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sábado, 30 de julho de 2011

O Verdadeiro Sábado

Quando a nação de Israel se reuniu em frente ao Monte Sinai na sua viagem até à Terra Prometida, ouviram a voz de um anjo de Deus dando-lhes uma série de leis destinadas a regular a sua vida e o desenvolvimento nacional. Entre a lista de instruções havia orientações sobre as ocupações semanais das famílias. Havia de haver um equilíbrio entre atividade e repouso, entre o trabalho e o culto. A nação recém-formada tinha de entender os benefícios de cooperar com Deus nas circunstâncias materiais da vida, bem como na observância religiosa por Ele exigida. Estas foram codificadas num resumo das leis de Deus conhecido como Os Dez Mandamentos, listados em Êxodo 20.

O quarto destes dez mandamentos especificava que um dia em cada sete fosse devotado exclusivamente a Deus: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.” (versículos 8 - 11)

A palavra “sábado” significa “descanso.” Foi ordenado ao povo que de abstivesse do seu trabalho quotidiano nesse dia, e que devotasse o tempo em fazer a vontade de Deus e observando os Seus requerimentos rigorosos. Não tinham permissão de “apanhar lenha” (trabalho manual; compare Números 15:32), cozinhar, nem viajar grandes distâncias. A morte por apedrejamento era a pena para quem quebrasse alguma das muitas restrições do sábado. (Números 15:32 -36).

No entanto, apesar da sua importância sob a Lei Mosaica de Israel, a observância do sétimo dia não tem reivindicação sobre o Cristão – não obstante as exigências de alguns corpos religiosos sobre o contrário.

Embora Israel tivesse recebido instruções especificas concernentes à guarda do sábado, essas leis não se encontram em lugar nenhum no Novo Testamento. Todavia, embora não seja requerido do crente observar o sétimo dia (sábado) da maneira que foi exigido a Israel, ele deve reconhecer o seu ensinamento na sua vida diária, que fará com ele “descanse” (sábado) das “obras” do pecado, e devote a sua vida fazendo a vontade de Deus. E isto não fica limitado a um dia em sete, mas todos os dias da semana. De fato, o verdadeiro crente aplicará o significado espiritual do sábado de uma maneira mais completa do que foi visto no geral na maneira como Israel o fazia.

A Diferença nas Duas Grandes Alianças de Deus com a Humanidade
A lei dada por Moisés não mais era ativamente aplicável depois da nação de Israel rejeitar o Redentor que Deus enviou para salvá-los. De fato, a aliança de Moisés, incluindo a observância formal e literal do sétimo dia, foi cumprida no sacrifício de Cristo, e a partir daí não mais era necessária como lei para cumprimento individual. Foi substituída por uma aliança maior que já tinha sido apresentada à humanidade. Existe uma razão especial porque isto foi assim.

A aliança Mosaica era a aliança menor de duas grandes alianças que Deus tinha feito com o homem. Foi feita com a nação de Israel, e ratificada com o sangue dos sacrifícios de animais. A outra foi feita antes com Abraão (Génesis 12:1-3; 15:5, 18, 21), mas tratada como superior, porque foi confirmada pelo sacrifício de Cristo (Gálatas 3:8; Romanos 15:8).

A aliança Mosaica legislava a vida dos Israelitas, mas porque a natureza humana é essencialmente má, todos ficaram aquém dos seus requerimentos. E assim demonstraram que todos eram pecadores, e estavam assim condenados à morte. A Lei ensinava que uma pessoa tinha que olhar para além da Lei para a redenção - a vida eterna que só poderia vir através da graça e misericórdia de Deus (Romanos 7:13). Os Israelitas fieis esperavam o advento de um Redentor prometido por Deus e somente através do qual poderia vir a salvação. Por essa razão, a Lei é comparada a um aio levando a nação até Cristo (Gálatas 3:24). Paulo ensinou que ela foi “acrescentada [ou seja, às leis que Deus tinha dado anteriormente à humanidade] por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem a promessa tinha sido feita” (versículo 19).

O descendente era o Senhor Jesus Cristo, que cumpriu os requerimentos da Lei pela sua obediência perfeita e sacrifício; assim removendo a sua maldição e provendo o perdão para o pecado que, em contraste, a Lei só enfatizava e ilustrava.

Porque então servir a Lei? Porque observar o Sábado?

Algumas organizações (entre as quais estais os Adventistas do Sétimo Dia, e a “Verdade Plena” Igreja Mundial de Deus (Comunhão da Graça Mundial)) admitem que a aliança feita com Moisés foi removida. Não poderiam fazer outra coisa porque essa verdade é claramente ensinada nas Escrituras (Hebreus 8:13). Mas eles afirmam que a aliança removida não inclui os Dez Mandamentos, e porque o quarto mandamento se refere a guardar o sábado, eles concluem que os Cristãos devem guardá-lo. Eles sugerem que guardar o Sábado é essencial para a salvação.
Mostraremos que isto está errado; que os Dez Mandamentos formavam o próprio fundamento da Aliança Mosaica, e foram cumpridos em Cristo. Embora nove tenham sido reafirmados no Novo Testamento, a lei relacionada como o sábado foi excluída.

Os Dez Mandamentos Faziam Parte da Aliança Mosaica

Os Dez mandamentos estavam gravados em duas tábuas de pedra que foram colocadas na arca da Aliança, no Tabernáculo no qual o povo de Israel adorava. Ao descrever a primeira aliança [ou Mosaica] com as suas ordenanças de serviço divino e seu santuário (Hebreus 9:1), Paulo se referiu aos Dez Mandamentos como “as tábuas da aliança” (v. 4), uma aliança que, no capítulo anterior, ele declarou como “prestes a desaparecer” (Hebreus 8:13).
Se os Dez Mandamentos faziam parte da aliança que foi ab-rogada e “desapareceu”, então, obviamente, a obrigação de observá-los desapareceu a não ser que tenham sido reafirmados - como Cristo fez com nove deles.

O ensinamento de Paulo de que a aliança Mosaica incluía os Dez Mandamentos, é apoiado pela própria Lei:

“Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras, porque, segundo o teor destas palavras, fiz aliança contigo e com Israel... e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as DEZ PALAVRAS” (Êxodo 34:27-28). “Então, vos anunciou ele a sua aliança, que vos prescreveu, OS DEZ MANDAMENTOS, e os escreveu em duas tábuas de pedra.” (Deuteronômio 4:13; 5:13).

Ao longo da história de Israel, a mesma identificação da aliança de Moisés com os Dez Mandamentos é preservada. Quando a arca da Aliança foi colocada no Templo construído por Salomão, foi observado:
“Nada havia na arca senão as duas tábuas de pedra, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o SENHOR fez aliança com os filhos de Israel, ao saírem da terra do Egito.” (1 Reis 8:9) Essas duas tábuas de pedra, gravadas com os Dez Mandamentos, eram identificadas com a aliança Mosaica que Paulo ensina que desapareceu através de Cristo. No versículo 21 Salomão diz: “E nela [Casa de Deus] constituí um lugar para a arca, em que estão as tábuas da aliança que o SENHOR fez com nossos pais, quando os tirou da terra do Egito.” Não havia nada mais na arca senão as duas tábuas de pedra gravadas com os Dez Mandamentos que são a base essencial de toda a aliança para Israel através de Moisés. A evidência não pode ser refutada, já que os Dez Mandamentos formavam parte da aliança Mosaica, não mais seriam vinculativos quando essa aliança desaparecesse.

Removida a Lei de Moisés

A Bíblia revela ainda que a aliança Mosaica não era mais que uma ordenação temporária que foi removida no início da era Cristã. Em Hebreus 8:7-10, Paulo ensinou que a aliança feita com os filhos de Israel quando saíram do Egito seria substituída por uma nova e melhor aliança através de Cristo (Hebreus 8:7-10). Ele disse: “Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer.” (Hebreus 8:13).

No próximo capítulo, ele ensinou que esta aliança que estava prestes a “desaparecer”, incorporava as “tábuas da aliança,” ou os Dez Mandamentos (Hebreus 9:4).

