segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Quem é o Espírito Santo?

Alguns anos atrás um professor de quinto ano perguntou aos alunos de sua classe se alguém poderia explicar o eletricidade. Um rapaz levantou a mão. O professor, perguntou: – Como você poderia explicar, Jimmy?

Jimmy coçou a cabeça, pensou, e respondeu: – Ontem à noite eu ainda sabia, mas agora esqueci!

O professor sacudiu tristemente a cabeça e disse para a classe: – Que tragédia! A única pessoa no mundo que já entendeu a eletricidade, e ele esqueceu!

Este professor está na mesma situação que você e eu quando estudamos a doutrina da Trindade. Aceitamos o fato de que a Espírito Santo é Deus, assim como o Pai e o Filho são Deus. Mas quando temos de explicar, estamos num beco sem saída. Nos últimos anos foi falado e escrito sobre a Espírito Santo possivelmente mais do que sobre qualquer outro terna religioso, excetuando o ocultismo. Isto aconteceu principalmente por causa da influência do movimento carismático, que tem sido chamado de “a terceira força” do cristianismo, ao lado do catolicismo e protestantismo. O movimento carismático mais recente, que tem algumas de suas origens no pentecostalismo histórico e dá ênfase ao Espírito Santo, este atualmente permeando profundamente a maioria das principais denominações, bem como o catolicismo. Podemos sentir como o assunto é vasto, e como sabemos pouco sobre ele. Mesmo assim, Deus revelou em Sua Palavra tudo que devermos saber.

Surgirão neste livro muitas perguntas que crentes confusos e às vezes incultos tentaram responder. De fato, milhões de cristãos em todos os continentes estão fazendo estas perguntas. Estão procurando e merecem respostas bíblicas.

Por exemplo: O que é o batismo da Espírito santo? Quando ocorre? Falar em línguas é possível ou necessário hoje em dia? Existe urna experiência chamada “segunda bênção”?

Para iniciar nosso estudo, temos de colocar bem no começo uma pergunta crítica: Quem é o Espírito santo?

O Espírito Santo é uma Pessoa

A Bíblia ensina que o Espírito Santo é uma pessoa. Jesus nunca chamou o Espírito Santo de “isto” quando falava dEle. Em João 14, 15 e 16, por exemplo, Jesus falou do Espírito Santo como “Ele”, porque Ele não é uma força ou uma coisa, mas uma pessoa. Falta instrução ou mesmo discernimento a alguém que trata o Espírito Santo como “isto”.

Na Bíblia vermos que o Espírito Santo tem intelecto, emoções e vontade. Além disto, a Bíblia diz que Ele faz coisas que uma força não faria, somente uma pessoa real.

Ele fala: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas, Ao vencedor dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Apoc. 2:7).

“E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” (Atos 13:2).

Ele intercede: “Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havermos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rom. 8:26, IBB).

Ele testifica: “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei do parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim” (João 15:26).

Ele guia: “Então disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro, acompanha-o” (Atos 8:29).

“Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.” (Rom, 8:14).

Ele ordena: “E percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas a Espírito de Jesus não o permitiu” (Atos 16:6, 7).

Ele conduz: “Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir” (João 16:13).
Ele nomeia: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho. Pois o Espírito Santo os pôs como guardiães do rebanho, para pastorear a Igreja de Deus, que ele comprou por meio do sangue do Seu própria Filho” (Atos 20:28, BLH).

Pode-se mentir para Ele: “Então disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (Atos 5:3, 4).

Pode-se insultá-Lo: “De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos rés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?” (Heb. 10:29).

Pode-se blasfemar contra Ele: “Por isso vos declaro: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra a Espírito Santo não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem ser-lhe-á isto perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isto perdoado, nem neste mundo, nem no porvir” (Mat. 12:31, 32).

Pode-se entristecê-Lo: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes seladas para o dia da redenção” (Efés. 4:30).

Cada uma das emoções e atitudes que alistarmos são características de uma pessoa. O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo. Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade. Mas não é só Pessoa; também é divino.

O Espírito Santo é uma Pessoa Divina: Ele é Deus

Em toda a Bíblia poremos ver claramente que o Espírito Santo é o próprio Deus. Isto poremos deduzir dos atributos que a Escritura Lhe confere. Estes atributos, sem exceção, são os da próprio Deus.

