Introdução
Ao contrário do que alguns poucos aloprados afirmam, o que Paulo combate em Romanos 1 e 2 não é a promiscuidade dentro de relações homossexuais, mas a própria homossexualidade.
A homossexualidade existe há milênios e é conhecida tanto dentro da literatura judaico-cristã quanto fora. O termo deriva dos termos homo e sexus (a primeira, tanto da língua grega quanto da latina, e a segunda da língua latina), e refere-se a um ser humano, homem ou mulher, que possui afeição e atração sexual por outro ser humano do mesmo sexo. Homens e mulheres podem ser homossexuais. As mulheres normalmente são chamadas de lésbicas e os homens de sodomitas. Lésbicas, por causa de uma ilha grega chamada Lesbos, onde viveu uma poetisa, Safo, que escreveu amplamente sobre seus relacionamentos sexuais com outras mulheres. Sodomitas, por causa da prática comum na cidade de Sodoma onde homens buscavam outros homens para relações sexuais, pública ou privadamente.
Os protestantes, desde o início, se valeram dos textos bíblicos para lidarem com o assunto. Apenas recentemente, com um distanciamento da Sagrada Escritura como elemento normativo quanto à moral, ética, sexualidade, comportamentos e fé, é que dentro do protestantismo começou-se a aceitar a homossexualidade como prática aceitável desde que dentro de princípios morais e éticos respeitáveis.
MEU OBJETIVO com esta pregação é compreender qual era o pensamento de Paulo sobre a homossexualidade. Procuraremos compreender qual a razão do apóstolo ter colocado as relações homoafetivas no topo da lista de pecados na abertura de sua epístola aos romanos.
Exposição
Em Romanos 1.1-7, Paulo fala sobre as Boas Novas sobre um Novo Rei. Paulo, claramente, começa sua epístola desafiando o pensamento dos cristãos gentios e judeus na igreja em Roma a pensarem e compararem o rei presente em seu contexto local, o próprio César, e o novo Rei que se apresenta com os mesmos títulos usados para César.
Ao contrário do que alguns poucos aloprados afirmam, o que Paulo combate em Romanos 1 e 2 não é a promiscuidade dentro de relações homossexuais, mas a própria homossexualidade.
A homossexualidade existe há milênios e é conhecida tanto dentro da literatura judaico-cristã quanto fora. O termo deriva dos termos homo e sexus (a primeira, tanto da língua grega quanto da latina, e a segunda da língua latina), e refere-se a um ser humano, homem ou mulher, que possui afeição e atração sexual por outro ser humano do mesmo sexo. Homens e mulheres podem ser homossexuais. As mulheres normalmente são chamadas de lésbicas e os homens de sodomitas. Lésbicas, por causa de uma ilha grega chamada Lesbos, onde viveu uma poetisa, Safo, que escreveu amplamente sobre seus relacionamentos sexuais com outras mulheres. Sodomitas, por causa da prática comum na cidade de Sodoma onde homens buscavam outros homens para relações sexuais, pública ou privadamente.
Os protestantes, desde o início, se valeram dos textos bíblicos para lidarem com o assunto. Apenas recentemente, com um distanciamento da Sagrada Escritura como elemento normativo quanto à moral, ética, sexualidade, comportamentos e fé, é que dentro do protestantismo começou-se a aceitar a homossexualidade como prática aceitável desde que dentro de princípios morais e éticos respeitáveis.
MEU OBJETIVO com esta pregação é compreender qual era o pensamento de Paulo sobre a homossexualidade. Procuraremos compreender qual a razão do apóstolo ter colocado as relações homoafetivas no topo da lista de pecados na abertura de sua epístola aos romanos.
Exposição
Em Romanos 1.1-7, Paulo fala sobre as Boas Novas sobre um Novo Rei. Paulo, claramente, começa sua epístola desafiando o pensamento dos cristãos gentios e judeus na igreja em Roma a pensarem e compararem o rei presente em seu contexto local, o próprio César, e o novo Rei que se apresenta com os mesmos títulos usados para César.