Isso significa que todas as leis dos Dez Mandamentos estão desatualizadas, e que podemos desonrar Deus, ou matar e roubar impunes? De jeito nenhum. Nove dos mandamentos foram reafirmados nos mandamentos de Cristo, pois eles proclamam verdades eternas; mas o quarto mandamento, relativo ao sétimo dia, nunca foi reafirmado pelo Senhor nem pelos Apóstolos. Não existe um único mandamento no Novo Testamento requerendo que os crentes observem o sétimo dia(Sábado), mas existe muito que mostra o contrário.

Por outro lado, Os Adventistas do Sétimo Dia discriminam entre a “lei de Moisés” e a “lei de Deus,” afirmando que a primeira (escrita em livro) compreendia as ordenanças cerimoniais da Lei, e a última(inscrita em pedra) se referia aos requerimentos morais – e que a primeira foi abolida, mas a última não!

A Bíblia não apoia esta afirmação. Primeiro, “o livro” a que eles fazem referência continha muito mais do que leis cerimoniais, incluía toda a lei como registrada nos primeiros livros da Bíblia; e em segundo lugar, a Bíblia usa os termos “lei de Moisés” e “lei de Deus” alternadamente(2 Crónicas 31:3; Números 31:31; Josué 23:6).
Para mais, como é possível excluir os Dez Mandamentos da aliança que Paulo ensinou que tinha sido removida, vendo que eles estão completamente identificados com ela por todas as Escrituras? Não as descreve Paulo como “tábuas da aliança” (Hebreus 9:4)? Em 2 Coríntios 3:7, não se refere ele à aliança como “ministério da morte, gravado com letras em pedras”?
Estas palavras mostram, sem sombra de dúvida, de que os Dez Mandamentos formavam parte da aliança que foi removida em Cristo; de outra jeito não seriam identificados com o “ministério da morte.”
Como poderiam os Dez Mandamentos ser usados nessa relação já que ensinam verdades eternas? A resposta é, porque eles formavam a base da Aliança Mosaica. As verdades individuais, nove dos mandamentos foram reafirmados por Cristo e os Apóstolos, embora não na mesma forma como foram apresentados a Israel. Na Aliança Mosaica, eles foram acompanhados pelas palavras: “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo.”(Deuteronômio 27:26; Gálatas 3:10). A Lei Mosaica não providenciava qualquer esperança de vida eterna, pois os seus preceitos eram continuamente quebrados pelo povo, que assim ficou sob a sua maldição.
Em Cristo, no entanto, há provisão para o perdão de pecados. A “lei de Cristo” (1 Coríntios 9:21) reafirma nove desses mandamentos e provê um novo significado para o mandamento restante(a lei do sábado). Em contraste com o “ministério da morte”, a lei de Cristo é a “lei perfeita da liberdade” (Tiago 2:8-12; 1:25), porque ela libera o verdadeiro crente do cativeiro do pecado pelo perdão, e oferece a esperança de vida.

Quando Teve Início a Lei do Sábado?

Alguns afirmam que a lei do Sábado era conhecida e obedecida por todos aqueles que viveram antes do Dilúvio, desde o início da criação; e, assim, não está limitada à Aliança Mosaica. Mas mesmo que isto fosse verdade, não quer dizer que tivesse vinculo hoje em dia, pois os sacrifícios foram instituído no início (Génesis 4), e no entanto foram ultrapassados; a lei da circuncisão física foi dada por Deus a Abraão (Génesis 17:10-11), mas também foi ultrapassada em Cristo.
É verdade que o tempo foi dividido em semanas de sete dias desde o princípio, mas a Lei do Sábado como tal, estabelecendo o sétimo dia como santo, para ser observado de uma maneira especial, não foi registado senão depois de Israel sair do Egito. É verdade que Génesis 2:3 declara: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Mas não existe qualquer mandamento nessas palavras para guardar o dia como mais tarde foi dito a Israel. Foi escrito por Moisés para o povo de Israel para explicar-lhes porque mais tarde foi-lhes requerido guardar o dia. Deus declarou a Israel: “Entre mim e os FILHOS DE ISRAEL é sinal(a lei do Sábado) para sempre; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (Êxodo 31:17).

Nada é revelado sobre a lei do sábado até ao tempo de Moisés. Não foi senão quando o povo estava para sair do Egito que o calendário Judaico foi estabelecido. Deus disse a Moisés que a saída do Egito marcaria “o primeiro mês do ano” (Êxodo 12:2). Somente mais tarde, Moisés foi instruído na lei do sábado, e passou a informação ao povo: “Isto é o que disse o SENHOR: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR” (Êxodo 16:23).
Se a lei do sábado era conhecida por todos desde o princípio da criação, como é alegado, porque houve necessidade de explicá-la como Moisés fez?
Alguns sugerem que o povo havia esquecido tudo sobre a lei enquanto esteve no Egito. Mas se existia uma lei fundamental como alegado, porque não foi ensinada ao povo antes de sair do Egito? Porque Moisés estava ignorante relativamente a isso? Porque foi permitido que passasse algum tempo depois da nação sair do Egito antes de ser explicada ao povo no Sinai (veja Êxodo 16:1, 23), para que, até então, não guardassem o sábado?

Fica claro a partir destes fatos, que a lei do sábado foi dada então pela primeira vez como uma ordenação para ser observada pelos Israelitas.
Assim disse Moisés ao povo: “O SENHOR vos deu[não a toda a humanidade] o sábado; por isso, ele, no sexto dia, vos dá pão para dois dias” (Êxodo 16:29 – 30). Também: “O teu santo sábado lhes fizeste conhecer[a Israel]... por intermédio de Moisés, teu servo” (Neemias 9:14). E, indicativo da ignorância geral que tinham sobre a lei: “Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado... o trouxeram a Moisés... Meteram-no em guarda, porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.” (Números 15:21 – 36). Até Moisés a princípio estava ignorante das implicações do dia de sábado, e o que envolvia a sua guarda. Considere estes fatos significantes:

1. Durante os 2500 anos desde a criação até Moisés, antes de Israel ser chamado para fora do Egito como uma nação separada para Deus, não há referência ao sábado(exceto Génesis 2:2 que já explicamos).
2. Uma vez formada a nação, o sábado foi estabelecido como ordenação, e como um sinal entre Deus e Israel. As nações gentias nunca estiveram sujeitas a esta lei.
3. Depois da ressurreição de Cristo, quando a nação Judaica foi exilada e o Evangelho foi pregado aos Gentios, a guarda formal do sábado cessou.
Porque haveria de cessar? Porque o sábado era um símbolo do “descanso” que Israel não alcançou (Hebreus 4:6), mas que Cristo pode prover (Hebreus 4:3; Mateus 11:28-30). Este “descanso” é um descanso das obras da carne através do perdão de pecados que está acessível para todos através dele. O sábado assim fazia parte da lei constituída para enfatizar a realidade do pecado, e revelar a Israel a necessidade de um Redentor que ainda não tinha aparecido para a nação.

O Significado do Sábado

A Aliança Mosaica exigia que a cada sétimo dia, os Israelitas descansassem do seu trabalho quotidiano e devotassem o tempo a Deus. Não deviam fazer os trabalhos do dia a dia. Um verdadeiro Israelita, no entanto, não limitava o seu serviço às coisas divinas somente nesse dia, pois era o “seu prazer” estar continuamente prestando culto a Deus (Salmo 1:2). Ele não somente observava o ritual da lei, mas também o seu espírito, esforçando-se para descansar das obras da carne e fazer a vontade de Deus. Mas não havia verdadeiro descanso(sábado) para ele até que aparecesse aquele que carregaria com os pecados; em vez disso, existia um relembrar constante dos pecados que a oferta subsequente de Cristo cobriu (Hebreus 9:15). O descanso de sábado apresentava ao crente um ideal que nunca alcançava na totalidade.
Deus declarou: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra” (Isaías 58:13 – 14).
A verdadeira guarda do sábado, então, requeria não somente um descanso do trabalho, mas uma dedicação positiva do tempo em fazer o prazer de Deus, encontrar deleite em Seus caminhos, honrando-o por palavra e ação.
Com que frequência deve um verdadeiro crente empenhar-se nisso?
Obviamente todos os dias! Não só um em sete.
Mas porque os Israelitas completamente falharam em fazer isto, e aquele que haveria de carregar com os pecado não havia aparecido, havia um relembrar constante da necessidade de descansar das obras do pecado que o sábado semanal enfatizava.
Em Cristo, todas as sombras da Lei se tornaram realidades. Ele deu substância espiritual ao seu formalismo. Em vez de sacrifícios de animais, ele se apresentou a si mesmo como “Cordeiro de Deus” oferecido pelo pecado do mundo. Em vez da circuncisão literal, ele colocou perante os homens uma circuncisão “do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus.”(Romanos 2:28 – 29). Em vez do descanso do sábado ele provê um verdadeiro descanso das obras da carne usufruindo dos princípios Divinos como caminho da vida diário, e providenciando uma coberta efetiva para o pecado.

