sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

NÃO TROQUE O CERTO PELO DUVIDOSO

Bem, depois de tantas incoerências encontradas no Kardecismo, certamente está claro que você não pode ser cristão e kardecista simultaneamente. Não é possível crer na Bíblia e nos escritos de Kardec a um só tempo. Ademais, creio que provei que o Kardecismo é sofismático. Mas talvez você ainda tenha algumas dúvidas. Neste caso, não troque o certo pelo duvidoso.
Aos kardecistas e simpatizantes desse sistema infernal que, porventura, esbocem alguma dúvida, creio que posso ajudar, sugerindo as seguintes medidas:

A) É Preferível confiar no sangue de Jesus, a crer em reencarnação; já que, se de fato existe reencarnação, por ela passarei inevitavelmente, visto que eu não preciso crer em coisa alguma para me reencarnar. O mesmo, porém, não se dá, segundo a Bíblia, com a salvação em Cristo. De acordo com o Cristianismo bíblico, se eu não me “esconder” sob o sangue de Jesus nesta vida, serei um eterno desgraçado no além. Logo, optar pelo sangue de Cristo é uma questão de inteligência;

B) Quando cremos em Cristo dentro dos moldes bíblicos (isto é, que ele é Deus; que Seu sangue purifica de todo pecado; e que Seus mandamentos estão contidos na infalível Bíblia), recebemos um gozo inexplicável (1Pe. 1:8). Não seria isto o cumprimento da promessa que Jesus nos fez, de nos dar outro Consolador (isto é, o Espírito Santo), se nEle crêssemos segundo as Escrituras? (Confere: Jo. 7:38-39; 14: 16). João Batista recebeu o Espírito Santo antes de nascer; e por isto saltou de alegria no ventre de sua mãe (Lc.1:15,44). Já que nós, os cristãos bíblicos, sentimos este gozo inexplicável, não seria isto uma prova tangível de que o Cristianismo é real e verdadeiro e que nós, cristãos bíblicos, estamos no Caminho certo?

C) Para cedermos nosso corpo a um espírito que se diz, por exemplo, o da mãe de um consulente, teríamos que estar seguros de não estarmos sendo enganados. E, como vimos em 9.5, Kardec reconheceu que não é possível se certificar com precisão da identidade dos espíritos. Ora, se somarmos as proibições bíblicas à prática da mediunidade, às incertezas espíritas, porventura não chegamos ao resultado de que é preferível não nos envolvermos com isso? Alguns ex-católicos e ex-“evangélicos” respondem que nada puderam fazer, pois se tornaram médiuns antes de crerem na mediunidade. Os espíritos simplesmente se incorporaram neles sem mais nem menos. Porém, nenhum cristão verdadeiro passa por essa amarga experiência. Seja um cristão de fato e você jamais receberá espírito de “defunto”.

D) Ora, como posso me emocionar diante de um espírito que se diz o de minha falecida mãe, se o próprio kardecismo adverte que eu posso estar sendo enganado? Com a Bíblia garantindo que “não é mamãe”, e Kardec dizendo que não sabe se é ou não, será que não é mais prudente corrermos disso?

E) Não encontramos em toda a Bíblia nenhum servo de Deus incorporando as almas dos mortos. Não é isto digno de nota? (Embora saibamos, como já fiz constar em 2.2.2.,§ 5, que os kardecistas atribuem a mediunidade, às manifestações do Espírito Santo e dos anjos. Vimos lá que o “jornal espírita”, de junho de 1991 asseverou que “No dia de Pentecostes todos os apóstolos foram envolvidos pelos espíritos, ocorrendo a maior sessão coletiva de manifestação mediúnica na história religiosa do mundo...” [e que] “os... estudiosos irão descobrir que o Espírito Santo nada mais é que a alma dos homens que se foram...”.).

F) O espírito de Moisés se comunicou com Jesus (Mt. 17:3). Os kardecistas se servem disso para engrossar seus argumentos em defesa da mediunidade. Todavia, como Jesus é Senhor não só dos vivos, mas também dos mortos (Rm 14:9 ), esse argumento é pobre. Os mortos, especialmente os salvos, podem ter livre acesso a Cristo, já que são seus servos. Além disso, nem tudo que Cristo fez e faz, nós podemos fazer também. Por exemplo, Ele aceita adoração (Mt. 8:2; 28:9,17; Hb. 1:6). Somos nós também dignos de sermos adorados? Pensem nisso os sinceros!

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