Nesta porção, fazendo clara comparação com César, Paulo chama Jesus de kyrios (Senhor), apresenta Jesus como um filho de Deus, e como alguém que possui um evangelho. Todos estes termos eram usados, antes do cristianismo, à pessoa de César.
Paulo, assim, está provocando o pensamento de seus
leitores a pensarem na supremacia da pessoa de Jesus diante do Senhor de todo
império romano.
Nos versos 8 a 13 deste mesmo capítulo,
Paulo apresenta seu imenso desejo de visitar os cristãos romanos
(especialmente, versos 11 e 12).
Nos versos 14 a 17, Paulo volta a falar sobre o Evangelho. Ele inclui temas como salvação, justificação e justiça de Deus.
Nos versos 14 a 17, Paulo volta a falar sobre o Evangelho. Ele inclui temas como salvação, justificação e justiça de Deus.
Nos versos 18 a 23, Paulo apresenta a forma como
seres humanos rejeitam a justiça graciosa de Deus e abraçam a corrupção.
Então, nos versos 24 a 27, Paulo entra no assunto que pretendo expor aos irmãos nesta noite. Paulo fala sobre desejos impuros, e corpos que não o honram:
Então, nos versos 24 a 27, Paulo entra no assunto que pretendo expor aos irmãos nesta noite. Paulo fala sobre desejos impuros, e corpos que não o honram:
É por isso que Deus os entregou à impureza
sexual, ao desejo ardente de seus corações, para desonrarem seus corpos
entre si; pois substituíram a verdade de Deus pela mentira e adoraram e
serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por
isso, Deus os entregou a paixões desonrosas. Porque até as suas mulheres
substituíram as relações sexuais naturais pelo que é contrário à natureza. Os
homens, da mesma maneira, abandonando as relações naturais com a mulher,
arderam em desejo sensual uns pelos outros, homem com homem, cometendo
indecência e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro. Rm 1.24-27
Segundo as Escrituras, a consequência da rejeição da justiça de Deus foi a entrega que o próprio Deus realizou dessas pessoas à impureza sexual. O texto diz que Deus os entregou. A palavra é παρέδωκεν, de παραδίδωμι, ou seja, entregar alguém ou alguma coisa a outro, especialmente, à autoridade de um outro.
Assim, com essa entrega, tais pessoas não teriam
como vencer os impulsos desonrosos de sua carne. O final do verso 24 diz que
eles desonrariam seus corpos entre si. A razão é simples: a idolatria do
corpo. Ao entregarem-se a idolatria do corpo criado ao invés daquele que o
criou, substituem a verdade pela mentira.
No verso 26, o verbo παρέδωκεν, o mesmo do verso
24, é repetido, enfatizando que o próprio Deus é quem confundirá a mente do
homem idólatra que insiste em fugir do culto ao Criador. A partir daqui as
paixões desonrosas serão explicadas com detalhes:
Porque até as suas mulheres substituíram as
relações sexuais naturais pelo que é contrário à natureza. Os homens, da mesma
maneira, abandonando as relações naturais com a mulher, arderam em desejo
sensual uns pelos outros, homem com homem, cometendo indecência e recebendo em
si mesmos a devida recompensa do seu erro.
A homossexualidade é tratada pelo Espírito do Senhor como uma paixão desonrosa, contrária à natureza. Segundo este texto, por mais desconcertante que venha a ser, uma das maneiras de constatarmos a corrupção da vida humana é pela existência das práticas homossexuais.
Algo que deve nos chamar a atenção aqui é, porque razão Paulo coloca este pecado no topo da lista no início de sua epístola aos romanos? Como escreveu N. T. Wright, a resposta não é simples, como alguns têm sugerido. Como um judeu, essa prática já era claramente repugnante a Paulo. No entanto, muitas culturas pagãs de sua época aceitavam a homossexualidade com naturalidade.
