segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Espiritismo Parte 2

INCOERÊNCIAS QUANTO AO QUE DIZEM DA BÍBLIA


Verdade ou mentira, certo ou errado, o Cristianismo tem, como também muitas outras religiões, a sua Escritura Sagrada, a saber, a Bíblia. Jesus, o fundador do Cristianismo, autenticou todo o Antigo Testamento (Mt. 4: 4-10; 24:37-39; Mc. 12:24; Lc. 24: 25-27; Jo. 5:39 etc.). E, quanto ao Novo Testamento, os apóstolos e outros hagiógrafos que o compuseram não esconderam de seus leitores que exaravam sob inspiração Divina (1Co 14:37; 1Tm. 5:18; 2Pe 3:15-16; Ap 1:11 etc.). Mas o Kardecismo, embora também se professe cristão, afirma com todas as letras que a Bíblia não é a Palavra de Deus. Sim, o Kardecismo Nega a Bíblia. E, como prova disso, vejamos estes exemplos:

2.1. O Kardecismo Nega a Bíblia

2.1.1. Kardec Nega a Bíblia

a) Segundo afirmou Allan Kardec, os Dez Mandamentos são sim a Lei de Deus; mas os outros mandamentos contidos no Pentateuco são decretados por Moisés e rotulados de Lei de Deus apenas para conter, pelo temor, um povo turbulento e indisciplinado (O Evangelho Segundo o Espiritismo, supracitado, capítulo 1, nº 2). Essa declaração, que faz de Moisés um embusteiro, não pode ser de autoria de um cristão, já que Cristo e os cristãos, muito longe de pregarem isso, sempre reconheceram que Moisés escreveu sob inspiração Divina, como já vimos acima. O fato de Cristo dizer que “nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido” (Mt. 5:18), justifica o título de “sagradas letras” (2 Tm 3:15) que o apóstolo Paulo atribuiu ao Antigo Testamento;

b) Sabemos que a Bíblia registra vários milagres operados por Jesus, inclusive ressurreições: A ressurreição da filha de Jairo (Mc. 5:21-43), a ressurreição do filho da viúva de Naim (Lc. 7: 11-17) e a ressurreição de Lázaro (Jo. 11). Mas, segundo Allan Kardec, é impossível fazer um morto reviver e que, portanto, Jesus não ressuscitou ninguém. Kardec afirma que a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim e Lázaro, não estavam mortos, mas apenas em letargia ou síncope; e que, portanto, eles foram curados, não ressuscitados (A Gênese. Federação Espírita Brasileira, 35ª edição, capítulo XV, páginas 331-334);

c) Allan Kardec tentou provar ainda, que Jesus não transformou água em vinho, nem tampouco multiplicou pães e peixes (A Gênese. Federação Espírita Brasileira: 35ª edição, capítulo XV, páginas 337-342).

d) O prezado leitor por certo se lembra que no capítulo 1 deste livro fiz constar que Kardec criticou os escritos do apóstolo Paulo, tachando-os de “opiniões pessoais”. Ora, isso é, sim, refutar o apóstolo Paulo, bem como desdenhar a Bíblia e, em particular, o Novo Testamento, já que Paulo (o principal hagiógrafo neotestamentário) asseverou que suas epístolas eram “mandamentos do Senhor” (1Co.7:10; 14:37).

2.1.2. A Federação Espírita Brasileira Nega a Bíblia

No livro intitulado O Céu e o Inferno, 38ª edição, supracitado, página 122, numa nota de rodapé, o fato de Moisés registrar que Deus se arrependeu de haver criado o homem, é visto como uma monstruosidade. Senão, vejamos: “Esta doutrina monstruosa é corroborada por Moisés...”.

Os exemplos acima e outros mais que eu não exibo aqui, provam cabalmente que o Kardecismo não vê a Bíblia como a pura, santa, perfeita e infalível Palavra de Deus. E, deste modo, está claro que essa instituição não é cristã, assim como eu não sou muçulmano. Mas, como Allan Kardec e seus discípulos teimam em dizer que são cristãos, aqui está, pois, uma demonstração de incoerência.
Muitos pensam que as divergências que há entre evangélicos e Kardecistas, apenas giram em torno das interpretações que cada um desses segmentos, de per si, tem da Bíblia. Pensam que ambos a reconhecemos como a Palavra de Deus, embora a vejamos de ângulos diferentes. Mas acabei de provar que as coisas não são bem assim, e que isto prova que o Kardecismo não é Cristianismo, e sim, um sistema incoerente; não merecendo, pois, nossa credibilidade.
Quanto ao arrependimento de Deus, não há nisso nenhum absurdo, já que o Eterno sempre se serviu de termos humanos para se fazer entender pelos mortais.

