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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Depois dos apóstolos, os Adventistas são os melhores!

“De todos os grandes movimentos religiosos desde os dias dos apóstolos, nenhum foi mais livre de imperfeições humanas e dos enganos de Satanás do que o do outono de 1844.” Ellen White

No outono de 1844, o grupo adventista – SEGUNDO ELLEN WHITE, O GRUPO MAIS PERFEITO DA TERRA – contava com cerca de 50 mil adeptos.

Esses eram na sua maioria esmagadora apóstatas das igrejas protestantes da época, e provenientes de alguns grupos heréticos.

Suas reuniões eram histéricas, do jeito que eles criticam os pentecostais de hoje!

Os Adventistas de 1844 pregaram a vinda de Cristo para o dia 22 de outubro de 1844.

Alguns, que se tornaram líderes desse grupo rejeitaram a doutrina da trindade.

No outono de 1844 a maioria deles, se não todos, guardava o domingo.

Nem sequer sonhavam com uma doutrina do ‘juízo investigativo’.

Comiam carne de porco e bebiam bebidas alcoólicas.

Não acreditavam
em ‘um espírito de profecia’ manifestado em uma pessoa especifica, a não ser que olhassem para Guilherme Miller como sendo o tal profeta.

Dividiam as igrejas por causa da mensagem que abandonariam depois!

Esse grupo era o mais perfeito?

Muitas coisas poderiam servir contra a própria Ellen White, e contra o Adventismo atual. Outras, apenas seriam pontos de interesse denominacional. De qualquer maneira o tal grupo não tinha menos erros e ou mais acertos do que qualquer outro da época. Dependendo do ponto de vista (do meu por exemplo), poderia ser o pior!

Mas se Ellen White estivesse certa? Que tal comerem carne de porco e guardarem o domingo? A não... ela estava errada, não é mesmo? Prefiro também pensar assim. Pois muitos movimentos religiosos, após os apóstolos, são infinitivamente melhores que ‘os adventistas da falsa profecia de 1844’.

Valdenses, alguns ‘monges’ católicos, os pré e os Reformadores, puritanos, ‘os wesleys’, os moravianos, etc, etc...

Todos estes tiveram seus acertos e erros. Mas ‘provavelmente’ nenhum com seus erros ficariam atrás dos adventistas.

Tomemos cuidado com as ‘fábulas profanas de velhas caducas’(Tm4.7)!



Depois dos apóstolos, os Adventistas são os melhores!

“De todos os grandes movimentos religiosos desde os dias dos apóstolos, nenhum foi mais livre de imperfeições humanas e dos enganos de Satanás do que o do outono de 1844.” Ellen White

No outono de 1844, o grupo adventista – SEGUNDO ELLEN WHITE, O GRUPO MAIS PERFEITO DA TERRA – contava com cerca de 50 mil adeptos.

Esses eram na sua maioria esmagadora apóstatas das igrejas protestantes da época, e provenientes de alguns grupos heréticos.

Suas reuniões eram histéricas, do jeito que eles criticam os pentecostais de hoje!

Os Adventistas de 1844 pregaram a vinda de Cristo para o dia 22 de outubro de 1844.

Alguns, que se tornaram líderes desse grupo rejeitaram a doutrina da trindade.

No outono de 1844 a maioria deles, se não todos, guardava o domingo.

Nem sequer sonhavam com uma doutrina do ‘juízo investigativo’.

Comiam carne de porco e bebiam bebidas alcoólicas.

Não acreditavam em ‘um espírito de profecia’ manifestado em uma pessoa especifica, a não ser que olhassem para Guilherme Miller como sendo o tal profeta.
Dividiam as igrejas por causa da mensagem que abandonariam depois!

Esse grupo era o mais perfeito?

Muitas coisas poderiam servir contra a própria Ellen White, e contra o Adventismo atual. Outras, apenas seriam pontos de interesse denominacional. De qualquer maneira o tal grupo não tinha menos erros e ou mais acertos do que qualquer outro da época. Dependendo do ponto de vista (do meu por exemplo), poderia ser o pior!

Mas se Ellen White estivesse certa? Que tal comerem carne de porco e guardarem o domingo? A não... ela estava errada, não é mesmo? Prefiro também pensar assim. Pois muitos movimentos religiosos, após os apóstolos, são infinitivamente melhores que ‘os adventistas da falsa profecia de 1844’.

Valdenses, alguns ‘monges’ católicos, os pré e os Reformadores, puritanos, ‘os wesleys’, os moravianos, etc, etc...

Todos estes tiveram seus acertos e erros. Mas ‘provavelmente’ nenhum com seus erros ficariam atrás dos adventistas.

Tomemos cuidado com as ‘fábulas profanas de velhas caducas’(Tm4.7)!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

É possível negar a Trindade sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra?

Continua crescendo o número de cristãos (cristãos?) que se dizem contrários à doutrina da Trindade. Seria possível alguém negar essa doutrina sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra? Alguém pode ser cristão e, ao mesmo tempo, oponente da Trindade?

A doutrina da Trindade é uma das mais atacadas por movimentos pseudocristãos, dentre eles os unicistas. E, no Brasil, eles têm sido bastante convincentes na propagação de suas heresias antitrinitárias, principalmente por receberem o apoio de pastores, pregadores, cantores e líderes de louvor frouxos, sem compromisso com a sã doutrina, que valorizam as belas melodias de um famoso conjunto que diz ter a “voz da verdade”, ignorando a voz do Bom Pastor (Jo 10.27), a qual não poderá ser ignorada naquele grande Dia (Mt 7.21-23).

Viajo muito pelo Brasil e vejo que várias pessoas desavisadas, não somente apreciam os “louvores” aparentemente cristocêntricos do aludido conjunto, como também não valorizam muito a Trindade. Agem como se ela não fosse uma doutrina fundamental e inegociável.

Ora, Deus é uno e, ao mesmo tempo, triúno (Gn 1.1,26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo 5.7). O Pai, o Filho e o Espírito são três divinas e distintas Pessoas. Ou seja, a Trindade implica tripessoalidade, e não triteísmo. E essa verdade contida nas Escrituras, a despeito de transcender a razão humana, deve ser aceita alegremente, pela fé, por toda pessoa que se diz cristã (1 Tm 4.6).