Ele é eterno: Isto significa que nunca houve um momento em que Ele não existiu. “Muito mais o sangue de Cristo que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas para servirmos ao Deus vivo!” (Heb. 9:14).
Ele é Todo-Poderoso: “Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso também o ente santo que há de nascer, será chamada Filho de Deus” (Lucas 1:35).

Ele é Onipresente (está em todo lugar ao mesmo tempo): “Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença?” (Salmo 139:7, IBB).

Ele sabe tudo (é onisciente): “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; parque o Espírito a todas estas coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (I Cor. 2:10, 11).

Ele é chamado Deus: “Então disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (Atos 5:3, 4, grifo meu).

“E todos nós com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2 Cor. 3:18).
Ele é o Criador: A primeira referência bíblica ao Espírito Santo está em Gênesis 1:2, onde lemos: “O Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. No entanto, Gên. 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. E em Colossenses 1, escrevendo à Igreja de Colossos sobre o Senhor Jesus Cristo, no meio de outras grandes verdades Paulo nos diz. “Nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste” (é conservado em ordem e harmonia, BLH) (Col. 1:16, 17).

Assim, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estavam juntos criando o mundo. É da máxima importância para todos os cristãos compreender e aceitar estes fatos, tanto na teologia como na prática.
Certa vez eu fiz algumas destas afirmações diante de seminaristas. Um deles perguntou: “Geralmente Ele é mencionado por último. Isto não implica em inferioridade?” Só que em Romanos 15:20 Ele não é mencionado por último: “Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor.” E em Efésios 4:4 Paulo diz: “Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação”.

Mais que isto, a colocação usual das três pessoas da Trindade no Novo Testamento tem a ver com sua seqüência e função. Dizemos, por exemplo, que oramos ao Pai, através do Filho, no poder do Espírito Santo. Eu já mostrei antes que, em termos de função, o Pai veio primeiro, depois a Filho se encarnou, morreu e ressuscitou. Agora, o Espírito atua nesta era do Espírito. A seqüência não prejudica a igualdade, só tem a ver com função e cronologia.

A Trindade

Quando comecei a estudar a Bíblia, anos atrás, a doutrina da Trindade foi um dos problemas mais complexos que encontrei, Nunca cheguei a uma conclusão satisfatória, porque parte dela é mistério. Apesar de não entendê-la totalmente até hoje, aceito-a como revelação de Deus.
A Bíblia me ensina que o Espírito Santo é um ser vivo. É uma das três pessoas da Trindade. Explicar e ilustrar a Trindade é uma das tarefas mais difíceis que se pode dar a um cristão. O Dr. David McKenna contou-me certa vez que Doug, seu pequeno filho, lhe perguntou: – Deus Pai é Deus? Ele respondeu: – Sim. – Jesus Cristo é Deus? – Sim. – O Espírito Santo é Deus? – Sim. – Então como Jesus pode ser Seu próprio Pai? David pensou rápido. Eles estavam naquele momento sentados em um velho Chevrolet 1958. – Escute, filho, ele respondeu. – Ali debaixo do capô está a bateria. Eu posso usá-la para acender as luzes, tocar a buzina e dar partida no carro. Como isto acontece é um mistério – mas acontece! concluiu.

A Bíblia nos ensina a realidade da Trindade, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Estudemos algumas passagens.

Deus revela a Si mesmo na Bíblia progressivamente. Mas há indicações desde a começo do livro de Gênesis de que Deus existe em três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo – e que estas três pessoas constituem o único Deus. O cristianismo é trinitário, não unitário. Ao mesmo tempo há um só Deus e não três, deixando claro que o cristianismo não é politeísta.

A Bíblia começa com uma afirmação majestosa: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gên. 1:1).