2.2. Kardec Finge Crer na Bíblia

a) Fingindo crer
Por que muitos pensam que os kardecistas também crêem na Bíblia? A resposta é: Para que o dito fique pelo não dito, Allan Kardec às vezes fingia que também tinha grande apreço pela Bíblia; e que, portanto, se identificava conosco, comungando das mesmas crenças nossas. E, assim, propositalmente ensina aos Kardecistas a forjarem a mesma ambigüidade para, deste modo, não espantarem a presa. Senão, vejamos:

· “O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, supracitado, página 47);
· “Todos os evangelistas narram as aparições de Jesus, após sua morte, com circunstanciados pormenores que não permitem se duvide da realidade do fato” (A Gênese. Federação Espírita Brasileira: capítulo XV, nº 61, página 349);
· “...tudo o que está predito no evangelho tem de cumprir-se...” (Obras Póstumas, Federação Espírita Brasileira, 26ª edição, página 321);
· Citando Jo. 16: 7-14, onde Jesus nos promete outro Consolador, Allan Kardec disse: “Esta predição, não há contestar, é uma das mais importantes, do ponto de vista religioso, porquanto comprova, sem a possibilidade do menor equívoco, que Jesus...” (A Gênese, supracitado, capítulo XVII, página 386, nº 37);

b) Justificando o fingimento

· “...Se alguém tem uma convicção bem firmada sobre uma doutrina, ainda que falsa, necessário é lhe tiremos essa convicção, mas pouco a pouco. Por isso é que muitas vezes nos servimos de seus termos e aparentamos abundar nas suas idéias: é para que não fique de súbito ofuscado e não deixe de se instruir conosco.
“Aliás, não é de bom aviso atacar bruscamente os preconceitos...” . (O Livro dos Médiuns.
Federação Espírita Brasileira: 58ª edição, capítulo XXVII, número 301, página 392. Grifo meu).
Espertinho, não? Até parece que os fins realmente justificam os meios.
Lembre-se, neste livro não discuto se a Bíblia é ou não verdadeira, tampouco considero se o Cristianismo é ou não a religião certa. O que estou dizendo, é que o Kardecismo se revela incoerente quando tenta provar que é cristão. Aliás, não só incoerente, mas também hipócrita,o que se pode deduzir facilmente das transcrições supra. Sim, pois como vimos acima, Allan Kardec disse que acreditava e que não há como se duvidar do que está escrito em Jo. 16: 7-14. Veja o leitor, que confusão dos Infernos: negam a Bíblia, afirmando concomitantemente que são cristãos, o que é uma incoerência; e, como se essa babel não bastasse, citam um texto bíblico e observam que o mesmo é incontestável. Não há como dormir com um barulho desses. Afinal, a Bíblia é ou não é confiável? E, como vimos, essa barafunda tem alvo bem definido: fazer com que o dito fique pelo não dito para, deste modo, não espantar a presa. É bonito isso?
Perguntei aos kardecistas no parágrafo anterior: “A Bíblia é ou não é confiável?” A resposta honesta é: Allan Kardec não acreditava na Bíblia, mas quando algum versículo parecia favorecê-lo, então ele lançava mão do mesmo e construía sobre essa “base” mais uma cidadela, sob a alegação de que estava respaldado pela inquestionável Palavra de Deus exarada na Bíblia. Ele tinha jogo de cintura. E é desse molejo kardequiano que o Diabo se serve para fazer suas vítimas em todo o mundo.
Que o fato de o Kardecismo negar a Bíblia, prova que essa seita não é cristã, até alguns kardecistas sinceros o admitem. Veja o que diz um honesto livro espírita: “Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O Espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas chamadas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia... Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome _ Espiritismo” (À Margem do Espiritismo, pagina 214, citado em “Análise do Espiritismo Kardecista” [Apostila], de autoria do Pastor Natanael Rinaldi, pesquisador do ICP_ Instituto Cristão de Pesquisas, página 34. Grifo meu).
A bem da verdade, o próprio Allan Kardec reconheceu que a seita por ele fundada não é cristã. Doutro modo ele não diria que “O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa” (Grifo meu). A presença da conjunção aditiva “e”, entre os vocábulos Cristianismo e Espiritismo, demonstra que ele sabia que sua “religião” não é cristã. Ele caiu na esparrela que ele mesmo confeccionou.
Bem, penso que deixei claro que Kardec dizia com um canto da boca que acreditava na Bíblia, e com o outro canto da mesma boca dizia que não a reconhecia como confiável, e que isso prova que ele era hipócrita e incoerente. Realmente, já que acerca da Bíblia, kardec “jogava” nos dois clubes (isto é, ele se dizia crente na Bíblia, como também afirmava que nela ele não cria), das duas uma: Ou ele não cria na Bíblia, mas às vezes fingia crer; ou ele cria na Bíblia, mas às vezes fingia não crer. E, agir assim é, indiscutivelmente, ser hipócrita e incoerente.

