Ser crente aponta para transformação da própria natureza e da vida inteira do indivíduo, é a doutrina do renascimento espiritual, o serviço prestado por um indivíduo qualquer não se reveste do menor valor enquanto a sua natureza não for transformada.
sábado, 28 de agosto de 2010
Amálgama – A grande confusão criada por EG White
O texto a seguir foi retirado do site da wikipedia
Descrevendo um grande pecado, a Sra White relatou:
"Mas se há um pecado acima de todo outro que atraiu a destruição da raça pelo dilúvio, foi o aviltante crime de amálgama de homem e besta que deturpou a imagem de Deus e causou confusão por toda parte." (Spiritual Gifts, Vol. 3, pg.64, 1864).
"Toda espécie de animal que Deus criou foi preservada na arca. As espécies confusas que Deus não criara, resultantes da amálgama, foram destruídas pelo dilúvio. Desde o dilúvio, tem havido amálgama de homem e besta como pode ser visto nas quase infindáveis variedades de espécies animais e em certas raças de homens."( Spiritual Gifts, Vol. 3, pg. 75, 1864).
Segundo o artigo de Gordon Sigley e na opinião do escritor apologista Dirk Anderson, a afirmação da Sra White sobre o amálgama (mistura, fusão,cruzamento) de homem e besta(animal) foi uma das mais controvertidas e embaraçosas para seus seguidores. Na opinião de Dirk, a afirmação da Sra. White parecia indicar que ela cria que, a união sexual entre seres humanos e bestas(animais) antes e depois do dilúvio produziu espécies diferentes, amalgamadas(e que Deus não criara). A citação dela (Sra White),diz que os resultados do amálgama podiam ser vistos "em certas raças de homens." Já na época, esses parágrafos causaram sérias perguntas, como: Quais raças são resultado da amálgama? Em 1868, o dirigente adventista Urias Smith publicou sua defesa de Ellen White. Nesse livro, Smith conjeturava que a união entre seres humanos e bestas havia criado raças como os bosquímanos (indígenas) da África, algumas tribos de hotentotes, entre outras. A Sra White não fizera qualquer declaração com respeito à defesa de Urian Smith. Tiago White o marido de Ellen White, revisou o livro de Smith antes da publicação e o recomendou aos leitores da revista oficial da igreja, a Review and Herald. E no mesmo ano, o Sr e a Sra White levaram 2.000 exemplares do livro de Smith consigo para oferecê-los durante as reuniões campais. Os parágrafos sobre o amálgama voltaram a ser publicados em 1870 no livro Spirit of Prophecy, Vol. 1, e continuaram causando controvérsia. Durante anos, vários homens haviam oferecido diferentes interpretações das declarações de Ellen White. "críticos e apologistas de Ellen White postaram-se em batalha em torno desse assunto de elevada carga emocional." Em setembro de 1947, houve uma reunião onde quinze dos mais importantes líderes eclesiásticos adventistas estavam presentes para ouvir dois biólogos adventistas, o Dr. Frank L. Marsh e o Dr. Harold W. Clark, debaterem o sentido de tais declarações publicadas no século XIX pela profetisa de sua igreja, Ellen G. White. As posições dos biólogos eram diferentes. O Dr Clark afirmava que a Sra White realmente referia-se ao cruzamento de seres humanos com animais. Mas o Dr Marsh defendia a interpretação de cruzamentos separados: humano com humano, animal com animal. Houve uma batalha de argumentos, sem haver consenso completo. "a controvérsia nunca foi totalmente superada.
O Centro de pesquisas Ellen White (Centro White), aceitando a versão defendida pelo Dr Marsh, declara que a Sra. White nunca sugeriu a existência de seres subumanos ou qualquer tipo de relação híbrida animal / homem. Ela falou sobre "espécies animais" e "raças humanas", mas não sobre algum tipo de amálgama de animais com seres humanos. "Nenhum dicionário jamais usou a palavra "amalgamação" para descrever a coabitação de homem com animal. O emprego da palavra no século dezenove incluía a miscigenação de diversas raças". E acrescentam: "Reconhecemos, porém que estudantes sérios dos escritos de Ellen White divergem sobre o que ela queria dizer por amalgamação. A responsabilidade da prova repousa sobre aqueles que afirmam que a Sra. White deu ao termo um novo e estranho significado.
Apoiando a tese de Frank L. Marsh, o adventista Dr Francis D. Nichol escreveu o livro: Ellen White and her Critics, onde Nichol diz que a amalgamação (humano com humano) referia-se ao cruzamento da raça (ímpia dos homens) de Caim, com a raça(crente-de Deus)de Seth. E os animais ao se cruzarem em diferentes raças, também estavam cometendo crime, ou pecado contra a lei natural de Deus. Nichol declarou: "Acreditamos que o significado da frase-chave em questão é encontrado por sua compreensão de leitura: "amálgama de homem e [de] besta." Assim, a passagem seria falar do amálgama de diferentes raças da humanidade e da fusão de diferentes raças de animais. A construção gramatical e de uso comum nos permitem compreender "de" como sendo implícita".
Após 1871, os parágrafos do amálgama foram omitidos das edições posteriores. E o filho de Ellen White, W.C. White, explicou: "Quanto aos dois parágrafos que se encontram em Spiritual Gifts e também em Spirit of Prophecy, relativamente ao amálgama e à razão por que foram omitidos dos livros posteriores, e à questão de quem assumiu a responsabilidade de omiti-los, posso falar com perfeita clareza e convicção. Eles foram omitidos por Ellen G. White". "A Sra. White não só tinha bom juízo baseado numa compreensão clara e abarcante das condições e as conseqüências naturais de publicar o que escrevia, como muitas vezes recebia instruções diretas do anjo do Senhor em relação com o que devia ser omitido ou acrescentado nas novas edições." (mensagens escolhidas vol 3 pg 452).
