Quem escreve este texto abaixo é uma testemunha de Jeová, vejam só como o CG muda suas doutrinas e isso em nome de Jeová, dizendo que o alimento vem de Jeová, mas a Bíblia diz que Jeová não muda, não há variações, isto quero dizer que esta seita manipula as vidas dos seus adeptos, sem falar na questão do sangue um grande erro doutrinário que está ceifando muitas vidas.
Leiam o texto:
Toda a comunidade TJ de hoje, está anciosa quanto as possiveis mudanças dentro da organização Torre de Vigia. O atual CG tem feito algumas mudanças, principalmente no formato das reuniões e das publicações.
Recentemente recebemos a nova interpretação a respeito da geração de "1914" que tanto tem dado trabalho ao CG de achar uma explicação para essa doutrina, que é uma das principais na religião TJ.O anuário desse ano também já trouxe algo a ser comentado muito pelas TJs, que é o aumento do número de ungidos na terra, praticamente 10.000. Tudo isso vem confirmando que a religião TJ governada pelo CG está em uma faze de transição. É forte os rumores de que o número de 144.000 será considerado simbólico e assim toda TJ que se identificar como "ungida" deverá ser respeitada e aceita como tal.
No entanto essas mudanças que aparentemente parecem lógicas, no passado não eram encaradas assim pelo CG, que nas décadas passadas afirmavam com toda a convicção que o número de 144.000 era literal, afirmavam que a selagem dos ungidos tinha terminado em 1935 e que aceitar frações de sangue era o mesmo que aceitar transfusão de sangue.Isso nos mostra, que a organização segue a interpretação do CG atual, e que as orientações do CG passado não eram verdadeiras, sendo que de tempos em tempos a verdade muda, pois os atuais do CG tem outra interpretação bíblica.
Sendo assim, vemos a fragilidade das coisas e o quanto nós que somos TJs temos de manter uma mente aberta para distinguir o certo do errado e o que vem de Deus e o que vem do homem, pois se seguirmos a homens não estaremos agradando a Deus.
Embora devamos respeitar o CG, não devemos encara-los como infaliveis pois todo homem é imperfeito e precisam da Graça de Deus para a salvação.
Portanto internautas, cuidado quando vocês receberem visitas das TJs pregando um evangélio falso, afastem-se destas.
Ser crente aponta para transformação da própria natureza e da vida inteira do indivíduo, é a doutrina do renascimento espiritual, o serviço prestado por um indivíduo qualquer não se reveste do menor valor enquanto a sua natureza não for transformada.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
QUEM MUDOU O SÁBADO?
Por Richard Jordan
«Lembra-te do dia do sábado, para o santificar» (Êx. 20.8).
FACTOS BÁSICOS ACERCA DO SÁBADO
O quarto mandamento do decálogo é semanalmente lido em público em muitas reuniões de igreja. Mas os que observam esta prática chamam sábado ao Domingo, e quando são pressionados quanto à razão porque “guardam” o primeiro dia da semana em vez do sétimo, o Domingo em vez do Sábado, estabelece-se logo a confusão.
Apesar de serem poucos os que argumentam a favor da guarda do Sábado hoje, a maioria parece, contudo, pensar que o sábado foi mudado e que agora o Domingo é o “Sábado Cristão”. Mas será que o Sábado foi mesmo mudado? Será que, realmente, o Sábado agora é o Domingo? Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre este assunto.
Embora a maioria das pessoas que procuram observar o Sábado não se encontrem familiarizadas com Êxodo 31, este capítulo contem uma das passagens da Bíblia mais descritivas e instrutivas no concernente à observância do dia de Sábado.
«Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
«Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o SENHOR, que vos santifica.
«Portanto, guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio do seu povo.
«Seis dias se fará obra, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer obra, certamente morrerá.
«Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo.
«Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se.
«E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus»
Moisés revela claramente ali que a observância do dia de Sábado era “um sinal” entre o Senhor e os filhos de Israel (Vs. 13,17; Cf. Ez. 20.20) que deveria ser guardado em todas as suas gerações para que Israel soubesse que «Eu sou o Senhor que vos santifica».
O “sábado de descanso” deveria ser guardado «santo ao Senhor» como uma observância cerimonial[1], dada como uma memória perpétua do concerto de Israel com o Senhor, em termos de relacionamento e separação. Recordemos as palavras que o Senhor lhes disse por intermédio de Moisés.
«Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a Mim;
«Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é Minha.
«E vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel» (Êx. 19.4-6).
Israel seria o Seu «tesouro peculiar», e como tal, lembrou-lhes do seu lugar, do seu privilégio e da sua responsabilidade para com este «sinal» da observância do dia de Sábado. Não existe uma única linha das Escrituras que indique que Deus tivesse dado a observância do Sábado aos Gentios, ou aos membros do Corpo de Cristo neste século de graça. De facto, as Escrituras parecem claras no facto de não ter sido dado a ninguém antes de Moisés, pois lemos em Ne. 9.13,14:
«E sobre o monte de Sinai desceste, e falaste com eles desde os céus, e deste-lhes juízos rectos e leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons.
«E o Teu santo sábado lhes fizeste conhecer; e preceitos, e estatutos, e lei lhes mandaste pelo ministério de Moisés, teu servo».
UMA PARTE INTEGRANTE DA LEI
A observância do Sábado, então, era parte da Lei dada por meio de Moisés, e isto explica tanto as instruções exactas como as penalidades severas que a acompanham.
Tratava-se de um particular dia que deveria ser guardado, não meramente “um em sete”. «O sétimo é o sábado do descanso» (Êx. 31.15). E os regulamentos que o acompanhavam eram tão exigentes que Israel recebeu as seguintes ordens:
«Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia de sábado» (Êx. 35.3).
Isto tornaria difícil cozinhar no dia de sábado - para já não falar do problema do aquecimento no inverno! Em passagens como Êx. 16.22-26, transparece que eles tinham de fazer todos os preparativos necessários para o sábado de descanso no dia de véspera para que os regulamentos não fossem violados.
E a penalidade para a transgressão deste «sábado santo» era semelhantemente pesada (Ver Êx. 31.14,15).
Em Números 15.32-36 vemos esta sentença rigorosamente cumprida num homem que «apanhava lenha no dia de sábado» - naturalmente para acender lume.
Uma das razões porque o Dia de Sábado foi usado como «sinal» do Concerto Mosaico depreende-se das palavras de Êx. 31.17:
«Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se».
Assim como Deus aperfeiçoou a obra da criação em seis dias e depois «descansou, e restaurou-se», assim também deu a Israel uma obra para fazer como Sua nação representante - sua testemunha diante das nações, resultando esta obra nos prometidos «tempos de restauração de tudo» (At. 3.21). É claro que o Dia de Sábado de Israel era apenas um tipo do futuro reino de bênção e descanso, o século vindouro em que esta criação que geme será finalmente «libertada da servidão da escravidão», encontrando o verdadeiro descanso. Lemos a respeito desse tempo em Isa. 32.16-18:
«E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil.
«E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança, para sempre.
«E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso».
O FRACASSO DE ISRAEL
Israel fracassou tristemente na sua responsabilidade. Daí o Senhor, ao ter surgido em cena, ter sido forçado a lamentar-se do templo (Mr. 11.17).
Num tocante convite, vemo-Lo a oferecer-SE aos que tão futilmente operaram sob o “peso” da observância da Lei:
«Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei (ou, darei descanso).
«Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas.
«Pois o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve» (Mt. 11.28 e 30).
A única esperança de Israel encontrar o seu verdadeiro sábado de descanso jaz no seu Messias, “o Senhor do sábado”. É interessante notar aqui que a primeira vez que as Escrituras mencionam a palavra «descanso» é após a consumação da obra da criação, em Gn. 2.1-3. Porém o descanso de Deus foi cedo quebrado, pois no capítulo seguinte vemo-LO a procurar o homem decaído e a operar em seu favor matando um animal inocente para lhe suprir uma cobertura.
O nosso Senhor veio assim a Israel para «buscar o que se havia perdido» e dizer:
«... Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também» (Jo. 5.17).
Quão comovente é ouvir as palavras que Ele dirigiu ao Pai na véspera da Sua crucificação: «Eu tenho consumado a obra que Me deste a fazer» (Jo. 17.4), e depois, quando já na cruz:
«... ESTÁ CONSUMADO; e inclinando a cabeça, entregou o espírito» (Jo. 19.30).
De facto, Ele consumou a obra da redenção por meio do Seu sacrifício todo-suficiente pelo pecado. E He.10.12 diz que Ele, tendo oferecido «um único sacrifício pelos pecados, ESTÁ ASSENTADO PARA SEMPRE À DEXTRA DE DEUS».
Quão bendito! Nosso Senhor «assentado» - porque a obra da redenção foi completa, consumada, sem que tenha ficado algo por fazer.
O NOSSO DESCANSO
«Portanto resta ainda um repouso (Gr. SABBATISMOS, da raiz SABBATA, sábado) para o povo de Deus.
«Porque Aquele que entrou no Seu repouso, Ele próprio repousou das Suas obras, como Deus das Suas» (He. 4.9.10).
Assim como Deus descansou na Sua obra perfeita da criação assim também o Senhor Jesus ascendeu ao céu e assentou-Se para descansar na Sua obra perfeita da redenção, e assim nós somos agora convidados a «entrar no Seu descanso».
Cristo, hoje, é o único Sábado do crente, o nosso único lugar de descanso. Nós cessámos dos nossos trabalhos, não no Dia de Sábado, mas em Cristo, no momento em que entrámos pela fé no Seu descanso, resultado da Sua obra consumada no Calvário, onde Ele morreu «O JUSTO pelos injustos, para nos poder levar a Deus».
Então, e que diremos à observância do Dia de Sábado hoje? Gálatas 3.19 diz-nos que a Lei foi ordenada «até» que algo acontecesse - e este algo aconteceu. «Nós estávamos guardados debaixo da lei», diz o apóstolo, «encerrados para a fé que se havia de manifestar» (Gá. 3.23). Porém agora, com a revelação do mistério por meio de Paulo, essa veio, pois foi Paulo e apenas Paulo que primeiro declarou por inspiração divina:
«Mas agora se manifestou SEM A LEI a justiça de Deus ...
«Para demonstração da Sua justiça neste tempo presente, para que Ele seja Justo e Justificador daquele que tem fé em Jesus» (Ro. 21-26; e cf. Gá. 3.23-25).
E é Paulo que contínua a dizer:
«Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê» (Rom. 10.4).
«Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS.
«Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo (a substância) é de Cristo» (Cl. 2.16,17).
Quem mudou o Sábado? Bem, o Dia de Sábado permanece imutável; ainda é o sétimo dia - Sábado. Contudo, Deus mudou o Sábado - o nosso lugar de descanso - de um dia para uma Pessoa. Nós agora devemos descansar n'Aquele que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou como prova de que a nossa dívida foi completamente saldada.
Sem dúvida que isto explica a razão porque as Escrituras revelam Paulo e os discípulos a reunirem-se no «primeiro dia da semana» (At. 20.7; Cf. 1 Co. 16.2). Reunindo-nos no dia da Sua ressurreição, celebramos a Sua obra consumada da redenção - e a nossa nova vida, achada «em Cristo Jesus».
Ah, mas ATENÇÃO, o Domingo nunca foi um “dia de descanso”, longe disso! Pelo contrário, é o dia em que os servos de Deus mais trabalham, para que os outros possam «encontrar descanso n'Ele».
UMA ÚLTIMA PALAVRA
Os crentes hoje são livres para porem de parte qualquer dia particular para adoração e estudo em conjunto. Na dispensação da graça nenhum dia está acima de outro. Acerca disso Paulo escreveu aos crentes Romanos:
«Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo.
«Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. O que come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come para o Senhor não come e dá graças a Deus» (Rom. 14.5,6).
Ao longo da história da Igreja, e mesmo ainda hoje em alguns pontos do globo, os crentes têm achado dificil pôr de parte um tempo definido para comunhão cristã, estudo Bíblico e adoração. Como devemos louvar a Deus pelo privilégio que tão graciosamente nos tem concedido neste “país de liberdade”, ao termos reuniões regulares semanais em que nos podemos devotar mais plenamente à adoração e serviço de Cristo! E quão triste é vermos multidões de crentes cada vez maiores a abandonarem a assembleia dos santos, e a usarem a oportunidade maravilhosa que lhes é concedida para se reunirem, para seu próprio prazer e gratificação pessoal! É claro que todas as desculpas alegadas para tal comportamento serão insignificantes e desprovidas de significado quando «comparecermos perante o tribunal de Cristo» e “apresentarmos contas” de nós mesmos a Deus.
Em vez de usarmos a nossa liberdade para «darmos ocasião à carne», que «nos sirvamos antes uns aos outros pelo amor» (Gá. 5.13), tomando a peito a exortação de Paulo:
«Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te de entre os mortos, e Cristo te esclarecerá.
«Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios,
«Remindo o tempo; porquanto os dias são maus» (Ef.. 5.14-16).
«Lembra-te do dia do sábado, para o santificar» (Êx. 20.8).
FACTOS BÁSICOS ACERCA DO SÁBADO
O quarto mandamento do decálogo é semanalmente lido em público em muitas reuniões de igreja. Mas os que observam esta prática chamam sábado ao Domingo, e quando são pressionados quanto à razão porque “guardam” o primeiro dia da semana em vez do sétimo, o Domingo em vez do Sábado, estabelece-se logo a confusão.
Apesar de serem poucos os que argumentam a favor da guarda do Sábado hoje, a maioria parece, contudo, pensar que o sábado foi mudado e que agora o Domingo é o “Sábado Cristão”. Mas será que o Sábado foi mesmo mudado? Será que, realmente, o Sábado agora é o Domingo? Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre este assunto.
Embora a maioria das pessoas que procuram observar o Sábado não se encontrem familiarizadas com Êxodo 31, este capítulo contem uma das passagens da Bíblia mais descritivas e instrutivas no concernente à observância do dia de Sábado.
«Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
«Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o SENHOR, que vos santifica.
«Portanto, guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio do seu povo.
«Seis dias se fará obra, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer obra, certamente morrerá.
«Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo.
«Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se.
«E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus»
Moisés revela claramente ali que a observância do dia de Sábado era “um sinal” entre o Senhor e os filhos de Israel (Vs. 13,17; Cf. Ez. 20.20) que deveria ser guardado em todas as suas gerações para que Israel soubesse que «Eu sou o Senhor que vos santifica».
O “sábado de descanso” deveria ser guardado «santo ao Senhor» como uma observância cerimonial[1], dada como uma memória perpétua do concerto de Israel com o Senhor, em termos de relacionamento e separação. Recordemos as palavras que o Senhor lhes disse por intermédio de Moisés.
«Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a Mim;
«Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é Minha.
«E vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel» (Êx. 19.4-6).
Israel seria o Seu «tesouro peculiar», e como tal, lembrou-lhes do seu lugar, do seu privilégio e da sua responsabilidade para com este «sinal» da observância do dia de Sábado. Não existe uma única linha das Escrituras que indique que Deus tivesse dado a observância do Sábado aos Gentios, ou aos membros do Corpo de Cristo neste século de graça. De facto, as Escrituras parecem claras no facto de não ter sido dado a ninguém antes de Moisés, pois lemos em Ne. 9.13,14:
«E sobre o monte de Sinai desceste, e falaste com eles desde os céus, e deste-lhes juízos rectos e leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons.
«E o Teu santo sábado lhes fizeste conhecer; e preceitos, e estatutos, e lei lhes mandaste pelo ministério de Moisés, teu servo».
UMA PARTE INTEGRANTE DA LEI
A observância do Sábado, então, era parte da Lei dada por meio de Moisés, e isto explica tanto as instruções exactas como as penalidades severas que a acompanham.
Tratava-se de um particular dia que deveria ser guardado, não meramente “um em sete”. «O sétimo é o sábado do descanso» (Êx. 31.15). E os regulamentos que o acompanhavam eram tão exigentes que Israel recebeu as seguintes ordens:
«Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia de sábado» (Êx. 35.3).
Isto tornaria difícil cozinhar no dia de sábado - para já não falar do problema do aquecimento no inverno! Em passagens como Êx. 16.22-26, transparece que eles tinham de fazer todos os preparativos necessários para o sábado de descanso no dia de véspera para que os regulamentos não fossem violados.
E a penalidade para a transgressão deste «sábado santo» era semelhantemente pesada (Ver Êx. 31.14,15).
Em Números 15.32-36 vemos esta sentença rigorosamente cumprida num homem que «apanhava lenha no dia de sábado» - naturalmente para acender lume.
Uma das razões porque o Dia de Sábado foi usado como «sinal» do Concerto Mosaico depreende-se das palavras de Êx. 31.17:
«Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se».
Assim como Deus aperfeiçoou a obra da criação em seis dias e depois «descansou, e restaurou-se», assim também deu a Israel uma obra para fazer como Sua nação representante - sua testemunha diante das nações, resultando esta obra nos prometidos «tempos de restauração de tudo» (At. 3.21). É claro que o Dia de Sábado de Israel era apenas um tipo do futuro reino de bênção e descanso, o século vindouro em que esta criação que geme será finalmente «libertada da servidão da escravidão», encontrando o verdadeiro descanso. Lemos a respeito desse tempo em Isa. 32.16-18:
«E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil.
«E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança, para sempre.
«E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso».
O FRACASSO DE ISRAEL
Israel fracassou tristemente na sua responsabilidade. Daí o Senhor, ao ter surgido em cena, ter sido forçado a lamentar-se do templo (Mr. 11.17).
Num tocante convite, vemo-Lo a oferecer-SE aos que tão futilmente operaram sob o “peso” da observância da Lei:
«Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei (ou, darei descanso).
«Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas.
«Pois o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve» (Mt. 11.28 e 30).
A única esperança de Israel encontrar o seu verdadeiro sábado de descanso jaz no seu Messias, “o Senhor do sábado”. É interessante notar aqui que a primeira vez que as Escrituras mencionam a palavra «descanso» é após a consumação da obra da criação, em Gn. 2.1-3. Porém o descanso de Deus foi cedo quebrado, pois no capítulo seguinte vemo-LO a procurar o homem decaído e a operar em seu favor matando um animal inocente para lhe suprir uma cobertura.
O nosso Senhor veio assim a Israel para «buscar o que se havia perdido» e dizer:
«... Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também» (Jo. 5.17).
Quão comovente é ouvir as palavras que Ele dirigiu ao Pai na véspera da Sua crucificação: «Eu tenho consumado a obra que Me deste a fazer» (Jo. 17.4), e depois, quando já na cruz:
«... ESTÁ CONSUMADO; e inclinando a cabeça, entregou o espírito» (Jo. 19.30).
De facto, Ele consumou a obra da redenção por meio do Seu sacrifício todo-suficiente pelo pecado. E He.10.12 diz que Ele, tendo oferecido «um único sacrifício pelos pecados, ESTÁ ASSENTADO PARA SEMPRE À DEXTRA DE DEUS».
Quão bendito! Nosso Senhor «assentado» - porque a obra da redenção foi completa, consumada, sem que tenha ficado algo por fazer.
O NOSSO DESCANSO
«Portanto resta ainda um repouso (Gr. SABBATISMOS, da raiz SABBATA, sábado) para o povo de Deus.
«Porque Aquele que entrou no Seu repouso, Ele próprio repousou das Suas obras, como Deus das Suas» (He. 4.9.10).
Assim como Deus descansou na Sua obra perfeita da criação assim também o Senhor Jesus ascendeu ao céu e assentou-Se para descansar na Sua obra perfeita da redenção, e assim nós somos agora convidados a «entrar no Seu descanso».
Cristo, hoje, é o único Sábado do crente, o nosso único lugar de descanso. Nós cessámos dos nossos trabalhos, não no Dia de Sábado, mas em Cristo, no momento em que entrámos pela fé no Seu descanso, resultado da Sua obra consumada no Calvário, onde Ele morreu «O JUSTO pelos injustos, para nos poder levar a Deus».