2.3. Terceira Revelação?!

É oportuno registrar que Allan Kardec alegou que o Antigo Testamento é a primeira revelação; o Novo Testamento, a segunda; e o Espiritismo codificado por ele, a terceira. Esta teria sido prevista por Jesus em João 16:12-13, bem como pelo autor dos Atos dos Apóstolos. Veja a prova:
“Jesus promete outro consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito. Se, portanto, o Espírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é que o Cristo não dissera tudo; se ele vem relembrar o que o Cristo disse, é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido... O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo.
A primeira revelação teve a sua personificação em Moisés, a segunda no Cristo, a terceira não a tem em indivíduo algum. As duas primeiras foram individuais, a terceira coletiva; aí está um caráter essencial de grande importância. Ela é coletiva no sentido de não ser feita ou dada como privilégio a pessoa alguma; ninguém, por conseqüência, pode inculcar-se como seu profeta exclusivo; foi espalhada simultaneamente, por sobre a Terra, a milhões de pessoas, de todas as idades e condições, desde a mais baixa até a mais alta da escala, conforme esta predição registrada pelo autor dos Atos dos Apóstolos: ‘Nos últimos tempos, disse o Senhor, derramarei o meu espírito sobre toda a carne; os vossos filhos e filhas profetizarão, os mancebos terão visões, e os velhos, sonhos’. (Atos, cap. II, vv. 17, 18.)” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Federação Espírita Brasileira: capítulo VI, nº 4, página 128. Grifo meu).
O Kardecismo passa a idéia de que, conforme a humanidade se evolui moral e intelectualmente, vai, por conseguinte, se habilitando a maiores revelações da parte de Deus. Logo, a segunda revelação é mais panorâmica do que a primeira, assim como a terceira é mais ampla e perfeita do que a segunda. Porém, quando examinamos os escritos de Kardec, não encontramos nenhuma revelação nova, considerando que mediunidade, reencarnação, auto justificação, carma, incoerências e outros engodos, são mais velhos do que andar para a frente.
Demonstrei acima que Kardec ensinou à “base” de Jo. 16:12-13, que nos dias de Cristo a Humanidade ainda não estava preparada para receber as revelações que constituem o Kardecismo. ...“por não estar maduro para o compreender”, dizia ele, conforme transcrição supra. Porém, esse parecer não resiste a um confronto com os fatos, visto que, segundo a História, os pagãos (os gregos, os romanos, os indianos, etc.) sempre creram nessas estórias de reencarnação, carma, mediunidade, etc. Ora, como crermos que as pessoas de então ainda não estavam preparadas para receber uma doutrina na qual já acreditavam desde há muito? Os apóstolos certamente não teriam sofrido tantas adversidades, caso tivessem pregado ao mundo a “nova” revelação Kardequiana. Logo, ainda estou para saber o que o Kardecismo trouxe de novo, já que as “revelações” kardequianas são anteriores à Lei Mosaica, a qual o Kardecismo diz ser a primeira revelação. Ademais, veremos no capítulo 10 que Kardec alegou que Cristo era reencarnacionista e que pregou essa doutrina. E, quando o leitor examinar o capítulo XI, tópico f, verá que os kardecistas se valem de Mt. 17.3 (onde consta que Jesus se comunicou com o espírito de Moisés), em defesa da “mediunidade” por eles praticada, difundida e defendida. Afinal, a reencarnação e a necromancia foram ou não foram praticadas e sancionadas por Cristo? Se sim, onde está a novidade na “terceira revelação?” E se não, por que dizem então que Cristo ratificou tanto a reencarnação quanto a necromancia? Jesus disse que o nosso falar deve ser “Sim, sim; e não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt.5:37).
Pergunto novamente: O que o Kardecismo acrescenta ao Cristianismo, já que Cristo teria sido reencarnacionista e necromante? Sim, senhor Kardec, onde está a novidade, ou seja, a suposta terceira revelação? Entenda quem puder, ou melhor, engula quem for ingênuo.
A Bíblia, que começou a ser escrita a 3.500 anos atrás, e foi concluída há quase 2.000 anos, contém mistérios tão profundos, que nenhum homem é capaz de entender só com ajuda do intelecto. Precisamos do Espírito Santo para podermos estudá-la com aproveitamento. E, sendo os escritos de Allan Kardec, uma revelação tão profunda que o homem só se habilitou a receber a partir da segunda metade do século XIX, era de se supor então, que o Kardecismo contenha algo muito mais enigmático que os existentes na Bíblia. Contudo, li todos os livros de Allan Kardec e consegui entender tudo quanto está escrito lá. Ler Kardec é ler discrepâncias facilmente assimiláveis. Ouso afirmar que entre as coisas impossíveis, uma é entender a Bíblia (em sua totalidade), e a outra é não entender kardec. Quem lê kardec raciocinando com a sua própria cabeça, percebe que no Kardecismo não há nada que os inteligentíssimos homens de 2.000 anos atrás não pudessem entender.
Certo kardecista me disse que o Kardecismo levanta o véu, isto é, aclara ou explica os pontos obscuros da Bíblia, simplificando as coisas. Mas essa pronunciação é contraditória, visto que se essa doutrina é menos complexa que a Bíblia, por que só pôde ser dada à Humanidade XVIII séculos após Deus nos dar a Bíblia, visto que só então o homem se habilitou a tanto, como o quer o Kardecismo?
As revelações Divinas constantes da Bíblia são, sim, progressivas, mas essa progressividade deve-se a um programa Divino, indiferente ao progresso intelectual e moral da Humanidade. Até porque isso não existe.
Essa tal de terceira revelação não tem razão de ser. O que o kardecismo prega hoje, sempre pôde ser pregado e, de fato, sempre houve quem o pregasse. Ainda há cegos espirituais que nada vêem, tal qual antigamente; bem como ainda há, também, os verdadeiros servos de Deus. As grandes realizações (boas e más) da Antiguidade provam que a Humanidade não evoluiu em nada. O homem está mais sábio, não mais inteligente, nem tampouco mais espiritual. Quanto a estas questões (inteligência e evolução espiritual) está tudo estável. Senão, veja estes exemplos:

A) Os muçulmanos estão aí, com suas crenças ridículas e perigosas, bem como nos acusando de pregar “o cúmulo da injustiça” (Ulfat Aziz Assamad. C.D.I.A.L. 1991, pagina 49, citado na Bíblia Apologética, 1ª edição, 2000, ICP Editora, página 15);

B) Os hinduístas estão aí, com seus 33.000.000. (trinta e três milhões) de deuses. Milhões de pessoas na Índia cultuam aos ratos, aos jacarés, às vacas, etc. Algumas mães têm atirado seus filhnhos aos lagos, para serem devorados pelos deuses jacarés, como oferendas a esses deuses;

C) Os adeptos dos cultos afro-brasileiros (candomblecistas, umbandistas, quimbandistas) estão por aí, cultuando a Exu;

D) Os católicos estão aí, pregando a tal de infalibilidade papal, perdão parcial, castigos para os pecados já perdoados, indulgências, Limbo, “santos” que choram e sangram, etc.;

E) O Budismo está aí, pregando o panteísmo. Ora, panteísmo é ateísmo disfarçado;

F) Os testemunhas-de-jeová estão aí, ensinando que Jesus de Nazaré morreu e continua morto e que, portanto, não existe mais (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra, páginas 143-145, §§ 6-10; e Despertai!, de 22/12/1.984, página 20). (Par saber mais, acesse o meu SITE [www.pastorjoel.com.br] e leia o meu livro intitulado Testemunhas de Jeová: Que Religião é Essa?;

G) Os adventistas do 7º dia estão aí, pregando que Jesus também era portador do pecado original, que Jesus é Miguel, que os escritos de Ellen White são tão inspirados quanto a Bíblia, que os nossos pecados serão expiados na pessoa do Diabo, etc. (Se você duvida que o Adventismo do 7º Dia prega isso, faça o seguinte: Acesse o SITE acima e leia o capítulo 9 do meu livro intitulado “Igreja” Adventista do Sétimo Dia: Que Seita é Essa?”. Este livro está à venda com ótima encadernação. Se você deseja adquiri-lo, contate-me.