As três divinas Pessoas da Trindade são coeternas e iguais entre si. Mas, em suas operações concernentes à criação e à redenção, Deus, o Pai, planejou a criação de tudo (Ef 3.9); Deus, o Filho, executou o plano, criando (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.2; 11.3); e Deus, o Espírito Santo, vivificou, ordenou, pôs tudo, todo o universo, em ação: desde a partícula infinitesimal e invisível até ao super-macroscópico objeto existente (Jó 33.4; Jo 6.63; Gl 6.8; Sl 33.6; Tt 3.5). Ou seja, o Pai domina, o Filho realiza, e o Espírito Santo vivifica, preserva e sustenta.

Na redenção da humanidade, o Pai planejou a salvação, no céu (Jo 3.16; Gl 4.4,5); o Filho consumou-a, na terra (Jo 17.4,5; 19.30); e o Espírito Santo realiza e aplica essa tão grande salvação à pessoa humana (Jo 16.8-11; Tt 3.5). Contudo, num exame cuidadoso da Bíblia, vemos que, em qualquer desses atos divinos, as três Pessoas da Trindade estão presentes (cf. 2 Co 5.19; Jo 14.23; 16.23, etc.).

Uma tentativa de definição do trino Deus é: Deus Pai é a plenitude da divindade invisível (Jo 1.18); Deus Filho é a plenitude da divindade manifesta (Jo 1.1-17); Deus Espírito Santo é a plenitude da divindade operando na criatura (1 Co 2.12-16).

Para os sentidos físicos do homem, por condescendência de Deus, vemos as três Pessoas da Trindade no batismo de Jesus. O Pai eterno falou do céu, o Espírito Santo desceu em forma visível de pomba, e o Filho estava sendo batizado no rio Jordão, para cumprir toda a justiça (Mt 3.16,17). Daí a fórmula batismal deixada por Jesus mencionar a tripessoalidade divina (Mt 28.19 [aqui, o termo “nome” não é mencionado três vezes porque tem função distributiva]).

É claro que a Trindade é um mistério para nós. Se a unidade composta do homem — espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23) — continua como um fato inexplicável para a ciência e para os homens mais sábios e santos, quanto mais a triunidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Mas o fato de não a compreendermos jamais deveria ser um motivo para a rejeitarmos! Afinal, as coisas espirituais se discernem espiritualmente (1 Co 2.15). E nós, que temos a mente de Cristo (v.16), devemos discernir bem tudo.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

sábado, 24 de setembro de 2011


Resposta a um leitor sobre a Trindade


Ao ler o artigo É possível negar a Trindade sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra?, o irmão David Sousa me fez a seguinte pergunta:

Eu tenho um pensamento mais ou menos assim: não necessariamente Deus é formado de exatamente três pessoas, mas Ele se manifestou a nós [até agora] de três maneiras diferentes. É claro que o 3 não é um número aleatório, tem um valor simbólico, mas se Ele quisesse teria o poder de criar mais múltiplas manifestações dEle mesmo. Acho que não há nenhum motivo bíblico para ir contra essa posição. O que você acha, pastor Ciro? Abraços. Paz de Cristo.

Minha resposta:

Caro irmão David Sousa, a paz do Senhor.

À luz da Bíblia, a Palavra de Deus, afirmo o seguinte, com total convicção:

1) A Deidade é composta de três Pessoas. O Deus Pai é uma Pessoa. O Deus Filho é uma Pessoa. O Deus Espírito Santo é uma Pessoa.

2) Trindade denota tripessoalidade, e não triteísmo, haja vista as três Pessoas formarem um único Deus, e não três Deuses.

3) Cada Pessoa da Trindade é Deus. O Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus.

4) Se a nossa mente limitada não consegue alcançar o que está escrito nos pontos 1 a 3, acima, isso é um problema exclusivamente nosso. Por quê? Porque, a rigor, não precisamos compreender as doutrinas bíblicas para que elas se tornem verdadeiras. Elas simplesmente são verdadeiras porque emanam do único Deus verdadeiro.

5) Como as doutrinas bíblicas são verdadeiras haja o que houver (Gl 1.8), mesmo quando não as entendemos, precisamos ter em mente que a fé na Palavra de Deus e a unção do Espírito Santo devem preceder a nossa limitada razão (1 Co 2.14-16; 1 Jo 2.20).

6) Segue-se, ainda, que o estudioso das doutrinas bíblicas precisa ter a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade.

7) Outras fontes de autoridade, como a razão, a própria teologia, a tradição, as experiências, etc. são todas fontes importantes, mas secundárias.

8) Em abono a tudo o que está escrito acima, a respeito da doutrina da Trindade, não citarei muitas passagens bíblicas. Apenas uma é necessária: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16).

9) O Senhor Jesus rogou ao Pai, que é uma Pessoa, pois ninguém roga à sua própria manifestação. Se as três Pessoas fossem três manifestações diferentes da Deidade, como deveríamos entender o texto citado? Se Jesus não se referiu ao Pai e ao Espírito como Pessoas, então deveríamos interpretar assim as suas palavras: “Eu rogarei ao Pai [que sou eu mesmo], para que Ele [que sou em mesmo] vos envie outro Consolador [que sou eu mesmo]”.

10) Por conseguinte, no estudo das doutrinas bíblicas, ter fé no que está escrito nas Escrituras é muito mais prioritário que o exercício da filosofia. O grande erro dos unicistas e de outros movimentos que não aceitam a doutrina da Trindade (e até zombam dela, blasfemando contra Deus) é priorizar as suas próprias elucubrações, em detrimento do que dizem as Sagradas Escrituras (cf. 1 Co 4.6; 15.1-4).

Que graça do Deus Filho, o amor do Deus Pai e a comunhão do Deus Espírito Santo seja com todos!

Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Diálogo com um unicista, por e-mail

PRIMEIRO E-MAIL

— Pastor Ciro, vi em seu blog sobre o batismo em nome de Jesus. Fique sabendo que a Trindade é uma doutrina em que não se encontra na Bíblia, foi criada por homens, por 318 bispos católicos; quando fala em nome, está falando no singular um nome, e não nomes; quando você clama pelo Pai, Ele tem que ter um nome, não é mesmo? Então, esse nome obviamente será Jesus. Leia com cuidado a Palavra de Deus, pois o Diabo quer arrebatar a verdade da sua mente para que não veja a verdade! — disse o unicista.