Cristo convida-nos para o verdadeiro descanso sabático, e não um dia em sete, mas todos os dias, quando ele diz: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso.” A palavra original em Grego traduzida “descanso” é anapausis, e é constantemente usada na Septuaginta(Antigo Testamento em Grego) para o descanso sabático. Jesus condenou o formalismo vazio e sem significado dos líderes dos Judeus, com insistência deles sobre o descanso do sétimo dia sem uma apreciação pelo seu significado espiritual. Ele deliberadamente enfatizou isso aos Judeus, permitindo aos seus discípulos fazerem o que era considerado não ser “lícito fazer em dia de sábado” (Mateus 12:1 – 2). Ele fez isso porque ele era “Senhor do sábado”, e assim tinha poder para mudar a lei que o regia.
Somente em Cristo se encontra o verdadeiro descanso sabático.
A lição do sábado, então, tem lugar na vida do crente, mas não como uma observância do sétimo dia. Nem o sétimo nem o primeiro dia foram escolhidos por Cristo para esse propósito, mas sim todos os dias. Paulo ensinou: “Libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra” (Romanos 7:6).

Alguns Estavam Isentos da Lei do Sábado

Ao permitir que os seus discípulos fizessem aquilo que não era “lícito fazer em dia de sábado”, o Senhor não estava desafiando a Lei, pois ela supria um antecedente para tal ação.
Mesmo durante o período da Aliança Mosaica, havia alguns em Israel que estavam isentos da lei do sábado, não lhes era requerido colocar de lado um dia em cada sete como dia de descanso. Este fato demonstra que em certas circunstâncias, a LEI DO SÁBADO NÃO ERA IMPOSTA!

Aqueles isentos das restrições do sábado eram os sacerdotes envolvidos no serviço do Templo. Jesus levou à atenção dos Fariseus o fato: “Não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa?” (Mateus 12:5).

O sábado em vez de ser um dia de descanso para os sacerdotes, na verdade o trabalho deles era dobrado (Números 28:4, 9 – 10). Para ele, o dia não era mais santo do que qualquer outro dia, por suas vidas inteiras eram devotos ao serviço do Senhor. Assim eles “profanavam o sábado”: eles não o guardavam como santo, separado, dia sem trabalho, e no entanto eram contados como “sem culpa,” porque o seu serviço era um sábado todos os dias, e por isso todos os dias, para eles, eram “santos” para o Senhor.

Esta é a posição adotada pelos verdadeiros seguidores de Cristo. Eles são contados como sacerdotes, pois Pedro escreveu: “Vós sois sacerdócio real” (1 Pedro 2:9). A vida deles é uma peregrinação diária em direção ao Reino de Deus, nisso eles tentam glorificar Deus em ação, até mesmo nas tarefas menos importantes da vida (veja Efésios 5:22; 6:1 – 5). Como eles são chamados para manifestar o espírito da lei do sábado cada dia, nenhum dia para eles é mais santo do que outro, assim “profanam o sábado” mas “sem culpa,” porque eles não estão realmente sobre a lei.
Cristo avançou este fato para explicar a ação dos seus discípulos. Ele deseja que os seus seguidores manifestem a atitude dos sacerdotes no templo que “profanavam o sábado”, dando a Deus um serviço diário, e não colocando ênfase em dias particulares ou especiais (Colossenses 2:16, 17).
Esta é a posição adotada pelos Cristãos.

A Lei da Circuncisão superior à Lei do Sábado

Em outra ocasião, o Senhor condenou o formalismo dos Judeus em relação ao sábado ao levá-los à atenção para outra lei que tinha precedência sobre o sábado e que tinham sido mandados obedecer mesmo que requeresse quebrar o sábado.

Esta lei superior se relacionava com o rito da circuncisão.

A Lei de Moisés requeria que no oitavo dia os meninos Judeus fossem circuncidados. Mas às vezes o oitavo dia da vida de um menino caía num sábado. A questão então foi levantada, que lei era superior, e que lei seria quebrada para cumprir a outra. Deveria se deixar de lado a circuncisão e observar o sábado? Ou deveria se quebrar o sábado e cumprir o rito da circuncisão?
A Lei ensinava que se deveria dar precedência ao rito da circuncisão porque (o leitor tome nota disto se ele crê que a lei do sábado estava em vigor antes dos dias de Moisés) a circuncisão veio de Abraão, e o sábado de Moisés. Cristo explicou: “Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão (se bem que ela não vem dele, mas dos patriarcas [ou seja Abraão] ), no sábado circuncidais um homem. E, se o homem pode ser circuncidado em dia de sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, por que vos indignais contra mim, pelo fato de eu ter curado, num sábado, ao todo, um homem?”(João 7:22-23).
Se a lei da circuncisão tinha precedência sobre a lei do sábado, com que base podem alguns ensinam que a lei do sábado é vinculativa para os crentes, mas a lei da circuncisão não o é? Somente por fecharem os seus olhos para os fatos das escrituras.
Porque teria precedência a lei da circuncisão sobre o sábado? Porque a circuncisão era o símbolo da aliança Abraâmica (Génesis 17:10-11) que foi confirmada pelo sacrifício perfeito de Cristo (Romanos 15:8); enquanto que o sábado era um símbolo da aliança Mosaica (Êxodo 31:17), confirmada pelos ineficazes sacrifícios animais (Hebreus 9:19). Assim como a aliança Abraâmica superava a aliança Mosaica (Hebreus 8:8), a Lei belamente ensinou este princípio ao dar supremacia a uma sobre a outra.

A Profecia em Tipo e Ritual

O Novo Testamento mostra que a circuncisão ainda tem lugar na vida do crente através das lições espirituais que representa. Enquanto que este rito não é mais obrigatório (Gálatas 5:11), o seu significado espiritual é certamente mantido (Romanos 2:28-29). Enquanto que o sábado foi era celebrado no sétimo dia da semana, o rito da circuncisão era praticado no oitavo dia da vida de um menino. Existe um significado para isto, pois profeticamente nas Escrituras, um dia pode representar “mil anos” (2 Pedro 3:8).
O Sábado indica o sétimo milénio (cada um de mil anos) desde a criação, que testemunhará um temo de descanso nacional para o pecado e mal através do reino justo do Senhor Jesus Cristo (Jeremias 3:17; Salmo 72). Então, o mundo se virará para Deus (Isaías 2:2-4), e Jerusalém se tornará o centro de culto (Zacarias 14:16).
O Senhor será ajudado nesse dia pelos seus seguidores ressuscitados e imortalizados (Romanos 2:7; Mateus 19:29; 1 Coríntios 15:23, 51-56), que, como sacerdócio real, reinarão com Cristo na terra (Apocalipse 5:9-10). Este grandioso sábado de mil anos, testemunhará guias e governadores imortais, reinando sobre as populações mortais da terra, julgando e rejeitando pecadores (Isaías 65:17-25), e trazendo a humanidade em sujeição a Deus. Paz universal e justiça (descanso do pecado) se seguirá, pois os homens deixarão os seus próprios caminhos e se “deleitarão” no Senhor (Miqueias 4:1-4; Salmo 37:11).

Este descanso milenar, que o descanso do sábado era uma sombra, será seguido pelo oitavo milénio do qual a circuncisão era um tipo. Antes de ser inaugurado, “O último inimigo a ser destruído é a morte”, e Deus será revelado “tudo em todos” (1 Coríntios 15:24-28). Todo os que foram rebeldes durante o reino de mil anos de Cristo serão “cortados fora” na morte, enquanto que a imortalidade será concedida àqueles que provaram ser dignos dela (Apocalipse 20:5-6, 12-15). A morte será abolida da terra, e assim o oitavo milénio ilustra e cumpre aquilo que era apontado pela circuncisão (o símbolo da aliança Abraâmica): o cortar da carne mortal da terra, e a revelação completa do propósito de Deus na criação, pois a glória do Senhor cobrirá a terra assim como as aguas do mar (Números 14:21).

