oração feita em diferentes posições. Oração em pé Gen. 18:22; sentado At 2:1-4; de cócoras 1º Re 18:42; no ventre do peixe Jn 2:1-3; deitado Is 38:2-3. O que importa a atitude do coração. O fariseu não foi ouvido - o publicano sim.

41ª heresia: "Prática do ósculo santo. Usos e costumes orientais que perdura até hoje. Paulo instruiu para praticar, a fim de não colocar dificuldade para a pregação do evangelho. Não dá para dogmatizar. Há incoerência na argumentação da CCB.

42ª heresia: "A saudação válida é a da CCB: "Paz do Senhor" ou "paz de Deus". Senhor no grego é “kyrios” e equivalente a “Adonay” em hebraico, nome, e não uma expressão de tratamento. Já “El” usado por judeus e pagãos, pode referir-se a qualquer Deus Tratam o nome de Deus de maneira ambígua. Da maneira que está pode referir-se a um deus qualquer. Precisamos ter o maior respeito com o uso do nome de Deus.

43ª heresia: "Prática do ósculo santo. Usos e costumes orientais que perdura até hoje. Paulo instruiu para praticar, a fim de não colocar dificuldade para a pregação do evangelho. Não dá para dogmatizar. Há incoerência na argumentação da CCB.

44ª heresia: "Proibido mulher pregar. Usos e costumes orientais. Paulo instruiu para praticar para não colocar dificuldade ao evangelho. Na CCB a mulher ora e dá testemunho. Como pregar o evangelho em sociedades matriarcais? Não dá para dogmatizar.

45ª heresia: "Proibido mulher exercer ministério ou ensinar na igreja. Discriminação sexual. Ana Spina ensina. Porque a Ana Spina pode presidir e ensinar e as demais não podem? Priscila ensinou At. 18:24-26-Rm 16:3. Onde não há homem, quem pregará? Na história da CCB tivemos mulheres cooperadoras e missionárias. Mulheres pregando nas reuniões, até o ano de 1940.

46ª heresia: "Proibido mulher tocar outros instrumentos exceto órgão. Discriminação sexual proibido por lei. Isto gera filas enormes nos cultos pois todas desejam prestar um serviço no andamento do culto. Esta heresia deixa na “cara” de qualquer um, que só o diabo é capaz de inventar uma idiotice destas.

47ª heresia: Prática da LINGUAGEM SUBLIMINAR. Mensagens embutidas no meio da pregação, sem amparo bíblico, heréticas, e o povo por não conhecer o que ensina a Bíblia, recebe como verdadeiro e vindo do céu. É crime previsto em lei. É a manipulação mental.

48ª heresia: "Rejeição da pregação em lugares públicos. O Senhor e os Apóstolos pregaram nas praças, nas ruas e em lugares públicos. Mais uma “trava” diabólica para impedir a divulgação do evangelho. “Ide e pregai” não “aguardar que venham ao templo”.

49ª heresia: "A palavra pregada é mais importante do que a Bíblia." Resultado da prática da “roda da sorte” e da dependência da “boca dos homens” da CCB. Conseguiram isso com falsas profecias, LINGUAGEM SUBLIMINAR e a proibição do estudo bíblico.

50ª heresia: "48ª heresia: A apostasia da igreja cristã através dos séculos e a restauração através da CCB." O Senhor disse que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18). Admitir isso é acreditar que a obra de Deus fracassou. A CCB é a grande apostasia.

51ª heresia: "A prática da manipulação e controle mental através de ensinos que levam a uma estrutura psicológica fechada. A aplicação da LINGUAGEM SUBLIMINAR e a ausência do ensino bíblico. Mensagens subliminares que aterrorizam e geram superstição.

52ª heresia: "Revelações outras fora da Bíblia. Acreditam em testemunhos e pregações contraditórios ao ensino bíblico. Práticas reveladas contrárias ao ensino bíblico... Uso da MENSAGEM SUBLIMINAR como revelação, que possibilita o controle da mente.

53ª heresia: "Histórico da Obra de Deus revelada pelo Espírito Santo, no século atual” e “Mensagens”, como mais importante que as Escrituras Sagradas. Seguem a falsa profecia contida no “Mensagens” e “lixo” para a ordem do Senhor “Ide e pregai” Mc 16:15, Mt 28:19.

54ª heresia: "Dogmatismo doutrinário em pontos, praticas, usos, costumes e liturgias secundárias e irrelevantes. Neste ponto dá para escrever um livro, tantas “asneiras” colocadas como dogma para evidenciar um exclusivismo religioso. Ver heresias já relatadas.