— É mesmo? Fique sabendo que você está equivocado. A Trindade é uma doutrina bíblica irrefutável. É a unicidade que é herética. Explique-me João 14.16, para início de conversa. Nessa passagem, o próprio Senhor Jesus deixa claro que Ele, o Pai e o Espírito Santo são três Pessoas distintas — respondi.


SEGUNDO E-MAIL


— Joao 10.30: “Eu e o Pai somos UM”. Aqui explica a humanidade perfeita de Cristo. Deus se fez carne e habitou entre nós; Jesus como Homem podia orar; Ele foi submisso ao Pai, pois, quando Ele vier nas nuvens, você verá só um trono, e não três. Olha bem e veja o quanto você está enganado, e que Deus tenha misericórdia da sua vida, pois você se faz semelhante às pessoas do mundo, crendo em uma doutrina sem base que levará muitos à condenação. Jesus é Espírito; Ele estava em carne não podia habitar nos corações das pessoas ainda, pois o Espírito não tem carne e nem ossos.

— Não mude de assunto, meu irmão. Explique-me João 14.16, uma passagem que não deixa dúvidas quanto à tripessoalidade da Deidade — respondi.


TERCEIRO E-MAIL


— A alegação que fazem os defensores desta teoria — pastores e leigos — é de que a palavra “outro” é tradução do termo grego allos, que significa outro de mesma natureza. Segundo eles, como foi Jesus que pronunciou a frase “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro (allos) Consolador”, e allos significa outro de mesma espécie, Jesus está se referindo a outro ser da mesma espécie que Ele. Sendo Jesus Deus, o Espírito da verdade deve ser um outro Deus diferente de Jesus, um outro Deus? Responda!

— Sim, o termo que aparece é allos, e não heteros, pois o Pai é o Consolador, Jesus é o Consolador e o Espírito é outro Consolador. Três Pessoas da mesma natureza e essência que formam um só Deus! Tripessoalidade na Divindade, e não triteísmo (três Deuses). Agora, me explique João 14.16. Não fuja da pergunta. Jesus estava olhando para um espelho e dizendo: “Eu rogarei ao Pai [que sou eu mesmo], para que Ele [que sou eu mesmo] vos envie outro Consolador [que sou eu mesmo]”? Estude a Palavra, meu irmão, sob a iluminação do Espírito, pois o Senhor Jesus nunca mentiu. Abandone os ensinos desses que dizem ter a “voz da verdade”.


QUARTO E-MAIL


— Última vez que eu vou lhe dizer: que Deus tenha misericórdia de você e o abençoe!

— Acorde! Ainda há tempo de aprender a Palavra de Deus e deixar o herético e blasfemo movimento unicista. E lembre--se: um único versículo, João 14.16, é o bastante para refutar a herética doutrina da unicidade.

QUINTO E-MAIL

— A palavra “Trindade” existe em sua Bíblia? Verifique de Gênesis a Apocalipse. Não existem três tronos, e sim um só. Em Mateus 28.19, o Senhor Jesus falou em parábolas, dando uma ordenança para batizar... Em Lucas 24.45-49, Ele disse que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados. Pedro, em Atos 2.38, com autoridade responde: “arrependei-vos, e cada um de vos seja batizado em nome de Jesus Cristo”. Sabe por que Pedro e a igreja primitiva realizaram o batismo em nome de Jesus? Que Jesus Cristo lhe revele o batismo da unicidade! Ah, não se esqueça de procurar a palavra “Trindade” em sua Bíblia — provocou-me o unicista.

— Eu também lhe faço outra pergunta: As palavras “unicismo”, “unicista” ou “unicidade” aparecem na sua Bíblia? Verifique entre Gênesis a Apocalipse. Mas, antes de falarmos sobre o batismo, de modo mais amplo, insisto: explique-me o texto de João 14.16. Ah, e não se esqueça de procurar o termo “unicidade” em sua Bíblia — respondi-lhe, também com uma pequena provocação.


ÚLTIMO E-MAIL


— Em relação a João 14.16, Jesus em João 8.56-59 declara aos judeus que é Deus. Em João 10.30 e 17.11 diz que Ele e o Pai são um. Em João 14.6-10 Ele disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” e “estou há tanto tempo convosco”. Em Atos 20.28 está escrito: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constitui bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue”. Em Judas vv.1-4 está escrito que Deus é o único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo. Em 1 João 5.20 vemos que Jesus é o verdadeiro Deus. A unicidade está clara nos textos citados. Em João 1.1 quem era o Verbo?

— Caro irmão, eu sei que a estratégia dos unicistas (esta palavra não está na Bíblia!), adeptos da unicidade (este vocábulo também não aparece nas Escrituras!) e partidários do unicismo (este termo também não consta da Bíblia!), é citar várias referências bíblicas fora de contexto… Bem, a fim de não dificultar a nossa conversa, seria interessante o irmão explicar-me somente o texto de João 14.16. O que significa a Pessoa divina do Deus Filho pedir a Ele mesmo que envie ao mundo Ele mesmo, sendo que Ele mesmo já estava no mundo? E, se Ele já estava no mundo, e Ele é uma única Pessoa (como o irmão explicou), por que faria um pedido para si mesmo? Em contrapartida, eu me comprometo a responder às questões anteriores, principalmente as ligadas ao batismo. Já lhe adianto, entretanto, que “em nome”, em Mateus 28.19, tem função distributiva, denotando que engloba os três nomes das Pessoas da Trindade. Aguardo sua resposta, a fim de prosseguirmos a nossa amigável conversa — concluí.

Aguardando a resposta quanto João 14.16 por parte de qualquer adepto da unicidade... Mas, quanto ao argumento recorrente dos unicistas de que no Céu não haverá três tronos, o certo é que Jesus está assentado à direita do Pai (Cl 3.1,2) e ficou em pé quando Estêvão foi apedrejado (At 7.55). Será que Deus Filho está sentado no chão? Os unicistas precisam estudar o Evangelho Segundo João e Apocalipse, para descobrirem que o Deus Filho está assentado no trono, à destra do Deus Pai.