Como o Sábado Deve ser Observado nos Dias de Hoje

O sábado, hoje, é tão vinculativo para os crentes como é a lei da circuncisão. Mas somente na sua aplicação simbólica como ensinado pelos apóstolos. Paulo escreveu sobre a circuncisão como sendo “do coração, no espírito, não segundo a letra” (Romanos 2:28-29). Ele explicou que a “circuncisão espiritual” não é “da carne”, comentando: “Nele[Jesus], também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo[sua crucificação), tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé...” (Colossenses 2:11-12).

O ritual literal da circuncisão cortava uma porção de carne; a circuncisão espiritual faz o mesmo mas num sentido figurado (Colossenses 3:8-11). Uma pessoa circuncidada espiritualmente, nega-se a si mesmo, para que possa seguir Cristo. O primeiro ato de obediência que Cristo requer de tais, é o batismo em seu nome, baseado em conhecimento são (Marcos 16:16) – pois, pela imersão total em água o crente é simbolicamente “cortado” da vida em uma morte figurada.
A circuncisão deve ser realizada em sentido espiritual, que dizer do sábado? A Bíblia diz: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo[a realidade] é de Cristo” (Colossenses 2:16-17).
O sábado é apresentado com sombra de algo que seria revelado em Cristo como explica Hebreus 4:4, “Resta um repouso[Sábado] para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas. Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele DESCANSO, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência.” (Hebreus 4:9-11).
Um verdadeiro seguidor do Senhor observa o sábado de maneira figurativa quando diariamente se esforça em cessar as suas próprias obras carnais, e segue o exemplo de Cristo. Paulo exortou a tais “Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso”, pois é o único de importância real aos olhos de Deus e Cristo.

Essa é a forma em que o sábado deve ser observado hoje. E deve ser observado, não um dia em sete, mas cada dia de nossas vidas.
Como os sacerdotes no templo que não estavam vinculados pela lei do sábado, mas observavam os seus princípios todos os dias, assim a vida dos crentes deve ser uma peregrinação diária em direção ao Reino de Deus. Todos os dias serão assim feitos santos para Ele.

O Perigo do Sabatismo

A primeira heresia introduzida nas comunidades da primitiva igreja Cristã era uma tentativa de sobre impor a lei Judaica sobre os ensinamentos de Cristo. Aqueles heréticos afirmavam “é necessário.... que observem a lei de Moisés” (Atos 15:5). Este ensinamento foi vigorosamente refutado pelos Apóstolos que ensinavam os crentes gentios: “Visto sabermos que alguns [que saíram] de entre nós, sem nenhuma autorização, vos têm perturbado com palavras, transtornando a vossa alma” (Atos 15_24).
Ao mesmo tempo, os Apóstolos recomendaram que haviam certos aspectos da Lei que os gentios eram aconselhados a cumprir(veja v. 24 – 29), mas é significativo que a guarda do sétimo dia não está entre essas coisas.
Mas porque não foi isso incluído nas recomendações dos Apóstolos nesta ocasião? Porque a Lei foi cumprida em Cristo, e a instituição do sábado é exclusivamente uma característica da Lei (Gálatas 4:9-10). De fato, Paulo condenou a imposição do sabatismo: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.” (Romanos 14:5).

Paulo mostrou que observar um dia em vez de outro era assunto de pouca coisa. Os Cristãos Judeus, sem dúvida, gostariam de continuar a observar o sábado como um dia de descanso; e não havia qualquer mal nisso, desde que não tentassem impor as mesmas restrições sobre os seus irmãos gentios, ou que essa observância do sétimo dia lhes permitisse evitar as reuniões regulares estabelecidas pelos Apóstolos (Atos 2:41-42).

Parece que alguns dos Cristãos Judeus faziam isso – elevar o sábado acima da reunião instituída por Cristo. Isso, pode ter levado Paulo a escrever a reprimenda aos Hebreus: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hebreus 10:25).

Ele admoestou-os que não deviam dar mais importância a certos dias, como o sábado: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gálatas 4:10-11).

O Novo Testamento não sublinha a importância nem do sétimo nem do primeiro dia como tendo significado especial, mas enfatiza que todos os dias devem ser usados como uma oportunidade para servir e adorar Deus.

Os Apóstolos Se Reuniam No Primeiro Dia

Mas embora o Novo Testamento não exija que o sábado ou domingo sejam elevados como dia santo, como a Lei fazia antes, as comunidades primitivas de crentes se reuniam regularmente para comunhão religiosa no primeiro dia da semana, e não no sétimo. Assim: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão...” (Atos 20:7). “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.” (1 Coríntios 16:2).

Se os Apóstolos se reuniam para comunhão no primeiro dia da semana, o que faziam eles no sétimo dia? Ele iam para as sinagogas ondes os Judeus se reuniam, para proclamarem a eles a doutrina do Cristo ressurreto. Paulo fez isso em Antioquia (Atos 13:14, 44), Corínto (Atos 18:4), e em Éfeso regularmente por três meses (Atos 19:8). Em Tessalônica “Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los[aos Judeus na Sinagoga, v. 1] e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras” (Atos 17:2).
Os Apóstolos usavam o sábado Judaico como uma oportunidade para arrazoarem com os Judeus, e se reuniam com os crentes no primeiro dia da semana. Na verdade, os registos históricos mostram que sempre foi o hábito dos Cristãos se reunirem no primeiro dia da semana; e esta prática data desde o tempo dos Apóstolos como já mostramos desde o registo de Atos.
Eis aqui extratos confimativos dos primeiros escritores eclesiásticos: Eusébio (cerca de 324 d.C) escreveu: “Não observamos a circuncisão nem o sábado, porque tais coisas como estas não pertencem aos Cristãos”. Anatólio (270 d.C.) disse: “A obrigação da ressurreição do Senhor nos constrange a manter o festival pascal no dia do Senhor” (o primeiro dia quando ele ressuscitou dos mortos). Justino Mártir (140 d.C.) afirmou: “Domingo é o dia no qual temos a nossa assembleia; já que é o primeiro dia em que Deus fez o mundo; e Jesus Cristo, nosso Salvador, se levantou dos mortos nesse dia.” Ele descreve o culto Cristão assim: “No dia chamado Domingo há uma reunião no mesmo lugar para todos os que vivem na cidade ou campo, e o memorando dos apóstolos, ou escritos dos profetas, são lidos pelo tempo necessário. Depois de o leitor terminar, o presidente se levante e apresenta orações. Então são tomados o pão e o vinho.” Inácio (cerca de 100 d.C.), discípulo de João escreveu: “Aqueles que estavam preocupados com coisas do passado, vieram à novidade da confiança, não mais guardando sábados, mas vivendo segundo o dia do Senhor, no qual a nossa vida depende como ressurretos por ele.”

Estas afirmações dos registos da história eclesiástica demonstram que os primeiros crentes não observavam o sábado como alegado, e para mais revelam que a afirmação, tão confiantemente avançada pelos Adventistas do Sétimo Dia e outros, que o hábito de ter reuniões religiosas no Domingo se deve a um decreto de Constantino no 4 século, está bastante incorreto. Constantino meramente confirmou por uma lei específica o que tinha sido prática dos verdadeiros discípulos de Cristo nos dias Apostólicos.

Deus Altera As Suas Leis?