H) A Maçonaria está aí, ensinando através do livro intitulado Moral e Dogmas (em inglês), de autoria de Albert Pike (página 102), que “satanás não é uma Pessoa, mas uma Força criada para o bem, mas que pode servir para o mal”. E além de a Maçonaria (à página 321 da obra Morals and Dogma, num contexto que, honestamente, me pareceu de exaltação a Lúcifer) informar que o vocábulo LÚCIFER significa “portador da Luz” (“LUCIFER, the Light-bearer!”) e “Filho da Alva” (“Lucifer, the Son of the Morning”), há denúncias deveras comprometedoras, segundo as quais o tal de Albert Pike asseverou que Adonai (isto é, o Deus bíblico) é mau e que Lúcifer é bom. Só para citar um exemplo, veja o que consta do livro intitulado Maçonaria _ do Outro Lado da Luz (este livro pode ser encontrado nas livrarias evangélicas), de autoria de um ex-maçon do 32º Grau, publicado pela CLC Editora – 2ª edição, 1.995. À página 61, citando The Lost Keys of Freemasonry, página 48, Macoy Publishing, Richmond, VA, 1.976, página 65, o dito William Schnoebelen asseverou que Albert Pike fez as seguintes afirmações:
· “A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina Luciferiana.”
· “Caso Lúcifer não fosse Deus...será que Adonay e seus sacerdotes o caluniariam?”
· “Sim, Lúcifer é Deus, e infelizmente Adonay também é deus...”
· “Desta forma... a religião... pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonay; mas Lúcifer, Deus da Luz e Deus do Bem, está batalhando pela humanidade contra Adonay, o Deus das trevas e do Mal.”
Bem, eu disse acima que as palavras do senhor Albert Pike, constantes da página 321 de seu livro intitulado Morals and Dogma, pareceram-me de exaltação a Lúcifer. Para que o respeitável leitor não seja induzido por mim a ter mau juízo do falecido que, por isso mesmo, não está aqui para se defender de minhas acusações, vou copiar suas palavras e, a seguir, traduzi-las, possibilitando assim que o leitor tire suas próprias conclusões. Eis a cópia: “LUCIFER, the Light-bearer! Strange and mysterious name to give to the Spirit of Darkness! Lucifer, the Son of the Morning! Is it he who bears the Light, and with its splendors intolerable blinds feeble, sensual, or selfish Souls? Doubt in not!” Agora, vamos à prometida tradução: [...] “Lúcifer, o portador da luz! Nome extranho e misterioso para se dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Alva! Será ele o que traz a luz, e com o seu esplendor insuportável cega as almas fracas, sensuais ou egoístas? Sem dúvida que não” [...].
Prega ainda essa falsa religião que o nome de Deus é Abadom (“Abadom” significa “Destruidor”, e é um dos nomes que a Bíblia dá ao Diabo [Ap 9:11]) e Jabulom (formaram este nome usando as primeiras sílabas dos nomes Jeová [um dos nomes que a Bíblia dá a Deus], Baal [o supremo deus dos cananeus] e Osíris [deus do antigo Egito]). E assim por diante. Como a Maçonaria é profana!. Você quer que eu prove que a Maçonaria realmente é culpada das profanações acima? Então volto a lhe recomendar o meu SITE (www.pastorjoel.com.br) para ler o meu livrete intitulado: Maçonaria: É ou Não é Uma Religião?;