Finalmente, os unicistas alegam que Jesus nunca é chamado de Deus Filho, textualmente. Ora, chamar o Senhor Jesus de Deus Filho decorre de coerência. Afinal, o título Deus Pai seria desnecessário se não houvesse o Deus Filho. A título de exemplo, muitos se referem aos ex-presidentes Bush, dos Estados Unidos, como pai e filho, a fim de distingui-los. Ademais, o próprio Deus Pai chama o Senhor Jesus de Deus (Hb 1.8). 

Ciro Sanches Zibordi

domingo, 18 de setembro de 2011

SANGUE PROIBIDO? VEJAM O QUE A TORRE TEM OCULTADO!

O Corpo Governante das testemunhas de Jeová sempre deixou claro que realiza uma cuidadosa pesquisa bíblica, que analisa exaustivamente o texto e o contexto das escrituras sagradas, e com a orientação do espírito santo, fornece o alimento espiritual no tempo apropriado.  As testemunhas de Jeová estão certas que o Corpo Governante é orientado por Deus, assim a doutrina deles que proíbe a transfusão de sangue é encarada como uma proibição divina. Será?

Sabemos que a lei mosaica foi abolida por Cristo, e o único texto das escrituras gregas cristãs que trata da questão do sangue encontra-se no capítulo 15 de Atos. Será que foi analisado com cuidado o texto e o contexto de Atos, que tratam da questão do sangue? Vejamos!

Eis o texto:  “Pois, pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos não vos acrescentar nenhum fardo adicional, exceto as seguintes coisas necessárias: de persistirdes em abster-vos de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação. Se vos guardardes  cuidadosamente destas coisas prosperareis. Boa Saúde para vós!”

Este texto prova que Jeová decidiu proibir o sangue para os cristãos? O contexto pode revelar algo sobre o assunto, leiamos o contexto.

Atos 15: 1e2 relata que os cristãos judeus estavam exigindo que os cristãos gentios seguissem a lei mosaica, e que inclusive fossem circuncidados. Os gentios não estavam dispostos a seguir a lei mosaica, por isto estava havendo muita dissensão e disputa entre eles. Foi necessário que Paulo e Barnabé fossem a Jerusalém para resolver a disputa.

Reunidos em Jerusalém os apóstolos e anciãos foram tratar do assunto, Atos 15:5 diz que alguns queriam que os gentios seguissem a lei mosaica e que fossem circuncidados, em Atos 15:9e10 notamos Pedro tendo outra opinião, dizendo que não era necessário os gentios se circuncidarem.  Os apóstolos e anciãos reunidos em Jerusalém não estavam conseguindo chegar a um acordo se os gentios deveriam ou não seguir a lei mosaica.

Tentando resolver o impasse Tiago começa a falar, agora vejam como ele concluiu seu raciocínio: “Por isso, minha decisão é não afligir a esses das nações, que se voltam para Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das coisas poluídas por ídolos, e da fornicação, e do estrangulado, e do sangue.”  - Atos 15: 19e20.

Dá para notar que os apóstolos não estavam proibindo, mas sugerindo que os gentios seguissem algumas normas da lei mosaica a fim de que a paz prevalecesse entre eles e os cristãos judeus que ainda seguiam a lei.

Agora respondam honestamente. Quem decidiu sobre aquelas questões, Jeová ou homens?

Para não restar dúvidas que as resoluções da reunião de Jerusalém foram decisões humanas e não divinas leiam Atos 21: 25: “Quanto aos crentes dentre as nações, já avisamos, dando a nossa decisão, de que se guardem do que é sacrificado a ídolos, bem como do sangue e do estrangulado, e da fornicação.” Algum tempo depois, novamente Tiago afirma que a decisão foi deles, e não de Jeová.

Portanto nem Jeová nem Jesus nunca proibiriam o sangue para os cristãos, os apóstolos sugeriram que os cristãos gentios se abstivessem de sangue a fim de agradar e apaziguar os judeus.

É claro que a decisão dos apóstolos foi acertada e teve a aprovação de Jeová, pois tudo indica que ela ajudou a promover a paz (pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos).

No entanto, concluir que Jeová proibiu o sangue é algo totalmente sem lógica, é não ter bom senso, é faltar com a verdade.

Entender que a decisão dos apóstolos é uma lei divina, e obrigar as Testemunhas de Jeová a seguir esta “lei” humana, a custa da própria vida, ou então encarar a desassociação, equivale a condenar uma pessoa que precisa de transfusão de sangue a morte, equivale a assassinato.

Infelizmente o Corpo Governante não da sinais que irá reconhecer seu erro, por meio de sofismas e de falsos raciocínios, eles tem feito verdadeiro malabarismo para continuar proibindo a transfusão de sangue.

Queridas testemunhas de Jeová, deixem que seu amor e seu bom senso fale mais alto, não permitam que estes falsos instrutores continuem a enganá-los, não sejam participes desta doutrina assassina da proibição de transfusões de sangue.  

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A História Secreta das Testemunhas de Jeová.


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PARA AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ:

Vocês tem uma escolha a fazer:

1)Continuar TJ. 2)Investigar a verdade oculta sobre a Torre de Vigia/Corpo Governante, libertando-se.

Reflita se a definição de Russell sobre seita não se encaixa na Torre de Vigia:

"Quando alguém se junta a uma seita, sua mente é entregue inteiramente a essa seita, e, doravante, a própria seita irá decidir por ele o que é verdade e o que é errado. E ele, para ser um membro verdadeiro, leal e fiel, tem que aceitar as decisões de sua seita, o futuro, bem como o passado, sobre todos os assuntos religiosos, ignorando o seu próprio pensamento individual, e evitando a investigação pessoal, para que ele não cresça no conhecimento, e se perca como um membro da seita. A escravidão da consciência a uma seita ou credo é muitas vezes indicado em poucas palavras, quando alguém declara que "pertence" a tal seita. " - (Estudos das Escrituras, volume 3, p. 185. C. T. Russell)

O ENSINO ANTI-BÍBLICO DO ANO DE 1914 ESTÁ FICANDO OBSOLETO.