Uma falácia comum é a afirmação de que Deus não muda as Suas Leis, e já que a lei do sábado foi estabelecida por Deus, então ainda está em vigor. Mas, de fato, Deus mudou muitas leis no passado. Ele decretou a lei da circuncisão física. Ele estabeleceu o princípio dos sacrifícios de animais. Ele ordenou que todos os Israelitas adorassem em Jerusalém (Deuteronômio 12:5-7).
Essas leis foram mudadas, e dadas um novo significado em Cristo. E assim, também, com a lei do sábado. A Lei de Moisés era para ser um aio levando os homens até Cristo (Gálatas 3:24). Quando Cristo veio, se deu uma alteração na lei, fazendo com que Paulo proclamasse que “Foi adicionada [a Lei] por causa das transgressões, ATÉ que viesse o descendente a quem se fez a promessa” (v. 19).
Ilustrando a realidade do pecado, a Lei trouxe todos os homem para baixo da sua maldição, porque todos eram culpados de transgressão. Assim ela revelou a necessidade da graça e perdão divinos; mas ela própria não podia prover isso. Isto foi revelado em Cristo, que, através do perdão de pecados, pode salvar a humanidade da maldição da Lei (Gálatas 3:13), e trazê-lo para a sua gloriosa “lei da liberdade” (1 Coríntios 9:21, Tiago 1:25).
Os requerimentos de Cristo são: Primeiro, um entendimento correto do Evangelho; Segundo, obediência ao Evangelho através das águas do batismo; e, Terceiro, manifestar o caminho de vida correto em obediência aos seus mandamentos (Mateus 28:19-20).
Aqueles que cumprirem essas obrigações estarão “guardando o sábado” no seu significado verdadeiro e espiritual dia a dia, e não necessitarão um dia em sete para relembrá-los das suas responsabilidades. Eles virão a entender o significado da afirmação de Paulo: “a letra mata, mas o espírito vivifica.” (2 Coríntios 3:6).

Aqueles que assim fizerem serão capazes de anticipar com confiança o vindouro descanso sabático, quando Cristo reinar na terra e eles serão vestidos de imortalidade, não mais aprisionados à nossa natureza mortal com suas provações e tentações. “ Esforcemo-nos, pois, por entrar NAQUELE descanso” (Hebreus 4:11).

O Dia de Descanso Está Próximo

O fim dos seis dias milenares desde a criação, está próximo. O sétimo trará o cumprimento de todos os princípios do sábado no descanso que Jesus introduzirá. A Bíblia fala de muitos sinais que indicam a aproximação desse grande dia.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SERÁ MESMO QUE TODOS OS "CAMINHOS" LEVAM ATÉ DEUS?


A nossa cultura atual ensina que a verdade e a moralidade são relativas, que não existe essa "história" de verdade absoluta. Quantas vezes não ouvimos declarações assim:

“Cada um possui a sua própria verdade. Não existe uma verdade única, absoluta, mas tudo é relativo”?

E para a ala intelectual e acadêmica da nossa sociedade, ideias como estas são encaradas como progressistas, modernistas.

A verdade se tornou uma vítima de nossa cultura popular. Expressões como “tolerância religiosa” e “pluralismo” estão em moda. Para muitas pessoas, estas palavras não significam apenas tratar com civilidade e respeito as pessoas de outros credos, mas concordar com todas as suas afirmações, como sendo a pura verdade, e isso, logicamente, implica que os cristãos renunciem muitas, ou quase todas as suas doutrinas.

Este é o grande perigo:

Quando a verdade "desaparece" do ponto de vista humano, a autoridade do evangelho "diminui", a Igreja perde a essência da pregação e o mundo perde a oportunidade de salvação.

Isso ocorre porque o evangelho diz tudo sobre a Verdade.

Falando na Verdade, o interessante é verificar que os pregadores da “tolerância religiosa” asseveram que todas as afirmações religiosas são dignas de mérito, mas quando os cristãos afirmam que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, eles procuram encontrar com criatividade uma exceção para a regra que eles mesmos criaram. Possuem, portanto, o mesmo problema que muitos cristãos, ou seja, muitas vezes não praticam aquilo que pregam. Muitas vezes a resistência à ideia do cristianismo possuir A Verdade é tão veemente que parece nos desqualificar como dignos de tolerância. Na contra-mão deste comportamento, os cristãos não devem ser intolerantes e nem desrespeitos com as pessoas de outras religiões.

Ademais, o cristianismo não é a única religião que possui afirmações exclusivas quanto à verdade, mas todas as grandes religiões possuem tais afirmações. Para fazer com que as pessoas de várias religiões se sintam mais cômodas, é dito que todas as religiões são iguais e que o mesmo Deus é adorado em todas elas, mas isso é uma enorme mentira, pois muitas das principais asseverações das principais religiões não podem ser conciliadas, mesmo que muitas de suas afirmações secundárias sejam bastante semelhantes.

O islamismo, por exemplo, afirma que Cristo foi apenas um profeta e não uma divindade, o que contraria o cristianismo, que afirma que Cristo é Deus encarnado. As religiões orientais apregoam que Deus está em tudo na natureza e não há distinção clara entre as criaturas e o Criador, isto é, mais um conflito com o cristianismo.

E infelizmente até a Igreja cristã, influenciada pela sociedade, tem se corrompido, assimilando estes conceitos de tolerância religiosa e “diluiu” a pregação do evangelho para se adequar ao que podemos chamar de politicamente correto.

Mas, para transmitirmos um comportamento amoroso e compreensível diante da sociedade, precisamos nos esvaziar daquilo que acreditamos ser verdade (se é que acreditamos mesmo)? Será que foi assim na Igreja primitiva?

O livro de Atos refere-se à uma Igreja que contava com a simpatia de toda a população (At 2:47). Como será que eles conquistaram esta simpatia do povo? Pregando toda a verdade sobre o evangelho e o arrependimento ou omitindo a verdade? Sabemos que, um pouco antes disto, foi pregando a verdade sobre o arrependimento e a salvação em Jesus, corretamente embasado nas Escrituras, que através da ousadia de Pedro, o Espírito Santo converteu cerca de 3.000 pessoas em um só dia (At 2:14-40).

Dizer toda a verdade não é exatamente uma forma de demonstrar amor? Omitindo a verdade do povo não estamos pemitindo que eles continuem desviados dela e mostra que no fim das contas não temos paixão pelas almas que se perdem? Ou será que não acreditamos mais a Verdade de Cristo? Será que acreditamos que Ele não pregou a Verdade? Ou pior: será que estamos nos acomodando com a ideia de que todas as religiões levam a Deus?

Vejamos os comentários de David Limbaugh no prefácio do livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu” (Norman Geisler e Frank Turek, pg. 10):

“Como cristão, de que maneira se pode explicar a decisão de Cristo voluntariamente se submeter à indignidade e à humilhação da forma humana, a experimentar a total separação do Pai, e fisicamente aceitar toda a ira real do Pai pelos pecados do passado, do presente e do futuro de toda a humanidade e sofrer o indescritível tormento e morte na cruz se todos os outros caminhos levam igualmente até Deus? Que imensurável afronta à obra completa de Cristo na cruz! Que ato de deliberada desobediência às orientações de Cristo para que levamos o evangelho a todos os cantos da Terra! Pois se todas as religiões são iguais, então tornamos Cristo mentiroso e consideramos sua Grande Comissão uma farsa inútil, porque removemos todo o incentivo para evangelizar.”

São palavras fortes e verdadeiras. Afinal, por que Deus enviaria o Seu Filho para sofrer desta maneira inimaginável para nos reconciliar com Ele, se, no fim das contas, qualquer outra religião pudesse nos levar à Ele?

Além do mais, já que afirmamos que somos cristãos, qual o motivo para acreditar que as outras religiões são verdadeiras, se Cristo já havia ordenado pregarmos sobre Ele, como O CAMINHO, A VERDADE e A VIDA, a todas as nações? Qualquer atitude nossa de tentar conciliar as outras religiões com o cristianismo e frear a obra missionária deve ser considerada pecado.
Não, não estamos afirmando aqui que as demais religiões estão completamente erradas e muito menos que os seus adeptos são pessoas menos inteligentes ou menos honestas ou menos tementes a Deus. Pelo contrário, grande parte delas possuem ensinos verdadeiros valiosos, mas não possuem o ensino central sobre a redenção da humanidade por meio de Cristo.

As pessoas podem pregar algo durante a vida toda acreditando que aquilo é a pura verdade, mas podem estar sinceramente enganadas.

Mas à despeito de afirmamos que as pessoas de outras religiões estão sinceramente enganadas sobre grande parte do que pregam, este fato não nos dá o direito de desrespeitá-las, pelo contrário, a obra missionária deve ser executada sempre com respeito, cordialidade, lembrando que ninguém é melhor do que ninguém e que todos somos iguais perante a Deus.

Mas nada nos obriga a aceitar todo e qualquer sistema de crenças como sendo a verdade única e nada também os obriga a aceitar o evangelho como verdade, mas é Deus que fará a obra nos corações de cada pessoa, apenas devemos fazer a nossa parte com zelo e respeito. Mesmo porque é preceito bíblico estarmos sempre preparados para mostrar a razão da fé que pregamos e com mansidão e respeito, sem abandonar a verdade, mesmo que isso nos custe a popularidade que temos e que sejamos perseguidos (1Pe 3.15-18).