Então, e que diremos à observância do Dia de Sábado hoje? Gálatas 3.19 diz-nos que a Lei foi ordenada «até» que algo acontecesse - e este algo aconteceu. «Nós estávamos guardados debaixo da lei», diz o apóstolo, «encerrados para a fé que se havia de manifestar» (Gá. 3.23). Porém agora, com a revelação do mistério por meio de Paulo, essa veio, pois foi Paulo e apenas Paulo que primeiro declarou por inspiração divina:
«Mas agora se manifestou SEM A LEI a justiça de Deus ...
«Para demonstração da Sua justiça neste tempo presente, para que Ele seja Justo e Justificador daquele que tem fé em Jesus» (Ro. 21-26; e cf. Gá. 3.23-25).
E é Paulo que contínua a dizer:
«Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê» (Rom. 10.4).
«Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS.
«Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo (a substância) é de Cristo» (Cl. 2.16,17).
Quem mudou o Sábado? Bem, o Dia de Sábado permanece imutável; ainda é o sétimo dia - Sábado. Contudo, Deus mudou o Sábado - o nosso lugar de descanso - de um dia para uma Pessoa. Nós agora devemos descansar n'Aquele que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou como prova de que a nossa dívida foi completamente saldada.
Sem dúvida que isto explica a razão porque as Escrituras revelam Paulo e os discípulos a reunirem-se no «primeiro dia da semana» (At. 20.7; Cf. 1 Co. 16.2). Reunindo-nos no dia da Sua ressurreição, celebramos a Sua obra consumada da redenção - e a nossa nova vida, achada «em Cristo Jesus».
Ah, mas ATENÇÃO, o Domingo nunca foi um “dia de descanso”, longe disso! Pelo contrário, é o dia em que os servos de Deus mais trabalham, para que os outros possam «encontrar descanso n'Ele».
UMA ÚLTIMA PALAVRA
Os crentes hoje são livres para porem de parte qualquer dia particular para adoração e estudo em conjunto. Na dispensação da graça nenhum dia está acima de outro. Acerca disso Paulo escreveu aos crentes Romanos:
«Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo.
«Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. O que come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come para o Senhor não come e dá graças a Deus» (Rom. 14.5,6).
Ao longo da história da Igreja, e mesmo ainda hoje em alguns pontos do globo, os crentes têm achado dificil pôr de parte um tempo definido para comunhão cristã, estudo Bíblico e adoração. Como devemos louvar a Deus pelo privilégio que tão graciosamente nos tem concedido neste “país de liberdade”, ao termos reuniões regulares semanais em que nos podemos devotar mais plenamente à adoração e serviço de Cristo! E quão triste é vermos multidões de crentes cada vez maiores a abandonarem a assembleia dos santos, e a usarem a oportunidade maravilhosa que lhes é concedida para se reunirem, para seu próprio prazer e gratificação pessoal! É claro que todas as desculpas alegadas para tal comportamento serão insignificantes e desprovidas de significado quando «comparecermos perante o tribunal de Cristo» e “apresentarmos contas” de nós mesmos a Deus.
Em vez de usarmos a nossa liberdade para «darmos ocasião à carne», que «nos sirvamos antes uns aos outros pelo amor» (Gá. 5.13), tomando a peito a exortação de Paulo:
«Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te de entre os mortos, e Cristo te esclarecerá.
«Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios,
«Remindo o tempo; porquanto os dias são maus» (Ef.. 5.14-16).
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A CONTRADIÇÃO DOS LEGALISTAS
Miguel Ângelo L. Maciel
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra." - Êxodo 20:8-9
Quando o apóstolo Paulo falou especificamente à seita dos judaizantes em Gálatas expressou sua surpresa quando mencionou: "Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho." Gal1:6.
É interessante notar que o "outro evangelho", predominante em todas as seitas que procuram mesclar ensinos não bíblicos com revelações pessoais de profetas próprios e que nada tem a ver com a Graça de Cristo, tentando realizar a salvação pela manifestação de obras pessoais, sejam em seu âmago tão contraditório com a Bíblia tanto quanto com a própria Lei que tenta guardar. Paulo assegura isso após confirmar os passos de sua conversão e quando menciona "Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor." Gal 2:18
Paulo afirma que se tentasse voltar atrás e aceitar a condição da obrigatoriedade da Lei, como noutros tempos antes de sua conversão, tornaria a si mesmo um transgressor, culpando-se a si mesmo, e fazendo de imediato aquilo que a seita pretendia evitar. Ou seja, o simples fato de aceitar a obrigatoriedade da Lei o tornaria um transgressor.
Que solução então para os que pretendem guardar a Lei ? Somente o simples fato de assim tentar proceder, já condena o pecador no seu intento antes de qualquer coisa.
Ora, vejamos um exemplo claro da contradição dos legalistas sabatistas com relação à guarda do "sabath" judaico. Em Êxodo 20, onde veementemente vemos os sabatistas defenderem o quarto mandamento com unhas e dentes, lemos na segunda linha do mandamento: "Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Ex. 20:9". Ora, em sua ânsia de guardar o sábado, os legalistas nem ao menos percebem que é parte integrante e inextirpável do mandamento da Lei mosaica a obrigatoriedade de se trabalhar seis (06) dias. Mas se você perguntar (ou observar, ou viver como) a um legalista sabatista eles só trabalham cinco (05) dias, de segunda a sexta. Enquanto no "sábado" estão infurnados com toda sua arrogância nos "templos" lendo os escritos de Ellen White, no Domingo se unem em passeios, recreios, visitas a shoppings, praias, cinemas, descansos em seus lares, descumprindo de imediato a Lei que tão presunçosamente impõem a si mesmo e orgulhosamente julgam observar. Determinassem os sabatistas a obrigatoriedade de se trabalhar regularmente no domingo e verificar-se-ia o esvaziamento dos "templos" sabatistas. Têm eles portanto dois (02) "sabaths", dois dias de descanso. Um para reuniões religiosas (sábado) e outro para reuniões familiares, descanso físico, recreios e diversões pessoais o (domingo). Ora, isso só bastaria para confirmar a contradição da sua absurda tentativa de justificar-se pela Lei.
"Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde." (Gal 2:21) Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? (Gal 3:3) E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. (Gal 3:11) Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós;(Gal 3:13) Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.(Gal 4:4)
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra." - Êxodo 20:8-9
Quando o apóstolo Paulo falou especificamente à seita dos judaizantes em Gálatas expressou sua surpresa quando mencionou: "Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho." Gal1:6.
É interessante notar que o "outro evangelho", predominante em todas as seitas que procuram mesclar ensinos não bíblicos com revelações pessoais de profetas próprios e que nada tem a ver com a Graça de Cristo, tentando realizar a salvação pela manifestação de obras pessoais, sejam em seu âmago tão contraditório com a Bíblia tanto quanto com a própria Lei que tenta guardar. Paulo assegura isso após confirmar os passos de sua conversão e quando menciona "Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor." Gal 2:18
Paulo afirma que se tentasse voltar atrás e aceitar a condição da obrigatoriedade da Lei, como noutros tempos antes de sua conversão, tornaria a si mesmo um transgressor, culpando-se a si mesmo, e fazendo de imediato aquilo que a seita pretendia evitar. Ou seja, o simples fato de aceitar a obrigatoriedade da Lei o tornaria um transgressor.
Que solução então para os que pretendem guardar a Lei ? Somente o simples fato de assim tentar proceder, já condena o pecador no seu intento antes de qualquer coisa.
Ora, vejamos um exemplo claro da contradição dos legalistas sabatistas com relação à guarda do "sabath" judaico. Em Êxodo 20, onde veementemente vemos os sabatistas defenderem o quarto mandamento com unhas e dentes, lemos na segunda linha do mandamento: "Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Ex. 20:9". Ora, em sua ânsia de guardar o sábado, os legalistas nem ao menos percebem que é parte integrante e inextirpável do mandamento da Lei mosaica a obrigatoriedade de se trabalhar seis (06) dias. Mas se você perguntar (ou observar, ou viver como) a um legalista sabatista eles só trabalham cinco (05) dias, de segunda a sexta. Enquanto no "sábado" estão infurnados com toda sua arrogância nos "templos" lendo os escritos de Ellen White, no Domingo se unem em passeios, recreios, visitas a shoppings, praias, cinemas, descansos em seus lares, descumprindo de imediato a Lei que tão presunçosamente impõem a si mesmo e orgulhosamente julgam observar. Determinassem os sabatistas a obrigatoriedade de se trabalhar regularmente no domingo e verificar-se-ia o esvaziamento dos "templos" sabatistas. Têm eles portanto dois (02) "sabaths", dois dias de descanso. Um para reuniões religiosas (sábado) e outro para reuniões familiares, descanso físico, recreios e diversões pessoais o (domingo). Ora, isso só bastaria para confirmar a contradição da sua absurda tentativa de justificar-se pela Lei.
"Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde." (Gal 2:21) Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? (Gal 3:3) E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. (Gal 3:11) Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós;(Gal 3:13) Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.(Gal 4:4)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
5 Razões (na Bíblia) porque deixei, fui salvo dos Adventistas do Sétimo Dia.
Seminarista Miguel Ângelo L. Maciel
circa 2005
1.ª Razão – Quanto à origem dos adventistas (Daniel 8:10-14)
Os fundadores (Miller, Bates, Ellen White, Iram Edson) a princípio acreditavam que a Profecia de Daniel 8:10-14 se referia à volta de Cristo. Depois, com muita “cara-de-pau” mudaram a interpretação afirmando que profecia justifica sua própria origem e a existência de um santuário no céu.
Estão totalmente fora de contexto pois, quando lemos todo o capítulo vemos que a profecia se refere claramente:
a) À ira de Deus revelada no cativeiro babilônico (Daniel 8:19);
b) Ao surgimento do Império Medo Persa (Daniel 8:4 e 20);
c) Ao surgimento do Império Grego (Daniel 8:5 e 21);
d) À morte súbita do rei da Grécia (Alexandre) e à divisão do Império Grego (Daniel 8:8);
e) Ao engrandecimento de um dos reis (Antioco Epifânio) que surgiram desta divisão (Daniel 8:9-12);
f) Ao período que este rei interrompeu o holocausto (168~165 a.C.) que era oferecido todas as tarde e todas às manhãs (Daniel 8:13-14).
Ah, se os adventistas lessem humildes e contritos Daniel 8:16-19 em daí em diante quando Deus dá a entender a visão. Basta ler todo o capítulo pra se ver que eles estão totalmente fora de contexto.
2.ª Razão – Quanto aos fundadores e a profetiza dos adventistas (Deut 18:22; Apoc. 22:18 e 19)
Os fundadores (e atuais seguidores da seita) reservam-se o direito de possuírem revelação adicional à Bíblia (escritos de Ellen White), ensino contrário às Escrituras (Apoc. 22:18) e tem-na por profetiza (Hebreus 1:1). Entretanto, as suas profecias ou não se cumpriram (Deut. 18:22), ou são contraditórias, ou são absurdas, sendo que mais de 90% de seus escritos são plágios de outros escritores. Alguns exemplos:
a) Porta da Graça fechada (Mensagens Escolhidas, vol I, p. 63);
b) A volta de Jesus (O Testemunho de Jesus, p. 108, Primeiros Escritos, p. 15), contradizendo-se depois em (Mensagens Escolhidas, vol, I p. 76 e Testemunhos Seletos, vol. II, p. 359;
c) Guerra civil americana (Testemony for The Church, vol. I);
d) Cartão de ouro no céu (Primeiros Escritos, p. 3ª edição, 1988);
e) Pessoas (inclusive Enoque) vivendo em Saturno (Primeiros Escritos, p.96-97 – edição 1967);
f) Racismo (Mensagens Escolhidas, vol. II, p. 344;
g) Crianças passando fome (Temperança, 158). [veja os textos por extenso na página: http://www.cacp.org.br/adv_egw_falhou.htm]
3.º Razão – Quanto à doutrina adventista que diz que o Sacrifício de Jesus Cristo foi incompleto, estando Ele agora em um santuário celestial, completando a redenção – Juízo Investigativo. (João 5:24; João 17:4; João 19:30; Lucas 13:32; Heb. 5:9; Heb 7:27 ).
A Bíblia é muita clara quando mostra que o Senhor Jesus Morreu UMA VEZ (Heb. 7:27) e que após isso sentou-se à destra de Deus (Colossenses 3:1; Heb. 1:3; Heb.: 1:13; Heb. 10:12; Heb. 12:2; I Pe 3:22). Estevão teve esta visão (Atos 7:56) quando estava pronto a morrer. Jesus estava de pé e não sentado pois estava naquela momento ministrando pelo Seu servo.
4.ª Razão – Quanto à obrigatoriedade de se guardar à lei (sábado, comidas, etc..) e realizar boas obras para se merecer a salvação (Efésios 2:8-9)
A Palavra de Deus nos mostra que ninguém será salvo por obra da lei (João 1:7; Atos 13:39, 15:24, 18:15, 21:21; Romanos 1:17, 3:20 e 28, 4:1-25; Gál. 2:16 e 21, 3:10 e 11, 4:10 e 11, 5:2; Hebreus 7:12, 19, 27, 10:29), mas pela Graça de Deus (Efésios 2:8-9). Ah, se os adventistas lessem humildemente e contritos as epístolas do Apóstolo Paulo aos Romanos e aos Gálatas!
5.ª Razão – Quanto à doutrina adventista do aniquilacionismo (Mateus 25:41)
Os adventistas reduzem a descrição clara e detalhada que a Bíblia faz do fogo e tormento eterno (pra sempre, sem fim, que nunca se apaga, etc) a um “foguinho” que vai se apagar, onde os ímpios (satanás inclusive) serão aniquilados, ou seja, que seu sofrimento terá um fim, contradizendo as Sagradas Escrituras (Mateus 25:41-46; Marcos 9:43-48, Lucas 3:17, 16:28; Apocalipse 14:11, 20:10).
Recomendamos a leitura de:
1. SABATISMO (ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA) À LUZ DAS ESCRITURAS – (Hélio de Menezes Silva) http://solascriptura-tt.org/Seitas/SabatismoSobLuzEscrituras-longo-Helio.htm
2. REFLEXÕES SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA-(Pr Airton Evangelista da Costa) http://solascriptura-tt.org/AntropologiaEHamartologia/ReflexoesImortalidadeAlma-AECosta.htm
3. OS ADVENTISTAS E SUAS DOUTRINAS (CACP) - http://www.cacp.org.br/advmenu.htm
O autor Miguel Ângelo Luiz Maciel é seminarista do Seminário Teológico Batista Regular do Amazonas (SETEBRAM) – Dir. Pr. Joanilson Azevedo, da Igreja Batista Regular da Graça – Pr Jonas Xavier. Foi adventista durante mais de 20 anos, salvo pela Graça juntamente com sua esposa das garras do adventismo.
circa 2005
1.ª Razão – Quanto à origem dos adventistas (Daniel 8:10-14)
Os fundadores (Miller, Bates, Ellen White, Iram Edson) a princípio acreditavam que a Profecia de Daniel 8:10-14 se referia à volta de Cristo. Depois, com muita “cara-de-pau” mudaram a interpretação afirmando que profecia justifica sua própria origem e a existência de um santuário no céu.
Estão totalmente fora de contexto pois, quando lemos todo o capítulo vemos que a profecia se refere claramente:
a) À ira de Deus revelada no cativeiro babilônico (Daniel 8:19);
b) Ao surgimento do Império Medo Persa (Daniel 8:4 e 20);
c) Ao surgimento do Império Grego (Daniel 8:5 e 21);
d) À morte súbita do rei da Grécia (Alexandre) e à divisão do Império Grego (Daniel 8:8);
e) Ao engrandecimento de um dos reis (Antioco Epifânio) que surgiram desta divisão (Daniel 8:9-12);
f) Ao período que este rei interrompeu o holocausto (168~165 a.C.) que era oferecido todas as tarde e todas às manhãs (Daniel 8:13-14).
Ah, se os adventistas lessem humildes e contritos Daniel 8:16-19 em daí em diante quando Deus dá a entender a visão. Basta ler todo o capítulo pra se ver que eles estão totalmente fora de contexto.
2.ª Razão – Quanto aos fundadores e a profetiza dos adventistas (Deut 18:22; Apoc. 22:18 e 19)
Os fundadores (e atuais seguidores da seita) reservam-se o direito de possuírem revelação adicional à Bíblia (escritos de Ellen White), ensino contrário às Escrituras (Apoc. 22:18) e tem-na por profetiza (Hebreus 1:1). Entretanto, as suas profecias ou não se cumpriram (Deut. 18:22), ou são contraditórias, ou são absurdas, sendo que mais de 90% de seus escritos são plágios de outros escritores. Alguns exemplos:
a) Porta da Graça fechada (Mensagens Escolhidas, vol I, p. 63);
b) A volta de Jesus (O Testemunho de Jesus, p. 108, Primeiros Escritos, p. 15), contradizendo-se depois em (Mensagens Escolhidas, vol, I p. 76 e Testemunhos Seletos, vol. II, p. 359;
c) Guerra civil americana (Testemony for The Church, vol. I);
d) Cartão de ouro no céu (Primeiros Escritos, p. 3ª edição, 1988);
e) Pessoas (inclusive Enoque) vivendo em Saturno (Primeiros Escritos, p.96-97 – edição 1967);
f) Racismo (Mensagens Escolhidas, vol. II, p. 344;
g) Crianças passando fome (Temperança, 158). [veja os textos por extenso na página: http://www.cacp.org.br/adv_egw_falhou.htm]
3.º Razão – Quanto à doutrina adventista que diz que o Sacrifício de Jesus Cristo foi incompleto, estando Ele agora em um santuário celestial, completando a redenção – Juízo Investigativo. (João 5:24; João 17:4; João 19:30; Lucas 13:32; Heb. 5:9; Heb 7:27 ).
A Bíblia é muita clara quando mostra que o Senhor Jesus Morreu UMA VEZ (Heb. 7:27) e que após isso sentou-se à destra de Deus (Colossenses 3:1; Heb. 1:3; Heb.: 1:13; Heb. 10:12; Heb. 12:2; I Pe 3:22). Estevão teve esta visão (Atos 7:56) quando estava pronto a morrer. Jesus estava de pé e não sentado pois estava naquela momento ministrando pelo Seu servo.
4.ª Razão – Quanto à obrigatoriedade de se guardar à lei (sábado, comidas, etc..) e realizar boas obras para se merecer a salvação (Efésios 2:8-9)
A Palavra de Deus nos mostra que ninguém será salvo por obra da lei (João 1:7; Atos 13:39, 15:24, 18:15, 21:21; Romanos 1:17, 3:20 e 28, 4:1-25; Gál. 2:16 e 21, 3:10 e 11, 4:10 e 11, 5:2; Hebreus 7:12, 19, 27, 10:29), mas pela Graça de Deus (Efésios 2:8-9). Ah, se os adventistas lessem humildemente e contritos as epístolas do Apóstolo Paulo aos Romanos e aos Gálatas!
5.ª Razão – Quanto à doutrina adventista do aniquilacionismo (Mateus 25:41)
Os adventistas reduzem a descrição clara e detalhada que a Bíblia faz do fogo e tormento eterno (pra sempre, sem fim, que nunca se apaga, etc) a um “foguinho” que vai se apagar, onde os ímpios (satanás inclusive) serão aniquilados, ou seja, que seu sofrimento terá um fim, contradizendo as Sagradas Escrituras (Mateus 25:41-46; Marcos 9:43-48, Lucas 3:17, 16:28; Apocalipse 14:11, 20:10).