As Testemunhas de Jeová sabem da importância do ano de 1914, sem esta data muitas de suas doutrinas desmorona. Será que a Torre de Vigia tem dado cada vez mais destaque para este ano, como era de se esperar? NÃO! - As falsas profecias e falsos ensinos baseados no ano de 1914, estão sendo descartados gradativamente pelo Corpo Governante, sem que as Testemunhas de Jeová percebam.
Histórico das menções feitas do ano de 1914 nos últimos 60 anos, nas revistas A Sentinela e Despertai

Sentinela 1950-1959 = 900 vezes
Sentinela 1960-1969 = 895 vezes
Sentinela 1970-1979 = 600 vezes
Sentinela 1980-1989 = 831 vezes
Sentinela 1990-1999 = 493 vezes
Sentinela 2000-2009 = 220 vezes
Despertai 1970-1979 = 198 vezes
Despertai 1980-1989 = 234 vezes
Despertai 1990-1999 = 152 vezes
Despertai 2000-2009 = 53 vezes

DEUS TEM UMA ORGANIZAÇÃO VISÍVEL?

A Torre de Vigia ensinava:- Nem a Torre de Vigia ou qualquer outra organização foi revestida de autoridade divina.

“Acautelai-vos da organização. Ela é inteiramente desnecessária. A autoridade bíblica será a única autoridade de que você necessita. Não procure se prender a outras consciências e não permita que outros o prendam. Creia e obedeça tanto quanto possível entender a palavra de Deus.” (Waltchtower 1895 p.216)

“Não existe uma organização revestida com essa autoridade divina que possa abusivamente dominar os homens. Não existe qualquer organização fazendo isso hoje; embora estejamos bem avisados de que muitos procuram sustentar a teoria de que a eles foi permitido assim fazer.” (Waltchtower 1893 p.266)
Depois o CG desejou poder absoluto, e passou a ensinar:- Os cristãos devem obediência total a organização Torre de Vigia.

“Será que Cristo encontrou uma classe de escravo fiel e discreto que provia alimento ou informação espiritual? Sim, ele encontrou... Essa organização de servos de Deus é conhecida como Testemunhas de Jeová.” (Poderá viver para sempre no paraíso na Terra, pg.193)

Seria sensato se submeter a este poder absoluto?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Heresias nos ensinos do "voz da verdade" 
Seus Cds jamais deveriam ser tocados dentro dos trinitaristas, pois é uma afronta a sã doutrina.   


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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

W. M. Branham profetizou ou não sobre 1977?


Já faz algum tempo que um apologista de WMB tem demonstrado aqui no blog, em comentários, que a acusação feita pela maioria dos críticos de WMB está equivocada, pois WMB não profetizou sobre 1977. Ele na verdade emitiu uma opinião que, em vistas dos acontecimentos mundiais, sendo cumprimento de várias visões que ele recebeu de Deus, o fim de todas as coisas poderia dar por volta de, ou até 1977.

Segundo o apologista de WMB, ele próprio advertia as pessoas que ele não estava dizendo que seria assim. Em meio a essas colocações Branham dizia da possibilidade de estar enganado, dizendo sempre que não estava ‘profetizando’.

Observei detidamente as citações por ele indicada e acredito que algumas coisas precisam ser ditas sobre esse assunto. 

1) De fato WMB interpretou uma (suposta) visão e não estava dizendo categoricamente que a visão dizia que o fim se daria em 1977.

2) O erro de WMB estava em dizer algo que contrariava Mt 24.36 e At 1.7. Ao indicar uma data seu erro foi desobedecer a um principio bíblico.

3) Visto WMB não citou uma passagem bíblica que seria base de sua interpretação, ele não estaria também predizendo com base na Palavra de Deus. Neste caso ele não pode ser acusado de emitir uma falsa profecia. 

4) O erro de WMB estava em ‘se esquecer’ (ou abusar?) que suas observações eram recebidas pelos seus seguidores de forma submissa. Mesmo as que não vinham acompanhadas com o frenesi das suas inspirações. 

5) Ele disse mais coisas sobre 1977 que não é do conhecimento da maioria, mas para tristeza de seus seguidores é o livro As Setes Eras da Igreja e/ou o livreto A Era de Laodicéia que tem dado combustível para essa celeuma toda em torno de 1977, ou mesmo, tem dado a impressão que isso realmente foi assim.

6) Não podemos também nos esquecer do fato que ao predizer sobre 1977, WMB invocou sua autoridade. Isso está bem claro nas palavras: ‘Como um servo de Deus cujas visões se cumpriram...’ ‘juntamente com a inspiração divina...’ ‘sustentando isso por mais de trinta...’ ‘baseado nas visões que recebi em 1933... P R E D I G O !’ 

Irei transcrever os parágrafos do subtítulo ‘A Era de Laodicéia’, do livro As Sete Eras da Igreja para provar o que coloquei no ponto 6. Ficará longo, mas isso provará que a culpa de acusação de ‘falsa profecia' foi do próprio WMB. E visto que esse livro, bem como o livreto A Era de Laodicéia são os livros mais conhecidos de Branham (ele seria o mensageiro dessa era!) não poderia acontecer outra coisa! E farei algumas observações em [ ].