Os céticos e críticos da Bíblia a vêem como um livro tendencioso, escrito por pessoas tendenciosas, mas é assim que funciona:

Todo escritor religioso escreverá a sua obra com base naquilo que acredita ser a verdade.

Um cristão não precisa deixar de ler um livro de um ateu por ele ser ateu e escreve aquilo que acredita e um ateu não precisa deixar de ler uma obra cristã pelo fato dela ser cristã, pois ambos estão expressando o seu ponto de vista daquilo que acredita. Esta é a tendência, contanto que a paixão que o escritor nutre por seu objeto de estudo não atenue a sua objetividade.

Muitos escritores podem ser levados a exagerar em suas obras devido à paixão, todavia, muitos outros se tornam ainda mais meticulosos e precisos sobre aquilo que estão escrevendo devido ao grande laço afetivo que o une ao seu objeto de estudo, fornecendo assim, total credibilidade à mensagem que desejam transmitir. E foi exatamente este fato que ocorreu com os escritores bíblicos.

domingo, 24 de julho de 2011

O QUE PODE NOS SALVAR? OS MÉRITOS DIVINOS OU OS HUMANOS?



Afinal, em se falando na nossa discussão e o nosso bom testemunho para com outras religiões e para com as seitas heréticas, vamos questionar e ponderar:

DE ONDE VEM A SALVAÇÃO? DOS MÉRITOS HUMANOS OU DOS DIVINOS? DA GRAÇA DE DEUS OU DAS BOAS OBRAS?

Algumas religiões, não todas, pregam que os seres humanos só podem ser salvos mediante a prática de boas obras, mediante os méritos humanos. Sim, devemos praticar boas obras, mas são elas que nos trazem a salvação e a vida eterna?

A BÍBLIA AFIRMA:

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Efésios 2:1,8-10; vejam Colossenses 2:8-15);


“...porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” (Romanos 3:22b-24).

“Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça.” (Romanos 11:5-6).
“Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens, não por obras de justiça praticada por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.” (Tito 3:4-7).

“Porque assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tiago 2:26).

ENTÃO, A BÍBLIA SEMPRE TEM RAZÃO?

No estudo da confiabilidade da Bíblia nos deparamos com um limite orientador: As ciências têm comprovado os relatos bíblicos, sim, como é o caso da arqueologia e a história. Mas, elas apenas tecem um pano de fundo no qual confirmam a veracidade dos relatos bíblicos naturais, mas, em contrapartida, elas não podem comprovar a ocorrência de fatos que demandam a fé, os relatos bíblicos sobrenaturais. Se o contexto histórico cultural da Bíblia é totalmente digno de confiança, por que os assuntos que relacionam o ser humano com o seu Salvador não poderiam ser verdade também? (comparem com o que disse Jesus em João 3:11-12). Por isso, a Bíblia é 100% digna de confiança.



A Bíblia é verdadeira (João 17:17) porque Aquele que a inspirou, Deus, é verdadeiro (Hebreus 6:18; 2º Pedro 1:20b-21). O Filho de Deus já havia afirmado que é A VERDADE que liberta (João 8:31-36; 14:6). Já que Cristo é a verdade, seguir a Cristo é seguir A VERDADE. Então, o cristianismo prega a verdade para a humanidade. A fé cristã não é uma fé cega, ela é baseada em fatos invisíveis (Hebreus 11:1). Os seguidores de Cristo vivem pela fé (Romanos 1:17).

Mas, devemos amar a Deus com todo o nosso entendimento também (Marcos 12:30). Quando uma pessoa se converte ao cristianismo, ela não se submete a uma espécie de suicídio mental. O cristianismo não é um salto na escuridão intelectual, mas, sim, em direção da “luz” (João 1:7,9; 8:12). O valor da fé cristã não está na crença propriamente dita, mas nAquele em quem se crê: CRISTO, que entregou a Sua vida ao Pai por nós, para pagar por todos os nossos pecados. Ele sofreu todo o castigo que era nosso, retornou da morte, está vivo para sempre e em breve voltará. Se Ele não estivesse vivo, em vão seria a nossa fé e a humanidade não teria salvação (1ª Coríntios 15:12-19).

CRISTO ESTÁ DE BRAÇOS ABERTOS PARA VOCÊ. Receba-O HOJE, AGORA, em seu coração, como Senhor e Salvador.

Muitas profecias bíblicas já estão se cumprindo à vista de todos nós: nações contra nações, guerras, epidemias, fomes e terremotos em vários lugares, traições e ódio para com o próximo, o amor se esfriando cada vez mais, falsos profetas, o bramido das ondas do mar (Mateus 24:4-12; Lucas 21:8-11, 25).

OS SINAIS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO ESTÃO CADA VEZ MAIS VISÍVEIS. SERÁ QUE ESTAMOS PREPARADOS? (Mateus 24:27; Lucas 17:26-30; 18:8; 21:26-28).

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Inri Cristo - Um Cristo Pirata

Ao ser indagado de como veio a terra, Iuri Thais, mais conhecido como Inri Cristo, relata que reencarnou em uma pequenina aldeia do interior do Estado de Santa Catarina chamada Indaial em 22 DE MARÇO DE 1948 e que uma parteira chamada Bema o entregou a um casal de alemães, Magdalena e Wilhen Thais, ambos ignorando a sua origem, criaram o pequeno como se fosse filho.
Para afirmar sua santidade, ele diz que a terra em que ele nasceu era chamada de Catarina, mas a palavra Santa veio à frente porque era a terra em que ele nasceria – “Santa Criatividade!”. Inri não entra nos detalhes do seu nascimento, não diz quem são os seus pais biológicos e quando indagado, prefere não levar o assunto adiante.
Quando fala de sua infância, afirma que desde menino a sua vida foi diferente das demais crianças, tinha visões terríveis e não tinha discernimento o porquê aquilo acontecia, diz que o seu "Pai” (Deus – ele diz que é Jesus encarnado) não autorizava que as premonições fossem contadas para ninguém, nem mesmo aos seus pais terrenos que o adotou. As visões vinham acompanhadas com febres, por várias vezes eram de pessoas sofrendo, gemendo e arrastando as suas pernas.
Um Jesus perturbado com sua própria imaginação.
Aos treze anos, ele diz ter escutado uma voz que pediu a ele que saísse de casa, uma voz imperativa forte e que ele mesmo diz que é a voz que sempre obedeceu desde criança e não foi diferente, fugiu de casa.

Será que Deus esqueceu o mandamento – Honra teu pai e tua mãe para que prolongue seus dias na Terra?


Entendo que a loucura deste homem o leva a dizer absurdos teológicos que não são compatíveis com a verdadeira historia e modo de viver do verdadeiro Jesus.

Para que o verdadeiro Jesus omitiria as informações de seu nascimento?
Jesus nunca omitiria o seu nascimento, as Escrituras Sagradas nos dá detalhes importantes de como Jesus viria a Terra. Então, porque esconder o que deveria ser dito para que a sua identidade messiânica fosse comprovada pelas profecias?
Deus, conhecedor de que um nascimento duvidoso de seu Filho poderia trazer o ceticismo, tomou as devidas precauções. Após prometer o resgate para a humanidade, declara como Jesus nasceria de uma mulher (Gen.3v. 15).
Jesus nasceu como qualquer criança, de uma mulher, o que de fato realça a o seu nascimento é que não houve a relação sexual de um homem com uma mulher, mas o Espírito Santo a envolveu gerando Jesus em seu ventre. Inri nega esta que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo, ele nega a fecundação divina dizendo que José manteve relação sexual com Maria em estado de sonolência.


Mas o que a Bíblia diz?
A bíblia diz que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo, o escritor do Evangelho de Lucas deixa claro que Maria também ficou assustada em saber que geraria um menino se não conhecia homem algum, ou seja, não teve nenhum relacionamento sexual com nenhum homem.
Lucas 1 v. 34-35 - Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão?
35 - Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus.
Não existe nenhuma duvida que Inri tenta comparar o seu nascimento com o de Jesus, mas ele falha.A Bíblia também diz que José não conheceu (não teve relação sexual) com Maria até que Jesus nascesse.