I) Os mórmons estão aí, ensinando através de seus livros, que é porque existe o pecado que há diversas bênçãos, como, por exemplo, “a nossa existência, alegria, vida eterna” (veja a prova lendo os livros deles, como por exemplo, Princípios do Evangelho, pagina 31; e O Livro de Mórmon, 2 Néfi 2:22-25) etc. (você quer saber mais sobre os mórmons? Acesse o SITE acima e leia o meu livro intitulado “Igreja” Mórmon, Que Seita é Essa?;
J) A promiscuidade, a prostituição, o adultério, a traição, a avareza, a desonestidade, a bruxaria, a idolatria, as heresias, a perversidade, o ateísmo ... avolumam-se cada vez mais. Portanto, se o mundo atualmente está preparado para receber essa tal de terceira revelação, então sempre o esteve; e se há 2.000 (dois mil) anos atrás, a Humanidade ainda não estava em condição de assimilar tão “profunda revelação”, então ainda é assim. Saia disso, portanto, se você já caiu no conto do vigário. E não entre nessa, se ainda está de fora. Refugie-se em Cristo já, se ainda não o fez.
* * *
O leitor certamente se lembra que eu já disse e provei acima que o Kardecismo confessa que não reconhece a Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Vimos que, segundo Kardec e a Federação Espírita Brasileira, Moisés pregava monstruosidades, não sendo, pois, nada mais que o embusteiro que o judeus mereciam. Mas agora estamos vendo que essa seita, incoerentemente finge reconhecer toda a Bíblia, assegurando que o Antigo e o Novo Testamentos constituem duas revelações distintas e progressivas, vindas de Deus. Disso nasce a seguinte pergunta: Afinal de contas, o Antigo Testamento é a primeira revelação que Deus nos deu, ou é um monstruoso embuste da autoria de um impostor chamado Moisés? Ora, embustes e monstruosidades jamais vêm de Deus, não é mesmo? Tampouco um impostor pode ser visto como Emissário de alguma Revelação Divina, não é mesmo?
Segundo me consta, nenhum teólogo evangélico negaria a progressividade das revelações de Deus nas páginas das Escrituras, pois a Bíblia no-lo demonstra categoricamente. Mas convenhamos que os embustes e as monstruosidades não podem ser reconhecidos como “progressivas revelações do Senhor”. As revelações do Senhor são, sim, progressivas, porém de modo algum são monstruosos embustes. Mas, como os kardecistas conseguem enxergar monstruosidades, embustes e contradições no Antigo Testamento, custa-me entender (se bem que eu estou entendendo tudo) como ousam rotular isso de “primeira revelação de Deus”. Afinal, o Antigo Testamento é a primeira revelação de Deus, ou é o primeiro embuste? Decidam os kardecistas como quiserem, mas saiam de sobre o muro. Posicionem-se.
Interpretando bem, podemos dizer que de acordo com os Kardecistas, não só o que eles chamam de primeira revelação de Deus (isto é, o Antigo Testamento), é um embuste, mas também o que eles chamam de segunda revelação (isto é, o Novo Testamento). Sim, leitor, pois se de fato Cristo não tivesse transformado água em vinho, multiplicado pães e ressuscitado defuntos, seguir-se-ia que as falcatruas do Novo Testamento não seriam inferiores às do Antigo. Mas é justamente aí, a saber, no Novo Testamento, e, em particular, em Jo.16:12-13, que Kardec, incoerentemente se “fundamentou” para construir sua cidadela, a qual estou reduzindo a frangalhos, ao exibir as denúncias aqui contidas, seguidas de minhas refutações. Afinal, o Novo Testamento é a segunda revelação de Deus, ou é o segundo embuste? Decidam lá os kardecistas como quiserem, mas deixem de ambigüidade.
Bem, os kardecistas ainda não provaram que a Bíblia seja realmente o embuste que eles julgam ser, mas que o Kardecismo é um sistema incoerente, até cego pode ver, pois exibi acima provas irrefutáveis desta verdade.
Apesar da babel kardequiana supra-exibida, o Kardecismo não só comete a incoerência de se considerar cristão, mas julga digna de nota uma certa mensagem mediúnica, segundo a qual, o kardecismo não é uma instituição cristã igual às demais, nem tampouco a mais certa, e sim, a única verdadeira. Eis a prova: “... Aproxima-se a hora em que, à face do céu e da Terra, terás de proclamar que o Espiritismo é a única tradição verdadeiramente cristã e a única instituição verdadeiramente divina...” (Obras Póstumas, Federação Espírita Brasileira, 26ª edição, página 308).
Necromancia (consulta aos mortos), mediunidade, reencarnação, etc., são crenças tão antiqüíssimas que remontam a muitos milênios antes de Cristo. Contudo, na opinião dos kardecistas, Espiritismo mesmo é só o Kardecismo. Certa irmã em Cristo, ex– kardecista praticante, disse-me que há muitos anos “a Federação Espírita moveu uma ação judicial, no intuito de proibir que os terreiros de Umbanda e Candomblé continuem sendo identificados como centros espíritas, mas a justiça não lhe foi favorável”. De fato, o “jornal espírita”, órgão oficial da Federação Espírita do Estado de São Paulo, abril de 1.996, em um artigo intitulado “O primeiro espírita”, afirma textualmente: “... o primeiro espírita do mundo: Allan Kardec”.