Para o Sr Dirk Anderson, essa explicação de relação entre raças (humanos com humanos e, animais com animais), criou outras perguntas como: "Como poderiam as relações sexuais entre parceiros humanos casados serem descritos como "alvitante crime"? Será que Deus não honra o casamento, independentemente de serem ou não, ambos os parceiros da mesma raça ou crença?" "Se casar com uma mulher ímpia foi um "alvitante crime" digno da destruição da raça humana, porque a Bíblia diz que o casamento de Sansão com uma filistina foi "do Senhor?" "Como poderiam os resultados de cruzamento (ou casamento) entre pessoas de diferentes fé, agora "ser visto" em "certas raças de homens?" Quais são as raças com visíveis evidências de fusão entre crentes e não crentes"? e: "Como poderia união entre as diferentes espécies de animais ser um alvitante crime? Os animais não têm essa capacidade moral para cometer tal crime!"
Em seu artigo, Gordon Shigley declarou: "Por anos a comunidade adventista presumiu que a Sra. White cria que parte da queda do homem envolveu união sexual de homem com animal e defendeu seus pontos de vista como científicos. Depois de 1947, a posição prevalecente mudou e prosseguiu assim por 35 anos. Incapaz de conciliar a mais óbvia leitura das declarações de Ellen White com a ciência, e com um compromisso para com a igualdade genética entre as raças, a Igreja aceitou a engenhosa interpretação de Marsh sobre o que Ellen White quisera dizer. Pode ser que a presente geração de adventistas concorde com as gerações anteriores de adventistas em que - pelo menos numa ocasião - Ellen White realmente creu que amálgama de homem com besta teve lugar, mas não aceitará essa posição como cientificamente abalizada hoje.
Conclusão
A maior prova de que Ellen White escreveu realmente sobre o amálgama e o fato de Urias Smith ter escrito um livro só para defender a tese de Ellen White. O maior erro dos adventistas foi ter omitido o texto das edições posteriores, sendo a prova que Ellen estava errada! E finalmente a conjectura de Ellen, afirmando que Deus muda de idéia, quando a manda omitir textos que não foram bem aceitos pela membrésia. E o pior e dizer que Ellen tinha bom juízo, parece ate piada de mau gosto!
"A Sra. White não só tinha bom juízo baseado numa compreensão clara e abarcante das condições e as conseqüências naturais de publicar o que escrevia, como muitas vezes recebia instruções diretas do anjo do Senhor em relação com o que devia ser omitido ou acrescentado nas novas edições." (mensagens escolhidas vol 3 pg 452).
Fonte: http://bispo.bloggeiro.com/BISPO-b1
terça-feira, 24 de agosto de 2010
JESUS FOI CRUCIFICADO OU ESTACADO?
(Lc 23.21)
Grego
oi de epephonoun legontes, staurou, staurou auton oi de epephonoun legontes, staurou, staurou auton
TNM
Começaram então a berrar, dizendo: "Para a estaca! Para a estaca com ele!"
BÍBLIA SAGRADA
Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o crucifica-o.
A palavra grega traduzida por "cruz é staurov" (stauros) e o verbo é staurovw (stauroo). Na literatura grega clássica stauros significa: "empalação, enforcamento, estrangulamento", além de "estaca". Era também um instrumento de suplício: uma viga colocada nos ombros do réu. Não existe uma definição única para o termo, como ensina a STV. A palavra stauros por si não diz a técnica nem a forma exatas da execução. Para saber com mais exatidão sobre essa execução é necessário de antemão saber em que região, em que época e sob que autoridade foi executada a sentença, além de conhecer o ponto de vista do escritor que emprega o referido vocábulo.
No Velho Testamento o termo "estaca" aparece em Êx 35.18; 38.31; Nm 3.37; 4.32; Jz 4.21-22; 5.26; Is 33.20; 54.2; Ez 15.3; Zc 10.4, e em nenhuma delas a Septuaginta traduziu por stauros. O verbo stauroo aparece só uma vez no Velho Testamento, em Et 7.9-10, e é traduzido por "enforcar". A STV não tem autoridade para dogmatizar sobre ser stauros apenas "estaca". Não existe apoio bíblico nem histórico para o ensino da Torre de Vigia.
Stauros podia ser uma viga transversal apenas ou uma estaca, ou ainda os dois juntos. Stauros como "estaca" é apenas uma possibilidade, e não uma afirmação, e isso sem considerar tempo, lugar e governo.
A pena de morte pela cruz era uma prática conhecida na Grécia, mas os romanos trouxeram tal prática dos cartagineses. Só os romanos usaram a cruz como pena capital, e tal prática foi abolida por Constantino, na primeira metade do século IV, na sua reforma social e política. Nos dias de Cristo existiam três tipos de cruz, a saber: cruz de Santo André, do formato de um "X"; cruz comissa, ou de Santo Antonio, da forma de um "T", e a cruz ímmíssa. Pela inscrição posta sobre a cabeça de Jesus, JESUS NAZARENO REI DOS JUDEUS, podendo ser lida à distância, em três línguas (hebraica, grega e latina) Lc 23.38; Jo 19.19 e 20, fica mais claro que o sol do meio dia que Jesus foi crucificado na crux ímmissa.