Mateus escreveu da seguinte forma em seu evangelho no Capitulo 1v. 25 "Mas não a conheceu até que ela deu a luz um Filho. E ele lhes pôs o nome de Jesus.” Jesus dependia do Espírito Santo."

Lc 2v. 40Crescia o menino e se fortalecia enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.”
Luvas 2v. 52 "E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens".


UM CRISTO REENCARNADO E QUE APOIA A DOUTRINA ESPIRITA


INRI diz: "Reencarnação é o renascimento físico, retornar à carne; faz parte da lei perfeita e eterna de DEUS". Um Cristo que diz ter reencarnado já merece a duvida de qualquer pessoa e pode ser considerado um Jesus PIRATA!

A doutrina da Reencarnação nunca foi ensinada por Jesus, mas o verdadeiro mestre ensinou sobre a ressurreição.

IDÉIAS SOBRE A REENCARNAÇÃO
Muitos acreditam que ela veio com os Vedas, Hindus, ela está contida na filosofia budista, jainistas e sique, outros já dizem que algumas formas ocidentais podem ter surgido da filosofia grega sem influência diretamente do hindu, iniciando com pitagoristas.
Alguns Filósofos antigos acreditavam que a alma vive de formas diferentes e que ela é eterna e não pode ser destruída.

O espiritismo também acredita na reencarnação, o próprio Kardec admite ser um dogma do Espiritismo. O sentido etimológico da palavra é tornar a tomar corpo.A Bíblia nos garante que depois da morte segue-se o juízo.
Hebreus 9 v.27 "E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo".


Umas das situações que é impossível para Jesus é voltar atrás ou contrariar a palavra do próprio Pai, sendo ela, divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, redargüir, corrigir e para instruir em justiça para que o homem seja perfeito e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (II Tm 3 v. 14-17).
Porque Cristo haveria de reencarnar?
No Livro dos Espíritos Allan Kardec faz uma pergunta sobre a reencarnação para os espíritos, capitulo IV, PLURALIDADE DAS EXISTÊCIAS, Pág. 114: “167- Qual é a finalidade da reencarnação?".Resposta do Espírito: Expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Sem isto, onde estaria a justiça?168-O numero das existências corpóreas é limitado, ou o Espírito se reencarna perpetuamente?Resposta dos espíritos: A cada nova existência, o Espírito dá um passo na senda do progresso; quando se despoja de todas as suas impurezas, não precisa mais das provas vidas corpórea."

Evidente que Inri Cristo não conhece nem o que acredita, dentro da concepção espírita, o espírito que já progrediu deixando suas impurezas não precisa mais de provas corpóreas!
Os espíritos consultados por Kardec, ainda dizem:"Todos os Espíritos tendem á perfeição, e Deus proporciona os meios de consegui-las com as provas de vida corpórea. Mas, na sua justiça, permite-lhes realizar, em novas existências, aquilo que não puderam fazer ou acabar numa primeira prova." (Livro dos Médiuns, Allan Kardec, Cap. Pluralidade das existências, Tópico II - Justiça da reencarnação, pág. 115, Perg. 171).

Inri declara que ele é a maior prova da reencarnação: "Minha presença é a mais veemente e incontestável prova da existência de DEUS e da reencarnação. Se a reencarnação não existisse seria muito difícil crer na existência de DEUS, porque só ela põe lógica e justiça nas disparidades do mundo. Se a reencarnação não existisse, DEUS seria um tirano cruel que criaria seres imperfeitos e maus para depois condená-los eternamente, sem qualquer chance de regeneração. Mas como DEUS é perfeito, a reencarnação existe em demonstração da bondade e perfeição divinas Jesus antes de encarnar estava com Deus e era Deus. (João1v.1). Como a Bíblia nos demonstra várias passagens que prove que Jesus era Deus, quero citar uma do Apostolo João no cap. 17 Vers.5: "E agora glorifica-me tu ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”

Jesus nunca reencarnou e porque não ensinou ou nunca disse que reencarnaria, isto já é importante para desmistificar o personagem Inri Cristo. O conceito da reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo.


A reencarnação está diretamente ligada à purificação do espírito, sendo assim, como Jesus reencarnaria sendo uma pessoa sem pecado algum? Será que Jesus precisaria reencarnar para purificar-se? Qual seria a evolução de Deus?

Jesus nunca cometeu pecados e erros, pois Ele é a luz do mundo.

Jo8v. 12: "Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida - ",
Durante a sua vida fez tudo o que o Pai pediu que fosse feito Jô 8v.29 :"E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada” Ainda respondendo as indagações dos Judeus disse "Quem dentre vós convence do pecado?”


João 8v.46-47: "Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes? Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.”

Foi tentado e não se achou um único erro, no final de sua vida encontramos uma frase de Cristo "eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. (Jô 15v.10)".


Não existe erros na pessoa de Jesus, já em Inri muitos erros e contradições.


Deus nos levaria a pecar?

Jesus orou pedindo ao Pai para que nos livre das tentações (Mat 6v.13),outro pedido é para que possamos vigiar e orar para não entrarmos em tentação (Mat 26v.41), em sua jornada de jejum e oração no deserto venceu toda sorte de tentações levadas pelo diabo (Mat.4v.13).


Deus não permite que ninguém seja tentado a ponto que não possamos suportar, pois juntamente com a tentação, o Pai nos dá o livramento:
I Co 10v.13: "Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar."


Tiago nos traz em sua epistola uma afirmação que desbanca a todo o ensino INRIANO: "Ninguém, ao ser tentado diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e Ele mesmo a ninguém tenta.”Pilatos, mesmo disse : 'Eu não acho nele crime algum.".(Jô 18v.38).

Nos livros posteriores a sua vida terrena, encontramos os adjetivos "Santo", "Justo", o Apóstolo Paulo escreve a II carta aos Coríntios dizendo "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecador por nós, para que nele, fossemos feito justiça de Deus.”


O autor aos Hebreus escreve no cap. 4v. 15 que Jesus foi tentado em todas as coisas, mas não houve o pecado. Pedro quando se refere a Jesus diz que Ele era o cordeiro sem macula.

I Pe 1v.19-20: Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós;
I Pedro 2v.21- Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.
Jesus foi o justo pelos injustos para nos levar a Deus I Pe 3v.18.: Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;
Já o suposto salvador, Inri – o Jesus Pirata - assume a sua vida pecaminosa e ainda da um depoimento impossível até para o próprio Deus realizar.

Ele diz que foi levado pelo próprio Deus para experimentar o pecado.

Palavras de INRI
: "Dos treze aos trinta anos, sem livre-arbítrio, fui levado por meu PAI, SENHOR e DEUS a experimentar os pecados do mundo a fim de vencer o mundo (“ Haveis de ter aflições no mundo, mas tende confiança: eu venci o mundo" - João c.16 v.33)".
É impressionante as respostas do "suposto Filho de Deus dos tempos modernos", para justificar seus pecados, a criatura diz que foi Deus o culpado.A própria Bíblia nos diz que todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis (Rom 3v.12), até Inri se não aceitar o verdadeiro Jesus Cristo como o seu único e suficiente salvador de sua vida irá perecer no inferno.Deus nunca levou ninguém a pecar e também nunca retirou o livre arbítrio do homem, mas levar a culpa do pecado já é hilário.