“A Era de Laodicéia começou por volta da passagem do século vinte, talvez 1906. Quanto tempo durará? Como um servo de Deus que tem tido um grande número de visões, das quais NENHUMA [ênfase dele] jamais falhou, deixe-me predizer (eu não disse profetizar, mas predizer) que esta era terminará por volta de 1977. Se você me perdoar uma nota pessoal aqui, eu baseio esta predição em sete visões maiores e contínuas que vieram a mim numa manhã de domingo em junho de 1933. O Senhor Jesus falou-me e disse que a vinda do Senhor estava aproximando, porém antes que Ele viesse, sete eventos maiores tornariam conhecidos. Eu os anotei todos naquela manhã eu divulguei a revelação do Senhor. A primeira visão foi que Mussulini invadiria a Etiópia e aquela nação “cairia aos seus passos.” Essa visão certamente provocou algumas reações, e alguns ficaram irritados quando eu contei e não acreditavam. Porém isso aconteceu assim. Ele simplesmente entrou lá com suas armas modernas e assumiu o comando. Os nativos não tiveram chance. Porém a visão também disse que Mussolini chegaria a um fim horrível com seus próprio povo virando-se contra ele. Isso aconteceu exatamente como fora dito. A visão seguinte predisse que um austríaco chamado Adolfo Hitler se levantaria como ditador sobre a Alemanha, e que ele envolveria o mundo numa guerra. Ela mostrou a linha Siegfried e como nossas tropas teriam grande dificuldade para vencê-la. Depois mostrou que Hitler chegaria a um fim misterioso. A terceira visão foi na esfera da política mundial porque mostrou-me que haveria três grandes ISMOS: Facismo, Nazismo, Comunismo, mas que os dois primeiros seriam absorvidos pelo terceiro. A voz advertiu: “OBSERVE A RÚSSIA, OBSERVE A RÚSSIA. Mantenha seus olhos no Rei do Norte.” [engraçado que visão aqui não diz nada de concreto da Rússia...] A quarta visão mostrou os grandes avanços na ciência que viriam após a segunda guerra mundial. Era encabeçada pela visão um carro que tinha na parte de cima, uma bolha plástica que estava percorrendo belas rodovias sob controle remoto de modo que as pessoas pareciam sentadas neste carro sem volante e estavam jogando certo tipo de jogo para se entreterem. A quinta visão tinha a ver com o problema moral de nossa era, concentrando-se principalmente em torno das mulheres. Deus me mostrou que as mulheres começaram a ficar fora de seu lugar com concessão do direito de voto[parece que ele é contra a mulher votar.]. Depois elas cortarem seu cabelo, o que significava que elas não estavam mais sob autoridade do homem mas insistiam em direitos iguais, ou na maioria dos casos, mais do que direitos iguais. Ela adotou vestimenta de homens e entrou num estado de despimento, até que o último quadro que vi era de uma mulher nua exceto por um pequeno avental do tipo de folha de figueira. Com esta visão eu vi a terrível perversão e a condição moral do mundo inteiro. Então na sexta visão levantou-se na América a mais bela, e no entanto mais cruel mulher. Ela mantinha o povo sob seu completo domínio. Eu acreditei que isto fosse a ascenção da Igreja Católica Romana, embora soubesse que poderia ser possivelmente uma visão de alguma mulher levantando-se com grande poder na América devido a uma votação popular das mulheres [WMB aqui parece tentar interpretar sua visão de maneira ‘aberta’, para ter várias possibilidades]. Na sétima e última visão eu ouvi explosão terribilíssima. Quando volte-me olhar vi apenas ruínas, crateras, e fumaça por toda a terra da América [será que os seguidores de WMB pensariam hoje em 11 de setembro?]. Baseado nestas sete visões, juntamente com as rápidas mudanças que têm se alastrado pelo mundo nos últimos cinqüenta anos, eu PREDIGO (não profetizo) que todas estas visões terão acontecido até 1977. Embora muitos possam achar que esta é uma declaração irresponsável [ela sabia que estava gerando isso] em vista do fato de que Jesus disse que ‘ninguém sabe o dia e nem a hora’, eu ainda mantenho esta predição após trinta anos porque Jesus NÃO disse que ninguém poderia saber o ano, mês ou semana em que a Sua vinda se completaria. Portanto repito, eu sinceramente creio e sustento como um estudante particular da Palavra, juntamente com a inspiração divina, que 1977 deve terminar os sistemas mundiais e introduzir o milênio. Agora deixe-me dizer isto. Pode alguém provar ser errada qualquer uma dessas visões? Não foram cumpridas? Sim, cada uma tem-se cumprido, ou está em processo agora.”

 WMB além de dizer algumas coisas evidentes nessas visões, eu não sei se teria como provar que ele disse o nome de Mussolini antes de esse surgir. Não nos impressiona o fato do nome de Hitler aparecer (se é que também pode ser provado) em 1933. Hitler já havia dados ares da sua existência maligna na Alemanha antes de 1930. O tal carro bolha de plástico a controle remoto pelo jeito não vingou na época dele, e nem agora. Sobre a Rússia não foi dito nada com coisa nenhuma. Qualquer coisa que acontecesse com a Rússia poderia ser o cumprimento dessa visão. 

E sobre 1977 parece que ele indicou um terremoto em 1964. Mas ele não foi taxativo.

Mas de qualquer maneira, WMB invocou-as para corroborar sua interpretação sobre 1977. Isso a meu ver sobrecarrega a problemática. Visto que em alguns momentos suas visões estavam mescladas com suas interpretações, a impressão de falsa profecia não estaria distorcendo o que ele disse, mas poderia estar interpretando o que ele disse!

Conclusão:

Farei uma revisão das postagens para certificar-me que elas estejam fieis aos fatos. WMB continua sendo um falso profeta, pois negou a doutrina da Trindade, e embora continue pensando sobre 1977 como uma marca de seus erros interpretativos não poderei sustentar que ele tenha profetizado que o fim viria em 1977, visto que ele afirmou isso não com base em suas alucinações, nem com base em um texto bíblico.

Mas podemos dizer que ele interpretou, suas visões como dizendo que o fim viria em 1977, baseado em sua autoridade profética. Nesse ponto, nosso pressuposto poderá massacrá-lo, ou desculpá-lo.

Acredito que eu esteja sendo fiel aos fatos.

Fonte: MCA

terça-feira, 6 de setembro de 2011

IASD Confundindo 1844 com a Bíblia

Uma das grandes blasfêmias de Ellen White é quando ela ao tentar justificar as decepções do movimento adventista ela usa textos bíblicos para fazer com que os desacertos adventistas sejam bíblicos!

 
Os apologistas adventistas tem mais medo de blasfemar contra esse espírito demoníaco revelado em Ellen White do que desonrar a doce, santa e inerrânte Palavra do Nosso Deus, que não pode mentir!

 Em Mateus capitulo 25.1-13, é considerado pela suprema autoridade adventista, como um relato paralelo ao ano de 1844 e aos acontecimentos embaraçosos que envolveram os adventistas. Ela chega a dizer sem rodeios:


“A proclamação:’ Aí vem o Esposo!’ foi feita no verão de 1844.”(O Grande Conflito,1975, p.425).

 Ellen White foi categórica!