Alguns pontos precisam ser conhecidos aqui. O próprio Nero, o imperador, era conhecido por suas práticas homossexuais, bem como várias práticas bizarras heterossexuais. É bastante possível que o apóstolo Paulo tenha desejado colocar o dedo na ferida, apontando para o sistema imperial como algo corrompido, podre, por conta de imoralidade em seu núcleo central.
Além de Roma, a homossexualidade era comum em toda
a Grécia Antiga, chegando a ser considerado um modelo de educação para os
jovens. Em Roma, uma curiosidade é que a relação homossexual passiva era
considerada desonrosa. Os romanos eram ensinados a serem ativos em suas
relações. A posição passiva era devida apenas às mulheres e aos escravos. De
todos os imperadores romanos do período neotestamentário, somente Claudio foi
heterossexual. O mais imoral de todos foi Julio César, que era respeitado
apenas por ser o imperador e por causa de suas conquistas em favor do império.
De Julio César se dizia que “era o homem de todas as mulheres e a mulher de
todos os homens”.
É interessante notar também que Paulo escreve esta
epístola muito provavelmente durante sua estada em Corinto. Nesta cidade, a
cultura grega sobre educação sexual era muito forte. Os meninos deixavam a casa
de seus pais ainda muito cedo, provavelmente no início da adolescência, e iam
estudar com homens mais velhos dos quais se esperava que fossem introduzidos às
práticas sexuais. Estes meninos tornavam-se amantes destes mestres adultos. A
pedofilia homossexual era vista como um relacionamento afetivo e educacional
entre mestres e alunos. E Paulo estava mergulhado nessa cultura quando escreveu
aos romanos. E note que, quando Paulo escreveu sua primeira epístola aos
Coríntios, no capítulo 6, versos 9 a 11, citou que os efeminados e os sodomitas
não herdariam o reino de Deus. E afirma impressionantemente que, alguns na
igreja em Corinto haviam sido homossexuais, mas haviam sido justificados,
lavados, santificados em nome do Senhor Jesus, pelo Espírito do nosso Deus (1Co
6.11).
É possível que Paulo tenha pensado nesse contexto
coríntio e romano ao escrever. Mas esse não é o seu ponto aqui. Paulo não
estava apenas dizendo que os judeus eram contrários àquela prática normal no
mundo não judeu, como alguns insistem.
Paulo apenas está a esclarecer que não foi para
isso que Deus fez macho e fêmea. Nem está Paulo preocupado em apontar
uma realidade somente da casa imperial, ou da cultura greco-romana que assistia
com certa medida de simpatia as relações homossexuais. Paulo está a tratar da
homossexualidade, e não de homossexuais específicos.
No verso 18, Paulo afirma que a ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens, que impedem a verdade pela sua injustiça. Paulo, então, está falando de todos os homens, ou seja, da raça humana. Assim, as relações homoafetivas são um sinal de que o universo humano está quebrado.
No verso 18, Paulo afirma que a ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens, que impedem a verdade pela sua injustiça. Paulo, então, está falando de todos os homens, ou seja, da raça humana. Assim, as relações homoafetivas são um sinal de que o universo humano está quebrado.
A homossexualidade é um sinal de que Deus entregou
a humanidade à outra autoridade. A homossexualidade, então, segundo a
teologia-bíblica, é apenas um de muitos sinais da entrega da humanidade para
viver longe de Deus e contrariamente à sua vontade e verdade.
Quando um homem se deita com um homem, temos algo que não está funcionando como deveria na criação. A criação está quebrada, fora de ponto. E isso é o resultado de Deus ter entregado os seres humanos às paixões infames, contrárias à natureza.
Quando um homem se deita com um homem, temos algo que não está funcionando como deveria na criação. A criação está quebrada, fora de ponto. E isso é o resultado de Deus ter entregado os seres humanos às paixões infames, contrárias à natureza.