Ninguém escreveu com detalhes a crucificação de Jesus, mas a evidência do Novo Testamento, os escritos da patrística e o testemunho da história atestam a cruz como pena capital no império romano, sendo o próprio Cristo executado conforme o sistema da época.
Foi encontrado em 1968, numa região de Jerusalém, um ossuário que continha ossos de um jovem que fora crucificado no primeiro século do cristianismo. Um prego tinha sido posto em cada antebraço, atravessando-os, e outro atravessando os dois calcanhares, com as duas pernas quebradas, como as pernas dos dois malfeitores que foram crucificados ao lado do Senhor Jesus, mencionados em João 19.32.
Desde o surgimento do cristianismo, sempre foi apregoada entre as nações a crucificação de Cristo. O argumento de que Cristo foi estacado e de que a cruz é um símbolo do paganismo é improcedente e inconsistente. A STV não apresenta nenhuma prova bíblica e nenhum argumento sólido e convincente. Não é simplesmente pelo fato de stauros ter também o sentido de "estaca" que a STV vai demolir um patrimônio histórico de quase 2.000 anos, para dar lugar à sua tese. Substituir a cruz de Cristo pela estaca de tortura da TNM é um processo arbitrário, imposto pela organização, e um escárnio para tirar o mérito do Senhor Jesus Cristo, como aquele que padeceu de braços abertos para nos salvar e nos libertar das garras de Satanás.
A STV mudou a cruz pela "estaca de tortura" a partir de 1930. Você pode ver a cruz nas obras da organização dos anos 20 e 30. Veja o livro Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão, p. 95, publicado, em português, em 1923; o livro Vida, p. 230, 1929; Criação, p. 225, 1927, todos publicados por Rutherford (Influente líder entre as TJ). Até 1930, um dos símbolos da organização era a cruz dentro de uma coroa (símbolo da maçonaria e do ocultismo).
A TNM traduz por "estaca, estaca de tortura" onde quer que a palavra grega stauros apareça. Entretanto, em Jo 20.25, na própria TNM, diz: "A menos que
eu veja nas suas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos". Veja a gravura da p. 170, do livro Conhecimento Que Conduz à Vida Eterna, p. 67, o leitor verá que a STV precisa inventar outra gravura, acrescentando mais um prego nas mãos de Jesus.
São contradições que incomodam o Corpo Governante, que deixam as Testemunhas de Jeová em situação desconfortável. Quanto mais procuram falsificar as Escrituras, mais ficam expostas suas contradições. A TNM não se reveste de autoridade, Os cristãos devem rejeitá-la.
(Extraído da Revista Defesa da Fé, número 12)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Como a Watchtower diaboliza os dissidentes
"Previna-se contra o alimento venenoso na mesa dos demônios" [Esta citação e as seguintes são da Sentinela, 1.º de Julho de 1994, pp. 11-13]
Comentário: não é inacreditável que eles tenham mesmo posto na revista um subtítulo como esse?
"O alimento na mesa dos demônios é venenoso. Por exemplo, considere o alimento fornecido pela classe do escravo mau e pelos apóstatas. Não é nutritivo nem edificante; não é sadio. Não pode ser, porque os apóstatas deixaram de se alimentar à mesa de Jeová."
Comentário: Primeira frase: o alimento demoníaco é venenoso. Segunda frase: o "escravo mau" e os "apóstatas" são demoníacos. Nenhuma prova. Nenhuma evidência. Só afirmações apresentadas como se fossem fatos. É o costume, vindo da Sociedade Torre de Vigia.
"Em resultado disso, desapareceu tudo o que possam ter desenvolvido como nova personalidade."
Tradução: em resultado disso, desapareceu a lavagem ao cérebro que os transformava em robôs e escravos da Watchtower.
"Não é o espírito santo que os motiva, mas uma amargura mordaz. Estão obcecados por um único objetivo: espancar seus anteriores co-escravos, conforme Jesus predisse. -- Mateus 24:48, 49."
Comentário: Não, nós não queremos espancar os nossos anteriores co-escravos. A Sociedade Torre de Vigia tem infra-estruturas fabulosas que foram projetadas exatamente para espancar os seus escravos. Mesmo que tentássemos, não conseguiríamos superar as técnicas da Sociedade, que já foram testadas ao longo de muito tempo.
"Sim, os apóstatas divulgam publicações que recorrem a distorções, meias verdades e rematadas falsidades."
Comentário: é claro que a Sociedade Torre de Vigia não consegue apresentar nenhum exemplo que prove essa afirmação. Mais ainda, nós apresentamos uma enxurrada de exemplos que provam as distorções, meias verdades e rematadas falsidades da Sociedade Torre de Vigia. É triste que a esmagadora maioria das TJ aceite este tipo de acusações difamatórias que a Sentinela lança sobre ex-membros e nem sequer lhes seja permitido averiguar se o que é dito é verdade ou não. Uma TJ sincera tem de se interrogar: "Se o que a Sentinela diz é verdade, então porque é que não me deixam verificar se essas declarações são verdadeiras, sem me ameaçarem com a desassociação [excomunhão]?"
"Até mesmo fazem piquetes em congressos das Testemunhas, tentando enlaçar os incautos."
Comentário: Que descaramento! Será que o escritor dessas palavras se esqueceu que durante mais de doze anos, Rutherford costumava ordenar a centenas e depois milhares de TJ que deambulassem pelas redondezas das igrejas, carregando “anúncios tipo sanduíche” que diziam "A Religião é Laço e Extorsão", e ordenava-lhes que importunassem os pacíficos freqüentadores das igrejas com os seus tratados e mensagem não solicitados? O tipo de argumentação que a Sociedade usa nessa Sentinela é uma falácia [chamada special pleading].
