quarta-feira, 12 de setembro de 2012

POR QUE O ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA É CONSIDERADO UMA FALSA RELIGIÃO?

Existem algumas razões que comprovam que essa seita é falsa e anticristã, pois embora preguem algumas verdades centrais da fé cristã, os adventistas do sétimo dia negam ou torcem algumas doutrinas básicas e fundamentais do cristianismo. Eles não podem ser confundidos como sendo uma religião cristã: eles são heréticos e, portanto, confundem aqueles que estão interessados na verdade do evangelho.

Os dois erros básicos que levaram os adventistas a desenvolverem outras heresias, desde o início, foram: profetizar o dia da volta de Cristo e considerar Ellen White como profetisa. A seguir são apresentados os erros mais enfáticos do adventismo: Os dias iniciais do movimento adventista foram épocas de puro fanatismo. Com a data da volta de Cristo marcada por Miller para 1843, muitos fazendeiros venderam as suas terras, cerca de 30.000 pessoas o seguiram, deixando suas ocupações e muitas delas viajaram para outras localidades, despedindo-se de parentes e amigos. Reuniram-se ao ar livre no dia marcado, 10 de dezembro, perto dos montes Catskills, estado de Nova York, para aguardar o evento, todos trajando “vestes de ascensão”.  Mas tudo foi uma decepção trazendo problemas de ordem social e religiosa: muitos ficaram desamparados por terem vendido tudo, outros tornaram-se incrédulos ou céticos. A profecia de Miller discordava das palavras de Jesus em Mateus 25.13: “Vigiai pois porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir”. Miller, então, marcou nova data: 22 de outubro de 1844.

A multidão que se reuniu nesse ano foi maior. Mas outra vez, Jesus não voltou e veio outra decepção! A maioria abandonou o movimento; outros, mais exaltados, apelaram para a violência, a fim de vingar-se do falso profeta, que teve de fugir. Com tremenda sutileza, Ellen White procurou dar uma explicação remediando o erro cometido a respeito da volta de Cristo profetizada por Miller para 1844, criando a teoria do “Santuário”. Segundo sua interpretação, o Santuário de Daniel 8.13,14 está no Céu e não na Terra.

Cristo realmente veio a esse santuário em 22/10/1844 para purificá-lo, o que ainda está fazendo, e depois disso, ainda voltará a Terra. MilIer estaria, então, certo quanto ao tempo, mas errado quanto ao local. Mas o próprio Miller não aceitou essa teoria e continuou afastado do adventismo, tendo amenizado o problema com a doutrina do santuário, Ellen White marcou outras datas para a volta de Cristo: 1847, 1850, 1852, 1854, 1855, 1866, 1867, 1877, mas Cristo não voltou. Que pensa o leitor acerca de uma seita que diz ser cristã, mas que surgiu com uma base tão arenosa assim? E o que dizer de um movimento que iniciou com predições tão errôneas e absurdas a respeito da volta de Jesus Cristo, e que, a cada instante, remarcavam a data novamente? Algumas das doutrinas adventistas permanecem até hoje; outras foram surgindo e desaparecendo passar do tempo, como no caso da doutrina da “porta fechada”, ou seja, em 22 de outubro de 1844 a porta se fechara para todos, exceto para os adventistas. Outras doutrinas dos primitivos adventistas eram: plantar árvores era negar a fé; estudar não era necessário pois o tempo era curto; seria pecado escolher um nome de igreja, pois isto seria imitar a “Babilônia”: alguns adventistas falavam línguas estranhas e caíam sem forças no chão; as mulheres deviam usar uma saia curta por cima das calças compridas.

Os escritos e visões de Ellen White são tidos pelos adventistas como profecias e revelações divinas. Entretanto, as visões que tinha, ocorriam quando ela sofria de ataques, sendo que seu próprio médico, o chefe do Hospital Adventista de Battle Creek, declarou que as visões dela eram perturbações mentais, oriundas de anomalia no cérebro e no sistema nervoso. Uma das maneiras de se verificar se uma religião é verdadeira ou falsa consiste em analisar seus fundadores, pois o caráter de um movimento religioso depende, de certa forma, do caráter daqueles que são considerados seus profetas. Ellen White era uma profetisa de Deus ou não? Deus, através da Bíblia nos dá certos critérios para o julgamento de um profeta. Em Deuteronômio 18.20-22 e 13.1-3 Deus mostra que se pode reconhecer o falso profeta por duas maneiras: A) quando a palavra que ele proferir não se cumprir B) quando a palavra que ele proferir se cumpri mas prevalecendo-se ele disso, conduzir as pessoas a se afastarem do verdadeiro Deus e a seguirem outros deuses ou pessoas.