Estudiosos de hebraico me disseram que na língua hebraica há três graus de número: Singular – um; dual – dois; plural – mais de dois. A palavra traduzida por “Deus” em Gênesis 1:1 é plural, indicando mais de dois. Matthew Henry diz que ela significa “a pluralidade de pessoas na deidade: Pai, Filho e Espírito Santo. Este nome de Deus m plural.. . (confirma) nossa fé na doutrina da Trindade, que é claramente revelada no Novo Testamento, apesar de só levemente sugerida no Antigo”.1

Vemos no relato da criação que Deus desde o início nos fornece algumas indicações da verdade de que a Deidade se compõe de mais de uma pessoa. Eu grifei algumas palavras. Em Gênesis 1:26 Deus diz: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sabre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.”

Mais adiante, em Gênesis 3:22, o Senhor Deus disse: “Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal.” E em Gênesis 11:6, 7 o Senhor disse: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo: agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não enteada a linguagem do outro.” Quando Isaías ouviu a voz do Senhor, dizendo: “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”, ele respondeu: “Eis-me aqui. Envia-me a mim!” (Isaías 6:8).

A doutrina da Trindade está bem mais desenvolvida no Novo do que no Antigo Testamento. Já que a revelação é progressiva, mais luz foi lançada sobre o assunto que estamos estudando. Quando Deus Se revelou totalmente no tempo de Cristo e dos apóstolos.

Em Mateus 28:18-20 está registrada a última ordem de Jesus antes da Sua ascensão. Ele diz aos Seus seguidores: “Fazei discípulos de todas as nações”, batizando os convertidos “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Jesus ensinou aqui que Seus seguidores deveriam levar a mensagem do Seu Evangelho a todas as nações, depois de Ele deixá-los. O Espírito Santo iria usá-los para convocar um povo para a Seu nome. Esta comissão trinitária para batizar associa o Espírito Santo com Deus Pai e Deus Filho como igual a Eles. Ele é Deus Espírito Santo.

É emocionante notar que Jesus diz que não deixará os crentes sozinhos. Através do Espírito Santo que Ele e o Pai enviaram, Ele nunca nos deixará nem nos abandonará (Heb. 13:5). Ele permanecerá com cada crente até o última instante. Este pensamento me tem encorajado centenas de vezes nestes dias sombrios, em que as forças satânicas estão operando em tantos lugares diferentes do mundo.
Dentro desta mesma linha de pensamento, o apóstolo Paulo afirmou: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2 Cor. 13:14). Esta bênção não deixa dúvidas de que o Espírito Santo é um com o Pai e um com a Filho na Deidade. Não é um mais um mais um igual a três. É um vezes um vezes um igual a um. O Espírito Santo é um com o Pai e com o Filho. Se o Pai é Deus, e Jesus é Deus, então o Espírito Santo também é Deus.

O principal problema da doutrina da Trindade é que o cristianismo diz ser monoteísta. Rejeita o politeísmo, a crença em mais de um Deus. A resposta é que a Trindade preserva a unidade da Deidade, reconhecendo ao mesmo tempo que nela há três pessoas, que não deixam de ser uma em essência. Deus é um, mas esta unidade não é simples – é complexa.

Isto é um assunto terrivelmente difícil – muito além da capacidade de compreensão das nossas mentes limitadas. Mesmo assim é extremamente importante declarar a posição bíblica, e ficar em silêncio onde a Bíblia não diz nada. Deus Pai é plenamente Deus. Deus Filho e Deus Espírito também. A Bíblia apresento isto como um fato. Não o explica. Apesar disto muitas explicações têm sido sugeridas, algumas parecendo ser bem lógicas, mas nenhuma consegue preservar a verdade do que a Escritura ensina.

O “modalismo” foi uma heresia dos primeiros tempos do cristianismo. Ensinava que Deus apareceu em diferentes épocas sob três modos ou formas diferentes – primeiro como Pai, mais tarde como Filho, e por último como Filho. Os que defendiam este ponto de vista pensavam que ele preservava a unidade do monoteísmo. Mas significava também que quando Jesus orava, Ele tinha de falar consigo mesmo. Além disto um texto como o de Atos 2, que diz que o Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo, faz pouco sentido m modalismo. Acima de tudo, esta posição violava a mais clara apresentação da Trindade em unidade, expressada na Grande Comissão de Jesus, registrada por Mateus. Jesus disse claramente que Seus discípulos deveriam batizar os convertidos “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. A construção da frase no grego deixa claro que Jesus está se referindo a três pessoas diferentes. Ele ensinou, sem margem de dúvida, a doutrina da Trindade.