Recomendamos a leitura de:
1. SABATISMO (ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA) À LUZ DAS ESCRITURAS – (Hélio de Menezes Silva) http://solascriptura-tt.org/Seitas/SabatismoSobLuzEscrituras-longo-Helio.htm
2. REFLEXÕES SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA-(Pr Airton Evangelista da Costa) http://solascriptura-tt.org/AntropologiaEHamartologia/ReflexoesImortalidadeAlma-AECosta.htm
3. OS ADVENTISTAS E SUAS DOUTRINAS (CACP) - http://www.cacp.org.br/advmenu.htm
O autor Miguel Ângelo Luiz Maciel é seminarista do Seminário Teológico Batista Regular do Amazonas (SETEBRAM) – Dir. Pr. Joanilson Azevedo, da Igreja Batista Regular da Graça – Pr Jonas Xavier. Foi adventista durante mais de 20 anos, salvo pela Graça juntamente com sua esposa das garras do adventismo.
sábado, 24 de janeiro de 2009
A QUESTÃO DO SÁBADO
A Sr. Ellen G. White escreve sobre a obrigatoriedade de guardar-se o Sábado como meio de salvação, vejamos:
"Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna". (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
A posição que essa escritora goza no meio adventista é impar. Somente ela possui o "Espírito da Profecia". Não só os adventistas reconhecem sua autoridade religiosa inquestionável, mas a própria escritora declara de si mesma: "Nos tempos antigos, Deus falou aos homens pela boca de seus profetas e apóstolos. Nestes dias Ele lhes fala por meio do testemunho do Seu Espírito. Não houve ainda um tempo em que mais seriamente falassem a Seu povo a respeito da sua vontade..." (Testemunhos Seletos - Vol.II, pág.276). (Ou seja, a autora se coloca acima dos próprios apóstolos de Cristo quando declara que no seu tempo, o tempo em que ela tinha as suas "revelações", Deus falava mais seriamente.) Assim quando os Adventistas (daqui para frente AD) teimam que a guarda do Sábado é indispensável para nossa salvação, não é porque estejam estribados na verdade Bíblica, mas sim nas alucinações da SR.E.G. White. Essa cidadã declara que a guarda do Sábado constitui o selo entre Deus e o seu povo nos dias atuais: "Que é, pois, a mudança do Sábado, senão o sinal da autoridade da igreja de Roma - "a marca da besta"; "O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento... Os discípulos de Jesus são chamados a restabelecê-lo, exaltando o Sábado..."(Livro: O Grande Conflito, Ed. condensada, 1992, pag. 267 e 269)".
Diante do exposto, fica claro que não é assim como alguns pastores afoitamente declaram que, entre nós e os AD, só o que nos separam é a guarda do Sábado, como se fosse questão secundária. Parra nós sim, é questão secundária (Rm. 14:5-6). Para os AD não: é questão de salvação ou perdição. Para os AD a guarda do Sábado é o sinal que separa sua igreja, a verdadeira e única, das igrejas falsas, que são as denominações evangélicas, embora trabalhem nelas para distribuição das publicações da Casa Publicadora, vender discos, fitas K7 e todas suas mercadorias. Ingenuidade dos pastores que permitem seus púlpitos serem usados pelos obreiros adventistas, admitindo que somos todos iguais. Não sabem os pastores que além da guarda do Sábado como ponto central de suas conversações, os AD têm outras doutrinas estranhas ensinadas pela Sr. White e abonadas pelos AD, tais como: Juízo investigativo (a redenção incompleta de Cristo); o bode emissário ou Azazel como tipo da obra de Satanás de remover nossos pecados; o aniquilamento dos ímpios o sono da alma; a Igreja remanescente caracterizada pelo Dom de profecia de E.G. White e a guarda do Sábado; a natureza pecaminosa de Jesus; adoração a Deus no Domingo como sinal da Besta; proibição de vários alimentos; etc...
A DIVISÃO DA LEI
Os AD, para imporem a obrigatoriedade da guarda do Sábado, se valem de argumentos infundados estabelecendo uma distinção entre a Lei Moral e Lei Cerimonial, Lei de Deus e Lei de Moisés, dizendo que a Lei Moral ou lei de Deus se restringe aos 10 mandamentos e continuará para sempre, e que a Lei de Moisés ou Lei cerimonial abrange o Pentateuco escrito por Moisés e foi abolida.
Essa distinção é imprópria e inescriturística, mas de grande valia para os AD, pois, ao afirmarem que a Lei Moral consiste somente dos 10 mandamentos, e naturalmente isto implica na guarda do Sábado que é o quarto mandamento do decálogo. Não se pode negar que, na lei dada por Deus a Moisés (toda ela), existiam preceitos morais, cerimoniais e civis, mas, estão redondamente enganados os AD quando afirmam que os preceitos morais da lei se restringem aos 10 mandamentos, porque, tanto dentro dele, como fora, se encontra preceitos morais e cerimoniais. Essa divisão feita pelos AD é tão esdrúxula que eles próprios reconhecem essa falácia, ao dizerem: "Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1) Moral; 2) Cerimonial; 3)Civil; 4) Estatutos e juízos; 5) Leis de Saúde". Esta classificação é em parte artificial" (Lições da escola Sabatina, p.18 de 08/01/1980). Realmente é artificial essa divisão, sem qualquer apoio bíblico, mas fundamental para impor a guarda do Sábado na doutrina Adventista.
A LEI DE MOISÉS
A Bíblia declara que só há um legislador e este é Deus: "Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador" (Is.33:22; Tg.4:12) Se há um só legislador afirmamos, com segurança, que essa suposta distinção entre lei de Deus(os 10 mandamentos) e Lei de Moisés (O Livro da lei) não resiste a uma pesquisa bíblica, porque indistintamente a mesma Lei é chamada de Lei de Deus e Lei de Moisés, porque Deus a deu por meio dele, e não que sejam duas leis distintas como ensinadas pelos AD. Vamos a um teste:
- "E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés"(Ne.8:1). Observe a expressão "o livro da Lei de Moisés". Este mesmo livro, denominado de "Lei de Moisés" é, a seguir, assim chamado: "E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse"; "E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ..."(Ne.8:8; 8:14). Como se vê, o livro da Lei é chamado indistintamente de "Lei Moisés" e de "Lei de Deus" sempre se tratando das mesmas leis e não de leis distintas. É falacioso o argumento dos AD sobre a divisão da Lei. Essa farsa não resiste a uma análise séria sobre a palavra Lei na Bíblia, mas, que vulgarmente foi imposta a pelos AD, para sustentar a obrigatoriedade da guarda do Sábado.
Vejam como os próprios AD se contradizem sobre esse assunto:
"A lei cerimonial só descreve prescrição sobre holocausto, ofertas, formalidades sacerdotais, rituais do santuário, festas anuais, luas novas, circuncisão, abluções, manjares, etc." (livro: "Sutilezas do Erro, p.70, 1Ed.1965). Mas se contradizendo, afirmam o seguinte: "Verdade é que em outras partes da Bíblia se encontram preceitos morais" (idem p.76). Encontramos preceitos morais nas seguintes referências bíblicas: "Não afligiras o forasteiro, nem o oprimirás"; "a nenhuma viúva nem órfão afligireis"(Êx.22:21,22); "Não seguirás a multidão para fazeres mal; nem deporás, numa demanda, inclinando-te para a maioria, para torcer o direito"(Êx.23:2); "...Santo sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo"; "Não andarás como mexeriqueiro entre teu povo: não atentarás contra a vida do teu próximo..."; "Não te vingarás nem guardarás irá contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo..."( Lv.19:2,16,18). "Não torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno; porquanto o suborno cego os olhos dos sábios e subverte a causa dos justos; "Perfeito serás para com o Senhor teu Deus" (Dt.16:19; 18:13)
Estes mandamentos devem ser considerados cerimoniais só porque Deus não os escreveu em pedras, dando-os a Moisés para que fossem escritos num livro?
Depois afirmam os AD:
"Os judeus usavam o termo "Lei" para referir-se a todo o corpo de revelações de Deus dadas por intermédio de Moisés. Denominavam os primeiros cinco livros do V.T. "A Lei" (A Torah)" (Lições da Escola Sabatina, p.56, 27/01/80). E acrescentam ainda: Note que a "Lei de Moisés", nas Escrituras, refere-se a todas as leis dadas por meio de Moisés - cerimonial, moral e civil... "A Lei de Moisés" (Hb.10:28) incluía os Dez Mandamentos"(Lições da escola sabatina, lições de adultos/professor, p.11 de abril - junho de 1990).
OS DOIS CONCERTOS
A Bíblia fala do Concerto da Lei - conhecido como o Antigo Concerto, Antiga Aliança, Antigo Pacto ou Velho Testamento e o Novo Concerto, ou Nova Aliança, também conhecido como o tempo da Graça. Os 10 mandamentos são encontrados dentro do Antigo Concerto e assim quando os AD nos interrogam por que não guardamos o Sábado - que é o quarto mandamento - respondemos que o Sábado está tão integrado dentro do decálogo, quanto o decálogo, por sua vez, está integrado no Antigo Testamento. Este, segundo a Bíblia, foi abolido e substituído pelo Novo Concerto - O concerto da graça.
Vejamos então as provas bíblicas segundo as quais os 10 mandamentos integravam o Antigo Concerto:
"Então o Senhor vos falou do meio do fogo; e a voz das palavras ouviu, porém, além da voz, não viste semelhança nenhuma. Então, vos anunciou ele o seu concerto, que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra" (Dt.4:12-13).
"Subindo eu ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas do concerto que o Senhor fizera convosco, então fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; pão não comi, e água não bebi; e o Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus, aquelas palavras que o Senhor tinha falado convosco no monte, do meio do fogo, estando reunido todo povo" (Dt.9:9-10).
"Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito concerto contigo e com Israel. E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do concerto, os dez mandamentos.(Êx.34:27,28).
"Nela pus a arca em que estão as tábuas da aliança que o Senhor fez com Israel(IICr.6:11)
"...Nada havia na arca senão só as duas tábuas, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel" (IICr.5:10)
"Então falou Deus todas estas palavras, dizendo..." (Êx.20:1).
Desde o vrs.2 até o vrs.17 de Êx., Deus falou audivelmente as palavras dos 10 mandamentos. Desde Êx.21 ao 24, por meio de Moisés, Deus deu ao povo leis civis, morais e cerimoniais (que é a Lei), as quais vieram também integrar o Antigo Concerto.
"Vindo, pois Moisés, e contando ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos, então o povo respondeu a uma voz, e disseram: todas as palavras que o Senhor tem falado faremos. E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel" (Êx.24:1-3).
No vrs.3 diz que Moisés referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos estatutos comunicados a Israel por meio de Moisés. E o povo respondeu: "Tudo que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos". Com certeza se a Lei fosse só o decálogo o povo não iriam querer obedecer a tantas ordenanças como bem se submeteram. Então, tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo (Êx.24:7-8). O escritor da epístola aos Hebreus se reporta ao primeiro concerto dizendo: "Pelo que também o primeiro não foi consagrado sem sangue; por que havendo Moisés anunciado a todo povo todos os mandamentos segundo a lei"(Hb.9:18); "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança(ou mandamentos), por causa de sua fraqueza e inutilidade"(Hb.6:18, parêntese nosso)
A ABOLIÇÃO DO ANTIGO CONCERTO PROFETIZADA
Por intermédio do profeta Jeremias Deus anunciou um Novo Concerto, desde que o povo de Israel, que havia prometido tão prontamente observar os mandamentos do Antigo Concerto não o fez, invalidando assim aquele concerto. Fizeram um bezerro de ouro e se prostraram diante dele, adorando-o, o que constituiu a quebra do concerto (Êx.32:21).
Vejamos também Jr.31:31-34: "Eis que vem, diz o Senhor, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles invalidaram o meu concerto, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração( e não na pedra) e eu serei seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará alguém mais o seu próximo, nem alguém a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor, porque todos me conhecerão, desde o mais pequeno deles até ao maior, diz o Senhor; porque perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados" (Jr. 31:31-34)
Vimos que o profeta Jeremias profetizou sobre o Antigo Concerto. Agora, vejamos o profeta Zacarias declarou sobre o mesmo: "E tomei a minha vara Suavidade, e a quebrei, para desfazer o meu concerto , que tinha estabelecido com todos estes povos" (Zc.11:10). Com essas palavras Zacarias figuradamente contempla a abolição do Antigo Concerto celebrando com as doze tribos de Israel (Dt.33:1-4; Êx.24:4-8). Zacarias continua: "E eu disse-lhes: Se parece aos vossos olhos, dai-me o que me é devido: e, se não, deixai-o. E passaram o meu salário, trinta moedas de prata" (Zc.11:12). Compare com Mt.27:3-10, Cl.2:14-17.
A ABOLIÇÃO DO ANTIGO CONCERTO CONFIRMADA
A abolição do Antigo Concerto é declarada pelo escritor do livro de Hebreus, nestas palavras: "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente quanto é mediador dum melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas. Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível (o velho pacto contendo inclusive os 10 mandamentos), nunca se teria buscado lugar para o segundo. Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um Novo Concerto. Não segundo o concerto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor... Dizendo Novo Concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar" (Hb.8:6-9,13 - parênteses meu). "Então disse: eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo" (Hb.10:9). "O qual nos fez também capazes de ser ministros dum novo testamento, não da letra (lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata, e o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras de pedras (os 10 mandamentos), veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podia, fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto(que representava o velho pacto), a qual era transitória. Como não será maior glória o ministério do Espírito? Porque, se o ministério da condenação (aqui referindo-se aos 10 mandamentos) foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para glória(os 10 mandamentos), muito mais é em glória o que permanece"(IICor.3:6-11, o parêntese é nosso, pois aqui os AD não tem como fugir da realidade, o apóstolo Paulo chama categoricamente os 10 mandamentos de "Ministério da morte" e o taxa como transitório). Este último vrs. Claramente declara que o que foi com glória haveria de acabar. Agora, para saber o que se acabou, perguntemos: O que foi para glória? O vrs.7 nos dá a resposta: "E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória..". Que lei foi gravada em pedras pelo dedo de Deus? A resposta só pode ser uma: OS DEZ MANDAMENTOS. Leiamos: "O Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus; e nelas tinha escrito conforme todas aquelas palavras que o Senhor tinha falado convosco..."(Dt.9:10). "Então, disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos..." (Êx.24:12). "Então, vos anunciou ele o seu concerto, que vos prescreveu, os dez mandamentos, o os escreveu em duas tábuas de pedra"(Dt.4:13).
A ABOLIÇÃO DO SÁBADO
Encontramos em Os.2:11 uma profecia sobre a abolição do Sábado: "E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas e os seus sábados; e todas as suas festividades". Quando apontamos Cl.2:14-17 como se referindo ao cumprimento dessa profecias de Oséias, os AD discordam arrazoando que a palavra "sábados" de Cl.2:16 se refere aos por eles denominados de "sábados cerimoniais ou anuais" que aparecem em Levítico 23, na relação dos feriados nacionais judaicos. Ocorre que os denominados "sábados cerimoniais ou anuais" já se encontram incluídos na expressão "dias de festas" de Cl.2:16: "Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festas, ou lua nova, ou dos sábados". A prova está em Lv.23:37, que diz: "Estas são solenidade do Senhor..." Acerca do Sábado, indicado em Cl.2:16 se lê: "Além dos sábados do Senhor..."(Lv.23:38), isto é, os sábados semanais. Leiamos também: "E santificai os meus sábados(semanais), e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou Senhor, vosso Deus"(Ez.20:20, parêntese nosso). Compare: "Guardarão, pois, o Sábado os filhos de Israel...Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se"(Êx.31:16-17).
Tornando mais clara a declaração bíblica da abolição do Sábado semanal com base em Cl.2:14-16, apontamos:
- a expressão de Paulo em Cl.2:16 "dias de festas" se relaciona com os feriados nacionais judaicos, denominados festas e pelos AD como "sábados cerimoniais ou anuais"(denominação anti - bíblica e sem fundamento) . São sete as festas anuais:
1) Festa da Páscoa - 15o dia do 1o mês - (Lv.23:5-7).
2) Festa dos asmos - 21o dia do 1o mês - (Lv.23:8).
3) Festa de pentecostes - 50o dia desde a Páscoa - (Lv.23:15-16).
4) Festa das trombetas - 1o dia do 7o mês - (Lv.23:23-25).
5) Festa da Expiação - 10o dia do 7o mês - (Lv.23:26-32).
6) Festa dos Tabernáculos (1o dia) - 15o dia do 7o mês.
7) Festa dos Tabernáculos (último dia de festa) - (Lv.23:24-36)
b) - A fórmula "dia de festas, luas novas e sábados" é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais ou semanais, mensais e anuais.
1 ) Exemplo: "Porém no dia de Sábado(semanal) dois cordeiros de um ano... Holocausto é do Sábado (semanal) em cada Sábado...." (Num.28:9-10, parêntese nosso). "E as suas libações serão metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova (cada mês) de cada mês, segundo os meses do ano" (Vrs.14). "Porém no mês primeiro, aos catorze dia do mês, é a páscoa do Senhor (cada ano) e aos quinze do mesmo mês haverá festa: sete dias se comerão pães asmos"(Vrs.16,17). Temos então a ordem dos holocausto: semanal, pela palavra "Sábado"; mensal, pela expressão "lua nova"; e anual, pela expressão "dias de festas".
2 ) Exemplo: "E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas novas (cada mês), e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente" (ICr.23:31, parêntese é nosso).
3 ) Exemplo:"Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde (cada dia), nos sábados (cada semana), e nas luas novas (cada mês) e nas festividades (cada ano)" (IICr.2:4, parêntese é nosso). (leiam também: IICr.8:13; 31:3, Ez.45:17)
Último exemplo:"E farei cessar todo seu gozo, as suas festas (cada ano), as suas luas novas (cada mês), e os seus sábados (cada semana), e todas as suas festividades"(Os.2:11, parêntese nosso). (Agora, retornemos a Colossenses 2:14-17: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa (cada ano), ou da lua nova (cada mês), ou dos sábados (cada semana)), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo"(parênteses nosso).
Usando o argumento citado pelos AD, que dizem o seguinte: "os termos Sábado, sábados e dia de Sábado aparecem senta vezes no NT e em cada caso, exceto um, refere-se ao sétimo dia"(livro AD: Estudos Bíblicos, p.378, 4o Ed.79). E qual o caso que "seria" exceção? Justamente Cl.2:16. Então, se os termos "Sábado"(singular), "sábados"(plural) ou "dia de Sábado" aparecem sessenta vezes e sempre se refere ao sétimo dia, ou Sábado semanal, e dando a eles o sentido de Sábado , nessas sessenta vezes - interpretação essa também aceita por tos os Adventistas, com exceção de apenas uma referência - então a nossa interpretação é correta, pois temos o apoio dessa interpretação cinqüenta e nove casos e os AD só tem um. Se for um princípio de interpretação bíblica de que a Bíblia com a Bíblia se interpreta, a nossa interpretação, de Cl.2:16 é o sétimo dia, é correta. Alguns exemplos onde ocorre a palavra Sábado reconhecidas pelos AD como sendo semanal: Mt. 12:1,2,5,10,12; 28:1; Mc.15:42; Lc.4:16,31; Etc... Dentre outras referências.
Contestam os AD que o Sábado de Cl.2:16 não pode ser o Sábado semanal porque tais sábados não podem ser tidos como sombra. Ora, tanto pode, que é sombra do descanso que Cristo viria trazer para os seus (Mt.11:28-30, Is.11:10. Hb.4). Além disso, temos a palavra de um eminente teólogo AD que assim afirma: "Além mais, a interpretação teológica que o comentário adventista dá (The Seventh-day Adventist Bíble Comentary) ao Sábado é difícil de justificar, uma vez que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser considerado como sombra ou símbolo adequado da bênção presente e futura da salvação. Além disso notamos que o termo sombra é usado não em um sentido pejorativo, como um rótulo para observâncias inúteis cuja função cessou, mas para qualificar o seu papel em relação ao corpo de Cristo. Outra indicação significativa que contrária o Sábado cerimonial anual é de que estes já estão incluídos na palavra "heortês" e se "sabbáton" significasse a mesma coisa haveria uma repetição desnecessária. Estas indicações mostram fortemente que a palavra "sabbáton" conforme usada em Cl.2:16 não pode referir-se a nenhum dos sábados cerimoniais anuais" (From Sabbath To Sunday, p.358,359,360-1977, de Samuel Bacchiocchi).