As escolhas que a humanidade tomou, e não apenas
homossexuais, tem trazido consequências a todos. E Deus tem permitido que
exploremos as consequências de nossa própria rebelião. Ele nos avisa, nos chama
ao arrependimento, nos convida à conversão. Mas, se escolhermos a idolatria do
corpo, a idolatria da criatura, a idolatria e serviço e culto da carne,
caminharemos para o dissolver da humanidade.
Um livro lançado em 2013 nos Estados Unidos revelou o poder de Deus na vida de um famoso ator de filmes pornográficos homossexuais. O livro se chama Swallowed by Satan (Engolido por Satanás), e tem como subtítulo “como nosso Senhor Jesus Cristo me salvou da pornografia, homossexualidade e ocultismo”. Seu autor, Joseph C. Sciambra, conta a história de como ele, com uma infância tranquila numa família tradicional, entrou no universo da pornografia.
Em princípio, a porta foi via a pornografia impressa em revistas. Após ser introduzido no universo dos vídeos pornográficos, Sciambra passou a não mais se interessar somente pela pornografia heterossexual. Ele afirma em seu livro que foi a adicção à masturbação e pornografia heterossexual que o introduziu ao universo homossexual.
Um livro lançado em 2013 nos Estados Unidos revelou o poder de Deus na vida de um famoso ator de filmes pornográficos homossexuais. O livro se chama Swallowed by Satan (Engolido por Satanás), e tem como subtítulo “como nosso Senhor Jesus Cristo me salvou da pornografia, homossexualidade e ocultismo”. Seu autor, Joseph C. Sciambra, conta a história de como ele, com uma infância tranquila numa família tradicional, entrou no universo da pornografia.
Em princípio, a porta foi via a pornografia impressa em revistas. Após ser introduzido no universo dos vídeos pornográficos, Sciambra passou a não mais se interessar somente pela pornografia heterossexual. Ele afirma em seu livro que foi a adicção à masturbação e pornografia heterossexual que o introduziu ao universo homossexual.
Ele conta como, com 19 anos de idade, ele começou a
frequentar o distrito de Castro e encontrou um homem mais velho que estava
disposto a pagar tudo para ele. Esse homem passou a ter encontros sexuais com
ele, depois passou a filmá-lo, depois passou a mostrar tais filmes a amigos, e
ele passou a fazer sucesso. Com o tempo, Sciambra passou a fazer filmes
pornográficos oficialmente e a viver disso. Em suas palavras, Satanás o engoliu
aos poucos.
De acordo com Sciambra, sua história não é mais ou
menos extraordinária da de tantos outros que entram no universo pornográfico
homossexual. Ele afirma:
“O que em minha vida justifica este livro? Em uma
palavra: Eu não fiz nada que possa ser considerado extraordinário, excepcional,
ou digno de nota. O que pode ser interessante aos outros é o papel que Nosso
Senhor Jesus Cristo desempenhou em minha história.”
Em outra ocasião, Sciambra, pensando em sua própria
história, afirma que, no universo homossexual, “Satanás tem anexado alguns
demônios extremamente vorazes. A influência deles sobre suas vítimas é forte e
profunda. Uma vez que eles grudam em você, se livrar deles não é algo fácil.”
Foi quando esteve à beira da morte que Joseph
Sciambra descreve a sensação de algo estava o arrastando ao inferno. Sciambra
diz que o pouco que havia conhecido sobre Jesus em sua infância foi suficiente
para que ele clamasse o socorro de Jesus, dizendo: “Senhor, me ajude”. Ele diz
que neste momento, uma paz imensa invadiu seu coração e ele se converteu. É
óbvio que sua jornada de conversão foi longa, mas começou com o reconhecimento
de sua carência de Jesus para transformá-lo.
Hoje, Sciambra possui um site no qual ajuda outras
pessoas a encontrarem em Jesus a mão para socorrer pessoas que desejam sair da
pornografia e viver um celibato até o final de sua vida.