"Por isso, seria perigoso deixar que a nossa curiosidade nos induzisse a nos alimentarmos com escritos assim ou a escutar seus ultrajes! Embora talvez não consideremos isso um risco para nós mesmos, o perigo continua. Por quê? Em primeiro lugar, algumas das publicações dos apóstatas apresentam falsidades por meio de "conversa suave" e "palavras simuladas". (Romanos 16.17, 18; 2 Pedro 2.3)"
Ultrajes? Será legítimo a Sociedade Torre de Vigia chamar "prostitutas" e "fornicadoras espirituais" a todas as outras religiões, mas se alguém se atreve a dizer que tem evidência que prova que a STV não é aquilo que diz ser, então isto são "ultrajes"? Hipócritas!
"Não é isso o que esperaria receber na mesa dos demônios?"
Mais uma vez, a Sociedade Torre de Vigia apresenta os "apóstatas" (muitos dos quais se limitam a apresentar evidência que consta da própria literatura da STV) como estando a alimentar outros "na mesa dos demônios". Só um idiota não consegue ver que este tipo de "evidência" insulta o senso comum de qualquer pessoa normal.
"E embora os apóstatas talvez apresentem também certos fatos, usualmente os tiram do contexto, com o objetivo de desviar outros da mesa de Jeová. Todos os seus escritos simplesmente criticam e rebaixam! Nada é edificante."
Repare que eles não apresentam um único exemplo de um fato que seja "usualmente" tirado do contexto. Para a Sociedade Torre de Vigia, "edificante" significa 'não examine e não critique nada do que nós dizemos ou fazemos, mesmo que seja verdade.'
"Jesus disse: "Pelos seus frutos os reconhecereis." (Mateus 7.16) Então, quais são os frutos dos apóstatas e das suas publicações? Há quatro coisas que distinguem a sua propaganda. (1) Esperteza. Efésios 4:14 diz que eles usam de "astúcia em maquinar o erro". (2) Inteligência arrogante. (3) Falta de amor. (4) Diversas formas de desonestidade. Estes são justamente os mesmos ingredientes do alimento existente na mesa dos demônios, todos destinados a minar a fé do povo de Jeová."
Será que estas quatro coisas lhe lembram alguma organização além dos supostos "apóstatas"?
Será que alguém me pode explicar o que significa "inteligência arrogante"? Parece-me que significa algo do gênero 'use os seus neurônios, mas só na medida em que estes o ajudarem a conformar-se às nossas regras. Caso contrário, dê um tiro nos seus neurônios.'
"Visto que somos servos leais de Jeová, por que deveríamos até mesmo só querer dar uma olhada na propaganda divulgada por estes que rejeitam a mesa de Jeová, e que agora com palavras espancam os que nos ajudam a assimilar "palavras salutares"? -- 2 Timóteo 1:13."
Por quê? Porque existe muita verdade nisso a que vocês chamam "propaganda", é essa a razão. É por isso que a Sociedade Torre de Vigia está a "encorajá-los" de forma tão desesperada e insistente a não olharem para essa informação.
Nunca vi uma tentativa mais desesperada por parte da Sociedade Torre de Vigia para manter os seus escravos longe da evidência que é comprometedora para ela.
Fonte: http://corior.blogspot.com/2006/02/como-watchtower-diaboliza-os.html
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Diálogo por e-mail com um unicista (2)
PRIMEIRO E-MAIL
— A paz do Senhor Jesus, irmão. Eu não concordei com a sua declaração sobre a Trindade. A palavra “Trindade” existe em sua Bíblia? Verifique de Gênesis a Apocalipse. Não existem três tronos, e sim um só. Em Mateus 28.19, o Senhor Jesus falou em parábolas, dando uma ordenança para batizar... Em Lucas 24.45-49, Ele disse que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados. Pedro, em Atos 2.38, com autoridade responde: “arrependei-vos, e cada um de vos seja batizado em nome de Jesus Cristo”. Sabe por que Pedro e a igreja primitiva realizaram o batismo em nome de Jesus? Que Jesus Cristo lhe revele o batismo da unicidade! Ah, não se esqueça de procurar a palavra “Trindade” em sua Bíblia — provocou-me um unicista.
— Eu também lhe faço uma pergunta: As palavras “unicismo”, “unicista” ou “unicidade” aparecem na sua Bíblia? Verifique entre Gênesis a Apocalipse. Antes de falarmos sobre o batismo, de modo mais amplo, explique-me também, por favor, o texto de João 14.16. Ah, e não se esqueça de procurar o termo “unicidade” em sua Bíblia — respondi-lhe, também com uma pequena provocação.
SEGUNDO E-MAIL
— Em relação a João 14.16, Jesus em João 8.56-59 declara aos judeus que é Deus. Em João 10.30 e 17.11 diz que Ele e o Pai são um. Em João 14.6-10 Ele disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” e “estou há tanto tempo convosco”. Em Atos 20.28 está escrito: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constitui bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue”. Em Judas vv.1-4 está escrito que Deus é o único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo. Em 1 João 5.20 vemos que Jesus é o verdadeiro Deus. A unicidade está clara nos textos citados. Em João 1.1 quem era o Verbo? — divagou o unicista, não economizando citações bíblicas.