A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CONCERTOS
ANTIGO CONCERTO:
1) Dado por Moisés (Jo.1:17).
2) Jugo de servidão (Gl.5:1).
3) Findou em Cristo (Rm.10:4).
4) Produz Morte (IICor.3:7).
5) Produz Condenação (IICor.3:9).
6) Era sombra (Cl.2:14-17)
7) Exige Justiça (Lc.10:28).
8) Nada aperfeiçoou (Hb.7:19).
9) Veio em glória (IICor.3:7).
10) Pobre para salvar (Hb.9:9).
11) Relembra o pecado (Hb.10:3).
12) Glória encoberta (IICor.3:13).
13) Traz maldição (Gl.3:10).
14) Sob a lei (Rm.6:14,15).
15) Sem herança (Rm.4:13).
16) Ratificado c/ sangue de animais (Hb.9:16-22).
17) Produz ira (Rm.4:15).
18) Não pode remir (Hb.10:4).
19) Abolição predita (Os.2:11)
NOVO CONCERTO:
1) Dado por Cristo (Hb.8:6;9:15).
2) Lei da liberdade (Tg.1:25).
3) Estabelecido por Cristo (Hb.10:9).
4) Produz Vida (Rm.8:2).
5) Produz liberdade (Gl.5:1).
6) É realidade (Hb.10:1-18).
7) Oferece Justiça (Jo.1:17; 3:16)
8) Produz perfeição (Hb. 7:19).
9) Maior Glória (IICor.3:8-10).
10) Salva perfeitamente (Hb.7:25).
11) Apaga o pecado (Hb.8:12).
12) Refletindo glória (IICor.3:8).
13) Liberta da maldição (Gl.3:13).
14) Sob a graça (Gl.3:22-25).
15) Eterna Herança (Hb.9:15).
16) Ratificado com o sangue de Jesus Cristo (Mt.26:26-28).
17) Livra da ira (Rm.5:9).
18) Redime (Gl.3:13; Hb.9:25).
19) Estabelecimento predito (Hb.8:7)
O DOMINGO - O DIA DO SENHOR
Dizem os AD no folheto "Por que se Guarda o Domingo?": "O Domingo, segundo (dicionário de Inglês) Webster, chama-se assim (dia do Sol), por que era antigamente dedicado ao Sol ou ao seu culto". Daí, os AD referir-se ao vocábulo inglês "Sunday" (dia do sol), para nós, em português - o Domingo, para expor que a guarda de qualquer outro dia que não seja o Sábado tenha um caráter pagão. Esquecem-se os AD de que o Sábado, em inglês, escreve-se "Saturday" e que significa dia dedicado ao deus Saturno. De Saturno surge às festas saturnais, dedicadas ao deus da agricultura. Logo, se é pagão o Domingo por designar o dia do sol em inglês o Sábado, pela mesma lógica e razão, seria o dia pagão por designar o dia dedicado a Saturno.
Os AD, por certo, não ignoram que os dias da semana eram indicados por nome de planetas e astro Sol, como segue:Domingo: Dia do Sol, segunda: dia da Lua, Terça: dia de Marte, Quarta: dia de Mercúrio, Quinta: dia de Júpiter, Sexta: dia de Vênus, SÁBADO: DIA DE SATURNO.
Os AD gostam também muito de argumentar a história, alegando que a Igreja primitiva guardava o Sábado e que o protestantismo, no seu início, fazia o mesmo. Vamos citar apenas algumas fontes e mostrar que, se o fato é história, os Adventistas vão se dar mal, pois desde os pais da Igreja até Lutero - o Domingo sempre teve um patamar especial acima de todos os dias, embora não se vê imposição para a guarda do mesmo como acontece no caso do Sábado (JF).
OS PAIS DA IGREJA
- Justino, o Mártir: 100-167d.C. Eis aqui como Justino, o Mártir, descreveu o culto primitivo dos cristãos: "No Domingo há uma reunião de todos que moram nas cidades e vilas, lê-se um trecho das memórias dos Apóstolos e dos escritos dos profetas, tanto quanto o tempo permita. Termina a leitura, o presidente, num discurso, admoesta e exorta à obediência dessas nobres palavras. Depois disso, todos nos levantamos e fazemos uma oração comum. Finda a oração, como descrevemos antes, pão e vinho (suco de uva) e ação de graças por eles de acordo com a sua capacidade, e a congregação responde, Amém. Depois os elementos consagrados são distribuídos a cada um e todos participam deles, e são levados pelos diáconos às casas dos ausentes. Os ricos e os de boa vontade contribuem conforme seu livre arbítrio; esta coleta é entregue ao presidente (pastor) que, com ela, atende a órfãos, viúvas, prisioneiros, estrangeiros e todos quantos estão em necessidade"(Manual Bíblico, Halley)
- Inácio, 100d.C., disse: "Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o Sábado, porém vivendo de acordo com o dia do Senhor".
- Tertuliano: 160-220. No início do século III, Tertuliano chegou a afirmar que: "Nós (os cristãos) nada temos com o Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos nossas próprias solenidades: O Dia do Senhor... (On indolatry 14). Em "De oratione"(23). Tertuliano insiste na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
- O ensino dos Apóstolos, obra siríaca: Encontramos um testemunho muito interessante na obra citada, que data da segunda metade do século III, segundo a qual os apóstolos de Cristo foram os primeiros a designar o primeiro dia da semana como dia do culto cristão: "Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve haver culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso ressuscitou dentre os mortos, no primeiro dia da semana o Senhor subiu aos céus, e no primeiro dia da semana vai aparecer, finalmente com os anjos celestes" (Ante-necene fathers, 8668).(Enciclopédia Vida, autor judeu: Archer)
- Eusébio de Cesaréia: 264-340 d.C., bispo de Cesaréia, historiador da Igreja, viveu e foi preso durante a perseguição de Diocleciano contra os cristãos, a qual foi o último e desesperado esforço de Roma por varrer da terra o cristianismo. Um dos seus objetivos (objetivos de Roma) especiais foi destruir todas as escrituras cristãs... Eusébio viveu até o reinado de Constantino,... Um dos primeiros atos de Constantino, ao ascender ao trono, foi mandar preparar, sob a direção de Eusébio... Cinqüenta BÍBLIAS para as Igrejas de Constantinopla.(Halley). (os manuscritos que temos, provavelmente, saíram do trabalho de Eusébio). Agora vejamos o que Eusébio pensava a respeito da guarda do Sábado: "Eles, portanto, não consideravam a circuncisão, nem observavam o Sábado, como também nós; nem nos abstemos de certos alimentos, nem consideramos outras imposições que Moisés subseqüentemente entregou para serem observadas em tipos e símbolos, porque tais coisas não dizem respeito aos cristãos..."; "Também celebravam os dias do Senhor como nós, para comemorar a sua ressurreição" (Livro: História da Igreja, Eusébio, século III, P.27, 106, Ed. CPAD, ed.1999)
A INSTITUIÇÃO DO DIA DO SENHOR
Quem será o responsável pela instituição do Dia do Senhor? Quem fez o primeiro dia da semana o Dia do Senhor? (Ap.1:10):"Eu fui arrebatado em espírito no Dia do Senhor..."(O grifo é nosso). A própria Bíblia responde: "A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele" (Sl.118:22-24, compare At.4:11; Mc.16:9). Esses versículos são bem claros e quase dispensam comentários. Entretanto, não é inoportuno comentá-los. Todos sabemos que a pedra rejeitada é Jesus. Quando começou o seu ministério declarou ser o filho de Deus, mas os judeus recusaram crer. No termino do seu ministério, diante da corte de Pilatos, declararam: "Seja crucificado" (Mt.27:22). Cumpriu-se assim a primeira parte da profecia; "a pedra que os edificadores rejeitaram...". A outra parte, "tornou-se cabeça de esquina" cumpriu-se no dia da sua ressurreição, quando Jesus declarou: "é me dado todo o poder do céu e na terra"(Mt.28:18). Assim, cumpriu-se o resto dos salmos profético, quando Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana - tornando-se o "dia que fez o Senhor"(vrs.24). Acerca dessa dia "que fez o Senhor" - disse o escritor profeticamente: "Regozijem-nos e alegremo-nos nele". Esta parte final da profecia se cumpriu exatamente no primeiro dia da semana: "Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana (O Domingo), e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus... De sorte que os discípulos se alegraram vendo o Senhor" (Jo.20:19-20).
A EXPRESSÃO DIA DO SENHOR
Os AD querem, a toda força, provar que a expressão "dia do Senhor" se refere ao Sábado e não ao Domingo. Entretanto, várias traduções da Bíblia provam essa que essa expressão se refere ao Domingo e não ao Sábado. Se João quisesse se referir ao Sábado, bastaria indicar a forma convencional e o modo inequívoco usado em outras partes da Bíblia. Vejam algumas traduções o que dizem:
-"Um dia de Domingo, fui arrebatado em espírito..."(Tradução Matos Soares).
-"Eu fui arrebatado em espírito num dia de Domingo..."(Tradução Figueiredo).
-"Num Domingo, caindo em êxtase, ouvi atrás de mim...(Ed. paulinas).
-"Num Domingo, fui arrebatado em êxtase..."(Versão dos Monges de Maredsous - Bélgica).
Além dos textos acima, vejam o que é dito pelo Dr. Archer sobre essa passagem: "O Dia Do Senhor" (Ap.1:10). "Dia do Senhor" está expresso no caso dativo: "té kyriaké hémerà. Não existe base válida para que se questione se se trata de fato do Domingo. ATÉ HOJE ESSA É A EXPRESSÃO REGULAR PARA "DOMINGO" NO GREGO MODERNO. " (Archer)
Afirmam os AD: "a observância do primeiro dia da semana como dia de adoração a Deus implica em receber o "Sinal da Besta" de Ap.13:18". Para sustentar essa posição, afirmam que o papa possui, na coroa papal, uns dizeres como seguem: "VIGARIUS FILII DEI", cuja soma em algarismo romanos dá 666, mas não podemos nos esquecer que essa teoria é falha e pode não dar certo. Prova disso é que se quisermos transformar qualquer pessoa em "besta" é só usar um pouco e criatividade. Vejamos o cômputo dos Adventistas em relação ao Papa:
V I C A R I U S ...............F I L I I ..............D E I
5 + 1 + 100 + 1 + 5 + ...1 + 50 + 1 + 1 ....+ 500 + 1 = 666
CÔMPUTO CORRETO:
5 + 1 + 100 + 4 ............1 + 50 + 1 + 1 ....+ 500 + 1 = 664 (IU é 4 e não 5, como XL é 40 e não 60)
Vejamos agora o cômputo com o nome da Sra. White, "o espirito da profecia":
E L L E N .G O U L D W H I T E
50+50+ 5+50+500 5+5 + 1 = 666 - O NÚMERO DA BESTA
Onde é w é = v,v = 5,5
Como vemos fica difícil aos Adventistas(AD) quererem sustentar a pseudo doutrina sabática, que é desmoronada pelo argumento; Teológico e histórico. Quando os AD apelam para a história para aclamar Constantino como inventor do "Dia do Senhor", são penalizados pela mesma história que nos mostra que a Igreja de Cristo, a verdadeira e não a falsa Igreja Adventistas, sempre teve no Domingo o dia do culto principal para louvar e se lembrar do fato que mudou o universo - A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NO DOMINGO. Queremos deixar claro que, a Igreja de Cristo, nunca impôs a obrigatoriedade de se guardar um dia de forma legalista, pois o apóstolo Paulo deixou claro que, quem fica guardando dias religiosos e fazendo dele seu baluarte, decaíram da Graça (Gl.4:10,11; 5:4).
Para confirmarmos tudo isso que dizemos e provarmos aos moldes adventistas, vamos citar o livro adventista "Sutilezas do Erro", p.134 - 1o Ed. de 1965 que declara: "Que sucede com os homens citados que guardaram o Domingo no passado e a maioria dos que guardam hoje?".
"Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna". (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
A posição que essa escritora goza no meio adventista é impar. Somente ela possui o "Espírito da Profecia". Não só os adventistas reconhecem sua autoridade religiosa inquestionável, mas a própria escritora declara de si mesma: "Nos tempos antigos, Deus falou aos homens pela boca de seus profetas e apóstolos. Nestes dias Ele lhes fala por meio do testemunho do Seu Espírito. Não houve ainda um tempo em que mais seriamente falassem a Seu povo a respeito da sua vontade..." (Testemunhos Seletos - Vol.II, pág.276). (Ou seja, a autora se coloca acima dos próprios apóstolos de Cristo quando declara que no seu tempo, o tempo em que ela tinha as suas "revelações", Deus falava mais seriamente.) Assim quando os Adventistas (daqui para frente AD) teimam que a guarda do Sábado é indispensável para nossa salvação, não é porque estejam estribados na verdade Bíblica, mas sim nas alucinações da SR.E.G. White. Essa cidadã declara que a guarda do Sábado constitui o selo entre Deus e o seu povo nos dias atuais: "Que é, pois, a mudança do Sábado, senão o sinal da autoridade da igreja de Roma - "a marca da besta"; "O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento... Os discípulos de Jesus são chamados a restabelecê-lo, exaltando o Sábado..."(Livro: O Grande Conflito, Ed. condensada, 1992, pag. 267 e 269)".
Diante do exposto, fica claro que não é assim como alguns pastores afoitamente declaram que, entre nós e os AD, só o que nos separam é a guarda do Sábado, como se fosse questão secundária. Parra nós sim, é questão secundária (Rm. 14:5-6). Para os AD não: é questão de salvação ou perdição. Para os AD a guarda do Sábado é o sinal que separa sua igreja, a verdadeira e única, das igrejas falsas, que são as denominações evangélicas, embora trabalhem nelas para distribuição das publicações da Casa Publicadora, vender discos, fitas K7 e todas suas mercadorias. Ingenuidade dos pastores que permitem seus púlpitos serem usados pelos obreiros adventistas, admitindo que somos todos iguais. Não sabem os pastores que além da guarda do Sábado como ponto central de suas conversações, os AD têm outras doutrinas estranhas ensinadas pela Sr. White e abonadas pelos AD, tais como: Juízo investigativo (a redenção incompleta de Cristo); o bode emissário ou Azazel como tipo da obra de Satanás de remover nossos pecados; o aniquilamento dos ímpios o sono da alma; a Igreja remanescente caracterizada pelo Dom de profecia de E.G. White e a guarda do Sábado; a natureza pecaminosa de Jesus; adoração a Deus no Domingo como sinal da Besta; proibição de vários alimentos; etc...
A DIVISÃO DA LEI
Os AD, para imporem a obrigatoriedade da guarda do Sábado, se valem de argumentos infundados estabelecendo uma distinção entre a Lei Moral e Lei Cerimonial, Lei de Deus e Lei de Moisés, dizendo que a Lei Moral ou lei de Deus se restringe aos 10 mandamentos e continuará para sempre, e que a Lei de Moisés ou Lei cerimonial abrange o Pentateuco escrito por Moisés e foi abolida.
Essa distinção é imprópria e inescriturística, mas de grande valia para os AD, pois, ao afirmarem que a Lei Moral consiste somente dos 10 mandamentos, e naturalmente isto implica na guarda do Sábado que é o quarto mandamento do decálogo. Não se pode negar que, na lei dada por Deus a Moisés (toda ela), existiam preceitos morais, cerimoniais e civis, mas, estão redondamente enganados os AD quando afirmam que os preceitos morais da lei se restringem aos 10 mandamentos, porque, tanto dentro dele, como fora, se encontra preceitos morais e cerimoniais. Essa divisão feita pelos AD é tão esdrúxula que eles próprios reconhecem essa falácia, ao dizerem: "Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1) Moral; 2) Cerimonial; 3)Civil; 4) Estatutos e juízos; 5) Leis de Saúde". Esta classificação é em parte artificial" (Lições da escola Sabatina, p.18 de 08/01/1980). Realmente é artificial essa divisão, sem qualquer apoio bíblico, mas fundamental para impor a guarda do Sábado na doutrina Adventista.
A LEI DE MOISÉS
A Bíblia declara que só há um legislador e este é Deus: "Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador" (Is.33:22; Tg.4:12) Se há um só legislador afirmamos, com segurança, que essa suposta distinção entre lei de Deus(os 10 mandamentos) e Lei de Moisés (O Livro da lei) não resiste a uma pesquisa bíblica, porque indistintamente a mesma Lei é chamada de Lei de Deus e Lei de Moisés, porque Deus a deu por meio dele, e não que sejam duas leis distintas como ensinadas pelos AD. Vamos a um teste:
- "E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés"(Ne.8:1). Observe a expressão "o livro da Lei de Moisés". Este mesmo livro, denominado de "Lei de Moisés" é, a seguir, assim chamado: "E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse"; "E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ..."(Ne.8:8; 8:14). Como se vê, o livro da Lei é chamado indistintamente de "Lei Moisés" e de "Lei de Deus" sempre se tratando das mesmas leis e não de leis distintas. É falacioso o argumento dos AD sobre a divisão da Lei. Essa farsa não resiste a uma análise séria sobre a palavra Lei na Bíblia, mas, que vulgarmente foi imposta a pelos AD, para sustentar a obrigatoriedade da guarda do Sábado.
Vejam como os próprios AD se contradizem sobre esse assunto:
"A lei cerimonial só descreve prescrição sobre holocausto, ofertas, formalidades sacerdotais, rituais do santuário, festas anuais, luas novas, circuncisão, abluções, manjares, etc." (livro: "Sutilezas do Erro, p.70, 1Ed.1965). Mas se contradizendo, afirmam o seguinte: "Verdade é que em outras partes da Bíblia se encontram preceitos morais" (idem p.76). Encontramos preceitos morais nas seguintes referências bíblicas: "Não afligiras o forasteiro, nem o oprimirás"; "a nenhuma viúva nem órfão afligireis"(Êx.22:21,22); "Não seguirás a multidão para fazeres mal; nem deporás, numa demanda, inclinando-te para a maioria, para torcer o direito"(Êx.23:2); "...Santo sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo"; "Não andarás como mexeriqueiro entre teu povo: não atentarás contra a vida do teu próximo..."; "Não te vingarás nem guardarás irá contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo..."( Lv.19:2,16,18). "Não torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno; porquanto o suborno cego os olhos dos sábios e subverte a causa dos justos; "Perfeito serás para com o Senhor teu Deus" (Dt.16:19; 18:13)
Estes mandamentos devem ser considerados cerimoniais só porque Deus não os escreveu em pedras, dando-os a Moisés para que fossem escritos num livro?
Depois afirmam os AD:
"Os judeus usavam o termo "Lei" para referir-se a todo o corpo de revelações de Deus dadas por intermédio de Moisés. Denominavam os primeiros cinco livros do V.T. "A Lei" (A Torah)" (Lições da Escola Sabatina, p.56, 27/01/80). E acrescentam ainda: Note que a "Lei de Moisés", nas Escrituras, refere-se a todas as leis dadas por meio de Moisés - cerimonial, moral e civil... "A Lei de Moisés" (Hb.10:28) incluía os Dez Mandamentos"(Lições da escola sabatina, lições de adultos/professor, p.11 de abril - junho de 1990).
OS DOIS CONCERTOS
A Bíblia fala do Concerto da Lei - conhecido como o Antigo Concerto, Antiga Aliança, Antigo Pacto ou Velho Testamento e o Novo Concerto, ou Nova Aliança, também conhecido como o tempo da Graça. Os 10 mandamentos são encontrados dentro do Antigo Concerto e assim quando os AD nos interrogam por que não guardamos o Sábado - que é o quarto mandamento - respondemos que o Sábado está tão integrado dentro do decálogo, quanto o decálogo, por sua vez, está integrado no Antigo Testamento. Este, segundo a Bíblia, foi abolido e substituído pelo Novo Concerto - O concerto da graça.