Assim, a única solução para o problema humano da
homossexualidade é a conversão. Quando os seres humanos adoram o Deus à imagem
de quem foram criados, estes mesmos seres humanos passam a ser transformados
por Deus a fim de serem aquilo que Deus os criou para ser.
Obviamente, esta não é uma palavra final de Paulo
sobre o assunto. São apenas dois versículos (26-27). Muito mais poderia ser
dito e colocado, mas os mesmos não podem ser explorados sem que este princípio
esteja em mente. A homossexualidade não é fruto de uma escolha individual, ou
genética, ou de uma doença, ou de uma construção social. A homossexualidade é
fruto da entrega que o Criador realizou quando o primeiro casal se rebelou. A
homossexualidade somente existe na humanidade pelo fato de todos terem pecado e
estarem distantes de Deus. A homossexualidade, tal como qualquer outro pecado
de natureza sexual, qualquer outra perversão sexual, é fruto do afastamento de
Deus, da escolha que, desde o início, os homens têm feito.
Conclusão
Há poucas referências bíblicas sobre a homossexualidade. No Antigo Testamento, a primeira e principal referência é sobre a história de Sodoma, em Gn 19.4-11. Além desta passagem, Jz 19, Lv 18.22, Lv 20.13 apresentam a abominação que é ao Senhor a prática homossexual. O Antigo Testamento observa pouco este assunto, não sendo objeto de grande preocupação pelos escritores veterotestamentários. No entanto, no Novo Testamento, mostrando que não se tratava de um assunto exclusivo de um tempo distante, os escritores voltaram a tratar do assunto em 1Co 6.9-11, 1Tm 1.10 e Rm 1.27. Nestes últimos textos, a homossexualidade volta a ser condenada, embora muitos críticos no Novo Testamento acreditem que estas orientações não sejam válidas para a contemporaneidade. Muitos destes, afirmam que sejam moralistas aqueles que usam tais textos bíblicos como suporte para sua visão sobre homossexualidade.
Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão. Lv 18.22-23
Há poucas referências bíblicas sobre a homossexualidade. No Antigo Testamento, a primeira e principal referência é sobre a história de Sodoma, em Gn 19.4-11. Além desta passagem, Jz 19, Lv 18.22, Lv 20.13 apresentam a abominação que é ao Senhor a prática homossexual. O Antigo Testamento observa pouco este assunto, não sendo objeto de grande preocupação pelos escritores veterotestamentários. No entanto, no Novo Testamento, mostrando que não se tratava de um assunto exclusivo de um tempo distante, os escritores voltaram a tratar do assunto em 1Co 6.9-11, 1Tm 1.10 e Rm 1.27. Nestes últimos textos, a homossexualidade volta a ser condenada, embora muitos críticos no Novo Testamento acreditem que estas orientações não sejam válidas para a contemporaneidade. Muitos destes, afirmam que sejam moralistas aqueles que usam tais textos bíblicos como suporte para sua visão sobre homossexualidade.
Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão. Lv 18.22-23
Se também um homem se deitar com outro homem, como
se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue
cairá sobre eles. Lv 20.13
Assim, hoje, entre protestantes encontra-se um
pequeno grupo que sustenta não haver base para a Lei Natural e sua relação com
os atos sexuais, inclusive, procriativos. À medida em que muitas nações têm
revisto suas leis e têm reformado a lei civil reconhecendo e favorecendo o
casamento entre pessoas do mesmo sexo, algumas igrejas têm buscado se adaptar
ao contexto em que vivem não encarando mais como um comportamento pecaminoso as
relações homossexuais.
Todavia, a vasta maioria dos cristãos permanecem com sua tradição bíblica de que a homossexualidade, por conta de todos os textos bíblicos apresentados, deve continuar a ser vista como um pecado a ser deixado. Assim como todos os demais pecados, a homossexualidade também deve ser confessada e abandonada. Não só ela, mas todos os demais pecados para os quais um ser humano diz que nasceu inclinado para aquilo.