Esse trecho está em Mateus 25:6. É interessante como os valores são invertidos. Aqueles que se decepcionaram com a mensagem adventista e abandonaram, justamente, o movimento, foram considerados por Ellen White, os infiéis. Agora os que voltaram contra a si mesmos, pois a decepção foi esmagadora, e continuaram com o movimento, são ‘as prudentes’ da parábola.

 Uma leitura da parábola de Jesus, não deixa dúvida que essa é uma advertência contra a sonolência espiritual. Nesse contexto Jesus citou de Mateus 24: 32,45 ao 25:30 cinco parábolas ou comparações para vigilância. É sem base alguma dizer que essa ou aquela parábola teve algum cumprimento em data especifica, a não ser que o próprio Senhor indicasse que se tratava de uma parábola profética.


 No contexto dessas parábolas de vigilância não existe nada que possa ser ligada a uma data, a não ser que o fim e o retorno de Cristo estivessem ligados a 1844. O que os adventistas hoje querem que se esqueça.

 Na próxima página do livro ela mais uma vez associa uma parábola ao ‘juízo investigativo’, dessa vez é Mateus capitulo 22 (O Grande Conflito, 1975, p. 427).

 Com esse subterfúgio, ela faz com que a decepção adventista e a subsequente doutrina de1844 sejam bíblicas.

 Isso levou os adventistas, conformados com o engano, a gerarem outro erro, a teoria da ‘porta da graça fechada’. Visto que as parábolas falam da porta se fechar, eles concluíram que desde 1844 não era mais para pregar o evangelho:


“[...] não mais sentiam o dever de trabalhar pela salvação dos pecadores [...]” (O Grande Conflito,1975, pg.428).


 Ellen White omite deliberadamente que ela foi uma das principais promotoras dessa doutrina.



 E para abrir a oportunidade de salvação aos pecadores, fizeram novamente de um texto um pretexto, conseguindo fazer de uma interpretação bíblica a própria Bíblia. Usaram as palavras de Jesus em Apocalipse 3:7 e 8, onde o Senhor garante abrir uma porta de oportunidades para uma igreja do fim do primeiro século, como sendo uma outra porta da graça desde 1844!(O Grande Conflito,1975, p. 428,429).

 Se Ellen White reflete o modo dos adventistas interpretarem as Escrituras Sagradas na época de 1844 (e se ainda hoje é desse modo que interpretam a bíblia), não mereciam credibilidade mesmo.

 Ler esse tipo de interpretação nos escritos de Ellen White é compreensivo. Ela vivia num ambiente de histerismo religioso, visões intermináveis, além de ter provavelmente algum problema psíquico.

 (Ellen White quando criança, foi atingida por uma pedra no rosto. Alguns pesquisadores têm indicado que o tipo de lesão causada pela pedrada poderia causar danos mentais, proporcionando visões e um alto nível de misticismo. Veja a discussão médica do caso dela especificamente em http://ellenwhiteexposed.com/headinjury.htm )

 Mas o que choca é ver como a igreja adventista ainda endossa uma interpretação dessas, com todos os recursos hermenêuticos hoje disponíveis.

sábado, 3 de setembro de 2011

Heresias no meio evangélico
Por Alex Belmonte
Há desde confissões que Deus morreu na cruz, á anjos que assumem o ministério do Espírito Santo.

O famoso pregador sobe ao púlpito. Faz uma excelente apresentação de sua pessoa, uma oração fervorosa e em seguida dá início á sua pregação. Vinte minutos depois, ele solta um grito com voz firme: “Deus vai enviar nesta noite o anjo do consolo, que estará ao seu lado 24 horas por dia. A partir de hoje, sua vida não será mais a mesma”. O povo vibrante se perde num tremendo barulho de glórias a Deus e “aleluias”, e línguas estranhas. Mas ninguém atentou para o cúmulo do absurdo teológico: Um anjo toma o papel do Espírito Santo na vida do crente, e passa a ser o canal de segurança nos momentos difíceis da jornada cristã.

É o que tem acontecido diariamente em nossos púlpitos pelo Brasil a fora. Pregadores dos mais diversos estilos, conferencistas que se dizem internacionais, cantores cuja inspiração passa longe da verdade bíblica. Um verdadeiro show de heresias dos mais importantes assuntos da Bíblia.

Em meio a tudo isso, os crentes fiéis à sã doutrina, perguntam: O que está acontecendo com nossos pregadores? Por que insistem em cometer tamanhos erros? Como os pastores e líderes devem evitar tal constrangimento?
Por que os crentes ainda aceitam esse tipo de golpe contra a Palavra de Deus e ainda pagam por isso?

Quero neste pequeno espaço lhe responder de forma sincera e coerente a todos estes questionamentos e compartilhar a realidade do que está acontecendo no universo evangélico.

O que é uma heresia? E quando ela é exposta?

Primeiro precisamos saber o que vem a ser uma heresia.

A palavra heresia está interligada á palavra seita. Ambas derivam da palavra grega “ háiresis”, que significa escolha, partido tomado, corrente de pensamento, divisão, escola etc. A palavra heresia é adaptação de “háiresis” . Quando passada para o latim, “háiresis” virou “secta”. Foi do latim que veio a palavra seita. Originalmente, a palavra não tinha sentido pejorativo. Quando o Cristianismo foi chamado de seita (At 24.5), não foi em sentido depreciativo. Os líderes judaicos viam os cristãos como mais um grupo, uma facção dentro do judaísmo. Com o tempo, “háiresis” também assumiu conotação negativa, como em 1ª Co 11.19; Gl. 5.20 e 1ª Pe. 1.1, 2.
Em termos teológicos, podemos dizer que seita refere-se a um grupo de pessoas e que heresia indica as doutrinas antibíblicas defendidas pelo grupo. Baseando-se nessa explicação, podemos dizer que um cristão imaturo pode estar ensinando alguma heresia sem, contudo, fazer parte de uma seita.

Não podemos também confundir heresia com erro de interpretação bíblica. Ou seja, uma heresia é tudo aquilo que venha ferir os Fundamentos da Palavra, a ortodoxia cristã. Erro de interpretação é quando um cristão, dedicado ao aprendizado bíblico, passa uma informação errada a respeito de determinado texto, podendo ele depois reconhecer seu erro e continuar na busca do saber.