Vejamos então as provas bíblicas segundo as quais os 10 mandamentos integravam o Antigo Concerto:
"Então o Senhor vos falou do meio do fogo; e a voz das palavras ouviu, porém, além da voz, não viste semelhança nenhuma. Então, vos anunciou ele o seu concerto, que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra" (Dt.4:12-13).
"Subindo eu ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas do concerto que o Senhor fizera convosco, então fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; pão não comi, e água não bebi; e o Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus, aquelas palavras que o Senhor tinha falado convosco no monte, do meio do fogo, estando reunido todo povo" (Dt.9:9-10).
"Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito concerto contigo e com Israel. E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do concerto, os dez mandamentos.(Êx.34:27,28).
"Nela pus a arca em que estão as tábuas da aliança que o Senhor fez com Israel(IICr.6:11)
"...Nada havia na arca senão só as duas tábuas, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel" (IICr.5:10)
"Então falou Deus todas estas palavras, dizendo..." (Êx.20:1).
Desde o vrs.2 até o vrs.17 de Êx., Deus falou audivelmente as palavras dos 10 mandamentos. Desde Êx.21 ao 24, por meio de Moisés, Deus deu ao povo leis civis, morais e cerimoniais (que é a Lei), as quais vieram também integrar o Antigo Concerto.
"Vindo, pois Moisés, e contando ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos, então o povo respondeu a uma voz, e disseram: todas as palavras que o Senhor tem falado faremos. E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel" (Êx.24:1-3).
No vrs.3 diz que Moisés referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos estatutos comunicados a Israel por meio de Moisés. E o povo respondeu: "Tudo que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos". Com certeza se a Lei fosse só o decálogo o povo não iriam querer obedecer a tantas ordenanças como bem se submeteram. Então, tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo (Êx.24:7-8). O escritor da epístola aos Hebreus se reporta ao primeiro concerto dizendo: "Pelo que também o primeiro não foi consagrado sem sangue; por que havendo Moisés anunciado a todo povo todos os mandamentos segundo a lei"(Hb.9:18); "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança(ou mandamentos), por causa de sua fraqueza e inutilidade"(Hb.6:18, parêntese nosso)
A ABOLIÇÃO DO ANTIGO CONCERTO PROFETIZADA
Por intermédio do profeta Jeremias Deus anunciou um Novo Concerto, desde que o povo de Israel, que havia prometido tão prontamente observar os mandamentos do Antigo Concerto não o fez, invalidando assim aquele concerto. Fizeram um bezerro de ouro e se prostraram diante dele, adorando-o, o que constituiu a quebra do concerto (Êx.32:21).
Vejamos também Jr.31:31-34: "Eis que vem, diz o Senhor, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles invalidaram o meu concerto, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração( e não na pedra) e eu serei seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará alguém mais o seu próximo, nem alguém a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor, porque todos me conhecerão, desde o mais pequeno deles até ao maior, diz o Senhor; porque perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados" (Jr. 31:31-34)
Vimos que o profeta Jeremias profetizou sobre o Antigo Concerto. Agora, vejamos o profeta Zacarias declarou sobre o mesmo: "E tomei a minha vara Suavidade, e a quebrei, para desfazer o meu concerto , que tinha estabelecido com todos estes povos" (Zc.11:10). Com essas palavras Zacarias figuradamente contempla a abolição do Antigo Concerto celebrando com as doze tribos de Israel (Dt.33:1-4; Êx.24:4-8). Zacarias continua: "E eu disse-lhes: Se parece aos vossos olhos, dai-me o que me é devido: e, se não, deixai-o. E passaram o meu salário, trinta moedas de prata" (Zc.11:12). Compare com Mt.27:3-10, Cl.2:14-17.
A ABOLIÇÃO DO ANTIGO CONCERTO CONFIRMADA
A abolição do Antigo Concerto é declarada pelo escritor do livro de Hebreus, nestas palavras: "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente quanto é mediador dum melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas. Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível (o velho pacto contendo inclusive os 10 mandamentos), nunca se teria buscado lugar para o segundo. Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um Novo Concerto. Não segundo o concerto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor... Dizendo Novo Concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar" (Hb.8:6-9,13 - parênteses meu). "Então disse: eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo" (Hb.10:9). "O qual nos fez também capazes de ser ministros dum novo testamento, não da letra (lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata, e o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras de pedras (os 10 mandamentos), veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podia, fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto(que representava o velho pacto), a qual era transitória. Como não será maior glória o ministério do Espírito? Porque, se o ministério da condenação (aqui referindo-se aos 10 mandamentos) foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para glória(os 10 mandamentos), muito mais é em glória o que permanece"(IICor.3:6-11, o parêntese é nosso, pois aqui os AD não tem como fugir da realidade, o apóstolo Paulo chama categoricamente os 10 mandamentos de "Ministério da morte" e o taxa como transitório). Este último vrs. Claramente declara que o que foi com glória haveria de acabar. Agora, para saber o que se acabou, perguntemos: O que foi para glória? O vrs.7 nos dá a resposta: "E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória..". Que lei foi gravada em pedras pelo dedo de Deus? A resposta só pode ser uma: OS DEZ MANDAMENTOS. Leiamos: "O Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus; e nelas tinha escrito conforme todas aquelas palavras que o Senhor tinha falado convosco..."(Dt.9:10). "Então, disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos..." (Êx.24:12). "Então, vos anunciou ele o seu concerto, que vos prescreveu, os dez mandamentos, o os escreveu em duas tábuas de pedra"(Dt.4:13).
A ABOLIÇÃO DO SÁBADO
Encontramos em Os.2:11 uma profecia sobre a abolição do Sábado: "E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas e os seus sábados; e todas as suas festividades". Quando apontamos Cl.2:14-17 como se referindo ao cumprimento dessa profecias de Oséias, os AD discordam arrazoando que a palavra "sábados" de Cl.2:16 se refere aos por eles denominados de "sábados cerimoniais ou anuais" que aparecem em Levítico 23, na relação dos feriados nacionais judaicos. Ocorre que os denominados "sábados cerimoniais ou anuais" já se encontram incluídos na expressão "dias de festas" de Cl.2:16: "Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festas, ou lua nova, ou dos sábados". A prova está em Lv.23:37, que diz: "Estas são solenidade do Senhor..." Acerca do Sábado, indicado em Cl.2:16 se lê: "Além dos sábados do Senhor..."(Lv.23:38), isto é, os sábados semanais. Leiamos também: "E santificai os meus sábados(semanais), e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou Senhor, vosso Deus"(Ez.20:20, parêntese nosso). Compare: "Guardarão, pois, o Sábado os filhos de Israel...Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se"(Êx.31:16-17).
Tornando mais clara a declaração bíblica da abolição do Sábado semanal com base em Cl.2:14-16, apontamos:
- a expressão de Paulo em Cl.2:16 "dias de festas" se relaciona com os feriados nacionais judaicos, denominados festas e pelos AD como "sábados cerimoniais ou anuais"(denominação anti - bíblica e sem fundamento) . São sete as festas anuais:
1) Festa da Páscoa - 15o dia do 1o mês - (Lv.23:5-7).
2) Festa dos asmos - 21o dia do 1o mês - (Lv.23:8).
3) Festa de pentecostes - 50o dia desde a Páscoa - (Lv.23:15-16).
4) Festa das trombetas - 1o dia do 7o mês - (Lv.23:23-25).
5) Festa da Expiação - 10o dia do 7o mês - (Lv.23:26-32).
6) Festa dos Tabernáculos (1o dia) - 15o dia do 7o mês.
7) Festa dos Tabernáculos (último dia de festa) - (Lv.23:24-36)
b) - A fórmula "dia de festas, luas novas e sábados" é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais ou semanais, mensais e anuais.
1 ) Exemplo: "Porém no dia de Sábado(semanal) dois cordeiros de um ano... Holocausto é do Sábado (semanal) em cada Sábado...." (Num.28:9-10, parêntese nosso). "E as suas libações serão metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova (cada mês) de cada mês, segundo os meses do ano" (Vrs.14). "Porém no mês primeiro, aos catorze dia do mês, é a páscoa do Senhor (cada ano) e aos quinze do mesmo mês haverá festa: sete dias se comerão pães asmos"(Vrs.16,17). Temos então a ordem dos holocausto: semanal, pela palavra "Sábado"; mensal, pela expressão "lua nova"; e anual, pela expressão "dias de festas".
2 ) Exemplo: "E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas novas (cada mês), e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente" (ICr.23:31, parêntese é nosso).
3 ) Exemplo:"Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde (cada dia), nos sábados (cada semana), e nas luas novas (cada mês) e nas festividades (cada ano)" (IICr.2:4, parêntese é nosso). (leiam também: IICr.8:13; 31:3, Ez.45:17)
Último exemplo:"E farei cessar todo seu gozo, as suas festas (cada ano), as suas luas novas (cada mês), e os seus sábados (cada semana), e todas as suas festividades"(Os.2:11, parêntese nosso). (Agora, retornemos a Colossenses 2:14-17: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa (cada ano), ou da lua nova (cada mês), ou dos sábados (cada semana)), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo"(parênteses nosso).
Usando o argumento citado pelos AD, que dizem o seguinte: "os termos Sábado, sábados e dia de Sábado aparecem senta vezes no NT e em cada caso, exceto um, refere-se ao sétimo dia"(livro AD: Estudos Bíblicos, p.378, 4o Ed.79). E qual o caso que "seria" exceção? Justamente Cl.2:16. Então, se os termos "Sábado"(singular), "sábados"(plural) ou "dia de Sábado" aparecem sessenta vezes e sempre se refere ao sétimo dia, ou Sábado semanal, e dando a eles o sentido de Sábado , nessas sessenta vezes - interpretação essa também aceita por tos os Adventistas, com exceção de apenas uma referência - então a nossa interpretação é correta, pois temos o apoio dessa interpretação cinqüenta e nove casos e os AD só tem um. Se for um princípio de interpretação bíblica de que a Bíblia com a Bíblia se interpreta, a nossa interpretação, de Cl.2:16 é o sétimo dia, é correta. Alguns exemplos onde ocorre a palavra Sábado reconhecidas pelos AD como sendo semanal: Mt. 12:1,2,5,10,12; 28:1; Mc.15:42; Lc.4:16,31; Etc... Dentre outras referências.
Contestam os AD que o Sábado de Cl.2:16 não pode ser o Sábado semanal porque tais sábados não podem ser tidos como sombra. Ora, tanto pode, que é sombra do descanso que Cristo viria trazer para os seus (Mt.11:28-30, Is.11:10. Hb.4). Além disso, temos a palavra de um eminente teólogo AD que assim afirma: "Além mais, a interpretação teológica que o comentário adventista dá (The Seventh-day Adventist Bíble Comentary) ao Sábado é difícil de justificar, uma vez que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser considerado como sombra ou símbolo adequado da bênção presente e futura da salvação. Além disso notamos que o termo sombra é usado não em um sentido pejorativo, como um rótulo para observâncias inúteis cuja função cessou, mas para qualificar o seu papel em relação ao corpo de Cristo. Outra indicação significativa que contrária o Sábado cerimonial anual é de que estes já estão incluídos na palavra "heortês" e se "sabbáton" significasse a mesma coisa haveria uma repetição desnecessária. Estas indicações mostram fortemente que a palavra "sabbáton" conforme usada em Cl.2:16 não pode referir-se a nenhum dos sábados cerimoniais anuais" (From Sabbath To Sunday, p.358,359,360-1977, de Samuel Bacchiocchi).
A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CONCERTOS
ANTIGO CONCERTO:
1) Dado por Moisés (Jo.1:17).
2) Jugo de servidão (Gl.5:1).
3) Findou em Cristo (Rm.10:4).
4) Produz Morte (IICor.3:7).
5) Produz Condenação (IICor.3:9).
6) Era sombra (Cl.2:14-17)
7) Exige Justiça (Lc.10:28).
8) Nada aperfeiçoou (Hb.7:19).
9) Veio em glória (IICor.3:7).
10) Pobre para salvar (Hb.9:9).
11) Relembra o pecado (Hb.10:3).
12) Glória encoberta (IICor.3:13).
13) Traz maldição (Gl.3:10).
14) Sob a lei (Rm.6:14,15).
15) Sem herança (Rm.4:13).
16) Ratificado c/ sangue de animais (Hb.9:16-22).
17) Produz ira (Rm.4:15).
18) Não pode remir (Hb.10:4).
19) Abolição predita (Os.2:11)
NOVO CONCERTO:
1) Dado por Cristo (Hb.8:6;9:15).
2) Lei da liberdade (Tg.1:25).
3) Estabelecido por Cristo (Hb.10:9).
4) Produz Vida (Rm.8:2).
5) Produz liberdade (Gl.5:1).
6) É realidade (Hb.10:1-18).
7) Oferece Justiça (Jo.1:17; 3:16)
8) Produz perfeição (Hb. 7:19).
9) Maior Glória (IICor.3:8-10).
10) Salva perfeitamente (Hb.7:25).
11) Apaga o pecado (Hb.8:12).
12) Refletindo glória (IICor.3:8).
13) Liberta da maldição (Gl.3:13).
14) Sob a graça (Gl.3:22-25).
15) Eterna Herança (Hb.9:15).
16) Ratificado com o sangue de Jesus Cristo (Mt.26:26-28).
17) Livra da ira (Rm.5:9).
18) Redime (Gl.3:13; Hb.9:25).
19) Estabelecimento predito (Hb.8:7)
O DOMINGO - O DIA DO SENHOR
Dizem os AD no folheto "Por que se Guarda o Domingo?": "O Domingo, segundo (dicionário de Inglês) Webster, chama-se assim (dia do Sol), por que era antigamente dedicado ao Sol ou ao seu culto". Daí, os AD referir-se ao vocábulo inglês "Sunday" (dia do sol), para nós, em português - o Domingo, para expor que a guarda de qualquer outro dia que não seja o Sábado tenha um caráter pagão. Esquecem-se os AD de que o Sábado, em inglês, escreve-se "Saturday" e que significa dia dedicado ao deus Saturno. De Saturno surge às festas saturnais, dedicadas ao deus da agricultura. Logo, se é pagão o Domingo por designar o dia do sol em inglês o Sábado, pela mesma lógica e razão, seria o dia pagão por designar o dia dedicado a Saturno.
Os AD, por certo, não ignoram que os dias da semana eram indicados por nome de planetas e astro Sol, como segue:Domingo: Dia do Sol, segunda: dia da Lua, Terça: dia de Marte, Quarta: dia de Mercúrio, Quinta: dia de Júpiter, Sexta: dia de Vênus, SÁBADO: DIA DE SATURNO.
Os AD gostam também muito de argumentar a história, alegando que a Igreja primitiva guardava o Sábado e que o protestantismo, no seu início, fazia o mesmo. Vamos citar apenas algumas fontes e mostrar que, se o fato é história, os Adventistas vão se dar mal, pois desde os pais da Igreja até Lutero - o Domingo sempre teve um patamar especial acima de todos os dias, embora não se vê imposição para a guarda do mesmo como acontece no caso do Sábado (JF).
OS PAIS DA IGREJA
- Justino, o Mártir: 100-167d.C. Eis aqui como Justino, o Mártir, descreveu o culto primitivo dos cristãos: "No Domingo há uma reunião de todos que moram nas cidades e vilas, lê-se um trecho das memórias dos Apóstolos e dos escritos dos profetas, tanto quanto o tempo permita. Termina a leitura, o presidente, num discurso, admoesta e exorta à obediência dessas nobres palavras. Depois disso, todos nos levantamos e fazemos uma oração comum. Finda a oração, como descrevemos antes, pão e vinho (suco de uva) e ação de graças por eles de acordo com a sua capacidade, e a congregação responde, Amém. Depois os elementos consagrados são distribuídos a cada um e todos participam deles, e são levados pelos diáconos às casas dos ausentes. Os ricos e os de boa vontade contribuem conforme seu livre arbítrio; esta coleta é entregue ao presidente (pastor) que, com ela, atende a órfãos, viúvas, prisioneiros, estrangeiros e todos quantos estão em necessidade"(Manual Bíblico, Halley)
- Inácio, 100d.C., disse: "Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o Sábado, porém vivendo de acordo com o dia do Senhor".
- Tertuliano: 160-220. No início do século III, Tertuliano chegou a afirmar que: "Nós (os cristãos) nada temos com o Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos nossas próprias solenidades: O Dia do Senhor... (On indolatry 14). Em "De oratione"(23). Tertuliano insiste na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
- O ensino dos Apóstolos, obra siríaca: Encontramos um testemunho muito interessante na obra citada, que data da segunda metade do século III, segundo a qual os apóstolos de Cristo foram os primeiros a designar o primeiro dia da semana como dia do culto cristão: "Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve haver culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso ressuscitou dentre os mortos, no primeiro dia da semana o Senhor subiu aos céus, e no primeiro dia da semana vai aparecer, finalmente com os anjos celestes" (Ante-necene fathers, 8668).(Enciclopédia Vida, autor judeu: Archer)
- Eusébio de Cesaréia: 264-340 d.C., bispo de Cesaréia, historiador da Igreja, viveu e foi preso durante a perseguição de Diocleciano contra os cristãos, a qual foi o último e desesperado esforço de Roma por varrer da terra o cristianismo. Um dos seus objetivos (objetivos de Roma) especiais foi destruir todas as escrituras cristãs... Eusébio viveu até o reinado de Constantino,... Um dos primeiros atos de Constantino, ao ascender ao trono, foi mandar preparar, sob a direção de Eusébio... Cinqüenta BÍBLIAS para as Igrejas de Constantinopla.(Halley). (os manuscritos que temos, provavelmente, saíram do trabalho de Eusébio). Agora vejamos o que Eusébio pensava a respeito da guarda do Sábado: "Eles, portanto, não consideravam a circuncisão, nem observavam o Sábado, como também nós; nem nos abstemos de certos alimentos, nem consideramos outras imposições que Moisés subseqüentemente entregou para serem observadas em tipos e símbolos, porque tais coisas não dizem respeito aos cristãos..."; "Também celebravam os dias do Senhor como nós, para comemorar a sua ressurreição" (Livro: História da Igreja, Eusébio, século III, P.27, 106, Ed. CPAD, ed.1999)
A INSTITUIÇÃO DO DIA DO SENHOR
Quem será o responsável pela instituição do Dia do Senhor? Quem fez o primeiro dia da semana o Dia do Senhor? (Ap.1:10):"Eu fui arrebatado em espírito no Dia do Senhor..."(O grifo é nosso). A própria Bíblia responde: "A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele" (Sl.118:22-24, compare At.4:11; Mc.16:9). Esses versículos são bem claros e quase dispensam comentários. Entretanto, não é inoportuno comentá-los. Todos sabemos que a pedra rejeitada é Jesus. Quando começou o seu ministério declarou ser o filho de Deus, mas os judeus recusaram crer. No termino do seu ministério, diante da corte de Pilatos, declararam: "Seja crucificado" (Mt.27:22). Cumpriu-se assim a primeira parte da profecia; "a pedra que os edificadores rejeitaram...". A outra parte, "tornou-se cabeça de esquina" cumpriu-se no dia da sua ressurreição, quando Jesus declarou: "é me dado todo o poder do céu e na terra"(Mt.28:18). Assim, cumpriu-se o resto dos salmos profético, quando Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana - tornando-se o "dia que fez o Senhor"(vrs.24). Acerca dessa dia "que fez o Senhor" - disse o escritor profeticamente: "Regozijem-nos e alegremo-nos nele". Esta parte final da profecia se cumpriu exatamente no primeiro dia da semana: "Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana (O Domingo), e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus... De sorte que os discípulos se alegraram vendo o Senhor" (Jo.20:19-20).