— Caro irmão, eu sei que a estratégia dos unicistas (esta palavra não está na Bíblia!), adeptos da unicidade (este vocábulo também não aparece nas Escrituras!) e partidários do unicismo (este termo também não consta da Bíblia!), é citar várias referências bíblicas fora de contexto... Bem, a fim de não dificultar a nossa conversa, por enquanto, seria interessante o irmão explicar-me somente o texto de João 14.16. O que significa a Pessoa divina do Senhor Jesus pedir a Ele mesmo que envie ao mundo Ele mesmo, sendo que Ele mesmo já estava no mundo? E, se Ele já estava no mundo, e Ele é uma única Pessoa (como o irmão explicou), por que faria um pedido para si mesmo? Em contrapartida, eu me comprometo a responder às questões anteriores, principalmente as ligadas ao batismo. Já lhe adianto, entretanto, que o termo “nome”, em Mateus 28.19, tem função distributiva, denotando que engloba os três nomes das Pessoas da Trindade. Aguardo sua resposta, a fim de prosseguirmos a nossa amigável conversa — respondi.
Aguardando a resposta quanto João 14.16 por parte de qualquer adepto da unicidade,
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
ESPIRITISMO KARDECISTA NEGANDO O PAI E O FILHO?

Dizem os espíritas: "Jesus diz que ouvia a voz do Pai (João 5:30). Então, ele era médium de Deus." Aprenderam a crer assim com quem? Das explicações sobre Jesus que Allan Kardec deixou em seus livros, muitas vão de encontro à Palavra de Deus, a Bíblia. Uma delas afirma o seguinte:
“Segundo a definição dada por um Espírito, ele era um médium de Deus.”- Allan Kardec, A Gênese, página 271, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.
O que é um médium, segundo o próprio Espiritismo Kardecista?
“Médiuns, quer dizer, meios, ou intermediários entre os Espíritos e os homens.” - Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, página 19, 3a. Edição, Junho/2004, Boa Nova Editora.
Por que chamar Jesus de médium é uma heresia? Porque de mediunidade, segundo essa seita, todos têm uma certa quantidade. Assim, como creem na evolução do espírito através de reencarnações até que se torne um espírito puro, que fora o caso de Jesus, então nós poderemos ser um dia iguais a Jesus. Veja:
“Toda pessoa que sente, em um grau qualquer, a influência dos Espíritos, por isso mesmo é um médium. Essa faculdade é inerente ao homem e, por consequência, não é privilégio exclusivo; também são poucos nos quais não se encontrem alguns rudimentos dela. Pode-se, pois, dizer que todo mundo é, mais ou menos, médium.” - Allan Kardec, Obras Póstumas, página 181, 38a. Edição, Editora, Editora FEB.
Apregoar Jesus como médium de Deus, assim como qualquer um de nós pode ser, rebaixa-o à posição igual a de qualquer outro espírito criado por Deus, o que faz os espíritas kardecistas negarem Jesus como Deus. Por isso, lemos num livro espírita o seguinte:
“Se Jesus, ao morrer, entrega a sua alma às mãos de Deus, é que ele tinha uma alma distinta de Deus, submissa a Deus. Logo, ele não era Deus.” - Allan Kardec, Obras Póstumas, página 150, 38a. Edição, Editora, Editora FEB.
Assim, além de considerarem Jesus como médium, negam-no como Deus. Mas a Bíblia o define como Deus. (João 1:1; 20:28; Romanos 9:5; Tito 2:13, Hebreus 1:1-8) Os kardecistas não compreendem que o Todo-Poderoso subsiste em três Pessoas distintas, assim, Jesus é submisso ao Pai, mas ambos têm a mesma essência Divina, mistério este jamais compreendido pela razão humana, mas aceito por cristãos devido à Bíblia nos ensinar tal doutrina básica do Cristianismo. Então, o comentário acima diz que Jesus entrega sua alma a Deus. Mas a qual Pessoa da Divindade triúna Jesus entrega o seu espírito segundo a Bíblia? Lemos: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito (ou alma, no conceito dicotomista).
Mas será que o Espiritismo Kardecista merece crédito quando define Jesus e sua relação com Deus-Pai? Não, porque seus seguidores difamam o Pai de Jesus quando age nos períodos antes de Jesus nascer. De que forma fazem isso? Por classificarem o Deus do Antigo Testamento da seguinte forma:
“Deus terrível, ciumento, vingativo, de Moisés, o Deus impiedoso [...] que ordena o massacre e o extermínio de povos, sem excetuar as mulheres, as crianças e os velhos, que castiga [...] o Deus dos exércitos presidindo aos combates para sustentar a sua própria causa contra o Deus dos outros povos [...] o Deus que faz da vingança uma virtude e ordena pagar olho por olho, dente por dente [...] o Deus mesquinho e meticuloso, que impõe sob as mais rigorosas penas, a maneira pela qual quer ser adorado.” - Allan Kardec, A Gênese, página 23, 14a. Edição, outubro/2005, Editora IDE.