UM CRISTO QUE NÃO ACREDITA NA RESSURREIÇÃO
INRI CRISTO: "O mito da minha ressurreição física ao céu é um engodo dogmático, a pedra de tropeço da humanidade.”
Inri declara que ele nunca ressuscitou (se dizendo Jesus) e que a ressurreição é um equivoco teológico e cientifico, a explicação para este fato vem da seguinte forma por Inri:"Meu corpo estaria fadado ao congelamento, pois no espaço sideral não existe ar para respirar e a temperatura confina zero absoluto, ou seja, 273ºC negativos. Além disso, estaria nu, posto que os soldados romanos sortearam minhas vestes entre si (João c.19 v.23 e 24). Na verdade, meu corpo físico foi devolvido à mãe terra, conforme determinou o SENHOR:” Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás" (Gênesis c.3 v.19). Durante a tempestade propiciada pelo SENHOR, ocasião em que os soldados romanos foram procurar abrigo, Ele mandou servos fiéis a recolher meu corpo, cobri-lo com novos lençóis e enterrá-lo numa sepultura anônima, dando fim aos escárnios e deboches que perduravam mesmo após a crucificação e consequente desencarnação ("...Salva-te a ti mesmo; se és o Filho de DEUS, desce da cruz... Ele salvou os outros, a si mesmo não se pode salvar; se é Rei de Israel, desce agora da cruz e creremos nele... Confiou em DEUS; se DEUS o ama, que o livre agora" - Mateus c.27 v.39 a 44)".
Estas declarações é mais forte que a polêmica causada pelo filme "Paixão de Cristo", de Mel Gibson, pois nem com toda a criatividade do diretor ele chegou a tal ponto de imaginação.
Existem outras declarações de Inri:

“A ressurreição é o reaparecimento espiritual de alguém que desencarnou, provando a imortalidade da alma. Eu ressurgi espiritualmente e assim apareci aos discípulos, por isso entrava nas casas estando as portas fechadas (João c.20 v.19 e 26).Quando a Bíblia relata que ceei com os discípulos, na verdade meu espírito estava usando um corpo alheio.” - (SITE Inri Cristo).
PROVAS SOBRE A RESSURREIÇÃO
A morte de Cristo tem uma grande importância para os cristãos porque para ressuscitar é necessário morrer.

Se Cristo não ressuscitasse o Evangelho seria um engodo e a nossa salvação uma grande farsa. O Apóstolo Paulo escrevendo aos Romanos declara "Se com tua boca confessares a Jesus Cristo como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo".
A posição de Inri que o corpo que usou é um corpo alheio não sobrevive pelas provas e testemunhos neo testamentário. Jesus, após a ressurreição, passou quarenta dias no mesmo corpo físico e com as marcas dos pregos e da lança que o transpassou o lado, a diferença é que este corpo agora se tornou imortal. Quem nos dá este testemunho detalhado é o próprio Jesus quando visita os discípulos.


Lucas 24v. 39 “Vedes as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Apalpai-me e vede; um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.”
Tomé também duvidou e Jesus apareceu a ele e disse: "Põe aqui o teu dedo; vê as minhas mãos. Chega a tua mão e põe-na no meu lado. Não sejas incrédulo, mas crente". (Jo20v. 28).


A prova de que Jesus estava com o seu próprio corpo é inegável, pois apresentou as marcas que recebeu antes de morrer, colocou-se a prova de qualquer toque humano em suas feridas, o seu corpo era de carne e osso, se alimentou, foi reconhecido pelos seus discípulos quando apareceu.


A ressurreição é a prova da divindade de Cristo, do triunfo sobre o pecado, a morte e Satanás. Jesus também nos prometeu um corpo glorificado e ressurreto, uma das mais convictas provas disto foi o relato de Mateus após a ressurreição de Cristo: "Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressurgiram. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. (Mt 27v. 52-53)".


Inri declara que seus discípulos roubaram o seu corpo: “Durante a tempestade propiciada pelo SENHOR, ocasião em que os soldados romanos foram procurar abrigo, Ele mandou servos fiéis a recolher meu corpo, cobri-lo com novos lençóis e enterrá-lo numa sepultura anônima, dando fim aos escárnios e deboches que perduravam mesmo após a crucificação e conseqüente desencarnação ("... Salva-te a ti mesmo; se és o Filho de DEUS, desce da cruz... Ele salvou os outros, a si mesmo não se pode salvar; se é Rei de Israel, desce agora da cruz e creremos nele... Confiou em DEUS; se DEUS o ama, que o livre agora" - Mateus c.27 v.39 a 44)".

Fato que não passa pela prova bíblica
Mateus escreveu que os soldados Romanos chegando a cidade anunciaram aos principais sacerdotes o que tinha acontecido, os mesmos que fizeram de tudo para crucificar Jesus.Mais uma vez os sacerdotes compraram as suas testemunhas com uma boa quantidade de dinheiro para declarar o que o corpo foi roubado: "Dizei que vieram de noite os seus discípulos e, enquanto domeis, o furtaram. Caso chegue aos ouvidos do governador, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança. Eles receberam o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E espalhou-se esta história entre os judeus, até os dias de hoje".(Mt28v. 11-15).
Se Jesus vivo já era um problema para os religiosos da época, imagine um Jesus ressurreto?
Agora, ele não poderia ser morto, o véu do templo já tinha sido rasgado de alto a abaixo, a comunhão entre o homem e Deus não precisava mais dos holocaustos feitos pelos próprios sacerdotes, os judeus precisavam inventar alguma história convincente para que o povo acreditasse, pois estavam prestes a perder as suas posições eclesiásticas.

Além disso, os guardas teriam que pagar com as suas próprias vidas se acontecesse alguma coisa, aceitar a segurança dos sacerdotes era viável, além de terem recebido propina para acobertar o caso, Pilatos já tinha demonstrado no julgamento de Jesus que ele estava nas mãos dos religiosos.


Pilatos era o governante das Regiões de Samaria e Judéia, ele não era popular entre os judeus, se a história chegasse a César poderia trazer problemas. No julgamento os judeus ameaçaram queixar-se a César a respeito de Pilatos (Jô 19v.12-13).



O governo Romano não poderia estar enviando tropas as regiões para controlar qualquer tipo de rebelião ou movimento contrario que ameaçava a paz. Se César tivesse que mobilizar destacamentos para este fim, Pilatos teria grandes problemas, ainda mais se o ápice deste problema ainda estava na pessoa de Jesus, acusado pelos próprios judeus de rebelde e uma ameaça a Roma. Pilatos preferiu mais uma vez estar debaixo de uma história mentirosa do que confirmar a verdade em "favor da paz".


Algo que deve ser levado em conta é o que Jesus disse sobre a sua ressurreição. Ela aconteceria em 3 dias e como existia esta preocupação dos sacerdotes e de Pilatos, a guarda Romana foi colocada no túmulo para comprovar que nada aconteceria.
Se os guardas ficassem ali por alguns dias e nada tivesse acontecido, tudo estava na devida ordem que os religiosos e o governo romano queria. Esta seria a maior prova de que a ressurreição de Cristo não passava de uma fraude, o testemunho dos guardas seriam valiosos para desmistificar este fato.

Imagina se Cristo continuasse da mesma forma que foi colocado dentro da sepultura? Os soldados seriam a maior testemunha que o corpo de Cristo estava inerte.

Por muitas vezes, corpos foram roubados de seus túmulos, mas a guarda romana não estava de prontidão.

Outro detalhe é que corpos roubados não voltam para visitar os amigos, seria provável se ninguém nunca mais visse o corpo de Cristo.


O caso de Jesus é diferente, esta teoria é totalmente improvável. Jesus foi visto morto e depois visto vivo mais de uma vez! A teoria de Inri de que o corpo foi roubado pelos discípulos já foi questionada no século XVIII pelos críticos do cristianismo e foi rechaçada. Ninguém daria a sua própria vida por um conto da carochinha! Se os cristãos não tivessem a certeza da ressurreição de Jesus, ninguém arriscaria a sua vida.

Os discípulos tiveram atitudes bem diferentes antes e depois da ressurreição. O medo de serem mortos antes da ressurreição de Cristo era enorme, eles não apareceram na crucificação de Cristo, Pedro negou Jesus quando perguntaram a ele se era um dos que andavam com Cristo.



O próprio Tomé reconheceu a divindade de Jesus após a sua aparição, quando teve a possibilidade te poder ver e tocar as feridas de Cristo, mas não o fez. Só uma prova real de que Jesus teria ressurgido dentre os mortos poderia dar a certeza da vitória após a morte aos que antes foram omissos. A veracidade do fato ficou impregnada na alma dos seguidores de Cristo a ponto de dar as suas vidas após a certeza da ressurreição.



Estevão foi apedrejado, Tiago irmão de João, o primeiro mártir apostólico morreu a fio da espada, Filipe foi crucificado, Mateus foi assassinado com uma alabarda, Tiago o menor foi espancado pelos judeus aos 99 anos, André foi crucificado, Pedro também foi crucificado de cabeça par baixo e até o incrédulo Tomé também morreu pelo nome do Senhor, foi atravessado com uma lança. Seria um conto de fadas a ressurreição de Jesus?

Agora, dentro destas questões, pergunto: INRI é CRISTO?
Não existe possibilidade de que ele seja Cristo.
Este é mais um Jesus pirata !