A EXPRESSÃO DIA DO SENHOR
Os AD querem, a toda força, provar que a expressão "dia do Senhor" se refere ao Sábado e não ao Domingo. Entretanto, várias traduções da Bíblia provam essa que essa expressão se refere ao Domingo e não ao Sábado. Se João quisesse se referir ao Sábado, bastaria indicar a forma convencional e o modo inequívoco usado em outras partes da Bíblia. Vejam algumas traduções o que dizem:
-"Um dia de Domingo, fui arrebatado em espírito..."(Tradução Matos Soares).
-"Eu fui arrebatado em espírito num dia de Domingo..."(Tradução Figueiredo).
-"Num Domingo, caindo em êxtase, ouvi atrás de mim...(Ed. paulinas).
-"Num Domingo, fui arrebatado em êxtase..."(Versão dos Monges de Maredsous - Bélgica).
Além dos textos acima, vejam o que é dito pelo Dr. Archer sobre essa passagem: "O Dia Do Senhor" (Ap.1:10). "Dia do Senhor" está expresso no caso dativo: "té kyriaké hémerà. Não existe base válida para que se questione se se trata de fato do Domingo. ATÉ HOJE ESSA É A EXPRESSÃO REGULAR PARA "DOMINGO" NO GREGO MODERNO. " (Archer)
Afirmam os AD: "a observância do primeiro dia da semana como dia de adoração a Deus implica em receber o "Sinal da Besta" de Ap.13:18". Para sustentar essa posição, afirmam que o papa possui, na coroa papal, uns dizeres como seguem: "VIGARIUS FILII DEI", cuja soma em algarismo romanos dá 666, mas não podemos nos esquecer que essa teoria é falha e pode não dar certo. Prova disso é que se quisermos transformar qualquer pessoa em "besta" é só usar um pouco e criatividade. Vejamos o cômputo dos Adventistas em relação ao Papa:
V I C A R I U S ...............F I L I I ..............D E I
5 + 1 + 100 + 1 + 5 + ...1 + 50 + 1 + 1 ....+ 500 + 1 = 666
CÔMPUTO CORRETO:
5 + 1 + 100 + 4 ............1 + 50 + 1 + 1 ....+ 500 + 1 = 664 (IU é 4 e não 5, como XL é 40 e não 60)
Vejamos agora o cômputo com o nome da Sra. White, "o espirito da profecia":
E L L E N .G O U L D W H I T E
50+50+ 5+50+500 5+5 + 1 = 666 - O NÚMERO DA BESTA
Onde é w é = v,v = 5,5
Como vemos fica difícil aos Adventistas(AD) quererem sustentar a pseudo doutrina sabática, que é desmoronada pelo argumento; Teológico e histórico. Quando os AD apelam para a história para aclamar Constantino como inventor do "Dia do Senhor", são penalizados pela mesma história que nos mostra que a Igreja de Cristo, a verdadeira e não a falsa Igreja Adventistas, sempre teve no Domingo o dia do culto principal para louvar e se lembrar do fato que mudou o universo - A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NO DOMINGO. Queremos deixar claro que, a Igreja de Cristo, nunca impôs a obrigatoriedade de se guardar um dia de forma legalista, pois o apóstolo Paulo deixou claro que, quem fica guardando dias religiosos e fazendo dele seu baluarte, decaíram da Graça (Gl.4:10,11; 5:4).
Para confirmarmos tudo isso que dizemos e provarmos aos moldes adventistas, vamos citar o livro adventista "Sutilezas do Erro", p.134 - 1o Ed. de 1965 que declara: "Que sucede com os homens citados que guardaram o Domingo no passado e a maioria dos que guardam hoje?".
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
UM COMENTÁRIO SOBRE A POLÍTICA ASSASSINA DO SANGUE
Reginaldo Medina
É claro que sangue tem seus riscos como qualquer tratamento. Aspirina tem seu risco em determinados casos. Tudo é uma questão de se pesar o risco com o beneficio.
No caso de Joaquim ele precisava de hemacias no sangue para oxigenar seus tecidos. Essas hemacias transfundidas daria tempo indeterminado até ele poder fazer um transplante de medula.Se não fosse as testemunhas de Jeová, não seria um caso tão complicado, pois é um caso até comum.Se ele não fosse testemunha de Jeová, muito provavelmente estaria vivo. Para ser franco,nem ele aparentava ter certeza de sua fé, visto nem amigos saberem disso e se surpreenderem, o que pesou foi a pressão de sua mãe e dos anciãos em cima dela e dele.
Infelizmente testemunhas de jeová são bombardeadas com informações de que transfusão de sangue causa fatalmente doenças e mortes alem de pecar contra Deus. O sangue é demonizado na cabeça delas a ponto de não terem discernimento na questão risco/beneficio.
Outra coisa é que testemunhas de Jeová na verdade não se abstém nada de sangue, e sim de alguns componentes dele, que arbitrariamente eles acham que não podem. É tão ridículo que não pode hemácia, mas recentemente foi permitido a molécula de hemoglobina que é a estrutura principal dentro da hemácia.
A hemoglobina que faz a função de transporte do oxigênio, mas ainda seu uso comercial em carreadores artificiais de oxigênio não existe.Mas quando existir vai poder.Mas de onde vem essa hemoglobina que eles podem usar?Ora, de sangue humano ou animal! Grande abstenção de sangue!
Toda essa brincadeira tem custado vidas. Agora testemunhas de jeová, mostrem onde na biblia fala que concentrado de hemacias não pode? Onde que Leucócitos, não podem? Onde esta escrito que plaquetas não podem? E aonde diz que albumina pode? Que imunoglobulinas podem? Qual texto sagrado que permitem fatores como o XIII essencial para hemofílicos.
E principalmente me respondam porque AGORA PODE se a biblia é a mesma, mas em passado recente, tudo isso que pode hoje não se podia para uma testemunha de jeová? O que garante que não vai mudar de novo o que pode e o que não pode do sangue?
Brincam, sem base bíblica com isso os textos de Gênesis 9:4,Levítico, 3:17,Atos 15: 28,29 por acaso falam de albumina, hemácia, leucócito, plasma, fatores, plaquetas?
Não!
Então como é que vocês testemunhas de Jeová sabem o que podem e o que não podem?
Ah, porque um grupo de homens teve de interpretar assim(Corpo Governante).
Então é na biblia que se baseia essa doutrina que mata? Não, é em interpretação de homens.
Tanto que é verdade que vocês testemunhas de jeová, diziam antes que vacinas eram proibidas pela Bíblia, e expulsavam quem as tomassem. Não só vacinas, mas transplante de órgãos também.
Hoje as TJs permitem transplantes, mas até pouco tempo atrás não. O que mudou? A biblia? Como isso se dá então?
Que irresponsabilidade com a vida humana, justamente o contraria que se queria ensinar com o respeito que a biblia da ao sangue.
É claro que sangue tem seus riscos como qualquer tratamento. Aspirina tem seu risco em determinados casos. Tudo é uma questão de se pesar o risco com o beneficio.
No caso de Joaquim ele precisava de hemacias no sangue para oxigenar seus tecidos. Essas hemacias transfundidas daria tempo indeterminado até ele poder fazer um transplante de medula.Se não fosse as testemunhas de Jeová, não seria um caso tão complicado, pois é um caso até comum.Se ele não fosse testemunha de Jeová, muito provavelmente estaria vivo. Para ser franco,nem ele aparentava ter certeza de sua fé, visto nem amigos saberem disso e se surpreenderem, o que pesou foi a pressão de sua mãe e dos anciãos em cima dela e dele.
Infelizmente testemunhas de jeová são bombardeadas com informações de que transfusão de sangue causa fatalmente doenças e mortes alem de pecar contra Deus. O sangue é demonizado na cabeça delas a ponto de não terem discernimento na questão risco/beneficio.
Outra coisa é que testemunhas de Jeová na verdade não se abstém nada de sangue, e sim de alguns componentes dele, que arbitrariamente eles acham que não podem. É tão ridículo que não pode hemácia, mas recentemente foi permitido a molécula de hemoglobina que é a estrutura principal dentro da hemácia.
A hemoglobina que faz a função de transporte do oxigênio, mas ainda seu uso comercial em carreadores artificiais de oxigênio não existe.Mas quando existir vai poder.Mas de onde vem essa hemoglobina que eles podem usar?Ora, de sangue humano ou animal! Grande abstenção de sangue!
Toda essa brincadeira tem custado vidas. Agora testemunhas de jeová, mostrem onde na biblia fala que concentrado de hemacias não pode? Onde que Leucócitos, não podem? Onde esta escrito que plaquetas não podem? E aonde diz que albumina pode? Que imunoglobulinas podem? Qual texto sagrado que permitem fatores como o XIII essencial para hemofílicos.
E principalmente me respondam porque AGORA PODE se a biblia é a mesma, mas em passado recente, tudo isso que pode hoje não se podia para uma testemunha de jeová? O que garante que não vai mudar de novo o que pode e o que não pode do sangue?
Brincam, sem base bíblica com isso os textos de Gênesis 9:4,Levítico, 3:17,Atos 15: 28,29 por acaso falam de albumina, hemácia, leucócito, plasma, fatores, plaquetas?
Não!
Então como é que vocês testemunhas de Jeová sabem o que podem e o que não podem?
Ah, porque um grupo de homens teve de interpretar assim(Corpo Governante).
Então é na biblia que se baseia essa doutrina que mata? Não, é em interpretação de homens.
Tanto que é verdade que vocês testemunhas de jeová, diziam antes que vacinas eram proibidas pela Bíblia, e expulsavam quem as tomassem. Não só vacinas, mas transplante de órgãos também.
Hoje as TJs permitem transplantes, mas até pouco tempo atrás não. O que mudou? A biblia? Como isso se dá então?
Que irresponsabilidade com a vida humana, justamente o contraria que se queria ensinar com o respeito que a biblia da ao sangue.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Ivete possessa
O mundo não enxerga e até dizem que isso é uma montagem, mas em um show da Ivete Sangalo a mesma está possessa por espírito imundo, sem falar em gestos obscenos que a cantora faz para a platéia. É isso que digo, um lugar próprio para se perder tempo, e caminhar para o inferno sem a ajuda do diabo. Vejam o vídeo e notem que “a mesma” se encontra fora do ar.
Novas Luzes do Corpo Governante
Pessoal, está sendo amplamente discutido em fóruns internacionais algumas novas luzes da Torre de Vigia.
Recentemente, o membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, Gerrit Lösch, fez um discurso na austrália dando "novas luzes" sobre algumas doutrinas das TJs.
Algumas das coisas que ele disse, não são novas. Porém outras são uma MUDANÇA RADICAL em algumas doutrinas. Os seguintes pontos ele disse em seu discurso:
1- Sair de babilônia a grande não significa fugir da religião falsa e ir para a religião verdadeira. Agora significa fugir das coisas materias e possivelmente geográfica. ( Usando isso como uma razão para não perder tempo com a educação)
2- A escritura aponta que a geração é só os ungidos ( Isso já sabemos )
3- Rei do norte é desconhecido..."saberemos quando nos atacarem"
4- TODO O MUNDO VERÁ A JESUS, diferente de 1914, TODOS os humanos que vivem verão a Jesus LITERALMENTE (possivelmente em uma visão)
5- Não sabem se o "escravo fiel e discreto" vai sobreviver ao armagedom
6- Mateus 10:23 aplica-se ao trabalho de pregação, em cada nação, não será pregado a cada pessoa (Em paralelo com o circuito de Israel)
7- Mateus 24:14 Agora está TOTALMENTE cumprido!
8- A ONU continua sendo o rei 8
9- Losch disse e citou textualmente "A ONU tem estado aqui 3 vezes mais que o seu predecessor, de modo que o fim deve ser iminente"
10- Os fenômenos celestes são LITERAIS, e as escrituras pode ter se referido ao Tsuname como sendo o rugido do mar. O "mar" que a bíblia menciona agora é LITERAL
11- A escritura em Zacarias 14:12 pode ser literal, ele disse textualmente que Jeová pode usar a "radiação".
12- Haverá irmãos depois do armagedom que serão designados para a limpeza dos corpo mortos na batalha do armagedom
13- A ressurreição depois do armagedom ocorrerá durente um período de 300 anos
FONTES: http://www.jehovahs-witness.com/12/153571/1.ashx
http://www.jehovahs-witness.com/6/153530/2807558/post.ashx#2807558
Os que entendem inglês poderão conferir nesses links de cima.
No fórum espanhol o tema também tem sido discutido:
http://www.extj.com/foro/view_topic.php?id=3341&forum_id=1
Essas informações ainda são incompletas. Se a informação se confirmar, então é esperado que em breve o Corpo Governante publique estas "novas luzes" oficialmente!
Recentemente, o membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, Gerrit Lösch, fez um discurso na austrália dando "novas luzes" sobre algumas doutrinas das TJs.
Algumas das coisas que ele disse, não são novas. Porém outras são uma MUDANÇA RADICAL em algumas doutrinas. Os seguintes pontos ele disse em seu discurso:
1- Sair de babilônia a grande não significa fugir da religião falsa e ir para a religião verdadeira. Agora significa fugir das coisas materias e possivelmente geográfica. ( Usando isso como uma razão para não perder tempo com a educação)
2- A escritura aponta que a geração é só os ungidos ( Isso já sabemos )
3- Rei do norte é desconhecido..."saberemos quando nos atacarem"
4- TODO O MUNDO VERÁ A JESUS, diferente de 1914, TODOS os humanos que vivem verão a Jesus LITERALMENTE (possivelmente em uma visão)
5- Não sabem se o "escravo fiel e discreto" vai sobreviver ao armagedom
6- Mateus 10:23 aplica-se ao trabalho de pregação, em cada nação, não será pregado a cada pessoa (Em paralelo com o circuito de Israel)
7- Mateus 24:14 Agora está TOTALMENTE cumprido!
8- A ONU continua sendo o rei 8
9- Losch disse e citou textualmente "A ONU tem estado aqui 3 vezes mais que o seu predecessor, de modo que o fim deve ser iminente"
10- Os fenômenos celestes são LITERAIS, e as escrituras pode ter se referido ao Tsuname como sendo o rugido do mar. O "mar" que a bíblia menciona agora é LITERAL
11- A escritura em Zacarias 14:12 pode ser literal, ele disse textualmente que Jeová pode usar a "radiação".
12- Haverá irmãos depois do armagedom que serão designados para a limpeza dos corpo mortos na batalha do armagedom
13- A ressurreição depois do armagedom ocorrerá durente um período de 300 anos
FONTES: http://www.jehovahs-witness.com/12/153571/1.ashx
http://www.jehovahs-witness.com/6/153530/2807558/post.ashx#2807558
Os que entendem inglês poderão conferir nesses links de cima.
No fórum espanhol o tema também tem sido discutido:
http://www.extj.com/foro/view_topic.php?id=3341&forum_id=1
Essas informações ainda são incompletas. Se a informação se confirmar, então é esperado que em breve o Corpo Governante publique estas "novas luzes" oficialmente!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
PORQUE NÃO APOIO A L.B.V (LEGIÃO DA BOA VONTADE)
PORQUE EMBORA ELES SE DIZEM SEGUIDORES DE JESUS CRISTO, TUDO NÃO PASSA DE UMA FACHADA PARA A PRÁTICA DO ESPIRITISMO JUNTO COM A UMBANDA. A L.B.V. FOI FUNDADA PELO UMBANDISTA ALZIRO ZARUR, QUE FUNDOU A IGREJA ECUMÊNICA RELIGIÃO DE DEUS, BRAÇO RELIGIOSO DA ORGANIZAÇÃO. SEU PRESIDENTE, JOSÉ DE PAIVA NETTO, SUCESSOR DE ZARUR, TEM CONFUNDIDO O POVO COM SUAS PREGAÇÕES CONFUSAS NAS QUAIS MISTURA O CRISTIANISMO, O KARDECISMO, UMBANDISMO, MISTICISMO E ATÉ INGREDIENTES DA NOVA ERA.
PORQUE ELES ADOTARAM UMA BÍBLIA PRÓPRIA, INTITULADA A BÍBLIA PARA O POVO , TRAMANDO UM FABULOSO ENREDO ENVOLVENDO REENCARNAÇÃO, PLANETAS DISTANTES E EXTRATERRESTRES!!! SEUS SEGUIDORES CRÊEM NA EVOLUÇÃO DO HOMEM ATRAVÉS DE SUCESSIVAS ENCARNAÇÕES, E TAMBÉM CONSIDERAM O DIABO COMO UM "IRMÃO" (ESSA FOI DOSE!).
PORQUE A GRANDE COLETA DE DINHEIRO QUE FAZEM POR TELEFONE E POR OUTROS MEIOS, EXALTANDO SEMPRE SEUS FEITOS ASSISTENCIAIS, TAMBÉM É DESTINADA PARA A PROPAGAÇÃO DESSES FALSOS ENSINAMENTOS.
PORQUE ELES NEGAM A DIVINDADE DE JESUS.
PORQUE ELES ADOTARAM UMA BÍBLIA PRÓPRIA, INTITULADA A BÍBLIA PARA O POVO , TRAMANDO UM FABULOSO ENREDO ENVOLVENDO REENCARNAÇÃO, PLANETAS DISTANTES E EXTRATERRESTRES!!! SEUS SEGUIDORES CRÊEM NA EVOLUÇÃO DO HOMEM ATRAVÉS DE SUCESSIVAS ENCARNAÇÕES, E TAMBÉM CONSIDERAM O DIABO COMO UM "IRMÃO" (ESSA FOI DOSE!).
PORQUE A GRANDE COLETA DE DINHEIRO QUE FAZEM POR TELEFONE E POR OUTROS MEIOS, EXALTANDO SEMPRE SEUS FEITOS ASSISTENCIAIS, TAMBÉM É DESTINADA PARA A PROPAGAÇÃO DESSES FALSOS ENSINAMENTOS.
PORQUE ELES NEGAM A DIVINDADE DE JESUS.
PORQUE NÃO SOU DA CIÊNCIA CRISTÃ
PORQUE ATRAVÉS DE SUA FUNDADORA, MARY BAKER EDD, ENSINAM QUE: OS ESCRITOS DELA TAMBÉM SÃO "DIVINAMENTE INSPIRADOS" E SEM O ESTUDO DELES, É IMPOSSÍVEL COMPREENDER A BÍBLIA; QUE O "OUTRO CONSOLADOR" CITADO NA BÍBLIA (O ESPÍRITO SANTO) É A CIÊNCIA CRISTÃ; QUE JESUS ERA FILHO DE DEUS ASSIM COMO NÓS; QUE O HOMEM É PERFEITO E INCAPAZ DE PECAR (!); QUE NÃO EXISTE INFERNO E QUE O DIABO É UM MAL IRREAL.
PORQUE NO INÍCIO DE CADA RELIGIÃO OU SEITA, ESTRANHA À PALAVRA DE DEUS, ENCONTRAMOS UM "PROFETA ILUMINADO" QUE INTERPRETA A BÍBLIA A SEU MODO.
PORQUE NO INÍCIO DE CADA RELIGIÃO OU SEITA, ESTRANHA À PALAVRA DE DEUS, ENCONTRAMOS UM "PROFETA ILUMINADO" QUE INTERPRETA A BÍBLIA A SEU MODO.
