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A
humanidade tem se especializado cada vez mais em superar todas as
bizarrices possíveis e imagináveis, a título de diversidade,
multiculturalismo, tolerancianismo, autossuficientismo, porcariarismo,
igualitarismo, e uma série de sinônimos nunca aplicados mas sempre
ansiados, como um fetiche, mais necessário à vida de certas pessoas do
que o próprio oxigênio... Por falar nisso, não estranhe se, em um futuro
próximo, os “engenheiros sociais” obrigarem as pessoas a utilizarem
cilindros de gás meio a meio, metade de oxigênio e outra metade gás
carbônico, pois seria preconceito e injustiça ao Co² ter uma parcela não
igualitária no ar que respiramos. Enquanto isso, os mesmos
“construtores” se deliciarão com porções cada vez maiores de O², para os
seus deleites — com margens de lucro estratosféricas —, e escárnio do
restante dos mortais.
Assim
funciona o mundo: em nome de reparações às minorias, faz-se injustiça
com a maioria, seja ela de qual cor, etnia, classe social, sexo ou outro
muro erguido em nome do bem-estar e de uma isenção sempre parcial. No
fundo, é uma luta pelo poder, onde boa parte é apenas “boi de piranha”, a
espalhar um discurso sem plexo ou nexo enquanto a elite — seja
intelectual, política, militar, sindical ou simplesmente hormonal — se
esbalda em luxos, prazeres e controle das massas. Tendo o estado por
sócio ou “padim”.
Não
se iluda! Existem mais camadas intocáveis e intocadas nessa trama do
que se pode imaginar ou conceber e, por esse motivo, nenhum
questionamento é permitido ou sequer avaliado, sob pena de se
transformar em teoria de conspiração ou, mormente, gerar risadas
histéricas, deboche e cinismo.
Todas
as coisas devem ser colocadas no mesmo saco, balançadas e o que sair
não se pode lançar dúvidas ou questionar, desde que o recipiente
contenha apenas e tão somente os valores elencados e formatados do
politicamente correto ou establisment.
Mas
voltemos às bizarrices e quebras de recordes. Você conhece a mulher que
tem os maiores lábios do mundo? Ela já fez trocentas cirurgias
plásticas para ter verdadeiros colchões de silicone na boca; se chama
Andrea Ivanova. E o brasileiro que consegue projetar os olhos 18 cm para
fora das órbitas? Chama-se Sidney Carvalho, e está no Guinness. E o
americano que durante 50 anos comeu um Big Mac por dia? Chama-se Donald
Gorske e, pasmem!, ainda não sofreu um infarto. E o que dizer de Michel
Lotito? Ele chegou a comer um aeromodelo de metal entre outras
bugigangas indigeríveis. A lista vai aumentando e aumentando e
aumentando, quase sem fim. Essas são algumas das coisas mais “estranhas”
realizadas, entre inúmeras outras no decorrer da história — e não vejo
ninguém propor uma maneira de impedi-las; por quê?
Não
estou defendendo a censura ou o não direito à liberdade individual, não
é isso. Mas, por que raios em muitos países é proibido falar de Cristo e
não de Mohamed? Pode-se louvar Mao, Fidel e Stálin e nenhuma palavra
emitida sobre Paulo, João, Pedro e Tiago? Por que criticar certas pautas
progressistas é crime e pecado enquanto se matam bebês, destroem-se
reputações, ataca-se a infância, e os pais são meros incubadores e
pagadores de impostos?
Se
Lucky Rich pode tatuar 100% da sua pele e Nilanch Patel, quando
adolescente, tinha o maior cabelo do mundo: 1,70 m; por que dizer,
pensar, cogitar ou especular que o Parenthood é um abatedouro humano —
uma mulher foi presa por orar silenciosamente próxima a uma clínica de
aborto — é pecado?
São tempos difíceis, como dizia o apóstolo Paulo.
Enquanto
isso, os impostos subirão, o dólar subirá, os benefícios e privilégios
das poucas mas barulhentas castas brasileiras e mundiais subirão, e você
e eu, cada vez mais, não teremos outra coisa a fazer senão pensar: onde
fica o fundo do poço?
E nem posso ajudá-lo, pois ainda não chegamos lá!
Fonte: https://kalamo.blogspot.com/



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