Todavia, a vasta maioria dos cristãos permanecem com sua tradição bíblica de que a homossexualidade, por conta de todos os textos bíblicos apresentados, deve continuar a ser vista como um pecado a ser deixado. Assim como todos os demais pecados, a homossexualidade também deve ser confessada e abandonada. Não só ela, mas todos os demais pecados para os quais um ser humano diz que nasceu inclinado para aquilo.
Segundo a visão protestante mais aceita, todos são
concebidos em pecado (Sl 51.5) e seguem durante a vida sendo mais inclinados ou
tentados a um determinado pecado, enquanto que, outros, são mais tentados em
outros pecados. Mas, desde o momento em que tal ser humano compreende o chamado
para o arrependimento e fé no Filho de Deus, tal pessoa deve olhar para suas
antigas práticas do mesmo modo como Deus olha. E, no caso da homossexualidade,
como um pecado a ser abandonado para o resto da vida.
Termino com o testemunho de Jerry Arterburn,
falecido em 13 de junho de 1988 aos 38 anos, de AIDS:
“Espero que você compreenda que não importa o quão
longe você tenha ido em seu estilo de vida homossexual, nunca é tarde demais
para mudar, nunca é tarde demais para voltar ao lar. Deus tem o poder de
reformá-lo completamente em corpo, alma e espírito. Por causa do que Deus fez
por mim, o velho Jerry Arteburn acabou. Ele se foi. E sou uma nova pessoa
através do poder de Deus.”
Eu termino com a conclusão de que o apóstolo Paulo pretendia apresentar a homossexualidade não como fruto de uma doença, de uma condição social, de um determinismo genético, ou qualquer outra pressuposição moderna. O Espírito Santo usou Paulo para revelar ao Seu povo que a homossexualidade deve ser vista como um sinal da queda da humanidade e da quebra, ou seja, da impossibilidade dessa humanidade viver os propósitos de Deus sem uma conversão e retorno a Ele.
Eu termino com a conclusão de que o apóstolo Paulo pretendia apresentar a homossexualidade não como fruto de uma doença, de uma condição social, de um determinismo genético, ou qualquer outra pressuposição moderna. O Espírito Santo usou Paulo para revelar ao Seu povo que a homossexualidade deve ser vista como um sinal da queda da humanidade e da quebra, ou seja, da impossibilidade dessa humanidade viver os propósitos de Deus sem uma conversão e retorno a Ele.
Assim como a relação entre céus e terra está
quebrada, a relação entre homem e mulher também foi afetada pela queda. A
homossexualidade deve ser vista conforme comentou Bob Utley – como o pior
julgamento que pode haver. É como se Deus dissesse: “deixe que a humanidade
caída trilhe seu próprio caminho”. Em Salmo 81.12: Assim, deixei-o andar na
teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos. Em Os 4.7: Efraim
está entregue aos ídolos; é deixá-lo. Em At 7.42: Mas Deus se afastou e
os entregou ao culto da milícia celestial.
O paganismo, ou seja, o distanciamento de Deus,
sempre foi caracterizado pela perversão sexual. Não devemos olhar para esse
pecado como mais ou menos importante, mas apenas como mais uma força que oprime
pessoas afastando-as do caminho de Deus. E precisamos nos lembrar que nada nem
ninguém é capaz de vencer sozinho contra as forças tentadoras de seu próprio
coração (sejam estas forças a mentira, a fofoca, a ganância, ou a
homossexualidade). É somente na conversão, na justificação dessa vida, que ela
será capaz de viver como um homem, ou uma mulher, conforme planejados por Deus.
Deus abençoe a vida de cada um dos irmãos e nos
ajude a lidarmos com esse assunto sempre com sabedoria e cuidado, e a lidarmos
com as pessoas que são tentadas homossexualmente, com o Evangelho de nosso
Senhor Jesus Cristo, e também com respeito e compaixão.
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