terça-feira, 6 de setembro de 2011

IASD Confundindo 1844 com a Bíblia

Uma das grandes blasfêmias de Ellen White é quando ela ao tentar justificar as decepções do movimento adventista ela usa textos bíblicos para fazer com que os desacertos adventistas sejam bíblicos!

 
Os apologistas adventistas tem mais medo de blasfemar contra esse espírito demoníaco revelado em Ellen White do que desonrar a doce, santa e inerrânte Palavra do Nosso Deus, que não pode mentir!

 Em Mateus capitulo 25.1-13, é considerado pela suprema autoridade adventista, como um relato paralelo ao ano de 1844 e aos acontecimentos embaraçosos que envolveram os adventistas. Ela chega a dizer sem rodeios:


“A proclamação:’ Aí vem o Esposo!’ foi feita no verão de 1844.”(O Grande Conflito,1975, p.425).

 Ellen White foi categórica!



Esse trecho está em Mateus 25:6. É interessante como os valores são invertidos. Aqueles que se decepcionaram com a mensagem adventista e abandonaram, justamente, o movimento, foram considerados por Ellen White, os infiéis. Agora os que voltaram contra a si mesmos, pois a decepção foi esmagadora, e continuaram com o movimento, são ‘as prudentes’ da parábola.

 Uma leitura da parábola de Jesus, não deixa dúvida que essa é uma advertência contra a sonolência espiritual. Nesse contexto Jesus citou de Mateus 24: 32,45 ao 25:30 cinco parábolas ou comparações para vigilância. É sem base alguma dizer que essa ou aquela parábola teve algum cumprimento em data especifica, a não ser que o próprio Senhor indicasse que se tratava de uma parábola profética.


 No contexto dessas parábolas de vigilância não existe nada que possa ser ligada a uma data, a não ser que o fim e o retorno de Cristo estivessem ligados a 1844. O que os adventistas hoje querem que se esqueça.

 Na próxima página do livro ela mais uma vez associa uma parábola ao ‘juízo investigativo’, dessa vez é Mateus capitulo 22 (O Grande Conflito, 1975, p. 427).

 Com esse subterfúgio, ela faz com que a decepção adventista e a subsequente doutrina de1844 sejam bíblicas.

 Isso levou os adventistas, conformados com o engano, a gerarem outro erro, a teoria da ‘porta da graça fechada’. Visto que as parábolas falam da porta se fechar, eles concluíram que desde 1844 não era mais para pregar o evangelho:


“[...] não mais sentiam o dever de trabalhar pela salvação dos pecadores [...]” (O Grande Conflito,1975, pg.428).


 Ellen White omite deliberadamente que ela foi uma das principais promotoras dessa doutrina.



 E para abrir a oportunidade de salvação aos pecadores, fizeram novamente de um texto um pretexto, conseguindo fazer de uma interpretação bíblica a própria Bíblia. Usaram as palavras de Jesus em Apocalipse 3:7 e 8, onde o Senhor garante abrir uma porta de oportunidades para uma igreja do fim do primeiro século, como sendo uma outra porta da graça desde 1844!(O Grande Conflito,1975, p. 428,429).

 Se Ellen White reflete o modo dos adventistas interpretarem as Escrituras Sagradas na época de 1844 (e se ainda hoje é desse modo que interpretam a bíblia), não mereciam credibilidade mesmo.

 Ler esse tipo de interpretação nos escritos de Ellen White é compreensivo. Ela vivia num ambiente de histerismo religioso, visões intermináveis, além de ter provavelmente algum problema psíquico.

 (Ellen White quando criança, foi atingida por uma pedra no rosto. Alguns pesquisadores têm indicado que o tipo de lesão causada pela pedrada poderia causar danos mentais, proporcionando visões e um alto nível de misticismo. Veja a discussão médica do caso dela especificamente em http://ellenwhiteexposed.com/headinjury.htm )

 Mas o que choca é ver como a igreja adventista ainda endossa uma interpretação dessas, com todos os recursos hermenêuticos hoje disponíveis.

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