No caso Ellen White suas profecias com relação a volta de Cristo não se cumpriram e, ao mesmo tempo, suas doutrinas têm desviado a muitos da verdadeira doutrina cristã. Portanto, ela se encaixa muito bem na descrição divina de falso profeta feita no livro de Deuteronômio. Outras visões que revelam a falsidade da profetisa são: a) a principio ela recebia a revelação de que o santuário do qual fala Daniel 8.14 era a Terra, e que Cristo viria para purificá-lo. Não vindo Ele no tempo marcado, ela mudou de opinião, dizendo que o santuário não era a terra, mas que estava no céu; b) viu em uma revelação que a porta da graça se fechara em 1844, e que ninguém mais encontraria salvação depois dessa data. Mais tarde, seus seguidores viram o engano e tiveram que mudar de doutrina, pois era lhes impossível adquirir novos adeptos; c) recebeu uma revelação que Cristo voltaria à Terra antes da abolição da escravatura nos Estados Unidos, o que não aconteceu d) viu numa revelação que a Inglaterra declararia guerra aos Estados Unidos naquela época, o que também não ocorreu.

Outro grave problema envolvendo Ellen White é a fraude de seus escritos. O Los Angeles Times a acusa de plagiadora. O Pastor Elder Walter Rea, um adventista, após ter investigado os escritos dela, afirmou que não encontrou trabalho importante de Ellen White que não tenha sido copiado. O presidente de uma comissão adventista especial, Neal C. Wilson, disse que o grau de material plagiado por ela é de alarmantes proporções. Obviamente, os adventistas fazem de tudo para encobrir a realidade das visões e do plágio, a fim de não chocar os adeptos e não prejudicar a seita. Os adventistas deveriam admitir e propagar o fato de plágio, não iludindo mais ninguém. Para considerar Ellen White como uma profetisa ou como uma mulher que tinha revelações divinas, alguém deve ser mal informado e desprevenido, ou então, deve ser um religioso corrompido ou um assalariado interesseiro.

Proselitismo

Uma das características de uma seita herética é considerar-se a única igreja correta e em decorrência desse fato, ficar “pescando no aquário dos outros”. Essa prática diabólica é amplamente usada pelos Adventistas. Obviamente, eles precisam utilizar determinadas formas e métodos que ao mesmo tempo obscureçam seu passado cheio de erros e enalteçam suas atividades e virtudes atuais.
É muito difícil encontrar adventistas que tenham saído diretamente do mundo, das trevas, e tenham ingressado no referido movimento. A maioria dos adventistas já pertenceram a uma igreja evangélica, o que mostra que eles se aproveitam da crença e da ingenuidade de várias pessoas que estão numa outra igreja. Ao invés de procurarem pecadores, levando-os a uma conversão a Jesus Cristo, eles agem com um espírito proselitista abordando pessoas que já possuem uma religião cristã, que são, obviamente, mais fáceis de serem enganadas. Outro detalhe é que os adventistas não são como os outros grupos evangélicos ou protestantes que consideram uns aos outros como irmãos e trabalham em perfeita harmonia para levar o evangelho aos perdidos sem proselitismo entre si.
Os Adventistas não aceitam as demais igrejas como irmãs; eles creem que possuem a verdade absoluta e os demais estão perdidos. Creem que todas as outras denominações cristãs constituem a “Grande Babilônia.


O sono da alma.