Vimos até aqui que o Espírito Santo é uma pessoa, é Deus, e faz parte da Trindade. Quem não reconhecer isto não terá a Sua alegria e poder. De fato, uma compreensão deficiente de qualquer pessoa da Trindade trará a mesma conseqüência, porque Deus é importante em todos os sentidos. Mas isto vale especialmente para o Espírito Santo, porque apesar de o Pai ser a fonte de todas as bênçãos, e o Filho o canal de todas as bênçãos, é pela ação do Espírito Santo em nós que toda a verdade se torna viva e operante em nossas vidas.

Para resumir tudo isto, a afirmação mais importante que eu posso fazer é esta: não há nada que o Pai Seja e o Espírito santo não seja. O Espírito Santo tem todos os aspectos essenciais da deidade. Podemos dizer dEle a mesma coisa que o antigo Credo Niceno disse de Jesus Cristo: Ele é verdadeiro Deus de verdadeiro Deus! Assim, nós dobramos as joelhos diante dEle, nós O adoramos, e O tratamos em tudo como a Escritura exige que tratemos o Deus Todo-Poderoso.

Quem é o Espírito Santo? Ele é Deus!

Extraído do livro “O ESPÍRITO SANTO”, Billy Graham

Fonte: CACP

sábado, 19 de janeiro de 2019

Sacrifício de crianças — no passado e hoje

“Se o povo da terra fechar os olhos a respeito do homem que entregar um de seus filhos a Moloque e não o matar, Eu mesmo ficarei contra ele e contra sua família. Eu o expulsarei do meio do povo, junto com todos os que seguirem seu exemplo e adorarem o deus Moloque.” Levítico 20:4-5 King James Atualizada

Tem sido um fascínio horrendamente maligno da humanidade desde os primeiros dias.

Sacrifício de crianças — o ritual apavorante de deuses falsos demoníacos com nomes estranhos como Moloque ou Moleque e Baal e Asterote e Dagom e Quemos.

Os amonitas, os amorreus, os cananeus, os filisteus, os moabitas e muitos outros povos antigos construíam altares, aqueciam seus fornos e atiravam seus filhos, geralmente recém-nascidos, ao fogo, encobrindo os gritos com o bater dos tambores. Por que faziam isso? Eles acreditavam que os deuses aos quais eles sacrificavam lhes trariam prosperidade e boa sorte.

Somente o Único e Verdadeiro Deus de Israel condenava o horror, como é explicado em toda a Bíblia, como em Jeremias 19:5: “E edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo em holocaustos a Baal; o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem entrou no meu pensamento.” (KJA)

Quando leio essas palavras, me faz recordar como a imaginação da humanidade é sombria, pois as pessoas podem conceber barbaridades monstruosas que um Criador onisciente e justo não poderia.

Em parte, os filhos de Israel foram conduzidos por Deus em seu Êxodo para a terra prometida para julgar a população pagã, expulsando-os ao entrarem. Eles receberam ordens enquanto viajavam, em Levítico 18:21: “Não entregarás teus filhos para serem sacrificados no fogo ao deus Moloque. Ora, isso seria profanar o santo Nome do SENHOR Deus. Eu Sou Yahweh!” (KJA)

Deus se opunha a essa prática tão fortemente que ela implicava a pena de morte não apenas para qualquer um que participasse dela, mas até mesmo para aqueles que escondiam “seus olhos” dessa prática e a toleravam em seu meio.

Contudo, esse era um fenômeno mundial, não apenas uma moda no Oriente Médio. O registro histórico e arqueológico nos conta que o sacrifício de crianças para deuses pagãos ocorria também em toda a América Latina, era praticado pelos druidas da Europa, em Cartago, no norte da África e em grande parte do Extremo Oriente.

Os filhos de Israel caíram nessa prática quando se misturaram com seus vizinhos, em vez de seguirem o conselho de Deus e removê-los completamente da terra. Até mesmo o homem mais sábio do mundo, o rei Salomão, tropeçou nesse ritual por meio de sua ligação com esposas estrangeiras. Mais tarde, outros reis de Israel e Judá seguiram o exemplo. O sacrifício de crianças cometido por Judá levou diretamente ao cativeiro babilônico, bem como à dispersão do Reino do Norte de Israel.