Então, desacreditam no Deus do Antigo Testamento porque não compreendem o Deus Todo-Poderoso como onisciente e executor de sua Justiça contra aqueles que, de acordo com sua onisciência sabia das atitudes do coração de quem executava, fossem elas crianças, mulheres e idosos. Se negam o Deus do Antigo Testamento por agir assim, deveriam negar o Jesus do Novo Testamento também. Jesus fala de pessoas perecerem caso não tenham fé nele (João 3:16), de pessoas indo para o inferno de fogo se ofendessem outras de tolas (Mateus 5:22), fala de pessoas filhas do inferno duas vezes mais do que os escribas e fariseus (Mateus 23:15), chama aqueles que no julgamento ficarão à esquerda de “malditos”, além de os condenarem ao inferno. (Mateus 25:41). Sem mencionarmos as terríveis pragas e castigos que sofrerão aqueles a quem Jesus condenar ao inferno, conforme o livro de Apocalipse. Vemos então que tanto o Pai, no Antigo Testamento, como o Filho, no Novo Testamento, atuam com justiça punitiva para os desobedientes, mas com amor para com aqueles que vivem pela graça e fé. Em toda a Bíblia, Deus-Pai e Deus-Filho demonstram amor e justiça com os mesmos critérios.
Então, por que é rebaixar a Jesus Cristo ofender Deus-Pai de nomes como esses citados acima? Porque Jesus disse: “Eu e o Pai somos um.” (João 10:30) São pessoas distintas, na mesma natureza Divina. “Quem vê a mim, vê o Pai”, disse Jesus. (João 14:9) Quem ouviu tais palavras de Jesus entendeu perfeitamente: O Pai (do Antigo Testamento) e o Filho (do Novo Testamento) agem com os mesmos propósitos e objetivos, possuem os mesmos atributos de amor e justiça e compartilham a mesma divindade. Embora Jesus se mostrasse como o único caminho para o Pai, como mediador (e não médium) (Veja João 14:6b), e pusesse fim à observância das leis dadas a Moisés por terem cumprido seu objetivo de conduzir as pessoas até Jesus, o próprio Jesus as cumpriu em todos os pormenores, como homem judeu. (Mateus 5:17) É rebaixar a pessoa de Jesus afirmar ser ele contrário à lei de “olho por olho e dente por dente”, e principalmente, que ele discordava do Deus do Antigo Testamento. Ademais, Jesus condenou não a lei escrita, mas as interpretações errôneas que se faziam dela e as leis orais dos fariseus, as quais, deturpavam a lei escrita. Por isso, em Mateus 5:21, 27, 31, 33, 38, 43, Jesus usa a expressão “ouvistes o que foi dito”, e em seguida reinterpretava a Lei. Como interpretar mal as palavras de Jesus o rebaixa!
Então, é óbvio que Satanás usa os médiuns espíritas e toda a sua interpretação bíblica para diminuir o valor de Jesus Cristo e de seu Pai e nosso Pai. Em vez de considerá-lo como mediador único (1 Timóteo 2:5) e o Deus "EU SOU" (Êxodo 3:14; João 8:58), os kardecistas tornaram-no apenas como um dos médiuns, embora o mais evoluído já nascido aqui na terra. Com isso, reduzem Jesus a um dos espíritos criados por Deus, que precisou evoluir e se esforçar para se tornar puro, sendo que a Bíblia o define como Criador. (João 1:3; Colossenses 1:15-18) Quanta diferença entre o Jesus dos espíritas e o Jesus dos cristãos!
http://iacs33.blogspot.com/
domingo, 8 de agosto de 2010
A questão do cabelo e do véu
Alguns religiosos dizem que a mulher que corta os seus cabelos vai para o inferno. Outros ainda acrescentam que é importante e necessário o uso do véu no culto. Alguns chegam a arvorar que o cabelo quando cortado, devido a sua importância e santidade, é misteriosamente guardado em uma caixa de ouro celestial! Isso é absurdo! Não passa de uma lenda para provar uma doutrina sem o devido embasamento teológico! O texto mal interpretado é I Co 11.1-16.
Logo abaixo iremos mostrar que o cabelo e o véu, ou qualquer doutrina que o homem possa engendrar, jamais poderá substituir a graça de Deus.
Para alguns, a santidade está no tamanho do cabelo da mulher.
Todavia para extrairmos uma interpretação correta do referido texto, iremos analisar a opinião de alguns teólogos e historiadores, que com toda segurança e sinceridade escreveram sobre o assunto.
Segue o comentário do livro do - Dr. OPINAM C. Stamps: “Paulo sustenta que o homem é a cabeça da mulher. Este fato subentende a subordinação da mulher. Deste modo, estabelece-se uma cadeia de comando: Deus, Cristo, o homem, a mulher. A partir desta proposição deduzem-se decorrências práticas. As mulheres estão erradas, se de qualquer forma, modificam suas diferenças em relação aos homens. Esta admoestação é verdadeira em qualquer circunstância. Paulo dá o exemplo da diferença no vestir. Uma das maneiras de se ver esta diferença estava na maneira dessas mulheres manterem o cabelo. Este devia permanecer de tal maneira que distinguissem os homens das mulheres. O cabelo da mulher simbolizava sua submissão e lealdade a seu marido (por causa do costume da época). Paulo também declara que o cabelo longo é uma vergonha para o homem.”
O Comentário da Bíblia Explicada: “A mulher cobria a cabeça nos dias de Paulo, como sinal de modéstia e subordinação ao marido, e para demonstrar a sua dignidade. O véu significava que ela devia ser respeitada e honrada como mulher casada. Sem véu, ela não tinha dignidade; os homens não respeitavam mulheres sem véu, pois deste modo elas se exibiam pública e indecorosamente. Sendo assim, o véu era um sinal do valor, da dignidade e da importância da mulher conforme Deus a criou (conceito da época). O princípio subjacente no caso do véu, ainda é necessário hoje. A mulher cristã deve vestir-se de modo modesto e cuidadoso, honroso e digno, para sua segurança e seu devido respeito aonde quer que for. A mulher , ao vestir-se de modo modesto e apropriado para a glória de Deus, ressalta a sua própria dignidade, valor e honra que Deus lhe deu. Era costume oriental, no tempo dos apóstolos, a mulher cobrir o rosto com o véu quando andava nas ruas , porém podia dar-se o caso, enquanto ela lavava roupa no córrego, passar algum homem, e encará-la. Mesmo assim, no caso de não ter o véu disponível, teria um recurso: cobrir o rosto, com o seu cabelo comprido. Assim ela ter cabelo comprido lhe era “honroso”, mostrando que não era mulher destituída de pudor.”