55ª heresia: "Tradição oral transmitida entre si e revelações outras com peso e autoridade maior que o ensino da Bíblia. “Tudo é de Deus”. Não há o senso crítico e a capacidade de análise. O temor, o terrorismo, a superstição e a ignorância campeiam nos corações e nas mentes.

56ª heresia: "A idolatria aos anciães. A prática de falsas profecias com a “roda da sorte” e a ausência do ensino bíblico gerou a dependência da boca do ancião. A aplicação de LINGUAGEM SUBLIMINAR e o terrorismo geraram a idolatria. Ler Ex 20:3.

57ª heresia: "A proibição de ler literatura cristã. É a prática do controle mental, para facilitar a castração do senso crítico e a capacidade de análise. Facilita a pregação da MENSAGEM SUBLIMINAR e, como conseqüência, a dependência mental.

58ª heresia: "Proibido casar com crentes evangélicos de outras denominações:
Discriminação religiosa. É crime proibido por lei. Não tem base bíblica. Resultado do sectarismo religioso, da ignorância em que o povo vive (2º Co 3:17; Gl 5:13; Jo 8:36).

59ª heresia: "Membros do ministério estão proibidos de casar com mulheres viúvas ou divorciadas. Esta heresia teve uma correção parcial em 2004. Aprenderam isso com os sacerdotes do Velho Testamento. Leia o retrato literário da CCB em 1º Tm 4:1-5. Veja He 13:4.

60ª heresia: "Não comparecer a festas realizadas em templos de outras denominações. Discriminação religiosa. É crime proibido por lei. Não tem base bíblica. Resultado do sectarismo religioso, da ignorância em que o povo vive (2º Co 3:17; Gl 5:13; Jo 8:36).

61ª heresia: "Alimentar-se em festas natalícias, festas de casamentos realizados em outras igrejas ou alimentícios de empresas. A Bíblia ensina que “o que sai da boca é que contamina o homem” e “o reino de Deus não é comida ou bebida”. Mt 15:11; Rm 14:17.

62ª heresia: "Prática do proselitismo, pregam "“a roda da sorte” (convite para ouvir profecias sobre a sua vida) e as heresias da CCB para outros crentes ao invés de pregar a salvação do evangelho. Não dão testemunho para os não salvos.

63ª heresia: "Conceito Calvinista misturado com Arminianismo. Acreditam que “os escolhidos” vão entrar no céu, quer queiram, quer não, e também acreditam que podem perder a salvação. Também acreditam que só entrarão no céu se forem firmes e fieis, se forem batizados por um ministro da CCB, se pertencerem à CCB.

64ª heresia: "Prática do nepotismo, apresentada como revelação divina. Esta heresia é brutal e mostra como são mentirosos. Deus só revela parentes para o ministério? Famílias de uma santidade incrível! Para ser ancião só é preciso um sobrenome influente?

65ª heresia: "A prática da “gnose” em desprezo total às Escrituras Sagradas. Estão sempre em busca de “novas revelações”; acham-se “Apóstolos de um Novo Testamento”. “Criaram um novo evangelho”. 2º Co 11:4; Gl 1:6-8; Cl 1:23. Isto é anátema!

66ª heresia: "Impor doutrinas sem admitir questionamentos. Violência contra a liberdade de pensamento e de consciência. Evidência da prática do controle mental, conseguido pela prática de MENSAGENS SUBLIMINARES e ignorância do que a Bíblia ensina.

67ª heresia: "Nossos corpos ressuscitados serão iguais ao do Senhor Jesus. A Bíblia ensina que os nossos corpos serão semelhantes ao do Senhor bem como Ele se fez semelhantes a nós. Fp 2:7; Hb 2:17; 1º Jo 3:2.

68ª heresia: "A Bíblia é confusa e cheia de erros. Resultado da prática da “gnose” conhecimento espiritual exclusivamente por revelações. Não examinam as Escrituras. Acreditam por isso que a Bíblia é um livro comum. Leia 2º Ts 3:16 e o 1º Pto de Doutrina.

69ª heresia: "Tribunal de Exceção. Se você contrariar um ancião, será chamado a uma reunião onde o seu opositor será o juiz, acusador e algoz. Você será lançado no poço do inferno quer tenha razão quer não.

70ª heresia: "Funeral feito para o cadáver. A CCB não faz o funeral se o cadáver não for de um crente da CCB, "afinado" com as suas heréticas doutrinas. Esquecem que a Palavra é para a consolação e salvação dos familiares do falecido.

Aut. Sergio Baeta