Não podemos sair por aí “caçando as bruxas”, chamando todo mundo de herege por simples erros de entendimento teológico.

O que estamos trazendo aqui são questões de profunda seriedade doutrinária. Ensinos em propagação que atingem as bases da fé.

Onde estão essas heresias?

Elas surgem por meio de mensagens até mesmo de famosos pregadores e até em louvores, por falta de atenção aos ensinos da Bíblia. São frases de grave impacto espiritual, declarações conflitantes com a pura teologia e pensamentos expostos sem nenhuma base ou fundamento real. Verdadeiras metralhadoras de confusão doutrinária.

Mas afinal, que perigo essas heresias possuem?

No exemplo que mencionei no início do artigo, o mais grave perigo revela-se na exclusividade angelical transmitida pelo orador e no enfraquecimento da ação do Espírito Santo na vida do crente fiel. O tal “anjo do consolo” passa a ser exigido nas situações mais difíceis da jornada cristã, deixando de lado a verdade de que o nosso consolador é o Espírito Santo, É Ele que está na vida do crente e conhece todas as suas fraquezas e necessidades. O Espírito Santo orienta, fala, nos dá direção. “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito”. (João14.16, 26).

Por que tais pregadores insistem em cometer tamanhos erros? E por que os crentes aceitam?
Muitos pregadores estudam a Bíblia, mas, não de forma sistemática, dando-a atenção merecida. Não se preocupam com o fundo teológico que está interligado com o pano de fundo cultural, social e doutrinário.
Quando então lêem algum versículo, tiram conclusões imaginárias criando, assim, uma grande contradição entre os ensinos da Palavra de Deus. A maioria dos cristãos aceitam tais absurdos, por não conhecerem de forma clara a seriedade dos efeitos espirituais que muitos falsos ensinos causaram. Os “pais da Igreja” muito sofreram para enfrentar as heresias primitivas que tentavam destruir as bases do cristianismo. Heresias essa que eram pregadas pelos próprios ministros cristãos.

Exemplos de heresias no meio evangélico
Nos louvores: Há um louvor que diz “eu fui no terreno do inimigo e eu tomei tudo que me roubou…Debaixo do meu pé… Satanás debaixo do meu pé”. Precisamos entender que, o que o Diabo tirou do homem, Cristo resgatou na cruz do calvário. E mais, ele não tem terreno e nós menos ainda, poder para tirar algo dele. Deus tem todo-poder. Satanás não está debaixo de nossos pés e sim ao derredor. Leia Rm 16.20.

Outro louvor diz: “No caminho do Golgota lá foi Deus..” O louvor afirma que Deus morreu!

As 10 heresias mais propagadas

Apenas dez das centenas de heresias e erros teológicos cometidos pelos não zelosos.

1. Deus vai colocar arcanjos e querubins para te proteger!

2. Nós salvos, seremos como Deus, eternos!

3. Cristo é vida!

4. A trindade? Três manifestações de Deus!

5. Deus morreu na cruz por você!

6. A Bíblia contém a Palavra de Deus.

7. Um dia todos nós morreremos!

8. O Espírito Santo é o fogo de Deus!

9. Oremos: …em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém.

10. Sai demônio! Pelo sangue de Jesus.

Refutando as heresias mencionadas

1.
Esta frase fere a hierarquia angelical organizacional estabelecida por Deus. Querubins e “arcanjos” não foram separados para proteger o homem; O salmo 34.7 diz: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra”. O texto diz o anjo. Deus pôs os anjos em suas funções específicas e não podemos ignorar isso como se o céu fosse uma desordem.

2.
Não seremos eternos, pois já somos imortais. Estaremos sim, na eternidade com Deus. Aleluia! É eterno o que não tem começo nem fim.  Aquilo que é eterno é incriado. Somente Deus é eterno. Já o imortal é aquilo que tem começo, mas não tem fim. Tudo aquilo que é imortal é criado.  O homem, ao nascer, é, portanto, uma simples criatura de Deus.   É, porém, uma criatura especial, porque tem a possibilidade de se tornar filho de Deus. 

3.
João 14.6 diz “a vida”. Quando falamos que Cristo é vida estamos em acordo com o panteísmo que prega: A natureza é vida, o animal é vida, tudo é vida, Cristo é vida! Tudo é divino, tudo é Deus.

4.
A trindade são três pessoas e não manifestações. Foi isso que tentou fazer Sabélio (180-250) um dos mais destacados hereges primitivos. Sabélio ensinava que havia uma única essência na divindade, contudo, rejeitava o conceito de três Pessoas em uma só essência. Afirmava que isso designaria um culto “triteísta”, isto é, de três deuses. A questão poderia ser resolvida, afirmava, pelo conceito de que Deus se apresentaria com diversas faces ou manifestações.
Fiz uma pesquisa em certa igreja local e descobri que 70% dos membros criam no ensino acerca da trindade, mas não sabiam explicar com clareza e ainda, cometiam erros.

5.
Deus não morre e sim o homem. Por isso que Jesus foi Deus – homem. A sua morte revela sua condição humana. E Deus o ressuscitou. O sentido da palavra Deus na Bíblia é essência, substância e natureza divina.

6.
Se você diz que a Bíblia contém a Palavra de Deus, está afirmando que outros livros como Alcorão, Princípio Divino (Moonismo), A Bhagavad Gita (Livro Hindu) e outros, contém também a Palavra de Deus. A Bíblia não contém a palavra de Deus, ela é a Palavra de Deus.

7.
Se a Igreja for arrebatada, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados”. 1ª Co. 15.52. Os salvos que estão vivos não precisarão morrer para subir.

8.
O Espírito Santo é Espirito Pessoal, ou seja, o fogo é símbolo do Espírito Santo, e não o próprio. Alías, tem muita gente tratando o Espírito Santo de forma manipulada.

9.
Jesus mandou orar em seu nome: “e tudo quanto pedirdes EM MEU NOME, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa EM MEU NOME, eu a farei”. João 14.13,14

10.
O sangue de Jesus não foi derramado para expulsar demônios e sim para remissão dos pecados. Mas Jesus disse: “em meu nome expulsarão demônios.” (Marcos 16.17)

Continuemos defendendo a fé no poder do Espírito!