PORQUE NÃO SOU MAÇOM
PORQUE NA MAÇONARIA, JESUS É VISTO COMO "MAIS UM FUNDADOR DE RELIGIÃO", ASSIM COMO FOI MAOMÉ (ISLAMISMO). A MAÇONARIA ELIMINA O NOME DE JESUS DE SUAS ORAÇÕES, DE SUAS ESCRITURAS E DA BÍBLIA (!). SÃO PROIBIDOS DE USAR O NOME DE JESUS (O QUE NÃO É DE SE ADMIRAR, POIS ESTE NOME ESTREMECE O INFERNO). O DEUS PARA A MAÇONARIA É IDENTIFICADO COMO "G. A . D. U.", QUE PODE SER ALAH, OSÍRIS, BAAL, BRAHMA.., OU SEJA, DEUSES DE DIFERENTES POVOS. ELE NÃO É IDENTIFICÁVEL, ENTÃO PARA ELES PODE SER ACEITO POR PAGÃOS, HINDUS, BUDISTAS, ISLAMITAS, ETC. A MAÇONARIA REJEITA A JEOVÁ-DEUS. "G. A. D. U." É O SER-SUPREMO, O "GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO" EM QUE ACREDITAM. A BÍBLIA DIZ QUE DEUS NÃO ACEITA OUTROS DEUSES (IS. 44.6, 8; 45.5) PARA ELES, TODOS QUE NÃO SÃO MAÇONS ESTÃO EM TREVAS. JESUS DISSE: "EU SOU A LUZ DO MUNDO, QUEM ME SEGUE NÃO ANDARÁ EM TREVAS, MAS TERÁ A LUZ DA VIDA" (JO 8.12).
PORQUE A MAÇONARIA É UMA SEITA QUE PRATICA O OCULTISMO E INCENTIVA O ESOTERISMO E A "NOVA ERA". PRATICAM RITUAIS DE INICIAÇÃO E OUTROS, COMO FAZEM OS MAGOS. ESTUDAM MUNDOS SUPERIORES AO FÍSICO: ASTRAL, MENTAL.... POSSUEM DIVERSOS SÍMBOLOS, MUITOS DELES OCULTISTAS E SATANISTAS (COMO O
PENTAGRAMA). OS PRINCIPAIS: O ESQUADRO, QUE SIGNIFICA A RETIDÃO, O COMPASSO, QUE SIGNIFICA JUSTIÇA, OS AVENTAIS USADOS SIGNIFICAM PUREZA E INOCÊNCIA... É MUITO UTILIZADO TAMBÉM TRIÂNGULOS E PIRÂMIDES. UM CRISTÃO NÃO DEVE INGRESSAR NA MAÇONARIA POIS ELA O LEVA A BLASFEMAR CONTRA DEUS. É IMPOSSÍVEL CONCILIAR MAÇONARIA COM CRISTIANISMO. "SE ALGUÉM ENSINA ALGUMA OUTRA DOUTRINA, E SE NÃO CONFORMA COM AS SÃS PALAVRAS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, E COM A DOUTRINA QUE É SEGUNDO A PIEDADE, É SOBERBO E NADA SABE, MAS DELIRA ACERCA DE QUESTÕES E CONTENDAS DE PALAVRAS, DAS QUAIS NASCEM INVEJAS, PORFIAS, BLASFÊMIAS, RUINS SUSPEITAS, CONTENDAS DE HOMENS CORRUPTOS DE ENTENDIMENTO, E PRIVADOS DA VERDADE, CUIDANDO QUE A PIEDADE SEJA CAUSA DE GANHO: APARTA-TE DOS TAIS" (1TM 6.3-5). A CADA "GRAU" NA HIERARQUIA DA MAÇONARIA, O MAÇOM É SUBMETIDO A UM JURAMENTO. AS PAREDES DO LUGAR (CÂMARA) SÃO COMPLETAMENTE NEGRAS E TÊM COMO DECORAÇÃO ALGUNS ESQUELETOS, CABEÇAS DE MORTOS E LÁGRIMAS, ONDE O MAÇOM PROMETE NUNCA REVELAR QUALQUER DOS MISTÉRIOS DA MAÇONARIA!
PORQUE EMBORA A MAÇONARIA AFIRMAR SER A BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS, A CONSIDERAM APENAS UM "SÍMBOLO", E NÃO ENSINAMENTO, NÃO LEI DIVINA INSPIRADA OU REVELADA. A BÍBLIA NÃO É UTILIZADA NA MAÇONARIA COMO REGRA DE FÉ E PRÁTICA. É APENAS UMA PEÇA DECORATIVA EM QUE NÃO SE DEVE CRER, EM QUE NÃO SE DEVE OBEDECER. O EMBLEMA DA "LOJA" MAÇONICA É COMPOSTO POR TRÊS SÍMBOLOS, AS "TRÊS LUZES DA MAÇONARIA": O "VOLUME SAGRADO"
(SIMBOLIZANDO A BÍBLIA, O ALCORÃO, O LIVRO DE MÓRMOM OU QUALQUER OUTRA ESCRITURA SAGRADA PARA UM POVO), "A LUZ DO ESQUADRO" E A "LUZ DO COMPASSO". JESUS DISSE SOBRE A BÍBLIA: "CÉU E TERRA PASSARÃO, MAS AS MINHAS PALAVRAS NÃO HÃO DE PASSAR"(MT 24.35) E: "QUEM ME REJEITAR, E NÃO RECEBER AS MINHAS PALAVRAS, JÁ TEM QUEM O JULGUE; A PALAVRA QUE TENHO PREGADO, ESSA O HÁ DE JULGAR NO ÚLTIMO DIA" (JO 12.48).
PORQUE A MAÇONARIA É UMA SEITA QUE PRATICA O OCULTISMO E INCENTIVA O ESOTERISMO E A "NOVA ERA". PRATICAM RITUAIS DE INICIAÇÃO E OUTROS, COMO FAZEM OS MAGOS. ESTUDAM MUNDOS SUPERIORES AO FÍSICO: ASTRAL, MENTAL.... POSSUEM DIVERSOS SÍMBOLOS, MUITOS DELES OCULTISTAS E SATANISTAS (COMO O
PENTAGRAMA). OS PRINCIPAIS: O ESQUADRO, QUE SIGNIFICA A RETIDÃO, O COMPASSO, QUE SIGNIFICA JUSTIÇA, OS AVENTAIS USADOS SIGNIFICAM PUREZA E INOCÊNCIA... É MUITO UTILIZADO TAMBÉM TRIÂNGULOS E PIRÂMIDES. UM CRISTÃO NÃO DEVE INGRESSAR NA MAÇONARIA POIS ELA O LEVA A BLASFEMAR CONTRA DEUS. É IMPOSSÍVEL CONCILIAR MAÇONARIA COM CRISTIANISMO. "SE ALGUÉM ENSINA ALGUMA OUTRA DOUTRINA, E SE NÃO CONFORMA COM AS SÃS PALAVRAS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, E COM A DOUTRINA QUE É SEGUNDO A PIEDADE, É SOBERBO E NADA SABE, MAS DELIRA ACERCA DE QUESTÕES E CONTENDAS DE PALAVRAS, DAS QUAIS NASCEM INVEJAS, PORFIAS, BLASFÊMIAS, RUINS SUSPEITAS, CONTENDAS DE HOMENS CORRUPTOS DE ENTENDIMENTO, E PRIVADOS DA VERDADE, CUIDANDO QUE A PIEDADE SEJA CAUSA DE GANHO: APARTA-TE DOS TAIS" (1TM 6.3-5). A CADA "GRAU" NA HIERARQUIA DA MAÇONARIA, O MAÇOM É SUBMETIDO A UM JURAMENTO. AS PAREDES DO LUGAR (CÂMARA) SÃO COMPLETAMENTE NEGRAS E TÊM COMO DECORAÇÃO ALGUNS ESQUELETOS, CABEÇAS DE MORTOS E LÁGRIMAS, ONDE O MAÇOM PROMETE NUNCA REVELAR QUALQUER DOS MISTÉRIOS DA MAÇONARIA!
PORQUE EMBORA A MAÇONARIA AFIRMAR SER A BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS, A CONSIDERAM APENAS UM "SÍMBOLO", E NÃO ENSINAMENTO, NÃO LEI DIVINA INSPIRADA OU REVELADA. A BÍBLIA NÃO É UTILIZADA NA MAÇONARIA COMO REGRA DE FÉ E PRÁTICA. É APENAS UMA PEÇA DECORATIVA EM QUE NÃO SE DEVE CRER, EM QUE NÃO SE DEVE OBEDECER. O EMBLEMA DA "LOJA" MAÇONICA É COMPOSTO POR TRÊS SÍMBOLOS, AS "TRÊS LUZES DA MAÇONARIA": O "VOLUME SAGRADO"
(SIMBOLIZANDO A BÍBLIA, O ALCORÃO, O LIVRO DE MÓRMOM OU QUALQUER OUTRA ESCRITURA SAGRADA PARA UM POVO), "A LUZ DO ESQUADRO" E A "LUZ DO COMPASSO". JESUS DISSE SOBRE A BÍBLIA: "CÉU E TERRA PASSARÃO, MAS AS MINHAS PALAVRAS NÃO HÃO DE PASSAR"(MT 24.35) E: "QUEM ME REJEITAR, E NÃO RECEBER AS MINHAS PALAVRAS, JÁ TEM QUEM O JULGUE; A PALAVRA QUE TENHO PREGADO, ESSA O HÁ DE JULGAR NO ÚLTIMO DIA" (JO 12.48).
domingo, 18 de janeiro de 2009
Falsa Profetiza
Valnice Milhomens a falsa profeta, neste vídeo mostra seus erros doutrinários e sua falsa perofecia dizendo que Jesus viria em 2007.
E dão Glória a Deus ainda!!!
Eita povo que aceita tudo o que falam!!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA SÃO CRISTÃOS?
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem estado sobre o palco do mundo (desde 1844) por mais de 100 anos. Ela tem conquistado muitas pessoas e construído muitos templos e outras organizações que têm a todos impressionado. Mas, sob o brilho de suas realizações repousa uma história diabólica e herética de fraudes que cortam como uma faca afiada a veia jugular do Cristianismo.
OU O EVANGELHO DE CRISTO É UM DOM GRATUITO OU ENTÃO É NADA.
Se alguém crê que realmente ele é um presente, então nada existe a ser feito, exceto crer em Jesus Cristo. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo. 3:16). Esta mensagem tem confortado a alma de muitas gerações, mas os adventistas não têm proclamado este texto do Evangelho porque os escritos de Ellen White, a fundadora e profetisa dos adventistas, contradizem a mensagem do Evangelho.
DECLARAÇÕES DA SRA. WHITE
Aqui estão alguns exemplos das mensagens de Ellen White que procuram anular completamente o Evangelho de Cristo:
Já vi que não é fácil ser cristão. E muito fácil apenas professar o nome de cristão, mas é uma coisa maravilhosa viver a vida cristã. Todos serão julgados de acordo com as suas palavras e ações e não de acordo com a sua profissão de fé. (Testemunhos I pág. 454) Suas palavras e atos o julgarão no último dia. Por eles você será justificado ou condenado. (Testemunhos 11 pág. 315)
Todo membro do corpo deveria sentir que a salvação de sua alma depende dos seus próprios esforços. (Ibid. pág. l21)
Ele (Jesus) tornou possível aperfeiçoar o caráter cristão através do seu nome e pelo seu próprio valor, dando-nos como exemplo a sua própria vida, ensinando-nos a conseguir tal aperfeiçoamento. (Testemunhos III pág. 365)
O homem deve agir com o seu próprio poder, auxiliado pelo poder divino de Cristo a resistir e a conquistar a perfeição. Resumindo, o homem deve se esforçar como Cristo se esforçou... Isto não poderia ser o caso, se Cristo sozinho já fez tudo. O homem deve também fazer a sua parte. Deve ser um vencedor pela sua própria força e pela que Cristo lhe dá. Ele deve ser um co-trabalhador com Cristo no labor da conquista. (Testemunhos IV pag. 32-33).
Tais declarações representam a essência do Adventismo, assim como toda a doutrina dos adventistas gira em torno do axioma de Ellen White, isto é, que o homem deve aperfeiçoar-se a si mesmo para obter a salvação. O fato é que o Adventismo se levantará ou cairá em função de sua crença na inquestionável teologia de Ellen White. E os volumes de livros e material escritos por ela explicam detalhadamente como o homem deve proceder para se tornar perfeito. A doutrina do Sábado somente apresenta regras de Ellen White sobre o que fazer ou não fazer, esperando-se que sejam obedecidas. Os adventistas irão negar este fato, mas apenas leia-se a respeito do teste do Sábado (Grande Conflito. pág. 605).
Então se poderá entender que a salvação para os adventistas vem essencialmente das obras. Todas as demais doutrinas, como a dos alimentos, são também feitas em testes de trabalho orientados pela membrezia.
ONDE ESTÁ O MEDIADOR?
Um outro fator da rejeição adventista ao verdadeiro Evangelho é a crença anti-bíblica e herética de que no final dos tempos o homem deverá ter atingido a perfeição porque Cristo cessará sua mediação por nós ante o trono de Deus. A Bíblia diz: "E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Porém o Adventismo tem projetado o seu próprio cenário preparado por Ellen White, no qual não está incluída a Pessoa de Jesus Cristo.
Aqueles que estiverem vivendo na terra quando a intercessão de Cristo findar no Santuário Celestial, levantar-se-âo diante do Deus Santo sem um Mediador. Suas vestes devem estar imaculadas, seu caráter purificado pelo sangue da aspersão. Através da graça de Deus e de seus próprios esforços devem os homens ser conquistadores da batalha contra o mal. (Ibid pag.l25)
Nesses dias terríveis o justo deverá comparecer diante de um Deus Santo sem um intercessor. (Ibid pag. 614)
Estas declarações contradizem o fundamento da fé cristã de que Cristo é a nossa única esperança de salvação. Que significado teria a morte e ressurreição de Cristo para nós se, no momento final, estivermos de pé diante de Deus sem a sua mediação? Não podemos nos aperfeiçoar a nós mesmos, e a idéia de que nossa vida será uma longa batalha em busca da perfeição "por nossos próprios e diligentes esforços" e, ainda, termos de comparecer diante de Deus no Dia do Julgamento sem um Mediador, são evidências suficientes de que o Adventismo não é uma religião cristã. Os adventistas estão tentando a perfeição o tempo todo, mesmo sabendo que ninguém pode se tornar perfeito. Sua angústia é por demais aparente, mas a Igreja Adventista não pode se afastar da sua profetisa Ellen White, já que os seus escritos são o fundamento de suas crenças. Sua doutrina não pode oferecer uma esperança real.
Nossa oração é que sem demora a Igreja Adventista do Sétimo Dia desperte e compreenda que Jesus Cristo é o único fundamento da igreja. Somente então os adventistas poderão perceber que o puro Evangelho de Jesus Cristo é verdadeiramente um presente de Deus para todos os homens.
Obs. : as citações são dos originais em inglês traduzidos por Mary Schultze.
Carole e Wallace Saltter ex-adventistas
OU O EVANGELHO DE CRISTO É UM DOM GRATUITO OU ENTÃO É NADA.
Se alguém crê que realmente ele é um presente, então nada existe a ser feito, exceto crer em Jesus Cristo. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo. 3:16). Esta mensagem tem confortado a alma de muitas gerações, mas os adventistas não têm proclamado este texto do Evangelho porque os escritos de Ellen White, a fundadora e profetisa dos adventistas, contradizem a mensagem do Evangelho.
DECLARAÇÕES DA SRA. WHITE
Aqui estão alguns exemplos das mensagens de Ellen White que procuram anular completamente o Evangelho de Cristo:
Já vi que não é fácil ser cristão. E muito fácil apenas professar o nome de cristão, mas é uma coisa maravilhosa viver a vida cristã. Todos serão julgados de acordo com as suas palavras e ações e não de acordo com a sua profissão de fé. (Testemunhos I pág. 454) Suas palavras e atos o julgarão no último dia. Por eles você será justificado ou condenado. (Testemunhos 11 pág. 315)
Todo membro do corpo deveria sentir que a salvação de sua alma depende dos seus próprios esforços. (Ibid. pág. l21)
Ele (Jesus) tornou possível aperfeiçoar o caráter cristão através do seu nome e pelo seu próprio valor, dando-nos como exemplo a sua própria vida, ensinando-nos a conseguir tal aperfeiçoamento. (Testemunhos III pág. 365)
O homem deve agir com o seu próprio poder, auxiliado pelo poder divino de Cristo a resistir e a conquistar a perfeição. Resumindo, o homem deve se esforçar como Cristo se esforçou... Isto não poderia ser o caso, se Cristo sozinho já fez tudo. O homem deve também fazer a sua parte. Deve ser um vencedor pela sua própria força e pela que Cristo lhe dá. Ele deve ser um co-trabalhador com Cristo no labor da conquista. (Testemunhos IV pag. 32-33).
Tais declarações representam a essência do Adventismo, assim como toda a doutrina dos adventistas gira em torno do axioma de Ellen White, isto é, que o homem deve aperfeiçoar-se a si mesmo para obter a salvação. O fato é que o Adventismo se levantará ou cairá em função de sua crença na inquestionável teologia de Ellen White. E os volumes de livros e material escritos por ela explicam detalhadamente como o homem deve proceder para se tornar perfeito. A doutrina do Sábado somente apresenta regras de Ellen White sobre o que fazer ou não fazer, esperando-se que sejam obedecidas. Os adventistas irão negar este fato, mas apenas leia-se a respeito do teste do Sábado (Grande Conflito. pág. 605).
Então se poderá entender que a salvação para os adventistas vem essencialmente das obras. Todas as demais doutrinas, como a dos alimentos, são também feitas em testes de trabalho orientados pela membrezia.
ONDE ESTÁ O MEDIADOR?
Um outro fator da rejeição adventista ao verdadeiro Evangelho é a crença anti-bíblica e herética de que no final dos tempos o homem deverá ter atingido a perfeição porque Cristo cessará sua mediação por nós ante o trono de Deus. A Bíblia diz: "E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Porém o Adventismo tem projetado o seu próprio cenário preparado por Ellen White, no qual não está incluída a Pessoa de Jesus Cristo.
Aqueles que estiverem vivendo na terra quando a intercessão de Cristo findar no Santuário Celestial, levantar-se-âo diante do Deus Santo sem um Mediador. Suas vestes devem estar imaculadas, seu caráter purificado pelo sangue da aspersão. Através da graça de Deus e de seus próprios esforços devem os homens ser conquistadores da batalha contra o mal. (Ibid pag.l25)
Nesses dias terríveis o justo deverá comparecer diante de um Deus Santo sem um intercessor. (Ibid pag. 614)
Estas declarações contradizem o fundamento da fé cristã de que Cristo é a nossa única esperança de salvação. Que significado teria a morte e ressurreição de Cristo para nós se, no momento final, estivermos de pé diante de Deus sem a sua mediação? Não podemos nos aperfeiçoar a nós mesmos, e a idéia de que nossa vida será uma longa batalha em busca da perfeição "por nossos próprios e diligentes esforços" e, ainda, termos de comparecer diante de Deus no Dia do Julgamento sem um Mediador, são evidências suficientes de que o Adventismo não é uma religião cristã. Os adventistas estão tentando a perfeição o tempo todo, mesmo sabendo que ninguém pode se tornar perfeito. Sua angústia é por demais aparente, mas a Igreja Adventista não pode se afastar da sua profetisa Ellen White, já que os seus escritos são o fundamento de suas crenças. Sua doutrina não pode oferecer uma esperança real.
Nossa oração é que sem demora a Igreja Adventista do Sétimo Dia desperte e compreenda que Jesus Cristo é o único fundamento da igreja. Somente então os adventistas poderão perceber que o puro Evangelho de Jesus Cristo é verdadeiramente um presente de Deus para todos os homens.
Obs. : as citações são dos originais em inglês traduzidos por Mary Schultze.
Carole e Wallace Saltter ex-adventistas
O DESCANSO SEMANAL DO CRISTÃO
Vivemos Em uma sociedade consumista onde pouco ou nada sobra para o descanso. A nossa tecnológica era moderna vivem uma convulsão para o trabalho. E com certeza o trabalho é um dom divino. Mas junto com o trabalho Deus nos separou um tempo para o descanso.