Citarei ainda o Manual Bíblico do Dr. Halley: “Era costume nas cidades gregas e orientais as mulheres cobrirem a cabeça, em público, salvo as mulheres devassas (prostitutas). Corinto estava cheia de prostitutas, que funcionavam nos templos (de Afrodite). Algumas mulheres cristãs, prevalecendo-se da liberdade recém achada em Cristo, afoitavam-se em por de lado o véu nas reuniões da igreja, o que horrorizava as outras mais modestas. Diz-lhes o apóstolo que não afrontem a opinião pública com relação ao que é considerado conveniente à decência feminil. Homens e mulheres têm o mesmo valor a vista de Deus. Há, porém, certas distinções naturais entre homens e mulheres, sem as quais a sociedade humana não poderia existir. Mulheres cristãs vivendo em sociedade pagã (pessoas que não conhecem a Deus), devem ser cautelosos sem suas inovações, para não trazer descrédito à sua religião. Geralmente vai mal quando as mulheres querem parecer homens.”
Não devemos dar valor ao que não é valorizado
A verdade é que o uso do véu era algo peculiar da igreja dos Coríntios, era um problema local. Não podemos transformá-lo em doutrina universal para a igreja! Mesmo porque, o apóstolo dos gentios nunca ensinou sobre o uso do cabelo e do véu para outras igrejas. Em nenhuma outra epístola iremos encontrar tal ensinamento. Contudo se as mulheres de hoje fossem praticar o uso do véu, teriam que usá-lo fora da igreja também como fazia as mulheres da época, e não somente durante o culto! Tudo isso mostra a incoerência de alguns em sustentar uma doutrina extra-bíblica.
É oportuno chamar a atenção para dois textos do V.T sobre esse tema:
“Então, se rapará” (aqui está se referindo a purificação do leproso, independentemente do sexo)- Levítico 13.33
“Então, a trarás para a tua casa, e ela (a mulher) rapará a cabeça”. (lei acerca da mulher prisioneira) - Deuteronômio 21.12
Nestes dois textos vemos a Lei de Deus determinar que o cabelo da mulher fosse rapado.
No primeiro caso temos a purificação da mulher leprosa, que quando curada da lepra tinha que rapar totalmente a sua cabeça. Depois, o caso da mulher que era presa nas guerras e trazida para o meio do povo de Deus, esta para ser recebida entre o povo, deveria rapar a cabeça.
Deus poderia curar a mulher leprosa sem ser necessário determinar que sua cabeça fosse rapada. A mulher capturada na guerra poderia ser recebida entre o povo judeu sem precisar ter o seu cabelo cortado. Conjecturamos, diante dos textos bíblicos, que “se o cabelo fosse tão importante, como muitas vezes é pregado, será que nesses dois textos Deus ordenaria o seu corte a ponto de que essas mulheres ficassem totalmente rapadas?”
A exegese correta, do referido texto (I Co 11.1-16), ocorre quando fazemos uma contextualização antropológica dos costumes dos povos primitivos (Cf. Gênesis 38.14-15). Comparando o texto da carta de Paulo com o livro de Gênesis chega-se a conclusão que o cabelo e o véu são uma questão de cultura e costumes de tempos bíblicos. Para os coríntios o cabelo (que era dado em lugar do véu), é sinônimo de santidade e honra, mas o mesmo véu em Gênesis é usado como disfarce para Tamar (nora de Judá) passar-se por uma prostituta. Não podemos entender isso se não levarmos em conta os costumes da época e seus valores culturais.
Endossamos plenamente o que Paulo disse: “Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem tampouco as igrejas de Deus” (I Co 11.16).
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Cronologia das TJs
a) Que a Segunda Vinda de Cristo ocorreu invisivelmente em 1° de outubro de 1914:
Hoje as TJs procuram demonstrar que se apóiam na Bíblia para indicar a data da volta de Cristo para 1914. Mas, na verdade, as TJs se valeram das medidas da Pirâmide de Gizé, no Egito, para fixar essa data. Isso é confessado francamente no livro “TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - Proclamadores do Reino”, p. 201. Fizeram uso das medidas da Pirâmide por uns 35 anos. C. T Russell justificava sua posição dizendo: Sua maravilhosa correspondência com a Bíblia não deixa a mais leve sombra de dúvida de que, quem inspirou os profetas e apóstolos também inspirou essa ‘testemunha’ de pedra na Terra do Egito (“Thy Kingdom Come, Série III”, Studies in the Scriptures, p. 362).
Mais tarde, no tempo de Rutherford, o segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia, já tinha outra idéia inteiramente contrária:
Dizia ele: Então Satanás pôs sua sabedoria na pedra morta, a qual pode ser chamada de Bíblia de Satanás e não pedra testemunha de Deus. Em erigir a Pirâmide, Satanás pôs nela alguma verdade, porque este é o método de ele praticar a fraude e o engano (“Watchtower”, 15 de novembro de 1928, p. 344).
