terça-feira, 25 de outubro de 2011

PERGUNTAS SOBRE O JUIZO INVESTIGATIVO E SANTUÁRIO   -   Desmond Ford

Desmond Ford, um escritor de renome e que foi adventista por vários anos passou a questionar as duas principais doutrinas ensinadas pelo adventismo: A  doutrina do Juízo Investigativo e a do Santuário Celestial. Essas doutrinas são expostas no livro O GRANDE CONFLITO,  escrito por Ellen Gould White. Divergindo dos ensinos expostos, Desmond Ford escreveu um livro com o título DANIEL 8.14 em dois volumes. Nesse livro  Desmond lança contestação sobre os dois principais ensinos adventistas.

Vejamos as perguntas formuladas aos adventistas pelo referido escritor. Cabe aos adventistas responderem as perguntas levantadas.

1.É bíblico ensinar que obra da redenção realizada por Cristo, reconciliando a raça humana com Deus e removendo a culpa do pecado, não foi concluída na cruz?

2. É bíblico ensinar que perdão de pecados não tem o mesmo sentido que cancelamento de pecados? 

3. É bíblico ensinar que Atos 3.19 seja de alguma forma diferente de Atos 2.38?

4.É bíblico ensinar que o cancelamento de pecados de Atos 3.19 se aplica ao futuro ao passo que, o cancelamento de pecados de Atos 2.38, se aplica ao presente?

5.É bíblico ensinar que 1 Pedro 4.17 se aplica a um evento milênios mais tarde e não ao teste de sofrimento da igreja nos dias de Pedro?

6.É bíblico ensinar que 1 Timóteo 5.24-25 se aplica a um Juízo Investigativo milênios depois do tempo em que Paulo escreveu estas palavras?

7.É’ bíblico ensinar que o Novo Testamento ensina algum lugar um Juízo Investigativo prolongando-se  até a  um pouco antes da segunda vinda de Jesus?

8.É bíblico ensinar que a purificação do Santuário mencionada em Hebreus 9.23 tinha relação com um evento futuro e não com um evento passado? 

9.É bíblico ensinar que a purificação do santuário celestial mencionada em Hb 9.23 é qualquer coisa menos a purificação de pecados mencionada em Hebreus 1.3  - especificamente a morte de Cristo pelos pecados do mundo? 

10. É bíblico ensinar que Hebreus 9.6-12, ao abordar o significado dos dois compartimentos,  se aplica primeiro como um tipo do ministério celestial de Cristo e, o segundo, a um ministério ainda milênios no futuro?

11. É bíblico ensinar que Hebreus 9.6-12 não estava ensinando que o primeiro compartimento simbolizava o tempo do Antigo Concerto e que,  o segundo, o tempo do Novo Concerto?

12. É’ bíblico ensinar que Hebreus 9.23  aponta para purificação do santuário celestial ocorrida em 22 de outubro de 1844 e não para a cruz?

 13. É’ bíblico ensinar que “o interior do véu” (Hebreus 6.19-20) significa o primeiro compartimento separando o átrio do lugar santo e não ao véu que separava o lugar santo do  santo dos santos?

14. É’ bíblico ensinar que  o lugar santíssimo (ta hagia) de Hebreus 9.8 não é equivalente ao segundo compartimento mencionado em Hebreus 9.7?

15. É’ bíblico ensinar que embora Hebreus 13.11 esteja falando do “dia da expiação” e do sacrifício da oferta pelo sumo sacerdote,  no texto , “tá agia” não signifique o “lugar santíssimo”? 

16. É’ bíblico ensinar que Cristo entrou num santuário de dois compartimentos no céu e não no próprio céu (Hebreus 9.24)?

17. É’ bíblico ensinar que o livro de Hebreus ensina claramente que havia ainda um trabalho sacerdotal especial a ser realizado  depois do que  o que Cristo fez por nós  na cruz?