Mas está tudo acabado hoje nesses tempos iluminados, certo? Já não toleramos esse tipo de comportamento atroz, correto?
Pode ser difícil acreditar, mas essa abominação continua hoje em sociedades supostamente “civilizadas” e “progressistas.” Isso acontece em números recordes.

A principal diferença hoje é a maneira como eles sufocam o som dos gritos.

Somente em 2018, 41,9 milhões de crianças em todo o mundo foram sacrificadas antes do nascimento. Chamamos isso de aborto, ou, como Nancy Pelosi [a presidente socialista da Câmara dos Deputados dos EUA] expressa, “o direito de uma mulher escolher.”

Para colocar essa estatística em contexto, foi de longe a principal causa de morte no mundo.

Em comparação, 8,2 milhões de pessoas morreram de câncer em 2018, 5 milhões de fumantes e 1,7 milhões morreram de HIV/AIDS.
Aqui estão algumas outras estatísticas chocantes:

* 23 por cento de todas as gravidezes terminaram em aborto em 2018;
* para cada 33 nascidos vivos, 10 bebês foram sacrificados aos deuses da “conveniência” e “escolha”;

* houve mais mortes por aborto em 2018 do que todas as mortes por câncer, malária, HIV/AIDS, tabagismo, álcool e acidentes de trânsito juntos.

A Marcha anual pela Vida nos Estados Unidos será realizada em Washington, D.C., em 18 de janeiro de 2019, com o tema “Especial desde o Primeiro Dia.”

O objetivo declarado da marcha é acabar com o aborto “unindo, educando e mobilizando pessoas pró-vida na praça pública.”
A marcha anual comemora a decisão Roe versus Wade do Supremo Tribunal dos EUA de 22 de janeiro de 1973, a qual efetivamente invalidou 50 leis estaduais e tornou o aborto legal e disponível a pedido da gestante em todos os Estados Unidos.

Lembre-se, Deus não perdoará os americanos por simplesmente desviarem os olhos desse massacre.

Provérbios 6:16-19 nos diz: “Há seis atitudes que o SENHOR odeia, sete atitudes que ele detesta: olhos arrogantes, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que maquina planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha difamações e aquele que provoca contendas entre irmãos!” (KJA)

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Child sacrifice — then and now

Fonte: CACP

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O que fazer com o Deus bravo do Antigo Testamento?

“Pô meu, a esposa do Ló só deu uma olhadinha rápida para trás. Só de curiosidade! E virou um pilar de sal. Que Deus chatão heim?”, escreve um ateu em um fórum online, revoltado.
Para ele, o Deus do Antigo Testamento parece ser bravo demais, vingativo demais, sanguinário demais. E pode ser que essa impressão do Deus do Antigo Testamento seja comum entre os cristãos.

O curioso é que a ideia de um Deus bravo é aceitável até certo ponto. Aceitamos que Deus se irrite com as coisas que nos irritem: políticos corruptos, assassinos, e bandidos. Parece que queremos — torcemos! — que Deus se irrite com pessoas do mal que nos afligem. Do que adianta um Deus indiferente com o mal que nos rodeia?

Queremos um Deus que crie leis contra o mal. Mas também queremos que ele se mostra um pouco flexível na hora de pisotear o mal. Porque no fundo sabemos que somos pecadores.

E esse é o ponto.

Não queremos aceitar que Deus odeia a injustiça mais do que nós a odiamos. Ou que ele ama a santidade mais do que nós a amamos. Porque se confessamos que seu ódio e amor são mais puros do que os nossos, confessamos que somos pecadores. Confessamos que temos amado a iniquidade, e odiado a justiça em algum grau. Preferimos então rotular Deus como “bravão”, “chatão” e “insensível” do que confessar nossos pecados. Que seja Deus quem errou, e não nós.

No Novo Testamento, claro, ninguém é transformado em pilar de sal. Mas acontece algo pior: Alguém é crucificado. E esse alguém é santo. Sobre Jesus Cristo é derramada toda a ira santa de Deus. Ele morre carregando os pecados de outros. Ele arranca o mal pela raiz.