Como se vê, ser kardecista implica em ser adepto de uma seita ambígua, exclusivista, hipócrita e incoerente. Até as seitas que, com o Kardecismo, formam farinha do mesmo saco, são rejeitadas. A “única tradição verdadeiramente cristã e a única instituição verdadeiramente divina”, é o Espiritismo, mas não um Espiritismo qualquer, e sim, um Espiritismo polido, brunido, refinado..., a saber: o Kardecismo e somente o Kardecismo. Umbanda, Candomblé, Vodu, Santo Daime, etc., estão fora.
Respeitável leitor, não se deixe levar por esse negócio de “terceira revelação”. Realmente Deus foi se revelando progressivamente nas páginas da Bíblia, mas o Novo Testamento, que é o ápice de Suas revelações até o momento, veio para ficar. Portanto, pelo menos até que Cristo venha, a presente Dispensação estará em vigor. Logo, nenhuma “novidade”, sob pretexto de uma tal de “terceira revelação”, ou qualquer outra alegação, deve ser aceita. Isso é balela. A Bíblia nos fala da “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd.3 [ARA]. Grifo meu). Neste caso, “fé” refere-se às doutrinas do Cristianismo em sua totalidade. E o apóstolo Paulo, contrastando o Antigo Testamento com o Novo, nos diz que aquele era transitório, enquanto este permanece (2 Co.3:3-11 [ARC].); que “ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co.3:11. Grifo meu); e que se ele ou os demais apóstolos, ou até mesmo se um anjo desça do Céu, pregando outro evangelho, deve ser anatematizado (Gl.1:8-9), isto é, amaldiçoado e excomungado da comunhão dos santos. É como nos disse o Senhor Jesus Cristo: “Mas o que tendes, retende-o até que eu venha” (Ap. 2:25); “Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim”, (Mt.24:46). Isto mesmo, “servindo assim”, a saber, tal qual prescrito por Cristo há dois mil anos, e não à moda Kardequiana.
Certamente já está claro ao prezado leitor, que, a bem-dizer podemos afirmar que, segundo o Kardecismo (falo com minhas palavras),“assim como o Antigo Testamento findou há quase dois mil anos quando do advento de Cristo, o Novo Testamento, por sua vez, tem seu fim no Espiritismo Kardecista. A Era que Moisés inaugurara teria esbarrado na Era que Jesus inaugurou há quase dois milênios. Esta, por sua vez, morreu quando Kardec e seus espíritos-guia legaram ao mundo o Novo Código! A Terceira Revelação! Uma Nova Era!. A Era dos Espíritos! A Codificação Espírita! O Novíssimo Testamento dado pelos Espíritos Superiores pela instrumentalidade do Grande Mestre cujo pseudônimo é Allan Kardec! E, quem quiser beber desta Nova Fonte, é só ler, estudar e praticar O Evangelho Segundo o Espiritismo e as demais obras procedentes da pena do Grande Codificador, as quais, juntas, constituem o Outro Consolador prometido por Jesus, o qual, na plenitude dos tempos, isto é, em 1.857, veio nos consolar, falando-nos o que o Cristo não pudera falar devido ao atraso inerente aos espíritos dos seus contemporâneos, bem como aclarando os pontos velados (isto é, obscuros) de Sua Doutrina! ”. É muita petulância, não?
A crença nessa tal de terceira revelação faz com que os kardecistas nos olhem de cima para baixo. Já me disseram que nós somos “espíritos atrasados que ainda não se desenvolveram o suficiente para compreender esta grandeza.” Crêem que nós, os evangélicos, já estamos quase chegando lá. Certo kardecista me disse que a evolução do Espírito se dá mais ou menos assim: Primeiro o indivíduo se torna adepto de uma das religiões não cristãs (Budismo, Islamismo, Hinduísmo, etc.), depois se torna católico, posteriormente vira evangélico e, a seguir se converte ao Espiritismo. O tempo que um espírito precisa, desde que é criado até se tornar Kardecista, varia de espírito para espírito, pois depende do esforço de cada um, e pode compreender muitos séculos e até milênios. Ora, por crerem os kardecistas nessa suposta evolução espiritual, e julgando estarem num patamar onde só eles alcançaram, não cessam de orar por nós, pois crêem que fazê-lo contribui para acelerar o processo evolutivo no qual estamos. Pude perceber que alguns kardecistas sentem até pena de nós. Vê-se, portanto, que os kardecistas são infelizes e não sabem. E só Deus pode arrancá-los desse labirinto no qual se encontram. Preguemos-lhes, portanto, o Evangelho e oremos com fé e amor. Sem dúvida, o nosso Deus arrancará a muitos desse “egito” e assim os libertará de “faraó”. Isto ocorrerá quando aspergirem as vergas e as ombreiras das portas de seus corações com o sangue do nosso Cordeiro Pascual _Jesus (Êx. 12:7).