Hoje apresentam outro raciocínio, embora mantenham a mesma data de 1914:
Contando-se 2.520 anos a partir de princípios de outubro de 607 a.D. ...chegamos a princípios de 1914 (“Raciocínios à Base das Escrituras”, p. 111).
A evidência bíblica mostra que no ano de 1914 a.D. o tempo de Deus chegou para Cristo voltar e começar a dominar (“Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra”, p. 147/16).
b) Cristo não deixou o céu para vir à Terra:
A volta de Cristo não signfica que ele volta literalmente a esta terra. Antes, signfica que assume o poder do Reino com relação a esta terra e volta sua atenção para ela. Ele não precisa deixar seu trono celestial a realmente vir à terra (“Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra”, p. 147/16).
Resposta Apologética:
Em Hb 9.28 lemos que na sua primeira vinda para resgatar o homem do pecado e da condenação, Ele deixou o céu e se fez homem (Jo 1.1,14) e na sua segunda vinda Ele virá literalmente, deixando o céu, para buscar a sua Igreja aqui na Terra (At 1.9-11). Nesta última passagem se diz que o mesmo Jesus é que voltará. Como foi Jesus ao céu?
Foi pessoal, corporal e visivelmente. Como voltará? Ele voltará pessoal, corporal e visivelmente.
A segunda vinda de Cristo é citada muito freqüentemente na Bíblia: MT 24.3,27-30,37-39; 1 Co 15.23; Fp 3.20-21; 1 Ts 2.19; 3.13; 4.15-17; 2 Ts 2.1,8-9; 2 Tm 4.8; Tt 2.13; Tg 5.7-8; Ap 1.7.
Cristo sempre esteve invisivelmente presente conosco desde quando ascendeu ao céu depois de ressuscitado e não a partir de janeiro de outubro de 1914: Mt 18.10; 28.20.
NOTA: A primeira data indicada para a vinda (parousia) de Cristo foi em 1-10-1874:
É verdade que o redator e editor da Torre de Vigia de Sião e Arauto da Presença de Cristo calculou que a presença ou parousia do Noivo celestial tivesse começado no ano 1874 a.D (“Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos”, p. 206/48).
Para compreender os sinais que indicam a segunda presença do Senhor, desde 1874 até 1914, é preciso ser espiritualmente inclinado, e os clérigos não são (“Criação. J. F. Rutherford. Watch Tower Bible and Tract Society, p. 297).
Fonte: Série Apologética – ICP
domingo, 1 de agosto de 2010
Diálogo por e-mail com um unicista
PRIMEIRO E-MAIL:
— Pastor Ciro, vi em seu blog uma reportagem do batismo em nome de Jesus. Fique sabendo que a Trindade é uma doutrina em que não se encontra na Bíblia, foi fundada por homens por 318 bispos católicos; quando fala em nome, está falando no singular um nome, e não nomes; quando você clama pelo Pai, Ele tem que ter um nome, não é mesmo? Então, esse nome obviamente será Jesus. Leia com cuidado a Palavra de Deus, pois o Diabo quer arrebatar a verdade da sua mente para que não veja a verdade! — disse o unicista.
— É mesmo? Fique sabendo que você está equivocado. A Trindade é uma doutrina bíblica irrefutável. É a unicidade que é herética. Explique-me João 14.16, para início de conversa — respondi.
SEGUNDO E-MAIL:
— Joao 10.30: “Eu e o Pai somos UM”. Aqui explica a humanidade perfeita de Cristo. Deus se fez carne e habitou entre nós; Jesus como Homem podia orar; Ele foi submisso ao Pai, pois, quando Ele vier nas nuvens, você verá só um trono, e não três. Olha bem e veja o quanto você está enganado, e que Deus tenha misericórdia da sua vida, pois você se faz semelhante às pessoas do mundo, crendo em uma doutrina sem base que levará muitos à condenação. Jesus é Espírito; Ele estava em carne não podia habitar nos corações das pessoas ainda, pois o Espírito não tem carne e nem ossos.
— Não mude de assunto, meu irmão. Explique-me João 14.16 — respondi.
TERCEIRO E-MAIL:
— A alegação que fazem os defensores desta teoria — pastores e leigos — é de que a palavra “outro” é tradução do termo grego allos, que significa outro de mesma natureza. Segundo eles, como foi Jesus que pronunciou a frase “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro (allos) Consolador”, e allos significa outro de mesma espécie, Jesus está se referindo a outro ser da mesma espécie que Ele. Sendo Jesus Deus, o Espírito da verdade deve ser um outro Deus diferente de Jesus, um outro Deus? Responda!
— Sim, allos, e não heteros, pois o Pai é o Consolador, Jesus o é Consolador e o Espírito é o Consolador. Três Pessoas da mesma natureza e essência que formam um só Deus! Agora, me explique João 14.16. Não fuja da pergunta. Quer dizer que Jesus estava olhando para um espelho e dizendo: “Eu rogarei ao Pai [que sou eu mesmo], para que Ele [que sou eu mesmo] vos envie outro Consolador [que sou eu mesmo]”? Estude a Palavra, meu irmão, sob a iluminação do Espírito, e abandone os ensinos desses que dizem ter a “voz da verdade”.
ÚLTIMO E-MAIL:
— Última vez que eu vou lhe dizer: que Deus tenha misericórdia de você e o abençoe! — finalizou o irmão (irmão?) unicista.
— Acorde! Ainda há tempo de aprender a Palavra de Deus e deixar o herético e blasfemo movimento unicista — concluí.
http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/