18. É’ bíblico ensinar que qualquer pessoa lendo o livro de Hebreus pode chegar à conclusão de que existe base para uma doutrina conhecida como Juizo Investigativo?

19.É’ bíblico ensinar que a “saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” de Daniel 9.25 ocorreu em 457 A C. e não 445 no reinado de Artaxerxes como aponta Neemias 2.1-5?

20.É’ bíblico ensinar que o decreto de Esdras 7.11 tinha relacionamento com a ordem para restaurar e para edificar Jerusalém (Daniel 9.25) e não com o decreto para o embelezamento do templo em Jerusalém apontado em Esdras 7.16-17,19, 23,27?

21.É’ bíblico ensinar que pode ser provado que Cristo foi batizado em 27 A D?

20.   É’ bíblico ensinar que pode ser provado que Cristo morreu em 31 A D?

21.   É’ bíblico ensinar que pode ser provado que Estêvão foi apedrejado em 34 A D?

22. É’ bíblico ensinar que a palavra “juízo” no livro de Apocalipse ou em quaisquer dos escritos de João, o evangelista,  se aplique a  uma ameaça aos cristãos ou a qualquer processo que tenha os verdadeiros crentes em vista?

23.É bíblico ensinar que o texto de Apocalipse 14.6-7 fala do Juízo Investigativo e não do juizo de Deus sobre a impiedade dos homens? Ou se trata apenas de um paliativo arranjado para justificar a falsa profecia da vinda de Jesus anunciada para 1844? 

24. É bíblico ensinar que os sacrifícios diários pelos pecados de Israel transferia esses pecados e contaminava o santuário e que uma obra especial se tornava necessária para a remoção dos pecados?

25.É bíblico ensinar que o sangue dos sacrifícios diários contaminava o santuário e que o sacrifício anual no Dia da Expiação purificava o santuário? 

26. É bíblico ensinar que o sacerdócio de Cristo foi paralelo com o Sacerdócio de  Aarão e não com o do  Sacerdócio de Melquisedeque, considerando que Jesus não era da tribo de Levi e sim de Judá? 

27. É bíblico ensinar que é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o Juízo Investigativo a concluir-se um pouco antes da segunda vinda de Cristo?

28. É bíblico ensinar que temos de admitir que, quando alguém aceita a Cristo como Salvador único e pessoal, têm assegurado o perdão dos pecados e, ao mesmo tempo, tenha que admitir que seus pecados não foram apagados e que isso só se dará por ocasião da conclusão desse juízo investigativo?

29. É bíblico ensinar que um cristão verdadeiro pode ter pecados perdoados e não cancelados?

30. É bíblico ensinar que Jesus está ocupado no céu com a obra do Juízo Investigativo e simultaneamente aceitar que ele é o nosso intercessor e mediador junto ao Pai?

31. É bíblico ensinar que os únicos casos a serem considerados no Juízo Investigativo são os do povo professo de Deus e que o julgamento dos ímpios constitui obra distinta e separada, e ocorre em ocasião posterior. Mesmo tenha o livro de Hebreus 11 apresente nomes dos heróis da fé? 

32. É bíblico ensinar que Jesus está investigando cada nome de crentes que já o aceitou como Salvador e Senhor para confirmar sua salvação ou rejeição, considerando que Jesus é onisciente? Nomes tão gloriosamente adornados em Hebreus 11 irão para revisão no Juízo Investigativo?  Terão que passar por um escrutínio? 

Será que haverá respostas satisfatórias com apoio bíblico para essas perguntas? Os adventistas estão com a palavra.

“Visto que Satanás é o originador do pecado, o instigador direto de todos os pecados que ocasionaram a morte do Filho de Deus, exige a justiça que Satanás sofra a punição final. A obra de Cristo para a redenção dos homens e purificação do Universo da contaminação do pecado, encerrar-se-á pela remoção dos pecados do santuário celestial e deposição dos mesmos sobre Satanás, que cumprirá a pena final”[(Cristo em Seu Santuário, p. 39)]

Não é de arrepiar ???

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