2.4. Contradição Entre os Dois Testamentos?!

Muitos kardecistas já me perguntaram: “Se o Antigo Testamento não estava errado, por que tantas diferenças entre ele e o Novo? Por exemplo, por que não matamos ainda os adúlteros, os blasfemos, os assassinos, os idólatras etc.? Resposta: Para cada diferença há pelo menos uma explicação teológica; e quem não aceita tal explicação precisa tirar a máscara de cristão, parar de chamar o Antigo Testamento de “primeira revelação de Deus”, e assumir o seu cepticismo. Mas, respondendo à pergunta sobre o porquê de não podermos mais executar os criminosos e outros pecadores, informo que a Igreja não é um Estado (como, por exemplo, Israel o era), e sim, um conjunto de indivíduos. Sim, entre outros, o motivo pelo qual a Igreja não pune os criminosos, é o mesmo pelo qual ninguém podia matar Caim (Gn. 4:15), a saber, só o Estado pode cuidar de punir os malfeitores. Como a partir de Noé, estabeleceu-se o Governo Humano, então a pena de morte entrou em vigor (Gn. 9:6). A incumbência de punir os criminosos foi, é e será da competência do Estado (Rm.13:1-7). À Igreja compete: dar a outra face ao agressor (Mt.5:39), não atirar a primeira (nem a última) pedra (Jo.8:7), louvar (Ef.1:12), adorar (Jo.4:23), orar (1Tm.2:1), pregar (1Pe.2:9), etc. Mas isso não é um libelo contra a justiça, que é, repito, da competência exclusiva da autoridade para isto constituída (Jo.19:11; Lc.23:41ª).
Certo kardecista argumentou dizendo que “sendo Deus o único que pode dar a vida, naturalmente só Ele pode tirá-la. Logo, não podemos crer que Moisés, Josué, Samuel e outros tenham recebido de Deus a ordem para ceifar tantas vidas. Mas, como eles mataram muitas pessoas sob a alegação de que o faziam por ordem de Deus, salta à vista que seus escritos não podem ser a Palavra de Deus”. Refuto esse argumento dizendo que Deus, o único que pode tirar a vida, não está impossibilitado de incumbir um agente Seu, de fazê-lo. Ele pode matar; e não raramente, Ele mesmo o faz; mas às vezes Ele delega este poder a um anjo; às vezes o confere a um homem ou grupo de homens; e, inclusive, como vimos acima, Rm 13: 1-7 nos diz que o Estado está autorizado por Deus a punir os malfeitores com a punição que se fizer necessária. Logo, quando um policial, em nome da Lei, sai na captura de um criminoso, deve trazê-lo vivo ou morto. Por conseguinte, se o dito marginal reagir à voz de prisão, o referido policial poderá até matá-lo, se isso se fizer necessário. Neste caso, o policial autor da execução, não pode ser visto como assassino, e sim, como mantenedor da ordem pública. Rm 13:5 nos diz que a autoridade não traz a espada debalde, isto é, em vão. Ela, a espada, não era enfeite. E, como não ignoramos, a espada (hoje metralhadora, fuzil, pistola, bazuca, etc.) não era instrumento de correção, como o cassete o é. Não!!! A espada existia para matar. Assim fica claro que Deus, o único que dá a vida e, por conseguinte, o único que pode tirá-la, se vê no direito de fazê-lo através de um agente Seu, que pode ser ou um anjo, ou um homem, ou o Estado. Atualmente, Seus agentes investidos deste poder são os anjos (At.12:23 ) e o Estado (Rm 13:1-7). Este, por sua vez, usa os policiais como executores deste serviço. Aqueles, porém, o fazem por si mesmos, em nome do Senhor.
Uma prova de que o Antigo Testamento não estava errado, é o fato de Jesus o haver aprovado, como vimos acima. Os kardecistas diriam: “Aprovou mesmo? Tem certeza?, você viu? Quem garante?” A resposta é: A Bíblia no-lo garante; e, em particular, o Novo Testamento. E se não crêem no Novo Testamento, então parem de dizer que a promessa de Jesus, constante de Jo. 16:12-13, de nos enviar outro Consolador, se cumpre a partir de 1857, quando da Codificação Kardequiana; visto que, se realmente a Bíblia não fosse confiável, já não saberíamos nem se Cristo teria mesmo feito a promessa constante de Jo.16:12-13. Além disso, um céptico poderia também questionar os Kardecistas quanto à crença deles de que o Kardecismo é o Consolador prometido por Jesus, nestes termos: “Prometeu mesmo? Têm certeza? Vocês viram? Quem garante?”. E agora José? E agora senhor Allan?
Sendo a primeira e a segunda revelações, dois embustes, como o supõem os kardecistas, pergunto: A terceira revelação seria o terceiro embuste? Pensem nisso os sinceros!
Bem, se a Bíblia é ou não verdadeira, eu disse no capítulo 1 deste livro, assim como nas primeiras linhas deste capítulo, que entrar no mérito destas questões não é, nesta obra, o alvo deste autor, pois por ora pretendo apenas desmascarar o Kardecismo para, deste modo, levar suas vítimas a buscar a verdade em Deus e no Seu Livro _ a Bíblia. Por isto limito-me a formular aos kardecistas as seguintes contundentes interrogações: Os kardecistas podem provar as alegadas adulterações que teriam sido cometidas pelos apóstolos e outros aventureiros através dos séculos? Onde, como e quando ocorreram tais interpolações? Será que tudo não passa de grosseira especulação? Porventura os achados arqueológicos não deixam evidentes que as inegáveis provas dos erros cometidos pelos copistas são falhas banais que, portanto, não ferem a integridade do Texto? Será que os kardecistas não sabem que crer na Bíblia não implica em crer na infalibilidade dos copistas e tradutores das Escrituras, mas sim, e tão-somente, crer na Inspiração Verbal e Plena dos originais?
(Quero mais uma vez recomendar a todos os que suspeitam da autenticidade da Bíblia a lerem o livro intitulado As Grandes Defesas do Cristianismo, de Jefferson Magno da Costa, editado pela CPAD_ Casa Publicadora das Assembléias de Deus _, geralmente à venda nas livrarias evangélicas).
(Agora, partamos ao capítulo 3 e analisemos outras incoerências tão gritantes quanto as que acabamos de ver no presente capítulo)

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