Portanto, se Deus parece ser exagerado no Antigo Testamento, quanto mais na crucificação do seu próprio Filho.

De certo, milhares de pessoas morreram afogados no dilúvio, mas nenhum santo se afogou. Milhares morreram enquanto chovia fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra, mas nenhum santo morreu. Somente no Calvário encontramos o Santo que morre — e Ele morre por milhares de ímpios.

O ato que expressa toda a ira de Deus é o mesmo que expressa toda a bondade de Deus. Ele é tão misericordioso quanto ele é irado.

A pergunta a ser feita é: se o Deus “bravão” do Antigo Testamento abomina o mal ao ponto de derrota-lo – o que isso diz sobre você e teus pecados? E melhor: o que isso diz sobre a esperança da Cruz?

Fonte: http://daniel.gardner.nom.br

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O Cristão Despedaçado

Frequentemente, nos louvores, encontramos frases que descrevem a maneira que Jesus Cristo ‘consertou’ nossas vidas. Estávamos confusos, perdidos, enganados – mas aí encontramos Cristo.

Essa ideia tem base bíblica. Somos novas criaturas em Cristo. Somos os filhos pródigos que foram encontrados pelo Pai. Estamos agora na sua casa, no seu abraço, na sua proteção. Estamos inteiros.

Mas pode ser que o pai que perdeu seu emprego não sinta assim. Nem a mulher que assiste sua filha fazendo quimioterapia. Nem o jovem casal que lida com o Alzheimers dos pais idosos.

Podem sentir mais quebrados do que inteiros. Mais perdidos do que achados. Incompletos.

Os Salmos destacam essa realidade. Aqui encontramos o cristão moído pela angústia. Ele chora, dúvida e se desespera.

É o cristão despedaçado.

Sua única esperança é que Deus fará sentido dos fragmentos. Tantas vezes é como se o Salmista clamasse: “Na palma da sua Mão, não importa se estou inteiro ou quebrantado – estou na palma da sua Mão.”

Se é para chorar, que seja no abraço do Pai. Se é para afogar, que seja no oceano da sua graça, sob as ondas do seu amor, nas profundezas da sua fidelidade.

Fonte: http://daniel.gardner.nom.br

domingo, 13 de janeiro de 2019

Como Reconhecer uma Seita?

Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Existem milhares de religiões neste mundo, e obviamente nem todas são certas. O próprio Jesus advertiu seus discípulos de que viriam falsos profetas usando Seu nome, e ensinando mentiras, para desviar as pessoas da verdade (Mateus 24.24). O apóstolo Paulo também falou que existem pessoas de consciência cauterizada, que falam mentiras, e que são inspirados por espíritos enganadores (1 Timóteo 4.1-2). 

Nós chamamos de seitas a essas religiões. Não estamos dizendo que todos os que pertencem a uma seita são deson­estos ou mal intencionados. Existem muitas pessoas sinceras que caíram vítimas de falsos profetas. Para evitar que isto ocorra conosco, devemos ser capazes de distinguir os sinais característicos das seitas. Embora elas sejam muitas, possuem pelo menos cinco marcas em comum: 

(1) Elas têm outra fonte de autori­dade além da Bíblia. Enquanto que os cristãos admitem apenas a Bíblia como fonte de conhecimento verdadeiro de Deus, as seitas adotam outras fontes. Algumas forjaram seus próprios livros; outras aceitam revelações diretas da parte de Deus; outras aceitam a palavra de seus líderes como tendo autoridade divina. Outras falam ainda de novas revelações dadas por anjos, ou pelo próprio Jesus. E mesmo que ainda citem a Bíblia, ela tem autoridade inferior a estas revelações.

(2) Elas acabam por diminuir a pessoa de Cristo. Embora muitas seitas falem bem de Jesus Cristo, não o consideram como sendo ver­dadeiro Deus e verdadeiro homem, nem como sendo o único Salvador da humanidade. Reduzem-no a um homem bom, a um homem di­vinizado, a um espírito aperfeiçoa­do através de muitas encarnações, ou à mais uma manifestação diferente de Deus, igual a outros líderes religiosos como Buda ou Maomé. Freqüentemente, as seitas colocam outras pessoas no lugar de Cristo, a quem adoram e em quem confiam. 