Origem:
Deus criou o descanso semanal com o objetivo de lembrar-nos de que ele é que dá o trabalho ao homem. Descanso e trabalho são coisas inseparáveis. Deus disse a Moisés que este descanso iria se chamar sábado, um dia fixo, criado para o povo israelita como parte do pacto entre ele e seu povo. O quarto mandamento deixa claro que o sábado como parte da lei era obrigatório para todos:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou".(Ex. 20:8-11). E: " Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado". (Dt. 5:15).
Descanso e Adoração:
O dia de sábado também era um dia de adoração a Deus como lemos em Levítico 23:2. Todos os israelitas neste dia se lembravam que Deus os libertou da escravidão no Egito, e que Deus era o criador do mundo (Deuteronômio 5:15). Portanto, era um dia de festa e regozijo para todo judeu.
Jesus e o Sábado:
Jesus sendo um judeu também guardou o sábado (Mc. 1:21; Lc. 4:16). Mas quando o homem tentou ser dono do sábado, Jesus lembrou-lhes quem era realmente o criador do sábado: "Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor". - (Mc. 2:28). Portanto, Ele, e somente Ele, poderia fazer neste dia o que quisesse e quando quisesse e até mudá-lo. Cf. Dn. 2:21 - "Ele (Deus) muda os tempos e as estações...".
Um Novo Dia:
O mundo Ocidental divide sua Historia em a.C e d. C. Deus divide a história da salvação antes da cruz e depois da cruz. Após Jesus ter terminado sua obra de salvação na cruz Ele ressuscitou. Inaugurando um novo tempo para o povo de Deus. A era do Novo Testamento. A palavra de Deus que diz "Eis que faço nova todas as coisas" (Apoc. 21:5), se cumpriu na vida da Igreja. Jesus inaugurou uma nova criação (II Co. 5:17) e nos libertou do império das trevas (Apoc. 1:5). Cumpriu-se então o Salmo 118:24 que diz: "A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular. Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele".A primeira parte se cumpriu quando Jesus foi rejeitado pelos judeus e por fim crucificado (I Pe. 2:7); a outra parte foi na ressurreição, quando os discípulos até então tristes, viram Jesus e se alegraram (Jo. 20:19,20), e isto foi justamente no 1º dia da semana - um domingo. É interessante frisar que Jesus nunca apareceu aos discípulos num sábado, mas sempre num domingo. E neste dia foi o dia de adoração dos discípulos (Mt. 28:9).Depois disso, a igreja começou sempre se reunir aos domingos (Atos 20:7; I Co. 16:1,2). Mais tarde João chama este dia de "Dia do Senhor" (Apoc. 1:10). Pois Jesus foi feito Senhor pela ressurreição num domingo, Agora este dia é Dele, do Senhor. Este é o dia de descanso da igreja. Israel tinha o sábado como o ultimo dia do velho sistema. A igreja tem o domingo como o primeiro dia de solene descanso do novo sistema de Deus.
Presb. Paulo Cristiano da Silva
Origem:
Deus criou o descanso semanal com o objetivo de lembrar-nos de que ele é que dá o trabalho ao homem. Descanso e trabalho são coisas inseparáveis. Deus disse a Moisés que este descanso iria se chamar sábado, um dia fixo, criado para o povo israelita como parte do pacto entre ele e seu povo. O quarto mandamento deixa claro que o sábado como parte da lei era obrigatório para todos:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou".(Ex. 20:8-11). E: " Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado". (Dt. 5:15).
Descanso e Adoração:
O dia de sábado também era um dia de adoração a Deus como lemos em Levítico 23:2. Todos os israelitas neste dia se lembravam que Deus os libertou da escravidão no Egito, e que Deus era o criador do mundo (Deuteronômio 5:15). Portanto, era um dia de festa e regozijo para todo judeu.
Jesus e o Sábado:
Jesus sendo um judeu também guardou o sábado (Mc. 1:21; Lc. 4:16). Mas quando o homem tentou ser dono do sábado, Jesus lembrou-lhes quem era realmente o criador do sábado: "Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor". - (Mc. 2:28). Portanto, Ele, e somente Ele, poderia fazer neste dia o que quisesse e quando quisesse e até mudá-lo. Cf. Dn. 2:21 - "Ele (Deus) muda os tempos e as estações...".
Um Novo Dia:
O mundo Ocidental divide sua Historia em a.C e d. C. Deus divide a história da salvação antes da cruz e depois da cruz. Após Jesus ter terminado sua obra de salvação na cruz Ele ressuscitou. Inaugurando um novo tempo para o povo de Deus. A era do Novo Testamento. A palavra de Deus que diz "Eis que faço nova todas as coisas" (Apoc. 21:5), se cumpriu na vida da Igreja. Jesus inaugurou uma nova criação (II Co. 5:17) e nos libertou do império das trevas (Apoc. 1:5). Cumpriu-se então o Salmo 118:24 que diz: "A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular. Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele".A primeira parte se cumpriu quando Jesus foi rejeitado pelos judeus e por fim crucificado (I Pe. 2:7); a outra parte foi na ressurreição, quando os discípulos até então tristes, viram Jesus e se alegraram (Jo. 20:19,20), e isto foi justamente no 1º dia da semana - um domingo. É interessante frisar que Jesus nunca apareceu aos discípulos num sábado, mas sempre num domingo. E neste dia foi o dia de adoração dos discípulos (Mt. 28:9).Depois disso, a igreja começou sempre se reunir aos domingos (Atos 20:7; I Co. 16:1,2). Mais tarde João chama este dia de "Dia do Senhor" (Apoc. 1:10). Pois Jesus foi feito Senhor pela ressurreição num domingo, Agora este dia é Dele, do Senhor. Este é o dia de descanso da igreja. Israel tinha o sábado como o ultimo dia do velho sistema. A igreja tem o domingo como o primeiro dia de solene descanso do novo sistema de Deus.
Presb. Paulo Cristiano da Silva
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
RAZÕES PELAS QUAIS NÃO PRECISAMOS GUARDAR O SÁBADO
Pelo Prof. João Flávio Martinez
1) – O Sábado faz parte de um concerto ou pacto entre Deus e o povo israelita:
“Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério” (Ex.31:16).
2) – Antes do concerto do Sinai Deus não ordenou a ninguém que guardasse o Sábado:
“E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida” (Gn.3:17).
“Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”Gl.3:10).
“Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11, parêntesis nosso).
“ concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Rm.3:28).
ALGUMAS EVIDÊNCIAS BÍBLICAS DE QUE O SÁBADO FAZ PARTE DA LEI
- “E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés”(Ne.8:1). Observe a expressão “o livro da Lei de Moisés”. Este mesmo livro, denominado de “Lei de Moisés” é, a seguir, assim chamado: “E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” ; “E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ...”(Ne.8:8; 8:14)
- “Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá”(Mc.7:10). Ora, nós sabemos pôr Êx. 20:12 que se trata do quinto mandamento, e, no entanto se diz que “Moisés disse”.
- “Não vos deu Moisés a lei? No entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?” (Jo. 7:19). Onde a Lei proíbe o homicídio? Em Êx. 20:13, dentro dos dez mandamentos. O decálogo é chamado por Jesus de Lei de Moisés.
O apóstolo Paulo chama o decálogo de Lei; “... pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera”(Rm.7:7). Para o apóstolo Lei mosaica e decálogo eram a mesma coisa.
3) – Deus aborrece o Sábado ou qualquer dia ou ato feito legalistamente sem ser acompanhado pela sinceridade e fé:
“Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembléias... não posso suportar a iniqüidade e o ajuntamento solene!” (Is.1:13)
4) – Jesus Cristo foi a última pessoa que teve obrigação de guardar a Lei e o Sábado:
“mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”(Gl.4:4-5).
5) – O Sábado faz parte da lei e esta foi por Cristo abolida totalmente:
“e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz”(Cl.2:14).
“mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto (a Lei), permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele (a Lei e tudo o que nela está incluído, no nosso caso o Sábado) abolido” (IICor.3:14). { Grifo do autor}
COLOSSENSES 2:16
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs.17).
6) – Estamos em um novo concerto muito melhor, fazendo-se necessário a mudança da Lei:
“Mas agora alcançou ele (Jesus) ministério tanto mais excelente quanto é mediador de um melhor pacto (aliança ou concerto), o qual está firmado sobre melhores promessas” (Hb. 8:6). {Grifo meu}
Faz-se, aqui, necessário uma explicação sobre o nosso novo concerto e a mudança da Lei. Foi o próprio Cristo que instituiu a nova aliança (Mt.26:28) trazendo assim uma nova concepção da vida espiritual que Deus quer que tenhamos. Isso foi tão profundo que os judeus não entenderam e nem aceitaram. A lei dizia: “olho por olho, e dente por dente”. Jesus disse: “não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt.5:38-39). A mudança que foi feita não exclui nem um til da lei (Mt.5:18), mas uma concepção mais profunda da mesma. Isso nem os Judeus e muito menos os Adventistas entendem. Quanto ao Sábado, a Lei dizia que deveria ser guardado e santificado(Ex.20:8), mas no novo pacto isso muda e o que tem que ser guardado e santificado é o povo de Deus, não só em um dia da semana, mas nos sete. Isso é pelo fato do Sábado ser feito para o homem e não o homem para ser escravo do Sábado (Mc.2:27-28). Todos os dias para os cristãos têm que ser santo e especial, pois em qualquer um desses dias Jesus pode voltar (Mc.13:32). A nova concepção do Sábado é muito mais profunda do que qualquer sabatista possa querer explicar, pois muitas são as mudanças na visão dessa lei da guarda do Sábado. Em Hebreus cap.4 Jesus é o próprio Sábado e é claro que o Senhor reina em todos os dias. Para a Igreja o Sábado, que era o dia da santificação, tornou-se todos os dias. É uma pena que os Adventistas e sabatistas consagram apenas um dia para o Senhor, pois A IGREJA DE CRISTO CONSAGRA TODOS OS DIAS PARA O SEU SENHOR. ALELUIA!!!
A MUDANÇA DA LEI E A LEI DA GRAÇA
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo (Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado no seu contexto), leiamos: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12). Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2 “Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta. “O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra(lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”. Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17). Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E TUDO ISSO ERA SOMBRA DE UMA REALIDADE BEM MAIS ELEVADA E ESPIRITUALIZADA.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma: “Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)... Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4). Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente” guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso: “Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive... Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4) “Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8). Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios.
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“...a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja(Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação - O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
· Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés, vejam abaixo a foto extraída do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos(que nem são idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a Bíblia: “E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites... e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo - e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
· Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “... relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo...” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da exortação paulina: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco... De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gl. 4:10-11; 5:4 – ARA).
7) – No novo concerto, sob qual estamos (Hb.8:6), não existe mandamento para guardar o Sábado embora encontremos todos os outros do decálogo, leiamos:
“Perguntou-lhe ele: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se quereres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens” (Mt.19:18-22).
É evidente que, na opinião dos sabatistas, uma das mais importantes doutrinas é a da guarda do Sábado. Se for tão importante, então seguramente teria de haver menção do mandamento no Novo Testamento. Todos os outros mandamentos do decálogo são repetidos muitas vezes, porém o fato é que não encontramos o mandamento sobre o Sábado no Novo Testamento nem sequer uma vez. No caso do jovem rico, Jesus enumerou a maioria dos mandamentos, mas deixou de fora o mandamento sobre o sétimo dia. Se este mandamento é o mais importante como dizia a Sra. White porque não é mencionado sobre a guarda deste dia no NT?
8) – O apóstolo Paulo era apóstolo dos gentios, mas nunca ensinou ninguém a ficar guardando dias. Muito pelo contrário, ele afirmou que se alguém ficar guardando dias o evangelho da graça é inútil para essa pessoa:
“Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11). {Grifo meu)
9) - Os sabatistas condenam quem não guarda o Sábado e afirmam que esta pessoa não será salva. “Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna”. (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
O apóstolo Paulo da uma dura repreensão para estas pessoas que condenam os seus irmãos:
“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Rm.14:4-5).
“Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm.14:13).
Sabemos de dezenas de histórias de pessoas que ficaram endividadas e chegaram até a passar necessidades e sabe por que? Os sabatistas proibiram o irmão de trabalhar naquela determinada firma, pois lá se trabalhava aos sábados. É impressionante como uma doutrina chega a ser extremista e a prejudicar a comunidade. Esse tipo de religiosidade chega a ser um perigo para a sociedade. Ainda bem que existe as verdadeiras Igrejas de Cristo para ensinar a verdade para as pessoas. A verdade é libertadora (Jo. 8:32) e não opressora como esta doutrina. As pessoas procuram as igrejas para tirarem o fardo pesado das costas (Mt. 11:28-30) e muitas vezes ao chegarem lá os seus fardos não se aliviam e sim ficam mais pesados. É o coso de quem se achega a igreja Adventista, pois quem não guarda o Sábado está fora da comunhão e doutrina da igreja. Os líderes condenam veementes os que ali no meio não cumprem a guarda deste dia. Isso é muito triste!
1) – O Sábado faz parte de um concerto ou pacto entre Deus e o povo israelita:
“Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério” (Ex.31:16).
2) – Antes do concerto do Sinai Deus não ordenou a ninguém que guardasse o Sábado:
“E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida” (Gn.3:17).
“Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”Gl.3:10).
“Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11, parêntesis nosso).
“ concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Rm.3:28).
ALGUMAS EVIDÊNCIAS BÍBLICAS DE QUE O SÁBADO FAZ PARTE DA LEI
- “E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés”(Ne.8:1). Observe a expressão “o livro da Lei de Moisés”. Este mesmo livro, denominado de “Lei de Moisés” é, a seguir, assim chamado: “E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” ; “E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ...”(Ne.8:8; 8:14)
- “Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá”(Mc.7:10). Ora, nós sabemos pôr Êx. 20:12 que se trata do quinto mandamento, e, no entanto se diz que “Moisés disse”.
- “Não vos deu Moisés a lei? No entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?” (Jo. 7:19). Onde a Lei proíbe o homicídio? Em Êx. 20:13, dentro dos dez mandamentos. O decálogo é chamado por Jesus de Lei de Moisés.
O apóstolo Paulo chama o decálogo de Lei; “... pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera”(Rm.7:7). Para o apóstolo Lei mosaica e decálogo eram a mesma coisa.
3) – Deus aborrece o Sábado ou qualquer dia ou ato feito legalistamente sem ser acompanhado pela sinceridade e fé:
“Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembléias... não posso suportar a iniqüidade e o ajuntamento solene!” (Is.1:13)
4) – Jesus Cristo foi a última pessoa que teve obrigação de guardar a Lei e o Sábado:
“mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”(Gl.4:4-5).
5) – O Sábado faz parte da lei e esta foi por Cristo abolida totalmente:
“e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz”(Cl.2:14).
“mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto (a Lei), permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele (a Lei e tudo o que nela está incluído, no nosso caso o Sábado) abolido” (IICor.3:14). { Grifo do autor}
COLOSSENSES 2:16
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs.17).
6) – Estamos em um novo concerto muito melhor, fazendo-se necessário a mudança da Lei:
“Mas agora alcançou ele (Jesus) ministério tanto mais excelente quanto é mediador de um melhor pacto (aliança ou concerto), o qual está firmado sobre melhores promessas” (Hb. 8:6). {Grifo meu}
Faz-se, aqui, necessário uma explicação sobre o nosso novo concerto e a mudança da Lei. Foi o próprio Cristo que instituiu a nova aliança (Mt.26:28) trazendo assim uma nova concepção da vida espiritual que Deus quer que tenhamos. Isso foi tão profundo que os judeus não entenderam e nem aceitaram. A lei dizia: “olho por olho, e dente por dente”. Jesus disse: “não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt.5:38-39). A mudança que foi feita não exclui nem um til da lei (Mt.5:18), mas uma concepção mais profunda da mesma. Isso nem os Judeus e muito menos os Adventistas entendem. Quanto ao Sábado, a Lei dizia que deveria ser guardado e santificado(Ex.20:8), mas no novo pacto isso muda e o que tem que ser guardado e santificado é o povo de Deus, não só em um dia da semana, mas nos sete. Isso é pelo fato do Sábado ser feito para o homem e não o homem para ser escravo do Sábado (Mc.2:27-28). Todos os dias para os cristãos têm que ser santo e especial, pois em qualquer um desses dias Jesus pode voltar (Mc.13:32). A nova concepção do Sábado é muito mais profunda do que qualquer sabatista possa querer explicar, pois muitas são as mudanças na visão dessa lei da guarda do Sábado. Em Hebreus cap.4 Jesus é o próprio Sábado e é claro que o Senhor reina em todos os dias. Para a Igreja o Sábado, que era o dia da santificação, tornou-se todos os dias. É uma pena que os Adventistas e sabatistas consagram apenas um dia para o Senhor, pois A IGREJA DE CRISTO CONSAGRA TODOS OS DIAS PARA O SEU SENHOR. ALELUIA!!!
A MUDANÇA DA LEI E A LEI DA GRAÇA
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo (Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado no seu contexto), leiamos: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12). Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2 “Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta. “O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra(lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”. Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17). Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E TUDO ISSO ERA SOMBRA DE UMA REALIDADE BEM MAIS ELEVADA E ESPIRITUALIZADA.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma: “Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)... Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4). Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente” guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso: “Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive... Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4) “Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8). Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios.
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“...a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja(Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação - O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
· Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés, vejam abaixo a foto extraída do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos(que nem são idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a Bíblia: “E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites... e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo - e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
· Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “... relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo...” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da exortação paulina: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco... De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gl. 4:10-11; 5:4 – ARA).
7) – No novo concerto, sob qual estamos (Hb.8:6), não existe mandamento para guardar o Sábado embora encontremos todos os outros do decálogo, leiamos:
“Perguntou-lhe ele: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se quereres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens” (Mt.19:18-22).
É evidente que, na opinião dos sabatistas, uma das mais importantes doutrinas é a da guarda do Sábado. Se for tão importante, então seguramente teria de haver menção do mandamento no Novo Testamento. Todos os outros mandamentos do decálogo são repetidos muitas vezes, porém o fato é que não encontramos o mandamento sobre o Sábado no Novo Testamento nem sequer uma vez. No caso do jovem rico, Jesus enumerou a maioria dos mandamentos, mas deixou de fora o mandamento sobre o sétimo dia. Se este mandamento é o mais importante como dizia a Sra. White porque não é mencionado sobre a guarda deste dia no NT?
8) – O apóstolo Paulo era apóstolo dos gentios, mas nunca ensinou ninguém a ficar guardando dias. Muito pelo contrário, ele afirmou que se alguém ficar guardando dias o evangelho da graça é inútil para essa pessoa:
“Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11). {Grifo meu)
9) - Os sabatistas condenam quem não guarda o Sábado e afirmam que esta pessoa não será salva. “Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna”. (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
O apóstolo Paulo da uma dura repreensão para estas pessoas que condenam os seus irmãos:
“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Rm.14:4-5).
“Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm.14:13).
Sabemos de dezenas de histórias de pessoas que ficaram endividadas e chegaram até a passar necessidades e sabe por que? Os sabatistas proibiram o irmão de trabalhar naquela determinada firma, pois lá se trabalhava aos sábados. É impressionante como uma doutrina chega a ser extremista e a prejudicar a comunidade. Esse tipo de religiosidade chega a ser um perigo para a sociedade. Ainda bem que existe as verdadeiras Igrejas de Cristo para ensinar a verdade para as pessoas. A verdade é libertadora (Jo. 8:32) e não opressora como esta doutrina. As pessoas procuram as igrejas para tirarem o fardo pesado das costas (Mt. 11:28-30) e muitas vezes ao chegarem lá os seus fardos não se aliviam e sim ficam mais pesados. É o coso de quem se achega a igreja Adventista, pois quem não guarda o Sábado está fora da comunhão e doutrina da igreja. Os líderes condenam veementes os que ali no meio não cumprem a guarda deste dia. Isso é muito triste!
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