Os adventistas do sétimo dia acreditam que somos reduzidos a um estado de silêncio, de inatividade e de inteira inconsciência após a morte. Afirmam que entre a morte e a ressurreição os mortos dormem, baseando-se, principalmente, em Eclesiastes 9.5. As Testemunhas de Jeová adotaram esse ponto de vista dos adventistas e o desenvolveram ainda mais Entretanto, a Bíblia mostra que a alma humana é imortal, invisível e foi criada pelo próprio Deus (Gn 2.7). Apocalipse 6.9,10 mostra as almas daqueles que foram mortos por causa do testemunho de Jesus, num estado de consciência diante do trono de Deus. Moisés falou com Jesus no Monte da Transfiguração, o que mostra que ele não estava inconsciente depois da morte (Mt 17.1-8). Há vários outros textos bíblicos que enfatizam que a alma continua depois da morte, pois ocorre a separação do corpo e da alma (At 7.59; Fp 1.21; Lc 23.42-43; Hb 12.22,23; Ap 7.9,14; Lc 16.19-31; Bc 12.7; 2Co 5.1,6,8; lTs 5.10). Outro detalhe é que Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos, pois para Ele todos vivem (Mt 22.3 1,32; Lc 20.3 7,38). A Bíblia usa várias vezes a palavra “dormir” para designar morte. Dai concluem os adventistas que, se o homem dorme, deve estar na sepultura o homem todo, tanto o corpo quanto o espírito ~.
Mas, o que realmente significa dormir? A Bíblia diz que Estevão adormeceu, mas não o seu espírito, porque este foi recebido por Jesus no céu (At 7.59,60); na ocasião da ressurreição de Jesus (Mt 27.52) os sepulcros se abriram e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados (os corpos é que dormiam e saiam). Paulo afirma que os que dormem, Deus os tomará a trazer com ele (1Ts 4.14), e se estão com Deus, não podem estar inconscientes. Logo. “dormir” é uma figura de linguagem que significa morrer e refere-se ao estado do corpo além da morte, e não à alma. Não existe teoria ou doutrina mais materialista do que a doutrina do sono da alma, pois se tudo cessa de agir e funcionar quando o corpo do homem deixa de funcionar, morrendo como um animal, tudo acaba na morte, e então, pode-se viver na maior devassidão sem receio algum!.

Aniquilações dos ímpios.
Essa é outra doutrina criada pelos adventistas e também adotada pelas Testemunhas de Jeová. Segundo essa doutrina, o pecado e os pecadores serão exterminados para não mais existirem. Segundo eles, quando as pessoas ressuscitarem, os Justos receberão a vida eterna e os ímpios serão destruídos, não instantaneamente, mas lentamente, ocorrendo no final um aniquilamento total. No entanto, as Escrituras ensinam, sem deixar nenhuma margem de dúvida, a existência de castigo e tormento consciente e eterno para aqueles que não creem em Deus (Mt 8.1 1-12; 13.42; 22.13; 25.41; Lc 13.24-28; 16.19-31; 2Pe 2.17; Jd 13; Ap 14.9-11; 19.20; 20.10). Quando a Bíblia expressa a destruição dos ímpios, não significa que eles deixam de existir, simboliza uma condição continua de sofrimento. O pecador já está destruído, sem deixar de existir. A pessoa destrói-se, por exemplo, quando arruína a sua saúde, o seu caráter, a sua vida financeira. Outro detalhe é que a palavra morte não significa aniquilamento, mas separação. Morte física é a separação do espírito do corpo; morte espi­ritual é a separação do espírito, de Deus; e, morte eterna é a separação completa e eterna da alma humana, da presença e da influência de Deus e de qualquer bem. E impossível duvidar do ensino das Escrituras e da seriedade com que Jesus tratava acerca do inferno, apresentando-o como um lugar literal. A posição do castigo consciente e eterno dos ímpios não é apenas a posição da Bíblia, mas também dos Pais da Igreja, dos teólogos da Idade Média e dos Reformadores.

A proibição de alimentos.

É mais uma prática para fazer os adventistas diferentes dos outros grupos cristãos.
O adventista acredita que comer é um ato ligado à vida espiritual, não um ato meramente físico para satisfazer o corpo Eles se baseiam em Levítico 11 e Isaias 65.4. Mas, quais seriam as razões pelas quais Deus proibiu o uso de alguns animais para alimentação? Em primeiro lugar, Deus não proibiu que comessem determinadas carnes, ele liberou algumas para servirem de alimento entre todas as impuras, pois com a queda do homem toda a terra caiu também, tornando-se impura. Em segundo lugar, os animais vetados por Deus para consumo representam a contaminação pelo pecado do homem, mas estes animais deixariam de ser imundos quando Jesus reconciliasse todas as coisas com Deus (Cl 1.20). Na verdade, o Novo Testamento mostra que todos os animais agora são puros e podem ser comidos pelo homem (Mc 7.19; At 10.10-15; Rm 14.1-3; Lc 10.8; Cl 2.16; lTm4.l-5).

O Santuário.