(3) As seitas ensinam a salvação pelas obras. Essa é uma característica universal de todas as seitas. Por acreditarem que o homem é intrinsecamente bom e capaz de por si mesmo fazer o que é preciso para salvar a sua alma, pregam que ele pode acumular méritos e vir a merecer o perdão de Deus, através de suas boas obras praticadas neste mundo. Embora as seitas sejam muito diferentes em sua aparência externa, são iguais neste ponto. Algumas falam em fé, mas sempre entendem a fé como sendo um ato humano meritório. E nisto diferem radicalmente do ensi­no bíblico da salvação pela graça mediante a fé. 

(4) As seitas são exclusivistas quanto à salvação. Pregam que somente os membros do seu grupo religioso poderão se salvar. Enquanto que os cristãos reconhecem que a salvação é dada a qualquer um que arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador (não importa a denominação religiosa), as seitas ensinam que não há salvação fora de sua comunidade. 

(5) As seitas se consideram o grupo fiel dos últi­mos tempos. Elas ensinam que re­ceberam algum tipo de ensino se­creto que Deus havia guardado para os seus fiéis, perto do fim do mundo. É interessante que toda vez que nos aproximamos do fim de um milênio, cresce o número de seitas afirman­do que são o grupo fiel que Deus reservou para os últimos dias da humanidade.

Podemos e devemos ajudar as pes­soas que caíram vítimas de alguma seita. Na carta de Tiago está es­crito que devemos procurar ganhar aqueles que se desviaram da ver­dade (Tiago 5.19-20). Para isto, entretanto, é preciso que nós mes­mos conheçamos profundamente nossa Bíblia bem como as doutri­nas centrais do Cristianismo. Mais que isto, devemos ter uma vida de oração, em comunhão com Cristo, para recebermos dele poder e amor e moderação.

Fonte:  mcapologetico.blogspot.com
Imagem: Google

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Deixando “R.I.P.” descansar em paz

Eu tenho grande admiração pelos não cristãos que contribuíram para a melhoria da sociedade através das suas invenções, produção, liderança, literatura e arte. Recentemente, minha esposa e eu estávamos refletindo a respeito das notáveis maneiras pelas quais os trabalhos de Steve Jobs ajudaram a mudar o mundo em que vivemos. Eu amo muitas das belas obras de arte e música que foram produzidas por artistas seculares e, eu não quero, nem por um segundo, crer que devemos nos isolar do uso e desfrute das contribuições dos autodeclarados descrentes no mundo que nos cerca. Caso contrário, como declarou o apóstolo Paulo, teríamos “de sair do mundo” (1Co 5.10). Existe um princípio de graça comum em ação no mundo, pelo qual Deus permite que homens beneficiem uns aos outros, tornando a vida neste mundo caído um pouco menos dolorosa do que, de outra forma, ela seria.

Dito isto, tenho notado uma tendência preocupante nos últimos anos. Trata-se da maneira pela qual os crentes falam a respeito dos indivíduos que causam impacto na cultura com as suas mortes. Em vez de simplesmente expressarem apreço por suas vidas e realizações, tornou-se lugar-comum para os cristãos usar nas redes sociais a abreviatura R.I.P (“Rest In Peace”), ao falar sobre a morte desses indivíduos – em cujas vidas não houve evidência de graça salvífica. Correndo o risco de parecer mal-humorado, gostaria de expor algumas razões pelas quais estou preocupado com essa tendência.

Primeiro, quando empregamos a abreviatura R.I.P., estamos, inevitavelmente, admitindo uma condição ou estado inseparavelmente ligado à ideia de vida após a morte. Não estamos falando de algo indiferente à verdade do porvir. Alguém poderia retroceder neste ponto, sugerindo que R.I.P. nada mais é do que uma maneira de expressar apreço pelas realizações de uma pessoa. Contudo, enquanto certas palavras e frases podem ser fluidas em seu significado (por exemplo, “adeus” assumiu um significado diferente do seu antigo sentido em inglês: “Deus esteja com você”), “descanse em paz” dá a sensação de que o falecido está “num lugar melhor” – um lugar de descanso e paz. Se nos preocupamos com a salvação eterna dos homens, e se eles estão ou não confiando em Cristo somente para a vida eterna, então, devemos evitar, cuidadosamente, dar a impressão de que acreditamos em qualquer forma de universalismo.