Os adventistas discordam da opinião que a expiação foi efetuada na cruz; eles acreditam que o sangue de Cristo não tinha por objetivo anular o pecado; ficaria em registro no santuário até a expiação final. Então eles inventaram a teoria do santuário, a qual diz que Jesus Cristo veio ao santuário celestial a 22 de outubro de 1844 para purificá-lo, o que Ele ainda está fazendo; depois de purificá-lo, Ele voltará à Terra, O texto em que eles se apegam é Daniel 8.13,14: Ellen White afirmou que o texto referia-se a Cristo purificando o santuário no céu, quando, na verdade, o texto aplica-se a Judas Macabeu purifi­cando e reedificando o templo de Jerusalém. Daniel 8.14 afirma que o holocausto que era oferecido todas as tardes e manhãs, seria omitido 2.300 vezes á tarde e pela manhã, o que vem a ser 1.150 dias. Isso se cumpriu literalmente, pois a 25 de dezembro de 165 a.C. o sacrifício santo foi oferecido sobre um altar A doutrina adventista do santuário surgiu devido ao fato de falhar a profecia sobre a volta de Cristo, propagada por Miller.Ellen White deu uma explicação, dizendo que Cristo entrou no santuário celeste, ao invés de vir à Terra. Entretanto, o trabalho atual de Cristo não é purificação e sim, intercessão (Hb 1.3; 9.24). Cristo entrou no santuário celestial quando de sua ascensão, 40 dias depois de sua ressurreição (At 1.11; 7.55; Ef 4.10). No Antigo Testamento os sacerdotes não se sentavam quando ministravam. Uma das provas que Cristo já terminou o seu trabalho quanto à salvação e sacrifício, é que Ele está assentado (Hb. 8.1), não havendo mais nenhuma obra redentora para Ele realizar.
Seu trabalho agora é apenas de interceder pelos santos (Hb 7.25). Cristo já fez completamente a purificação dos pecados (Hb 1.3; 9.23-28); uma vez morrendo para consumar a obra salvífica dos pecadores para que eles tivessem livre acesso á presença de Deus no santuário, Cristo realizou um sacrifício expiatório aceitável, que inclusive purificou perfeitamente o próprio santuário.

Satanás, o bode expiatório.

Essa é a doutrina mais herética dos Adventistas do Sétimo Dia; esse é o aspecto principal pelo qual eles não podem ser considerados como cristãos. A base bíblica deles é uma interpretação falsa de Leví­tico 16.22,26.
Eles interpretam que o bode imolado daquela passagem representava Cristo e o bode emissário representava o Diabo. Eles pregam que todos os nossos pecados serão lançados sobre o Diabo e carregados por ele; Satanás será, então, destruído, expi­ando o pecado com a vida. Segundo eles, quando se completar a obra de expiação no santuário celestial, serão postos sobre Satanás os pecados do povo de Deus.
Duas heresias existem aqui: a primeira é que Satanás leva sobre si os pecados dos salvos, sendo assim co salvador de Jesus e, a segunda é que Satanás será totalmente aniquilado. A verdadeira interpretação sobre a passagem é que ambos os bodes representam duas fases da obra expiatória de Cristo: o bode imolado representa a expiação dos pecados e o bode enviado representa a remoção completa dos pecados. Se esses dois animais tivessem sido designados para simbolizar dois aspectos opostos entre si, certamente Deus não incluiria dois animais da mesma espécie. Outro detalhe é que todos os animais utilizados nos rituais eram sem defeito; como poderia Satanás ser representado por um animal sem mácula? Ao contrário do ensino adventista, foi unicamente Cristo quem apagou nossas transgressões e carregou nossos pecados (Is 53.6; Dn 2.24; 3.18; ). As atividades do Diabo são bem diferentes: ele é o destruidor, o príncipe deste século, o perturbador da obra de Deus, o enganador dos homens.
Quanto á doutrina adventista do aniquilamento do Diabo, a Bíblia diz que ele será atormentado para todo o sempre (Ap 20.10).

Conclusão.

Em suma, o Adventismo do Sétimo Dia apresenta ser uma igreja cristã verdadeira, mas a confusão que faz com relação a volta de Cristo, a incerteza da expiação completa, o fato de propagar o aniquila­mento dos ímpios e o sono do crente após a morte, a ênfase exagerada no legalismo através da guarda da lei veterostamentária, são aspectos cruciais que obscurecem o evangelho puro da graça, tornando os adventistas em falsos pregadores da fé cristã

1 comentários:

ana maria disse...

Gostei imensamente! Vou chamar de "maravilhosa esplanação" . Obrigada novamente. Ana Maria