Segundo, como cristãos, devemos nos revoltar com a ideia de “orar pelos mortos”, uma vez que não há uma única gota de apoio bíblico para tal ideia. Quando dizemos “descanse em paz”, corremos o risco de dar a impressão de que estamos orando pelo falecido – seja por autodenominados incrédulos ou por crentes autodeclarados. Por si só, isso deveria nos fazer dar uma pausa para decidirmos abandonar a prática.

Terceiro, as Escrituras ensinam, de maneira muito clara, a natureza onerosa tanto da paz como do descanso. A narrativa bíblica é sobre o descanso redentivo que Deus prometeu conceder através da vida, morte, ressurreição, ascensão, intercessão e retorno de Cristo (Mt 11.28-30; Hb 4.1-10). O descanso escatológico que Jesus adquiriu para os crentes lhe custou o preço do seu sangue (1Co 6.20; 1Pe 1.19). Além disso, as Escrituras são claras sobre não haver paz para os perversos (Is 48.22; 57.21). O Senhor advertiu através dos profetas, a respeito da mensagem dos falsos profetas: “Paz, paz; quando não há paz” (Jr 6.14; 8.11). As Escrituras deixam bem claro que Deus comprou a paz apenas “pelo sangue da sua cruz” (Cl 1.20). O descanso e a paz pelos quais devemos passar – tanto para nós como para os que nos rodeiam – estão fundamentados na natureza da Pessoa e morte expiatória de Jesus. Se os homens passaram a vida rejeitando o Evangelho e não professaram a fé em Jesus, não deveríamos lhes oferecer paz e descanso póstumos. Isso coloca em risco a natureza da exclusividade de Jesus e do Evangelho – mesmo que esta não seja a nossa intenção.

Isto não quer dizer que os crentes devem ser apressados ou sem caridade na maneira como falam da morte daqueles que, provavelmente, morreram em incredulidade – ou que devemos falar de tal maneira que indique que sabemos com certeza aonde alguém foi quando morreu. Seguramente, temos consolo e alegria quando alguém que professou fé em Cristo – e em cuja vida houve fruto de que ele estava em Cristo (Mt 7.16,20), deixou esta vida. É o grande conforto dos crentes saber que os seus irmãos estão agora “descansando em paz”, que eles “descansam em Jesus” (1Ts 4.14). O Antigo Testamento fala dos crentes como sendo “reunidos ao seu povo” na hora da morte (Gn 25.8,17; 35.29; 49.29,33). Isto é reservado apenas para os crentes. Isto está em contraste com o modo como as Escrituras falam dos incrédulos em suas mortes. No entanto, quando perguntados sobre aqueles que nunca professaram fé em Cristo – alguém que passou a maior parte de sua vida aderindo a alguma religião falsa em particular – devemos lembrar que nenhum de nós conhece o que Deus, o Espírito Santo, faz nos corações de homens e mulheres momentos antes das suas mortes. Nenhum de nós sabe se a graça regeneradora de Deus veio no momento final; e, portanto, devemos apenas procurar, agora, alertar os vivos a respeito da ira, com o objetivo de manter a esperança da graça redentiva em Cristo.

Em dias nos quais a doutrina bíblica do inferno desapareceu virtualmente dos púlpitos em todo lugar, e as convenções sociais do nosso tempo exigem uma linguagem aparentemente mais agradável do que aquela que as Escrituras exemplificam e exigem, devemos proceder com um grande exame pessoal do que estamos dizendo e a razão de estarmos dizendo o que estamos dizendo. Devemos pesar as implicações do nosso discurso, tanto na forma verbal e escrita, lembrando que o mesmo Jesus que disse “vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11.28-29), também disse, “que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo” (Mt 12.36).


Autor: Nick Batzig
Fonte: Reformation 21
Tradução: Rev. Alan Rennê
Divulgação: Bereianos